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FINALIZADA MESA DE NEGOCIAÇÃO: GOVERNADOR RECEBERÁ APEOC E DEFINIRÁ PENDÊNCIAS SEGUNDA-FEIRA

Após um dia inteiro de negociação, a diretoria do Sindicato APEOC, reunida na sexta-feira (28), com a vice-governadora, Izolda Cela, ...

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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020

FINALIZADA MESA DE NEGOCIAÇÃO: GOVERNADOR RECEBERÁ APEOC E DEFINIRÁ PENDÊNCIAS SEGUNDA-FEIRA


Após um dia inteiro de negociação, a diretoria do Sindicato APEOC, reunida na sexta-feira (28), com a vice-governadora, Izolda Cela, o secretário da Casa Civil, Élcio Batista, e a secretária da Educação, Eliana Estrela, deixou claro que não abrirá mão do reajuste de 12,84% repercutindo na Carreira para todos (efetivos ativos, aposentados, temporários e pensionistas), além do fim do teto do vale-alimentação e já abrir as discussões sobre o Precatório do FUNDEF (R$ 3,5 bilhões em jogo), defendendo 60% para o Magistério e 40% para investimentos na Educação e pagamento de funcionários.

Para o presidente Anizio Melo, a estratégia do Sindicato APEOC é corretíssima, apostando sempre na negociação qualificada, apresentando e discutindo números.

Garantimos que na próxima segunda-feira (02/03), a finalização da negociação será com o governador Camilo Santana, com o objetivo de fechar as propostas discutidas nesta sexta-feira.


“Firmes, fortes e unidos para lutar pela Campanha Salarial aqui no Ceará e pelo Novo FUNDEB na Câmara Federal”, pontuou Anizio Melo, presidente da APEOC e FETENE.

Participaram da reunião o vice-presidente da APEOC, Reginaldo Pinheiro, o secretário-geral, Helano Maia, o assessor jurídico, Ítalo Bezerra, o assessor financeiro, André Carvalho, a coordenadora de pessoas da SEDUC, Marta Emília, e o assessor jurídico, Aldizio Vieira.




quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

DIÁRIO DO BOLSO | Mulheres negras no Rio, Paulo Freire em São Paulo. Que carnavalhacação!

Odiei o resultado do desfile do Rio de Janeiro, odiei o resultado do desfile de São Paulo. E agora vou pro zap organizar o meu desfile do dia 15


Odiei o resultado do desfile do Rio de Janeiro. Essa Viradouro aí parece que falou de umas baianas que lavam roupa. Pelamordedeus, não tinha assunto melhor? Podiam falar, sei lá, de um capitão do exército que acabou mandando em todos os generais. Isso sim!

Pra falar a verdade, eu não gosto nem do nome dessa Viradouro. Essa história de virar não é comigo, pô! Pra piorar, os dois caras que são os carnavalescos da escola tão casados há quatro anos. Ah, eu vou acabar com isso! Depois que for aclamado rei, esse negócio de luta de espada vai ser proibido, talkei?

Do segundo colocado eu também não gostei. A Grande Rio falou de um pai de santo gay. Pô, por que não falou de um deputado do baixo clero que chegou a presidente? É um assunto muito melhor! Depois do golpe, eu vou colocar a igreja evangélica como religião oficial e aí ninguém mais vai falar de pai de santo, mãe de santo, tio de santo, chega dessa macumbância!

Pra completar a bagunça, a terceira colocada falou sobre a Elza Soares, uma comunossambista de carteirinha. Não podia ter falado de…, sei lá, de mim?!

O pior é que a São Clemente, escola daquele tal de Adnet, que tirou sarro de mim fazendo fakexão, não caiu. Vou reclamar com o Moro. Juiz bom tem que controlar tudo quanto é jurado, pô.
Poder do saber, pô!?

O carnaval de São Paulo não podia ter sido vencido por uma escola que homenageou aquele tal de Paulo Freire. Aí é implicância demais contra mim!

Pra piorar, o enredo ainda se chama “O poder do saber”. Pô, que bobagem! Saber não tem poder nenhum. Põe cara a cara dois homens, um com um revólver e outro com um livro. Quem é que vai ganhar? O da arma, é claro. Livro só mata barata!

O Weintraub também ficou muito bravo. Até me mandou um e-mail falando assim:

“Prezidente, eu confeço que já não gosto de hescola de sanba porque se chama hescola. Não podia se chamar Quartel do Samba? Claro que podia! E aposto que essa vitoria da Háguia de Ouro foi armassão da isquerda. Esses paulofreiristas estão espaliados por tudo quanto é canto. Como eu já dice antes, ele é um ‘vodu sem comprovassão sientífica’. É um ‘henergúmeno’, como o senhor falou. Mas fique tramquilo, prezidente. No ano que vem uma hescola vai omenajear o Holavo de Caralio, digo, Carvalio, e sertamente vai venser o carnaval. Faremos um desfile de paralizar a avenida! Um abrasso, A.W.”

Depois de ler isso, eu fiquei mais tranquilo. O Weintraub tem uma capacidade imprecionante.

E agora chega de falar de carnaval, Diário. Eu preciso mandar uns zaps para organizar o desfile do dia 15. Agora é a vez da minha escola ir pra avenida. As cores são o verde e amarelo. E o samba-enredo é “Abaixo o Congresso! Chega de STF! Bolso para ditadô, esquindô, esquindô”.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020

APEOC | STF PUBLICA ACÓRDÃO SOBRE PRECATÓRIO DO FUNDEF DA REDE ESTADUAL

O Supremo Tribunal Federal divulgou a decisão referente a ação do Precatório do FUNDEF, movida pelo Governo do Ceará contra a União. A ação foi julgada procedente tanto pelo Ministro Dias Toffoli, quanto por partes dos ministros do STF, dando ganho de causa ao estado do Ceará.

A APEOC é autora da Ação Civil Originária (ACO 683), que defende a vinculação de 100% para a Educação com a subvinculacão de 60% para os profissionais do Magistério e na negociação defende parte dos 40% para os funcionários da Educação.

No STF é a única entidade sindical habilitada no processo como Amicus Curiae, tendo seu presidente, Anizio Melo, e uma banca jurídica especializada atuado desde 2015 na defesa dos recursos da Educação. Já em 2017 conseguiu que o STF, no mérito, decidisse que cerca de 150 bilhões de reais em precatórios terão obrigatoriedade de aplicação na Educação.


De acordo com a publicação do Acórdão, o Estado tem direito de receber o valor que a União deixou de repassar na forma de complementação na vigência do FUNDEF. É importante ressaltar que a partir desse momento se inicia o cumprimento ou execução da sentença, onde são feitos os cálculos e atualizados os valores até a formação final dos Precatórios.

