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Pacatuba Em Foco

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Pacatuba Em Foco - A Melhor Calçada Virtual

segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Campeonato Cearense C | Pacatuba fica no empate sem gols diante do Verdes Mares

Em partida válida pela segunda rodada do Certame Cearense da Terceira Divisão, o Pacatuba ficou no 0 a 0 diante da equipe do Verdes Mares, jogando no Estádio Raimundão, na cidade de Caucaia.

O jogo foi muito pegado no meio-campo, as equipes não tiveram tantas jogadas ofensivas. Para retratar esse aspecto, basta dizer que a única jogada de maior perigo foi  o lance de escanteio do jogador Bolota, do Verdes Mares, que tentou um gol olímpico, cabendo ao goleiro Luiz Carlos, do Pacatuba, a praticar uma portentosa defesa a fim de evitar o belo gol.

Na segunda etapa, a temática não foi nada diferente, ou seja, o jogo foi muito pegado e  com poucas jogadas de ataque. A grande jogada foi protagonizada pelo meio campista Diego, do Pacatuba, que em jogada individual, já no instante final da partida, ficou diante do goleiro Théo, obrigando o defensor a praticar uma difícil defesa, evitando assim aquele que seria o gol da partida.

Formação das Equipes

Verdes Mares: Théo, Berg, Rafael, Wendel, Gustavo, Glauber, Hélio, Renan Silva, Bolota (Nilsinho), Renan (Paulista) e Gugu (Igor Chacon).
Técnico: Maurício Santos

Pacatuba: Luiz Carlos, Luan, Alan, Lucas, Israel, Esdras, Diego, Júnior Dindê, Da Silva, Iury e Bruno (Ruan).
Técnico: Frank Santos

Próximos Jogos das Equipes

O verdes Mares volta à campo, no domingo, 06, diante da equipe do Arsenal, às 15h30, no Estádio Domingão.
Já o Pacatuba, só voltará a jogar no domingo, 13, diante do Arsenal, às 15h30, no Estádio Domingão.

Pacatuba Em Foco


sexta-feira, 27 de setembro de 2019

Defesa de Lula rejeita manobra de Dallagnol e insiste em anulação de pena imposta por juiz que se tornou ministro de Bolsonaro


“O ex-presidente Lula deve ter sua liberdade plena restabelecida porque não praticou qualquer crime e foi condenado por meio de um processo ilegítimo e corrompido por flagrantes nulidades”.

A nota foi divulgada pelo advogado Cristiano Zanin Martins, diante do pedido da Lava Jato para que o ex-presidente progrida para o regime semiaberto.

Zanin diz que conversará com seu cliente segunda-feira, na sede da Polícia Federal em Curitiba.

O pedido para que Lula cumpra pena no semiaberto foi feito à juíza Carolina Lebbos, da 12a. Vara de Curitiba, em documento assinado por Deltan Dallagnol, Roberto Pozzobon e Laura Tessler, procuradores da Lava Jato.

O governador do Maranhão, Flávio Dino, já argumentava que o ex-presidente tem direito ao regime semiaberto independentemente de fazer o pedido.

A defesa de Lula, no entanto, sinaliza que insistirá na anulação da pena imposta pelo ex-juiz federal Sergio Moro no caso do tríplex do Guarujá.

O Supremo Tribunal Federal tem diante de si a tarefa de decidir se considera Moro suspeito ou não, em ação movida pelo ex-presidente.

Desmoralizados pela Vaza Jato, Dallagnol e seus colegas procuradores parecem ter feito o pedido com o objetivo político de atenuar as denúncias de que atuaram à margem da lei.

Com Lula no semiaberto, os ministros teriam margem política mais ampla para não contrariar decisões anteriores tomadas em processos da Lava Jato.

Por 6 votos a 3, o STF já formou maioria que poderia anular sentenças da Lava Jato sob o argumento de que os réus devem ter direito a apresentar suas alegações finais depois dos delatores pelos quais são acusados.

O julgamento foi suspenso até a próxima quarta-feira.

O presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, diz que pretende apresentar propostas para “modular” a decisão — ou seja, ela seria aplicável em alguns casos, não em todos.

O ministro Luís Roberto Barroso quer que a decisão do STF só seja aplicável a casos vindouros.

Por causa da Vaza Jato, uma sólida maioria parece ter se formado em torno dos ministros garantistas, dentre os quais se destacam Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski.

Revelações feitas nesta sexta-feira 27 demonstram que a Lava Jato usou provas obtidas ilegalmente na Suíça e em Monaco para obter delações de empresários que alavancaram a operação.

Eles atuaram em parceria um promotor suíço que pediu demissão alegando que os bancos locais pressionaram contra a investigação. O promotor trocou de lado no balcão e hoje é advogado de réus.

A Suíça é um paraíso fiscal que esconde dinheiro de gente graúda que sonega impostos, mas está sob forte pressão por transparência por causa do financiamento ao terrorismo.


Íntegra do pedido assinado por Dallagnol e outros:

EXCELENTÍSSIMA SENHORA JUÍZA FEDERAL DA 12ª VARA FEDERAL DE CURITIBA/PR

Autos nº 5014411-33.2018.4.04.7000 O MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL, pelos Procuradores Regionais da República e Procuradores da República signatários, vem, em atenção às intimações constantes dos eventos 787, 794 e 800, expor e requerer o quanto segue.

1. Por ocasião do despacho constante do evento 785, foram devidamente analisadas e refutadas as impugnações da defesa de LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA aos cálculos promovidos acerca das penas de multa e de reparação mínima do dano, relacionados à condenação proferida na Ação Penal nº 5046512-94.2016.4.04.7000. Quanto ao aspecto pecuniário, houve apenas determinação pontual da retificação do cálculo para incidência da taxa Selic – como apontado por este Parquet –, tal como consignado pelo acórdão proferido pelo Tribunal Regional Federal da 4ª Região, providência atendida pelo Núcleo de Cálculo Judicial da Seção Judiciária do Paraná no evento 792, a cujos cálculos o Ministério Público Federal manifesta concordância.

2. Ao tempo em que ratifica ciência ao tópico 2 do despacho do evento 785, sempre ressalvando o entendimento anteriormente exposto, tendo em vista as reclamações ajuizadas pelos próprios veículos de comunicação deferidas pela Suprema Corte, o Parquet federal não se opõe ao deferimento dos requerimentos de entrevista formulados nos eventos:

i) 657 e 802: pelo jornalista Paulo Jorge de Lima Dentinho;

ii) 660: pelo Centro de Jornalismo Investigativo – Agência Pública;

iii) 750: por Nina de Almeida Fidelis, do site Brasil de Fato;

iii) 759: por Luiz Nassif e Eduardo Moreira, do jornal GGN; uma vez que a defesa do executado já se manifestou concordando com a concessão delas (eventos 602, 761, 795 e 801).

3. Por fim, o cumprimento da pena privativa de liberdade tem como pressuposto a sua execução de forma progressiva, consoante estabelecido no art. 112 da Lei de Execuções Penais (LEP), visando à paulatina reinserção do preso ao convívio social.

Trata-se de direito do apenado de, uma vez preenchidos os requisitos objetivos e subjetivos, passar ao cumprimento da pena no regime mais benéfico.

Considerando, portanto, a pena fixada pelo Superior Tribunal de Justiça no REsp 1.765.139 (oito anos, dez meses e vinte dias), o custodiado encontra-se na iminência de atender ao critério temporal (requisito objetivo) definido no caput do art. 112 da LEP (um sexto da pena) para a progressão de regime.

Noutro vértice, em se tratando de execução provisória da pena, a existência de garantia integral à reparação do dano e à devolução do produto do ilícito praticado, com os acréscimos legais (art. 33, § 4º, do Código Penal) é suficiente para autorizar a mudança a regime prisional mais brando, conforme indicado por esse Juízo no evento 785.

