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sexta-feira, 1 de novembro de 2019

CPI das fake news é o novo foco de instabilidade do governo

Investigação parlamentar tem potencial para chegar ao núcleo de poder do clã dos Bolsonaro

Por Leandro Aguiar

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) posta em sua página no Twitter – que conta com mais de 5 milhões de “seguidores” – um vídeo em que três homens, fantasiados de guerrilheiros das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), reverenciam Lula (PT) e declaram guerra ao Brasil. Minutos depois, também no Twitter, uma deputada federal do partido de Bolsonaro, Bia Kicis, denuncia a falsidade do vídeo que ela própria também havia postado, e posteriormente apagou: “Não compactuo com a mentira, valeu? A gente pode se enganar mas não pode perder a integridade”, comentou.

O ocorrido se deu em 26 de outubro, e Bia Kicis, deputada da ala bolsonarista do PSL – pois, sim, há também uma ala do partido do presidente que é “antibolsonarista” – curiosamente é crítica à CPI das fake news.

Instituída em setembro, a comissão parlamentar de inquérito tem o objetivo de investigar a proliferação de notícias falsas na internet e a atuação de “milícias digitais” que operam ataques à honra e ameaçam fisicamente políticos, ministros de estado, artistas e celebridades – e, o que não é segredo para ninguém, os acossados pelos “milicianos digitais” são, na maioria dos casos, pessoas que discordam em maior ou menor grau do núcleo duro do clã Bolsonaro, composto pelo presidente e seus três filhos com cargos políticos.

Denunciada ainda durante o período eleitoral em uma reportagem da Folha de S.Paulo, a rede de difamação e mentiras teria sido financiada, via caixa dois, por empresários simpáticos a Bolsonaro. Na época, o Partido dos Trabalhadores pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que investigasse a denúncia. Uma série de seminários foram conduzidos pelo órgão, que, até o momento, não indiciou nenhum suspeito.

A sensação de que as denúncias não dariam em nada foi dissipada por outra deputada federal do PSL, a líder de votos, e ex-líder do governo destituída por Bolsonaro, Joice Hasselmann.

Após discordar do presidente e ser, ela mesma, vítima de ataques da tal milícia digital, Joice confirmou o que muitos já desconfiam: a família Bolsonaro foi não só beneficiada pela rede de fake news durante as eleições, mas a coordena.

A novidade no relato de Joice é que essa rede operaria desde um gabinete no Palácio do Planalto, com funcionários muito bem pagos pelo governo. E deu detalhes: Eduardo Bolsonaro (PSL), o quase-embaixador nos EUA, seria dono de perfis falsos nas redes sociais que alimentariam outros 1.500 perfis com mentiras, “memes” caluniosos, e que incitam, inclusive, ameaças à vida de opositores (de dentro ou fora de seu partido).

As disputas internas no PSL alimentaram, assim, a constituição da CPI, que convidou diversos ex-bolsonaristas vítimas de ataques na internet para prestar depoimento: Alexandre Frota (PSDB), a própria Joice, Delegado Waldir (PSL) e o general da reserva Carlos Alberto dos Santos Cruz.

Este último defende, inclusive, que peritos sejam convocados para buscar rastros que indiquem de onde partiram os ataques – o que pode vir a confirmar as acusações feitas por Hasselmann. Caso o IP de algum computador de dentro do Planalto seja rastreado, o impacto para o governo é incalculável, mas deputados do PSL, como o ex-líder do partido defenestrado por Bolsonaro, Delegado Waldir, já falam publicamente em impeachment.

No que depender do presidente eleito para a CPI das fake news, o senador Angelo Coronel (PSD), as investigações chegaram ao fundo – e ao chefe – da milícia digital. 

Em entrevista à Folha, ele afirmou que a comissão tem por objetivo chegar aos “autores, investidores e patrocinadores de bunkers espalhados pelo país afora para depreciar pessoas”.

“Eu não quero saber de matiz partidário, eu não quero saber se a pessoa é filho de presidente, se é irmã de presidente, se é inimigo de presidente. Nós temos que simplesmente combater os criminosos das redes sociais”, prometeu.

E a promessa, ao que parece, não é uma notícia falsa: Fábio Wajngarten, publicitário nomeado chefe da Comunicação de Bolsonaro, e Filipe Martins, assessor da Presidência indicado por Carlos Bolsonaro, estão entre os que foram chamados a prestar esclarecimento.

Em Brasília, é dado como certo que os dois compõem o “gabinete do ódio” do governo, responsável por fazer circular teorias da conspiração e ataques contra instituições como o Congresso Nacional e o STF.

Com o risco de atingir personagens com foro privilegiado, a CPI, se conduzida com rigor, pode depender de decisões do STF, vítima constante da milícia digital. E, se para Eduardo Bolsonaro as fake news não constituem crime (“Não fomos informados de que a produção de memes representa alguma modalidade de crime”, respondeu o deputado estadual Gil Diniz (PSL-SP), acusado de compor a milícia digital de Eduardo), para Celso de Mello, decano entre os ministros, a situação é outra.

As mentiras que circulam na internet, afirmou o ministro do Supremo Tribunal Federal, tratam-se de “surtos autoritários” criminosos, frutos da “atuação sinistra de delinquentes que vivem no submundo digital”.

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