Para o presidente Anizio Melo, a luta em defesa dos Precatórios tornou a entidade referência nacional. “Fomos protagonistas com uma ação junto ao STF para que esses recursos fossem vinculados à Educação, consequentemente originários do FUNDEF, para que tivessem as duas subvinculações garantidas”, pontuou Anizio.

Segundo o docente, não cabe mais recurso da União contra o estado do Ceará. Isso implica na certeza de que o dinheiro virá e a partir de agora a categoria terá que exigir na mesa de negociação que o tema seja tratado.

“Na Campanha Salarial 2020 o tema é tratado como crucial. Reivindicamos a criação de um grupo de trabalho entre o governo e APEOC para encaminhar uma discussão efetiva da aplicação desses recursos”, enfatizou Anizio Melo.

A ação inicial pedia 1 bilhão e 670 milhões de reais, com a correção e atualização de valores, os estudos realizados pela APEOC apontam que o valor pode chegar a 3,5 bilhões. Com o trânsito em julgado, o dinheiro poderá chegar ao Ceará ainda em 2020 ou em 2021.

“É preciso acreditar, se organizar e lutar! Nosso Sindicato é um sindicato que luta, garante, conquista e conquista de novo, por que a vida é assim sempre uma luta atrás da outra”, afirma Anizio Melo, presidente APEOC e FETENE.

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

APEOC | TEXTO DO FUNDEB DOBRA COMPLEMENTAÇÃO DA UNIÃO E PREVÊ REPASSE POR RESULTADO

“A batalha continua. Precisaremos de todos nas ruas para garantir a aprovação do Novo FUNDEB”, enfatizou Anizio Melo.

A versão final da PEC (proposta de Emenda à Constituição) do novo Fundeb coloca em 20% a complementação da União ao fundo, o dobro da marca atual e acima do que queria o governo Jair Bolsonaro (sem partido). O texto prevê que parte dos recursos seja distribuído com base em resultados educacionais.

A minuta foi apresentada nesta terça-feira (18) na comissão especial que trata do tema. A proposta é resultado de acordo firmado em reunião realizada noite de segunda-feira (17) entre deputados envolvidos no tema e o o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Houve pedidos de vista do texto, que voltará a ser discutido no dia 4 de março, quando deve ocorrer a votação na comissão. O governo prometeu encaminhar versão própria para o Congresso, mas até agora não o fez.

“Em um assunto com essa implicação e importância é quase impossível analisar sem pedido de vista. Vai nos dar uma manhã inteira pra debater e vamos à votação”, diz o deputado Bacelar (Pode-BA).

A expectativa é que a matéria seja vencida no Plenário da Casa até março —a PEC ainda precisa ser analisada no Senado.

A posição de Maia era vista como fundamental para o andamento do tema. Na reunião desta segunda, alguns impasses sobre aumento e fonte de recursos foram vencidos após o presidente da Câmara perder a paciência com uma publicação nas redes sociais do ministro da Educação, Abraham Weintraub.

Um dos parlamentares envolvidos, que defende o modelo agora proposto, disse ao sair da reunião, de modo irônico, que Weintraub era um anjo da guarda. Outro deputado presente comentou que Weintraub conseguia unir os moderados com a oposição.

O Fundeb é o principal mecanismo de financiamento à educação básica e responde atualmente por R$ 4 de cada R$ 10 investidos neste nível (que vai da creche ao ensino médio).

O fundo reúne parcelas de impostos e recebe uma complementação da União para estados e respectivos municípios que não atingem o valor mínimo a ser gasto por aluno definido a cada ano. Esse complemento federal atual é de 10% — cerca de R$ 15 bilhões.

O texto da relatora, deputada Professora Dorinha (DEM-TO), preconiza que essa complementação chegue a 20% em seis anos —a proposta anterior previa um percentual de 40%. Caso seja aprovado como está, esse complemento da União deve subir a 15% já em 2021 e, depois, mais 1 ponto percentual a cada ano.

“Seria necessário muito mais do que estamos colocando, mas 20% pode ter influência direta na mudança”, disse a deputada Dorinha. Segundo ela. a comissão já indicou fontes de recursos, mas essa é a função do governo.

Segundo Maia, já há consenso na Casa sobre uma complementação de 20%, mas o escalonamento desse incremento ainda está em discussão. “A minha única dúvida é se cabe 15% no próximo ano, mas que vai chegar a 10% (acima do atual) é consenso”, disse.

Na proposta defendida pelo MEC, a meta final de ampliação da complementação era de 15%, e de forma escalonada. A previsão de inclusão do tema da Constituição, tornando o mecanismo permanente, foi mantida. Weintraub havia concordado no ao passado com essa disposição, mas neste ano o Ministério da Economia passou a defender o FUNDEB com prazo de validade – o que o texto prevê é uma revisão dos moldes do fundo em 2026.

O novo FUNDEB altera o modelo de distribuição dos recursos. Hoje, a distribuição da complementação é feita proporcionalmente ao número de alunos matriculados. Esse montante é direcionado a estados e respectivos municípios que não conseguem atingir um valor mínimo por estudante estipulado a cada ano.

Agora, haverá um formato híbrido. Os 10% que já fazem parte do fundo continuarão da mesma forma. Com base na realidade de cada estado, o que vale também para os municípios.

Parte dos recursos extras, equivalente a 7,5 pontos percentuais, serão rateados com base na realidade dos municípios, o que atinge cidades pobres em estados ricos. Os outros 2,5 pontos percentuais da complementação serão distribuídos para redes que alcançarem “evolução significativa dos indicadores de atendimento e melhoria da aprendizagem com redução das desigualdades”.

Para receber esses recursos, redes devem cumprir “condicionalidades de melhoria de gestão” que serão descritas em lei complementar.

A vinculação do repasse de recursos a resultados educacionais era uma demanda do MEC e também de alguns parlamentares, como a deputada Tábata Amaral (PDT-SP). Há críticas de que esse mecanismo reduz os recursos de quem mais precisa e não consegue avançar nos indicadores.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Moro tenta intimidar Lula com Lei de Segurança Nacional por criticar Bolsonaro

O ex-presidente foi ouvido hoje pela Polícia Federal, a mando de Sergio Moro, sobre críticas ao governo. “Pura intimidação”, afirmam petistas

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi intimado a comparecer hoje (19) à Polícia Federal, para “prestar esclarecimentos”. O ministro da Justiça, Sergio Moro, quer enquadrá-lo na Lei de Segurança Nacional. O motivo foi um discurso em que Lula expressa sua opinião sobre o governo Bolsonaro. Para líderes petistas, o ministro quer intimidar Lula e cercear sua liberdade de expressão.