De tal sorte, uma vez certificado o bom comportamento carcerário (requisito subjetivo) pelo Superintendente da Polícia Federal no Paraná e ouvida a defesa (requisito formal), requer o Ministério Público Federal seja deferida a LUIZ INÁCIO LULA DA SILVA a progressão ao regime semiaberto, na forma dos arts. 91 e seguinte da LEP, devendo ser observado pelo juízo o disposto na Súmula Vinculante nº 56 1 , com a devida comunicação ao relator do Habeas Corpus (HC) 164493, Ministro Edson Fachin.

Curitiba, 27 de setembro de 2019.

quinta-feira, 26 de setembro de 2019

STF tem maioria a favor de tese que pode anular sentenças da Lava Jato

Placar ficou em 6 a 3, mas ministros debatem se tese pode ser aplicada em todos os casos

O Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria favorável à tese que pode anular sentenças da Operação Lava Jato. O presidente da Corte, ministro Dias Toffoli, suspendeu a sessão nesta quinta-feira 26. Até o momento, o placar marcava 6 x 3, a favor da decisão que pode cancelar as sentenças. Faltam ainda os votos de Toffoli e do ministro Marco Aurélio de Mello.

A decisão favorável à tese pode beneficiar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), no processo do sítio de Atibaia. Votaram a favor da decisão os ministros Alexandre de Moraes, Rosa Weber, Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello e Carmen Lúcia. Contrários à tese, votaram os magistrados Edson Fachin, Luís Roberto Barroso e Luiz Fux.

O plenário analisa o pedido de habeas corpus apresentado pelos advogados do ex-gerente da Petrobrás, Márcio de Almeida Ferreira. A representação discute o direito do réu delatado de manifestar sua defesa por último, após as alegações dos réus que são delatores.

A ação ocorre após o julgamento do ex-presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, condenado a 11 anos de prisão em março de 2018, por decisão do então juiz Sergio Moro. Na ocasião, a defesa afirmou que o réu foi obrigado a se manifestar ao mesmo tempo em que delatores apresentaram fatos novos, negando o direito à ampla defesa nas alegações finais. Em agosto deste ano, o entendimento da 2ª Turma do STF foi favorável ao habeas corpus de Bendine para que ele se manifestasse após os delatores, e não simultaneamente.

Após o julgamento de Bendine, a defesa de Lula também apresentou pedido de habeas corpus, solicitando a aplicação do mesmo entendimento. Na ação do petista, os advogados alegam que ele não teve direito de se defender após as acusações dos réus delatores.

No entanto, contrários à decisão argumentaram que não há diferença entre réus delatados e réus delatores. Segundo esta posição, a lei brasileira considera ambos como réus e, portanto, não há legalidade na justificativa de que o réu delatado deve se manifestar após os delatores. Assim argumentou o ministro Luís Roberto Barroso, durante a votação.

“Não tem uma linha, uma letra sequer, dizendo que o colaborador premiado fala antes e o outro fala depois”, afirmou Barroso. “Se, em outros países, há lei prevendo, eu acho que se deve cumprir a lei. Mas, aqui entre nós, não existe esta previsão legal. E o direito penal é o ramo do direito em que vigora a legalidade estrita, porque traria imensa insegurança jurídica descobrirem-se nulidades que não têm previsão legal e, ainda por cima, dão efeito retroativo.”

Já o ministro Alexandre de Moraes defendeu que o réu delatado tem o direito de falar por último, com base no princípio de ampla defesa.

“O delatado tem o direito de falar por último quando assim o solicita”, disse. “Nada custa aos Estado respeitar o devido processo legal, o contraditório e ampla defesa. Nenhum corrupto deixará de ser condenado porque o Estado respeitou o devido processo legal, a ampla defesa e o contraditório.”

Campeonato Cearense C | Pacatuba estreia com vitória


Na abertura do Campeonato Cearense da série C, o Pacatuba Esporte Clube venceu por 2 a 0 a equipe do Arsenal, na tarde desta quarta-feira, no Estádio Domingão, na cidade de Horizonte.

Com o Pacatuba mandando em campo, amplamente superior ao adversário, teve inúmeras chances de gol, desde o início da partida. No entanto, só conseguiu fazer o placar na segunda etapa do jogo.

