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Depoimento de porteiro à PF vale pouco após semanas de tortura psicológica


Poucas pessoas passaram por tanta pressão quanto o porteiro do condomínio Vivendas da Barra, no qual residem um miliciano acusado de executar Marielle Franco, o presidente da República e um de seus filhos - vereador do município do Rio de Janeiro.


Em depoimento à Polícia Federal, nesta terça (19), ele disse que se enganou. Teria feito uma anotação equivocada no livro de visitas, registrando que o miliciano Élcio Queiroz, também acusado de matar Marielle, foi autorizado a entrar por alguém na casa 58 - de Jair Bolsonaro - ao invés da casa 66 - de Ronnie Lessa, o outro miliciano. Era o dia 14 de março de 2018, quando ocorreu o assassinato. Para esconder o erro, o porteiro disse que inventou que falou com “seu Jair”.

Uma reportagem do Jornal Nacional, no dia 29 de outubro, havia revelado que o porteiro citou, em depoimentos à Polícia Civil, uma autorização vinda da casa do presidente para que Élcio entrasse no condomínio e visitasse Ronnie. O presidente estava em Brasília, como mostram registros no Congresso Nacional.

Na sequência mobilizou as instituições da República para atuarem a seu favor. O Ministério da Justiça (Sérgio Moro) pediu à Procuradoria-Geral da República (Augusto Aras) para que o porteiro fosse investigado por obstrução de Justiça, falso testemunho e denunciação caluniosa. Bolsonaro isentou o empregado do condomínio de responsabilidade, dizendo que ele se equivocou ou não entendeu direito o que estava fazendo - declaração que foi interpretada como uma forma de coação à testemunha.

Um grupo de promotoras do Ministério Público do Rio de Janeiro fez uma coletiva à imprensa dizendo que registros em áudios mostravam uma ligação da portaria para a casa de Ronnie, autorizando a entrada de Élcio. Depois, descobriu-se que a perícia nos áudios foi feita pouco antes da coletiva, que o MP-RJ não havia periciado o computador, mas um DVD entregue voluntariamente pela administração do condomínio e que uma das promotoras é fã de Bolsonaro.

O rosto do porteiro virou até capa de revista, com uma reportagem que expôs a casa onde ele mora e como estava seu cotidiano. O local é próximo de uma área de influência de milícia.

O poder público vai ter que encontrar outras formas para reconstruir o que, de fato, aconteceu na portaria do condomínio na Barra da Tijuca, naquele 14 de março do ano passado. Depois de tanta tortura psicológica, qual porteiro está falando a verdade? O de antes, que envolveu os Bolsonaros, ou o de agora, que os isentou? A pergunta não será respondida por seu depoimento, mas por mais investigação. Ou seja, se o inquérito não for engavetado por "força maior", a história está apenas começando.

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