A audiência foi breve. O deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) e a presidenta do partido, Gleisi Hoffmann, também deputada, pelo Paraná, acompanharam. Em entrevista, os parlamentares relataram os motivos e características da intimação. “Foi tudo muito rápido, não tinha nada a ser dito. Foi só intimidação”, disse Pimenta.

A ação de Moro representa um aparelhamento ideológico das instituições, visto que seu procedimento tem como finalidade a perseguição a um opositor, segundo argumenta a defesa do ex-presidente.

Em seu discurso, Lula disse que “Bolsonaro foi eleito para governar para o povo e não para milicianos“. Moro passou a agir, na visão dos deputados petistas, como advogado do presidente, e não como ministro de Estado.

Sob alegação de “crime contra a honra” de Bolsonaro, Moro articulou o aparato do Estado por meio da Lei de Segurança Nacional, instrumento da ditadura civil-militar (1964-1985). “Essa lei é ultrapassada e autoritária”, disse Gleisi. “Por que Moro não usou essa lei quando Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) disse que fecharia o Supremo Tribunal Federal (STF) com um cabo e um soldado?”, completou a petista, ao lembrar da fala de um dos filhos do presidente.

Para Pimenta, a tentativa de intimidação soa ineficaz. “Será que Moro acha que tentando intimidar Lula vai mudar a percepção do povo que, cada vez mais enxerga a relação da família Bolsonaro com o crime organizado, com as milícias? Claro que não, é uma tentativa de constranger.”
Outro processo

Lula ainda compareceu na mesma data ao Ministério Público Federal para ser interrogado em uma ação, também controversa. O ex-presidente responde, na condição de réu, por supostas vantagens ao setor automotivo por ter editado uma medida provisória (MP 471) em 2009. O processo corre a partir da Operação Zelotes da Polícia Federal.

Gleisi e Pimenta observaram que a MP 471, na verdade, renovou outra editada por seu antecessor, o tucano Fernando Henrique Cardoso. E que o instrumento foi analisado e referendado no Congresso Nacional.

“Querem criminalizar Lula por uma MP editada há 10 anos aprovada por unanimidade pelo Congresso que tinha como foco uma política de desenvolvimento regional, uma política para melhorar a vida do povo no Nordeste, Centro-Oeste, que não contava com desenvolvimento industrial automobilístico”, disse Gleisi. “Todos deputados que aprovaram também vão ser inquiridos?”, questionou.

Pimenta lembrou que a renovação da MP partiu da oposição, na época, partidos de direita. “Nunca ninguém foi questionado, investigado, por que ajudavam os partidos da base do governo FHC. Lula renova uma MP a pedido de governadores da oposição, relatada pelo Aleluia (José Carlos Aleluia, do DEM), aprovada por unanimidade. Muitos anos depois o MP cria uma tese de que essa MP foi aprovada no objetivo de vantagens ao PT.”

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

APEOC | SEDUC E APEOC FECHAM CONVERGÊNCIAS, RELACIONAM ENTRAVES, APONTAM REPERCUSSÕES E ENCAMINHARÃO AGENDA COM O GOVERNADOR


Em reunião da mesa específica de negociação SEDUC/APEOC, realizada na segunda-feira (17), no gabinete da Secretária da Educação, Eliana Estrela, foi debatida com profundidade os impactos financeiros das reivindicações da categoria, expressa na pauta apresentada.

Os integrantes da direção da APEOC reafirmaram a necessidade de ampliar as negociações e resoluções para além do reajuste, assim como a realização da audiência com o chefe do Executivo Estadual para superação das divergências.

domingo, 16 de fevereiro de 2020

Cuba tem o melhor índice de desenvolvimento sustentável do mundo

De acordo com o ranking, Venezuela está em 12º lugar, Argentina em 18º; Grã Bretanha em 131º e EUA em 159º; avaliação leva em conta impacto ambiental


Cuba é o país que apresenta os melhores índices de desenvolvimento sustentável, segundo informe anual apresentado recentemente pela Assembleia Geral da ONU. Cuba supera países capitalistas avançados, inclusive Grã Bretanha e Estados Unidos, que por décadas submetem Cuba a um bloqueio econômico e financeiro com consequências genocidas.

O Índice de Desenvolvimentos Sustentável (IDS), projeto do antropólogo e escritor Janson Hickel, calcula os índices de “desenvolvimento humano” de uma Nação considerando as estatísticas sobre esperança de vida, nível de atendimento em saúde e educação e também pelo “excesso ecológico”, que mede a quantidade de carbono per capita que excede os limites naturais da terra.

Os países com forte desenvolvimento humano e um impacto ambiental mais baixo obtêm classificações mais altas. Os países com menores expectativas de vida e taxas de alfabetização, e também aqueles que exercem os limites ecológicos, obtêm as classificações mais baixas.

Segundo os últimos informes, desde 2015, Cuba está no topo da classificação, com 0.859, enquanto a Venezuela com 12 e Argentina com 18.

O SDI foi criado para atualizar o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), desenvolvido pelo economista paquistanês Mahbub ul Haq, utilizado pelo Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (Pnud) desde 1990.

O IDH considera a esperança de vida, nível de educação e o ingresso per capita, mas ignora a degradação ambiental provocada pelo crescimento econômico nos países de maior desenvolvimento, como Inglaterra e EUA.

Segundo o antropólogo Hickel, esses países são os que mais contribuem para as mudanças climáticas e outras formas de degradação ecológica, e isso afeta desproporcionalmente os países mais pobres do Sul, onde o aquecimento global vem provocando sequelas como aumento da fome e miséria humanas.

Esclarece que o IDH promove um modelo de desenvolvimento que é empiricamente incompatível com a preservação ecológica, o que constitui uma contradição fundamental: para alcançar um IDH se está impulsionando o desenvolvimento desse tipo, predador, em outras partes do mundo. Para que se alcance um desenvolvimento sustentável, isso é indefensável.

Fica claro que esse exemplo. Grã Bretanha, classificada em 14º lugar no informe de IDH de 2018, cai para o 131º lugar na classificação do IDS. Estados Unidos, que na classificação antiga está em 13º lugar, na classificação de Hickel aparece em 159º entre os 163 países analisados.

O que esta nova classificação revela, assevera Hickel, é que todos os países ainda estão em desenvolvimento. São subdesenvolvidos ecologicamente. Os países com os mais altos níveis de desenvolvimento humano necessitam reduzir significativamente os danos ambientais, enquanto aqueles com os mais baixos índices de impactos ecológico necessitam melhorar significativamente seus indicadores econômicos e sociais.