O primeiro gol foi fruto de uma cobrança magistral do meio campista Elenilton que superou o goleiro Jonatan do Arsenal. 

Já o segundo gol, nasceu de uma bela troca de passes do time pacatubano, cabendo a Bruno o arremate de fora da área de perna canhota meter no fundo das redes do adversário.


O pacatuba jogou com: Luiz Carlos, Luan (Ruan), Antonio, Lucas, Israel, Esdras (Bruno), Da Silva, Diego, Elenilton, Iury e Walker.
Técnico: Frank

Já o Arsenal formou com: Jonatan, João Marcos, Erigleiton, Marcos Diego, Samuel, Aureliano, Mayk (João Batista), Leonardo, Leandro (Lucas), Laisson Santos e Átila (Anderson).
Técnico: Lino

Gols
Elenilton, 26 do segundo tempo
Bruno, 47 do segundo tempo

Os próximos jogos das duas equipes

O Pacatuba volta à campo no domingo, 29, diante da equipe do Verdes Mares, no Estádio Raimundo Oliveira, em Caucaia, às 15h30.

Ao passo que o Arsenal, jogará no dia 06 de outubro, no Estádio Domingão, às 15h30, diante do Arsenal.

Pacatuba Em Foco 

terça-feira, 24 de setembro de 2019

Infantil, simplista e repleto de teorias conspiratórias: análise do discurso de Bolsonaro

Estreia brasileira na Assembleia Geral da ONU é marcado por declaração "míope" por enxergar sob a ótica da Guerra Fria, avalia professor de Política Internacional

Em Nova York para um dos eventos mais importantes da diplomacia mundial, o presidente brasileiro criticou a "ditadura cubana", afirmou que o programa Mais Médicos representava "um verdadeiro trabalho escravo" e disse que está trabalhando com os Estados Unidos "para que a democracia seja restaurada na Venezuela".

"Presidentes socialistas que me antecederam desviaram centenas de bilhões de dólares, comprando parte da mídia e do Parlamento", disse Bolsonaro.

Velasco ressalta que a fala do presidente "foge do padrão diplomático brasileiro" desde, pelo menos, 30 anos.

"Bolsonaro começou fazendo um discurso que mais parecia saído de um período de Guerra Fria, com referências o tempo todo aos riscos do socialismo no Brasil, algo que pareceu um pouco fora de tom quando consideramos o que é a realidade contemporânea, um mundo claramente pós-Guerra Fria onde as questões não se resolvem mais nesse embate entre capitalismo e socialismo", afirma avalia o professor de Política Internacional da UERJ Paulo Velasco à Sputnik Brasil.

Velasco também ressalta que Bolsonaro tem uma "visão muito infantil e simplista, para não dizer extremamente deturpada" sobre a realidade e mostrou seu "despreparo" ao apresentar sua interpretação "bastante retorcida" dos fatos ao chegar perto de trabalhar com um "um plano de teorias conspiratórias".
Amazônia

"Quero reafirmar minha posição de que qualquer iniciativa de ajuda ou apoio à preservação da floresta amazônica, ou de outros biomas, deve ser tratado em pleno respeito à soberania brasileira. Estamos prontos para, em parcerias e agregando valor, aproveitar de forma sustentável todo o nosso potencial", disse Bolsonaro na ONU.

O presidente brasileiro também disse que a Amazônia "não está sendo devastada e nem consumida pelo fogo, como diz mentirosamente a mídia".


A Amazônia esteve recentemente no centro de uma disputa diplomática entre Bolsonaro e o presidente francês, Emmanuel Macron, que acusou o mandatário brasileiro de mentir sobre seu compromisso ambiental.

Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) indicam que foram registrados 30.901 focos de incêndio na região amazônica em agosto de 2019, quase o triplo do mesmo mês em 2018, quando foram 10.421 casos.

