Professora Camila Marques é vítima de perseguição política

Em mais uma ação persecutória de agentes do Governo Bolsonaro, um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) é instaurado no Instituto Federal de Goiás (IFG) para culpabilizar a vítima – Professora Camila Marques é vítima de perseguição política!

De forma surpreendente, os ataques à educação e aos/às educadores/as em nosso país não partem somente dos nossos governantes. O reitor Jerônimo Rodrigues da Silva, do Instituto Federal de Goiás, decidiu assumir seu papel de correia de transmissão dos interesses mais nefastos do governo Bolsonaro. Em uma ação de ataque contra a Professora Camila Marques, coordenadora geral do SINASEFE, que foi presa dentro do campus de Águas Lindas/GO do IFG em abril deste ano, por enfrentar de forma corajosa a ação de filmagem de policiais militares sobre seus estudantes, passa agora de vítima a réu. Presa e exposta dentro do seu local de trabalho. Acusada de “desobediência”!

O reitor do IFG decidiu abrir um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra a professora, sua colega de profissão. De forma absolutamente persecutória, esse processo administrativo pode se voltar contra o próprio emprego da professora, em uma clara demonstração de que este governo e os operadores de suas maldades nutrem verdadeiro pavor dos militantes sociais deste país.

Os/as educadores/as brasileiros/as denunciam este fato grave e, de forma absolutamente peremptória, rechaçam a perseguição política a que está sendo submetida a professora Camila Marques. Conte com nossa absoluta solidariedade, professora! Daqui, tenha certeza, você só terá companheirismo e apoio! Somos todos Camila Marques!

Brasília, 11 de novembro de 2019
Direção Executiva da CNTE

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