Cuba com Internet mais rápida da América Latina

Um informe apresentado por Speedtest, um dispositivo da web que mede a velocidade das conexões nas redes, colocou Cuba como o segundo país na América Latina com maior velocidade de conexão na rede móvel de 28 Mbps, superando países que se dizem mais adiantados como Brasil, Argentina, México ou Chile.

O primeiro posto foi obtido pelo Uruguai, com velocidade de quase 30 Mbps, dois pontos acima da medição do ano anterior e situando-se em 58º lugar na classificação mundial. Cuba, na lista global alcançou o 64º lugar, um ponto acima do ano anterior. 

Encabeçam a Lista: Coreia do Sul (112 Mbps), Catar (75 Mbps) e Noruega (69Mbps), sem alterações com relação à classificação do ano anterior. Por outro lado, Afeganistão (6,80 Mbps), Argélia (7,55 Mbps) e Venezuela (7.68 Mbps), encerram a fila.

Com relação à internet fixa, o informe da Speedtest revela que América Latina esta bastante atrasada na oferta de serviço com velocidade compatível às exigências da atualidade. As exceções estão no Chile (81.46 Mbps) e Brasil (46.24 Mbps). 

O informe mostra que durante 2019 Cuba alcançou alguns picos nas transferências de dados: 22 Mbps em maio e 28 Mbps em outubro, o que se atribui a abertura ao público do serviço de 4ª geração e a expansão da rede nos últimos meses do ano, alcançando 5 milhões de usuários.

Cuba estava em 169º lugar no compito global de internet fixa com 1,19 Mbps, mas este ano conseguiu subir alguns postos ao oferecer serviço com velocidade de 12.12 Mbps.

O informe não considera aspectos como a qualidade do atendimento ao usuário, preço nem acessibilidade. 


PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO ENTRAM EM ESTADO DE ALERTA E MOBILIZAÇÃO


A direção do Sindicato APEOC, reunida no sábado (15), com representantes de todo o estado do Ceará, deliberou Estado de Alerta e Mobilização, aprovando uma Jornada de Lutas, estabelecendo um calendário de plenárias no interior e na capital e mobilizações nos dias 8 de março, Dia Internacional da Mulher, e 18 de março, Dia do Para Geral pela Educação, além de aprovar uma moção de apoio à greve dos Petroleiros.

À frente dos trabalhos o presidente Anizio Melo, que debateu sobre conjuntura e perspectivas. Deixou claro que a luta não é só por 12,84%. A pauta é bem mais extensa. “É reajuste retroativo a janeiro, o fim do teto do vale-alimentação, pagamento do retroativo das promoções, a convocação dos 500 concursados e uma chamada mais ampla em 2020 e revisão da tabela dos funcionários”, pontuou Anizio.

O Novo FUNDEB também foi outro ponto importante do debate. Anizio deixou claro que sem FUNDEB, as conquistas árduas da Educação terão um fim. Planejamento, Piso, Carreira, tudo está em risco. Por isso a importância da mobilização para o 18M. O Dia do Para Geral pela Educação Pública, pelo Novo FUNDEB e pela Pauta Estadual.

Os dirigentes, em suas falas, reforçaram as palavras do presidente, levantando a bandeira do Novo FUNDEB, dos Precatórios do FUNDEF e foram incisivos em afirmar que os profissionais da Educação não abrem mão da Pauta Estadual da categoria. “Queremos uma resposta do Governador Camilo Santana ainda em fevereiro”, afirmou um dos diretores.

Como encaminhamento, o secretário-geral, Helano Maia, apresentou um calendário de plenárias no interior e capital, com a finalidade de mobilizar a categoria, debatendo sobre o Novo FUNDEB e a Pauta Estadual, além de fortalecer a convocação para o 18M.

A reunião contou com toda a diretoria executiva da APEOC, representantes das Comissões Municipais e da Associação Cearense dos Estudantes Secundaristas (ACES).

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2020

Jornalistas são presos na Bahia durante apuração sobre morte de miliciano

Repórteres da revista Veja tentavam falar com testemunha do caso quando foram abordados pela polícia e levados à delegacia


Dois jornalistas da revista Veja foram detidos pela polícia da Bahia nesta sexta-feira (14/2), enquanto apuravam a morte do miliciano Adriano da Nóbrega. De acordo com a revista, o repórter Hugo Marques e fotojornalista Cristiano Mariz foram abordados pela Polícia Militar enquanto tentavam localizar o fazendeiro Leandro Abreu Guimarães, apontado como testemunha fundamental para esclarecer o caso.

Mesmo mostrando as credenciais de imprensa e informando que estavam realizando investigações sobre o caso, como permite a lei 83.284/79, os profissionais foram obrigados a entrar na viatura. Dias antes de ser morto em uma operação policial, Adriano contou ao advogado que temia ser alvo de uma queima de arquivo, e por isso não se entregava as autoridades. Fotos publicadas pela Veja apontam que o corpo de Adriano contém lesões de faca e marcas de disparos de arma de fogo possivelmente realizadas a queima-roupa, o que indica execução.

O miliciano tem ligações com o senador Flávio Bolsonaro, e chegou a ser homenageado pelo parlamentar em 2003, quando ele integrava a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). O próprio parlamentar pediu que o corpo não fosse cremado, a fim de evitar suposições sobre a morte. 
A Secretaria de Segurança Pública da Bahia afirma que Adriano reagiu a uma operação da polícia, disparando contra as guarnições, e por conta disso, foi morto. O repórter Hugo Marques afirmou que durante a abordagem policial o gravador que estava com ele, com entrevistas realizadas na última semana, foi subtraído por um policial. Em seguida foram levados para a delegacia e interrogados por cerca de 20 minutos.

Após serem ouvidos pela Polícia Civil, os comunicadores foram liberados e o gravador foi devolvido. Procurada pelo Correio, a Secretaria de Segurança Pública da Bahia divulgou a seguinte nota:

"A Secretaria da Segurança Pública esclarece que moradores de uma localidade em Pojuca, Litoral Norte da Bahia, ligaram para polícia informando que homens, dentro de um carro, Gol, placa de Belo Horizonte, estavam rondando a região. A PM foi acionada, abordou o grupo e fez a condução até a Delegacia Territorial. Após se identificarem como jornalistas, foram liberados. Nenhum equipamento foi danificado, alterado ou ficou apreendido."    

18 DE MARÇO: SAIA DAS REDES SOCIAIS E VENHA PARA AS RUAS

O presidente Anizio Melo chama todos os professores, estudantes, trabalhadores e os pais para a hora da reação. A Educação está em perigo, podemos perder o Piso do Magistério, 1/3 de planejamento, nossas Carreiras, a escola pública, o material didático e as estruturas das escolas.