Velasco acredita que Bolsonaro erra o tom ao falar sobre a maior floresta tropical do mundo: "O problema é assumir um discurso estritamente soberanista, no sentido de dizer 'a Amazônia é nossa, e nós cuidamos do modo como achamos adequado, sem prestar contas a ninguém'. Não é por aí, os temas internacionais, que têm impacto e alcance transnacional, como é a questão ambiental, têm que ser trabalhados no ambiente multilateral. Apesar do Brasil ser soberano, ele tem, sim, que prestar contas sobre o que está acontecendo."

Página Musical - Disk denúncia || Nina Oliveira & Gabi da Pele Preta


Disk denúncia - Nina Oliveira & Gabi da Pele Preta


Alô, aqui quem fala é Geni
Eu tô ligando de um orelhão Eu tenho uma denúncia E, eu sou baiana Mas acontece que ele não é Ontem ele me beijou E me deixou marcas Mas não eram de batom Não eram de batom Ô moça, ontem eu tava caminhando Perto daquela praça e um homem me parou E me deixou marcas Mas não eram de batom Não eram de batom E eu não sou a culpada Pelo estupro, a pedrada Pelo meu sangue que vaza Pela minha pele que racha Por estar sexualidade Por ser comercializada Por ter no corpo, as marcas Que não eram de batom Não eram de batom



Página Musical - Baco Exu do Blues || Girassóis de Van Gogh ( Mariana Froes )


Baco Exu do Blues - Girassóis de Van Gogh

Te engravido toda noite Só para ver o sol nascer (2x) Não quero mais dormir do seu lado Prefiro ficar acordado Guardando seu rosto pra lembrar de você Lembrar de você, lembrar de você Cê tem uma cara de quem vai fuder minha vida O seu olhar é um caminho sem saída O seu corpo é um caminho sem saída Então só entro (2x) Na rua ouvindo ASAP Rocky Pelados no bairro como se fosse Woodstock Outro bar outro porre Somos livres como girassois de Van Gogh Gira, gira, girassois de Van Gogh



segunda-feira, 23 de setembro de 2019

Diário do Bolso - O Mito da Criançada

Diário, esses dias a Maria Beltrão, da Globonews, me chamou de “Bozonaro”. Eu achei sacanagem. Mas não reclamei, senão o apelido pega. E eu entendo bem disso, porque botei apelido em todo meu pessoal. Nos churrascos, eu só chamo eles assim:

A Joice Hasselman é a “Miss Xerox”. É que a nossa candidata do PSL à prefeitura de São Paulo foi acusada de plagiar 65 reportagens de 42 jornalistas.

O Ricardo Salles é o “Tocha Humana”.

A Damares eu chamo de “Goiaba”.

O Witzel é o “Tiro ao alvo”. Se bem que, pensando bem, ele nunca acerta um alvo. Só negro.

Pro Mourão eu inventei um apelido especial. Como ele gosta daquele negócio de caminho do meio e quer dar a impressão de que é um sujeito ponderado, estou chamando ele de “Buda”. Mas às vezes chamo de “Bunda” mesmo. Ainda mais que o que ele quer mesmo é sentar na minha cadeira.

O Weintraub virou “Kafta”. Mas podia ser o “Suspenção” ou o “Paralizia”.

O Marcelo Álvaro, ministro do turismo que teve problemas com umas candidatas laranjas, eu apelidei de “Jaca”. É que quando ele cair vai fazer o maior estrago e a coisa vai feder.

O Paulo Guedes eu podia chamar de “Tio Patinhas”, porque ele só quer saber de guardar as moedinhas dele. Mas preferi chamar de “Chão Molhado”. É que chão molhado é o que acaba com a vida dos velhinhos, kkk!

O 01 eu apelidei de “02”, por que ele se borrou todo naquele debate. O Dudu é o “Dãbuquizondanteibol”, que é um apelido meio comprido, mas que eu coloquei porque ele passa o dia todo com um fone de ouvido repetindo isso. E o Carluxo eu chamo de “Lombardi”, porque ele é a minha voz, que nem o Lombardi era do Silvio Santos.

A Tereza Cristina, que libera os agrotóxicos, só podia ser “Menina Veneno”. Eu até canto a musiquinha pra ela.