Portanto, é urgente unir forças para defender o Novo FUNDEB. Para isso, estamos chamando o 18 de março como o Dia do PARA GERAL pela Educação, em defesa do Novo FUNDEB e da Pauta Estadual, não abrindo mão do reajuste de 12,84% repercutindo na Carreira Estadual para todos, aposentados, efetivos ativos, temporários e pensionistas. Sem esquecer do restante da Pauta 2020.


Mobilize sua escola, vamos às ruas defender o Novo FUNDEB e o reajuste de 12,84% repercutindo na Carreira Estadual. Venceremos!

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2020

Democracia miliciana


Na Democracia Miliciana, o voto da maioria credenciou um governo que diariamente mente à população, criando fatos distorcidos da realidade

Quando a população brasileira foi às urnas em 2018, boa parte dos eleitores já sabiam que caso Jair Bolsonaro fosse eleito, nós teríamos grandes problemas a serem enfrentados em um curto período de tempo. E esses problemas seriam, em sua maior parte, catapultados pela família.

Quem votou democraticamente porque acreditou da “mamadeira de piroca” ou que, sabendo que eram mentiras, ajudou a divulgar o “kit gay”, é responsável pelo que o Brasil está vivendo agora.

Se é na Democracia que os cidadãos, através do voto livre, elegem os seus dirigentes por meio de eleições. Na Democracia Miliciana o voto da maioria credenciou um governo que diariamente mente à população, criando fatos distorcidos da realidade.

A atuação de membros e apoiadores do governo atual chegou a tal situação, na qual inverter a verdade é como inverter o placar de um jogo com um juiz suspeito a utilizar o VAR - árbitro assistente de vídeo. O que seria uma saída para que se tivesse a verdade da jogada, no planalto central do país é usado para burlar a verdade. E o que seria para acabar com conflitos, potencializa-os com as mentiras que são criadas para desvirtuar dos verdadeiros fatos.

Para não buscar “zilhões” de exemplos, vou ficar no caso da jornalista da Folha de S.Paulo Patrícia Campos Mello. Que esta semana esteve envolvida em uma polêmica com Hans River, uma das pessoas contratadas pela empresa Yacows, especializada em disparos em massa de mensagens de WhatsApp e que trabalhou para o candidato Bolsonaro em 2018.

Durante seu depoimento na CPMI – Comissão Parlamentar de Inquérito das fakes News, Hans foi confrontado por parlamentares e pego, algumas vezes, na mentira. Foi o caso da deputada Natalia Bonavides do Partido dos Trabalhadores que ao indaga-lo, após ouvir que ele teria trabalhado na campanha a vereador José Police Neto (PSD), o informou não ser verdadeira a informação, pois a pessoa citada se quer, foi candidato nas eleições.

Preso em suas mentiras, Hans que teve contato anterior com a jornalista Patrícia, quando do levantamento de informações para uma matéria sobre o uso de fakes News nas eleições, a atacou de forma covarde, colocando a moral da moça em dúvida. Como homem sem escrúpulos, ele sabe que ao fazer tal acusação, colocaria qualquer mulher em desvantagens, pois seria elas, agora, que teria que provar que a acusação era falsa.

Diante do fato, o que fez o deputado Eduardo Bolsonaro, filho do presidente, no mesmo dia e usando a tribuna da Câmara do Deputados? Fez o que já é regra, o que está escrito no manual da Democracia Miliciana. Ele potencializou a acusação, sem mostrar nenhuma prova. Pois este é um dos mandamentos dos que hoje ocupam o poder central. Quando estão em desvantagens, acusam, levantam falso, mentem de forma descarada, e assim já se passou um ano em que o Brasil vive em um sistema democrático tomado por acusados de serem milicianos.

O que Hans River fez com a jornalista da Folha é coisa de canalha, daqueles homens que precisam afirmar perante a sociedade a sua condição de macho e saem falando o que fizeram e o que não fizeram com as mulheres. Tudo para se sentirem os donos do pedaço. Neste caso a situação é ainda pior, o sujeito mentiu em um depoimento da CPMI. Ele já foi desmascarado pela jornalista que disponibilizou prints das conversas em um aplicativo de mensagens e agora, além de mentiroso, o que aparece é ele fazendo um convite e se insinuando. Rejeitado, deu o troco partindo para o ataque.

A jornalista Patrícia Campos Mello da Folha de São Paulo, a minha solidariedade neste momento turbulento que passa. Mas há que se dizer uma coisa: vocês apoiaram o Golpe e ajudaram a consolidar uma eleição que abriu as portas do inferno para que a entronização da Besta Fera.

Diário do Bolso | Guedes fez mais um. E não foi pum (isso ele também faz nas reuniões ministeriais

Diário, o Guedes fez mais um. E não foi pum (isso ele também faz nas reuniões ministeriais; diz que é muito caviar). O que ele fez foi o que o pessoal chama de “sincericídio”.

“Sincericídio” é quando a gente esquece de disfarçar e fala o que pensa. De vez em quando eu faço isso também. Que nem quando disse que apoio a tortura, ou que nem quando falei que a ditadura devia ter matado mais uns trinta mil. Ainda bem que os meus súditos levam na brincadeira, kkk!

Dessa vez o Guedes disse que com o câmbio a R$ 1,80 era uma festa danada, que tinha até empregada doméstica indo pra Disney.

E antes já tinha dito que funcionário público é parasita e que pobre prejudica o meio ambiente. Três sincericídios seguidos.

Pô, mas cá entre nós, ele não tá certo? Onde já se viu empregada ir na Disney? E os filhos dela entrando na faculdade? Esse negócio não está certo.

Doméstica tem que ir no Beto Carrero, no Playcenter, no Circo Vostok. Só não mando ir no Itaquerão porque ia ver o Corinthians ser desclassificado pelo Guarani do Paraguai, kkk!

Mas a gente não pode falar essas verdades que o pessoal já fica cheio de mimimi.

Agora, em vez de Paulo Guedes vai ser “Pau no Guedes”. E aposto que vão dizer que ele não passa de um Pateta.

Mas a verdade verdadeira é que pobre tem que ficar no lugar dele. Disneylândia de doméstica é baile de forró. Space Mountain de diarista é trem de subúrbio. Splash Mountain de faxineira é alagamento em São Paulo.

Eu, que já fui pobre, vou querer voltar a conviver com eles? Nem morto! Eu gosto é de morar no “Vivendas da Barra”. O pobre que fique “vivendo no barro”, kkk!

Olha, Diário, se fosse por mim e pelo Guedes, a única empregada doméstica que ia entrar na Disneylândia é a Cinderela.

E ponto final.

TRE-CE cassa mandatos de Genecias Noronha e Aderlânia Noronha por abuso de poder político

Abuso de poder ocorreu durante as eleições de 2018, conforme o Tribunal de Justiça.

O Pleno do Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE) decidiu, nesta terça-feira (12), por 6 votos a 1, cassar os mandatos do deputado federal Geneciais Noronha (SD) e de sua mulher, a deputada estadual Aderlânia Noronha (SD), por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2018.

A decisão cabe recurso, e os dois continuam no mandato enquanto puderem recorrer da decisão. O advogado dos deputados afirma que aguarda a publicação da decisão para recorrer.

Além disso, a Corte também decretou a inelegibilidade dos parlamentares e de Raimundo Noronha Filho, prefeito de Parambu e irmão de Genecias, e de Luiz Noronha Júnior, vice-prefeito de Parambu.

Eles foram acusados de abuso de poder político por publicidade institucional na página oficial da Prefeitura de Parambu, cujo prefeito é cunhado de Aderlânia, durante o período de pré-campanha. A acusação afirma que houve “um explícito sistema de marketing pessoal”.

Genecias e Aderlândia também foram acusados de abuso de poder econômico, por meio de derramamentos de santinho de candidatos concorrentes ao pleito, em locais de votação de Boa Viagem.

Deputado chama Moro de “capanga de milícia” por blindar Bolsonaros

“Eu não tenho outra coisa a dizer a não ser chamar o ministro da Justiça, que blinda a família Bolsonaro em relação a esses temas, de capanga da milícia, é isso que ele é”, afirmou Glauber Braga

Por Helder Lima

O clima de polarização política nas redes sociais esquentou no fim da tarde desta quarta-feira (12), depois que o deputado Glauber Braga (Psol-RJ) chamou o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, de “capanga da milícia”. O bate-boca aconteceu durante audiência pública na comissão especial que analisa a volta da prisão após condenação em segunda instância (PEC 199/19), na Câmara Federal.

“Eu não tenho outra coisa a dizer a não ser chamar o ministro da Justiça, que blinda a família Bolsonaro em relação a esses temas, de capanga da milícia, é isso que ele é”, afirmou Braga, depois de cobrar do ministro que parasse de se esquivar sobre o caso de envolvimento do senador Flávio Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro, no escândalo da rachadinha.

“Mas a verdade, senhor Sergio, é que o senhor é um capanga, capanga da milícia, capanga da família Bolsonaro. Toda vez que é questionado sobre o caso Flávio Bolsonaro, ele diz que essa é uma responsabilidade do Ministério Público do Rio de Janeiro e da polícia do Rio. Mente e trabalha como um blindador da família e consequentemente da milícia, porque nos últimos dias saiu um relatório da Polícia Federal, isentando o senador Flávio Bolsonaro de responsabilidade nas negociações de imóveis no estado do Rio de Janeiro. Dá uma demonstração pública como se não tivesse nada a ver com isso e trabalha junto à polícia federal para blindar o senador e a família bolsonaro”, acusou Braga.

Moro respondeu que Braga não tem fatos, não tem argumentos: “O senhor só tem ofensas. O senhor é um desqualificado para exercer esse cargo. O delegado tem autonomia para decidir, tanto para indiciar ou não indiciar. Isso vai para a Justiça e vai ser apreciado pela Justiça e pelo Ministério Público. Eu não interfiro no trabalho da Polícia Federal”.

“Mentira, mentira”, retrucou Braga, incendiando o clima na audiência. A resposta de Moro deu o mote para os segmentos conservadores darem impulso à hashtag ‘desqualificado’ e atacar Braga. 

“No futuro, quando os historiadores tratarem do período atual do Brasil, Sergio Moro ficará conhecido como o juiz que trocou a carreira no Judiciário para virar o maior protetor do crime organizado abrigado no governo federal”, afirmou o deputado Paulo Pimenta, no Twitter, em solidariedade ao deputado Glauber Braga.

Outro que questionou o ministro durante a audiência foi o deputado Paulo Teixeira (PT-SP), que cobrou de Moro sobre o caso do ex-PM Adriano da Nóbrega, morto pela Polícia Militar em Salvador e que era ligado ao antigo gabinete de Flávio Bolsonaro na Assembleia do Rio e havia sido deixado de fora da lista dos mais procurados pelo ministro Sergio Moro mesmo sendo foragido há mais de um ano.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2020

Página Musical | Vitor Kley & Samuel Rosa Cantando: A Tal Canção Pra Lua


Vitor Kley & Samuel Rosa - A Tal Canção Pra Lua


Deixa eu querer voar, enfrentar meus problemas
Eu mirei na lua e acabei acertando as estrelas
Entre os meus versos,
Ainda não me acostumei a ter toda a tua beleza Ensina um pouco de ti
Deixa eu querer voar, enfrentar meus problemas
Que canto mais sobre você Enquanto o sol não vem, te admiro até o amanhecer
Deixa eu querer voar, enfrentar meus problemas
Eu mirei na lua, e acabei acertando as estrelas Eu mirei na lua, e acabei acertando as estrelas (Samuel Rosa)
Bobo sou eu, que tão fácil caí na sua
De longe te vejo, mas pouco de ti, eu sei Descanse serena e tranquila, que logo o sol já vem De tantos que já me pediram eu fiz a tal canção pra lua
Eu mirei na lua e acabei acertando as estrelas
Deixa eu querer voar, enfrentar meus problemas Eu mirei na lua, e acabei acertando as estrelas Deixa eu querer voar, enfrentar meus problemas Eu mirei na lua e acabei acertando as estrelas
Eu mirei na lua e acabei acertando as estrelas...
Eu mirei na lua e acabei acertando as estrelas




terça-feira, 11 de fevereiro de 2020

Perícia desmente Carluxo, voz que teria autorizado entrada de assassino de Marielle não era de porteiro

A voz que liberou o ex-PM Élcio de Queiroz no Vivendas da Barra não é a do porteiro que citou Jair Bolsonaro em depoimento à polícia

Laudo da Polícia Civil, assinado por seis peritos, concluiu que a voz que liberou a entrada do ex-PM Élcio de Queiroz no condomínio Vivendas da Barra, no dia em que Marielle Franco foi assassinada, não é a do mesmo porteiro que afirmou em depoimento à polícia que o miliciano desejava ir à casa do presidente Jair Bolsonaro. De acordo com o documento, a voz é do policial reformado Ronnie Lessa.

Tanto Lessa quanto Élcio de Queiroz estão presos sob acusação de terem cometido o assassinato da vereadora e do motorista Anderson Gomes no dia 14 de março de 2018. O Ministério Público do Rio já havia feito uma análise da gravação e também afirmava, antes mesmo da perícia, que a autorização para a entrada de Élcio no condomínio Vivendas da Barra fora dada por Lessa, e não por Bolsonaro.