O Marcos Pontes é o “Peixonauta”, porque torce pro Santos e foi astronauta. Eu até pensei em dar pra ele o apelido de “Lunático”, mas esse ficou pro Ernesto Araújo.

O Olavo de Carvalho é o “Crente”, porque ele acredita que a terra é plana e que o Foro de São Paulo quer dominar o mundo.

O Onyx é o “Chuveiro”.

E o Moro eu chamo de “Refém”.

@diariodobolso


sexta-feira, 20 de setembro de 2019

MEC - rejeita aumento para 40% na contribuição da União no Fundeb

O Ministério da Educação (MEC) não apoia o aumento para 40% na complementação da União no Fundo Nacional de Manutenção da Educação Básica e Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) proposto no Legislativo. De acordo com ministro da Educação, Abraham Weintraub, não há justificativa técnica para ampliar dessa maneira o percentual atual, de 10%.

“A gente é a favor de gastar mais com educação, principalmente no [ensino] fundamental. Queremos e apresentamos uma proposta factível, palpável e concreta para que isso acontecesse. Estamos dispostos a aumentar os gastos, mas dentro de critérios de desempenho técnicos”, afirmou Weintraub durante coletiva de imprensa na tarde desta quinta-feira, 19 de setembro.

Em junho, o MEC propôs o acréscimo à complementação dos atuais 10% para 15%, progressivamente, com a implementação de critérios que melhorem o desempenho da educação básica atrelados à eficiência na aplicação dos recursos. O aumento seria de um ponto percentual ao ano. “Não estamos falando de pouco dinheiro. É um aumento de 50%”, disse.

De acordo com o ministro, o modelo desenhado pelo MEC leva em consideração a responsabilidade fiscal com as contas públicas ao mesmo tempo que garante um piso, tecnicamente recomendável, para alfabetizar uma criança. “Consideramos uma série de estudos que falam que o gasto mínimo para uma educação de qualidade é R$ 4.500 por aluno. Vamos atingir esse valor em todos os municípios do Brasil com a proposta apresentada para o Fundeb”, afirmou.

O Fundo tem vigência até 2020 e corresponde a aproximadamente 63% dos recursos para financiamento da educação básica pública no Brasil. Em 2019, R$ 14,4 bilhões em repasse estão previstos. A proposta do MEC vinha sendo construída em diálogo com a deputada professora Dorinha (DEM-TO), relatora da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 15/15, que está sendo analisada em comissão especial da Câmara dos Deputados.

Nesta quarta-feira, 18, a parlamentar entregou a minuta que será a base do substitutivo da proposta que torna permanente o Fundeb. Um dos pontos centrais do documento é a ampliação da participação da União no Fundo para 15%, em 2021, com acréscimos anuais de 2,5 pontos percentuais até chegar a 40%, em 2031. O impacto orçamentário total seria de R$ 279,8 bilhões ao longo desses anos.

O texto apresentado pela deputada surpreendeu o MEC. “Esperávamos que fosse alguma coisa mais próxima do que queríamos. Estamos integralmente contra toda a proposta [...]. Estávamos conversando, houve o diálogo por alguns meses, mas agora estamos retirando o apoio”, enfatizou o ministro.

Segundo o ministro, uma solução para o novo Fundeb está sendo construída junto com a Casa Civil e o Ministério da Economia. O secretário-executivo do MEC, Paulo Antonio Vogel, também participou das coletiva à imprensa.

quinta-feira, 19 de setembro de 2019

Bolão que ganhou sozinho na Mega-Sena se chamava Lula Livre

Os petistas que dividirão o prêmio de R$ 120 milhões apostavam todas as semanas e chamavam a aposta de “bolão Lula Livre”. Ao todo, 50 famílias serão beneficiadas e cada apostador gastou apenas 10 reais; copeiras também receberão o prêmio


Os petistas que dividirão o prêmio de R$ 120 milhões apostavam todas as semanas e chamavam a aposta de “bolão Lula Livre”. Ao todo, 50 famílias serão beneficiadas e cada apostador gastou apenas 10 reais. 