Com a análise do MP, o porteiro que citou Bolsonaro havia recuado e disse que cometeu um erro ao anotar na planilha do condomínio que Élcio pretendia visitar a casa 58, número da residência de Bolsonaro, em vez de casa 65, onde Lessa vivia.

Segundo o laudo, na verdade, outro empregado ligou para Lessa informando a presença de Élcio na portaria. Lessa, então, autorizou a entrada. Ainda de acordo com o laudo da Polícia Civil, não foram encontrados “indícios sugestivos de edição fraudulenta do disco analisado, correspondente ao sistema de gravação do interfone”.

A mídia não aprendeu nada com a Vazajato


Dia sim, dia não, a mídia pede autocrítica a Lula e ao PT.

A própria mídia, através da Veja e da Folha, fez uma autocrítica envergonhada, quando abriu espaço para a #vazajato, Expôs as manipulações dos vazamentos, explicou didaticamente como o vazamento seletivo embaça a verdadeira percepção da denúncia, inspirou uma sequencia de editoriais contra as deturpações dessas operações e das delações premiadas. E vem criticando os abusos de Bolsonaro contra o estado de direito. E de que adiantou?

Aí vem a Lava Jato de Curitiba e começa a vazar dia sim, dia não, peças de um novo inquérito contra Lulinha e a Gamecorp. A mídia volta ao velho jogo e a juíza Gabriela Hardt invoca o mesmo álibi dos vazamentos anteriores: a necessidade da transparência parcial, só das peças de acusação, sem abrir espaço para a defesa. E ninguém na mídia critica a hipocrisia reiterada.

Quando a Lava Jato chegou a Verônica Serra, José Serra foi internado no Sírio Libanês, com suspeitas de ter cometido atos desesperados. As denúncias o envolvendo vão prescrever, sem risco de vazamentos, com ele exercendo o cargo de senador em sua plenitude legal – não necessariamente mental.

Envolvido em várias delações, inclusive na última de Sérgio Cabral, não há vazamentos de inquérito contra Aécio Neves, que voltou a ser o grande articulador político de outrora. Ou porque Serra e Aécio são inimputáveis, ou porque a Lava Jato do Rio de Janeiro é mais séria que a paranaense.

De qualquer modo, a perseguição movida pela Lava Jato e a imprensa contra Lulinha é a comprovação de que, com #vazajato e tudo, nada mudou. As reações eventuais contra o arbítrio de Bolsonaro não visam a defesa do estado de direito, mas o retorno ao arbítrio anterior, no qual os abusos eram cometidos apenas contra os “inimigos”.

Sobral Pinto era o mais ardente defensor das leis. E a melhor maneira de defender as leis era defender sua aplicação aos adversários políticos. Foi por isso que, conservador, se tornou advogado de Luiz Carlos Prestes e de perseguidos da ditadura.

Em pleno século 21, prevalece o direito penal do inimigo.

O QUE A FOLHA PENSA

Editorial de 10 de agosto de 2019


Mensagens vazadas oferecem oportunidade para reforçar limites de investigadores

(…) As mensagens vazadas oferecem um espelho incômodo para os que participaram de excessos da Lava Jato. O futuro do combate à corrupção dependerá das lições que souberem extrair dessa reflexão.

O que a Folha pratica


segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

Xadrez de Bolsonaro, Marielle e de como está sendo sua blindagem

Juntando todos os pontos, chega-se ao envolvimento dos Bolsonaro. Mas a cobertura hesita em ir até o fim.



O Xadrez visa mostrar dois pontos relevantes:

Ponto 1 – o envolvimento óbvio da família Bolsonaro com as milícias que mataram Marielle.

Ponto 2 – o jogo de acomodamento da mídia. Vai até determinado ponto, para mostrar alguma independência. Mas recua imediatamente, quando percebe que bateu em matéria sólida, capaz de afundar o barco Bolsonaro.

É o caso, agora, da surpresa com a morte do ex-capitão Adriano Nóbrega, chefe do escritório do crime, depois de ter ignorado solemente indícios veementes da ligação dos Bolsonaro com o crime e de ter se calado com a blindagem de Queiroz, o elo explícito dos Bolsonaro com as milícias.

Tema – o Coitus Interruptus da Globo

No dia 29 de outubro de 2019, o Jornal Nacional divulga a informação bombástica sobre a entrada, no condomínio de Bolsonaro, de Élcio Queiroz, o motorista que guiou o carro que conduziu Ronnie Lessa, o assassino de Marielle.

A reportagem dizia que o porteiro admitiu duas vezes que a autorização foi dada pela casa 58, de Bolsonaro. Depois de entrar, o carro rumou para a casa 66, de Ronnie Lessa.


A reportagem dava a dica para o álibi de Bolsonaro: naquele dia ele estava em Brasília e, portanto, não poderia ter recebido a ligação. Nem se preocupou em analisar as características do sistema de telefonia do condomínio, para saber se permitia ou não transferência para celulares.


Naquela madrugada, Bolsonaro fez um live com ataques pesados e ameaças à Globo.


Logo depois, seu filho Carlos Bolsonaro divulgou um vídeo mostrando o sistema de telefonia do condomínio e uma gravação no horário de entrada do carro de Élcio, na qual o porteiro supostamente liga para a casa de Ronnie, não para a casa 58.


A Globo recua, solta uma nota se explicando e não volta mais ao tema, ignorando todas as informações que surgiram posteriormente, reforçando sua tese.

Passo 1 – as ligações dos Bolsonaro com as milícias envolvidas na morte de Marielle


As ligações da família Bolsonaro com as milícias do Rio não se resumem apenas a votos de louvor na Assembleia Legislativa. É uma ligação umbilical, que passa pelas rachadinhas, e pela ampla defesa política das milícias pelo então deputado federal Jair Bolsonaro.

Em entrevista à BBC internacional, declarou: “Elas oferecem segurança e, desta forma, conseguem manter a ordem e a disciplina nas comunidades. É o que se chama de milícia. O governo deveria apoiá-las, já que não consegue combater os traficantes de drogas. E, talvez, no futuro, deveria legalizá-las”.

Peça 2 – hipóteses iniciais sobre os Bolsonaro e Marielle

Havia as seguintes coincidências, que apontei no artigo “Juntando as peças do dia 14/03/2018 na vida de Bolsonaro

Primeiro, vamos aos fatos objetivos:

  1. Um twitter de uma jornalista respeitável, Thais Bilenky, no dia 14 de março, informando que Bolsonaro seguiria para o Rio por estar com problemas de intoxicação.
  2. O depoimento do porteiro do Condomínio Vivendas da Barra, dizendo ligou para Bolsonaro para obter autorização para a entrada de Elcio Queiroz no condomínio. E a anotação no papel indicando a casa de Bolsonaro como destino.
  3. A sessão da Câmara mostrando que, naquele dia, Bolsonaro estava lá, participando das sessões.
  4. O sistema de telefonia do condomínio, que permite transferir ligações para celulares.
  5. Posteriormente, vazamentos aos Bolsonaro de trechos da investigação de interesse deles, mais a identificação de dois promotores como bolsonaristas ativos, mostrando acesso da família às investigações.


Teoria do fato

Em cima desses dados, formulei uma hipótese – repito, hipótese – sobre o que teria ocorrido naquele dia.

  1. Bolsonaro articulou uma reunião com Ronnie Lessa (do Escritório de Crime) e Elcio Queiroz para o dia 14, no Condomínio Vivendas da Barra.
  2. Preparou um álibi para faltar à sessão daquele dia na Câmara Federal. A jornalista Thais Belinski foi informada de que ele iria voltar para o Rio de Janeiro por um problema de intoxicação alimentar. Era um álibi curioso: viajar intoxicado, podendo descansar e ser tratado em Brasilia.
  3. Naquele dia, trocando ideias com assessores, Bolsonaro se deu conta de que a ida para o Rio de Janeiro poderia expô-lo. Assim, decidiu ficar na sessão da Câmara, onde apareceu sem nenhum sinal de quem estava intoxicado. A reunião no Condomínio foi mantida com os demais participantes.
  4. Ao chegar ao condomínio, Élcio deu o número da casa de Bolsonaro. O porteiro ligou para o celular anexado ao número, Bolsonaro atendeu em Brasília e autorizou a entrada. E Élcio rumou para a casa de Ronnie Lessa, que fica na mesma rua da casa de Bolsonaro, cerca de duas ou três casas depois.
  5. Quando a reunião foi identificada, após perícia no celular de Ronnie Lessa, os Bolsonaro foram informados por aliados infiltrados nas investigações, que atrasaram a perícia a fim de permitir que as provas fossem alteradas.
Era uma hipótese de investigação.

Peça 3 – as evidências que surgiram

Nos dias seguintes, outros indícios começaram a aparecer, fortalecendo as hipóteses apresentadas, implicando fortemente os Bolsonaro, e sendo solenemente ignorados pelas investigações e pela própria mídia.

As postagens apagadas de Bolsonaro

No dia da morte de Marielle, Bolsonaro pai almoçou na residência do deputado Carlos Manato, correligionário do Espírito Santo. Comentários no post do almoço comprovam que, naquele dia, foram apagados todos as postagens de Jair Bolsonaro no Facebook.

A presença de Carlos no condomínio

Mais que isso, quando foi divulgado o depoimento do porteiro, sobre a entrada no condomínio do motorista que conduziu Ronnie Lessa para o assassinato de Marielle, a primeira reação de Carlos Bolsonaro foi dizer que não estava no condomínio naquela hora. Apresentou, inclusive, publicação do Diário Oficial do Município, para comprovar que estava em sessão.

Pouco depois, no entanto, admitiu, por descuido, que estava no condomínio na hora em que os assassinos de Mariella estavam reunidos. A confissão involuntária ocorreu quando mostrava o vídeo com as chamadas recebidas pelos porteiros do condomínio. Uma das chamadas era para sua casa, às 17 horas. Para mostrar que a chamada era inócua, Carlos clicou o arquivo e apareceu a voz do porteiro informando que havia chegado um Uber para levá-lo. Estava ali a comprovação, que foi amplamente ignorada pela imprensa.


Nos dias seguintes, Carlos foi obrigado a apagar todas as suas postagens e aceitou-se passivamente a explicação de que a razão foi a irritação do pai com um comentário dele sobre a administração.
O sistema de telefonia que ligava para celular

O principal álibi de Bolsonaro, para rebater a versão do porteiro, de que o motorista tinha pedido autorização na casa de Bolsonaro, é que estava em Brasília naquele momento. Logo em seguida, mostramos aqui (com base no depoimento de um visitante do condomínio) que o sistema interno não tinha interfone. As chamadas eram remetidas para os telefones fixo ou celular dos moradores.

Logo depois, um blog do Rio de Janeiro comprovou que o sistema de telefonia do condomínio permitia essas transferências de ligação.


As informações foram completamente ignoradas pela imprensa. As investigações sequer procuraram levantar as chamadas para celular e os registros do sistema.

Peça 4 – as interferências nas investigações

  1. Em nenhum momento o MPE do Rio de Janeiro solicitou uma perícia real no equipamento de telefonia do condomínio. Logo após a matéria da Globo com o depoimento do porteiro, o Ministério Público Estadual convoca uma coletiva e informa sobre uma falsa perícia, feita em tempo recorde, que teria desmentido o porteiro. Não houve perícia alguma no equipamento, mas apenas a constatação de que o áudio divulgado por Carlos Bolsonaro (com o porteiro ligando para a casa de Ronnie Lessa, e não a de Bolsonaro), era verdadeiro. Não foi periciado se foi incluído no sistema depois. Posteriormente, descobriu-se que a promotora chefe das investigações era bolsonarista ativa.
  2. A Polícia Federal empreendeu uma ofensiva inédita de intimidação do porteiro, para que mudasse seu depoimento, mostrando a face mais ostensiva do estado policial.
  3. O Ministro da Justiça Sérgio Moro não incluiu o chefe do Escritório do Crime, Adriano Nóbrega, na lista de criminosos procurados, alegando que seu caso não demandava cooperação com outros estados. No mesmo momento, uma cooperação da Polícia Civil do Rio com a da Bahia cercava e calava Adriano para sempre.
  4. Depois de ter consagrado a condução coercitiva, de ter levado coercitivamente até 32 funcionários sérios de um banco público, nem Ministério Público, nem Polícia, conseguiram, até agora, um depoimento de Queiroz, o elo maior de ligação dos Bolsonaro com as milícias.
  5. Ontem, foi assassinado Adriano Nóbrega que, antes de morrer, afirmava que seria alvo de “queima de arquivos”.

Peça 5 – as explicações para o descaso

Não é pouca coisa. É um presidente da República – e seu grupo – suspeito de participação no assassinato de uma vereadora. Mais que isso, com um conjunto de medidas visando facilitar o comércio de armas, o enfraquecimento das alfândegas, a cooptação da Polícia Federal e do Ministério Público Federal, a compra da mídia.

O recuo dos grupos de mídia do 1º time se deve ou à intimidação ou à lógica de permitir o fortalecimento de Bolsonaro, para que ele entregue as tais reformas.

Em qualquer caso, uma clara marcha para a insensatez.

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