Quatro copeiras que não participaram do bolão, mas que sempre apostavam com o grupo de assessores do PT, também receberão o prêmio. 

O clima de festa da noite anterior inda domina o gabinete petista nesta quinta-feira (19). 

A recepção começou o dia vazia, mas a aposta de servidores do partido é que parte dos vencedores não abandonará o emprego.

— São R$ 2 milhões. Não dá para viver o resto da vida. É hora de não ceder ao impulso, manter os pés no chão e seguir trabalhando — diz um dos vencedores, que pediu à reportagem do jornal O Globo para não ter o nome exibido.

Campeonato Cearense C (2019) - Pacatuba Esporte Clube fará sua estreia contra o Arsenal

O Campeonato Cearense da Série C terá início nesta quarta-feira, 25, com o Pacatuba Esporte Clube enfrentando a equipe do Arsenal, no Estádio Domingão, na cidade de Horizonte, às 15h30.

O certame deste ano consta com seis clubes filiados à Federação Cearense de Futebol. São eles: Arsenal, Nova Russas, Itapipoca, Pacatuba, Verdes Mares e Tianguá. Os 6 (seis) clubes estão divididos em dois grupos de três equipes, definidos pelo critério geográfico. Na Primeira Fase, os clubes jogarão entre si dentro do próprio grupo, em partidas de ida e volta, classificando-se dois clubes de cada grupo para a Fase Semifinal.

GRUPO A
Arsenal
Pacatuba
Verdes Mares

GRUPO B
Itapipoca
Nova Russas
Tianguá

No último Campeonato, o Pacatuba Esporte Clube amargou uma vexatória oitava colocação. O Associação dos Desportistas de Pacatuba, comumente denominado de Pacatuba Esporte Clube, foi fundado em 15 de março de 2006.

Confira os jogos do Pacatuba Esporte Clube na Primeira Fase

1ª Rodada
Quarta-Feira, 25,  15:30
Pacatuba x Arsenal - Raimundo de Oliveira

2ª Rodada
Domingo, 29, 15:30
Verdes Mares x Pacatuba - Raimundo de Oliveira

4ª Rodada
Arsenal x Pacatuba - Indefinido

5ª Rodada
Pacatuba x Verdes Mares - Indefinido

A Melhor Calçada Virtual Pacatuba Em Foco, na medida do possível, fará a cobertura dos jogos de nosso representante.

Pacatuba Em Foco

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

FOLHA DE SÃO PAULO: PROPOSTA PARA O FUNDEB PREVÊ GASTO MAIOR DA UNIÃO


O Jornal Folha de São Paulo trouxe na edição de quarta-feira (18), uma matéria sobre a entrega do relatório final da PEC15/15, de relatoria da deputada Dorinha, do DEM de Tocantins. No texto que será apresentado, a parlamentar aumenta a previsão da complementação da União para até 40%, contrariando o Governo Federal que quer um aumento escalonado de apenas 15%.

Anizio Melo, presidente do Sindicato APEOC, participou da elaboração do documento e acompanha de perto a tramitação da proposta, em contato direto com a deputada Dorinha, que veio à Fortaleza para debater a PEC, além de defender o novo fundo da Educação Básica em debates nos estados das regiões Norte e Nordeste, buscando unificar a categoria em torno da aprovação da proposta.

“Agora chegou a hora de agudizar a luta pelo financiamento da Educação. Ampliar nossa articulação social, qualificando o debate e colocando na matriz da estratégia o Novo FUNDEB, no sentido de superar o reativismo e apontar o proativismo”, afirmou Anizio Melo.


https://apeoc.org.br/folha-de-sao-paulo-proposta-para-o-fundeb-preve-gasto-maior-da-uniao/?fbclid=IwAR2pWlhoVDE--Zhx3clCtKqKQtY3t9Q-ISmmOP0DBoGwGXsRcW5JwFhQhfg

Governo estuda alterar Constituição para congelar salário mínimo

A proposta da pasta de Paulo Guedes é incluir por meio de uma PEC a mudança constitucional, alterando as regras fiscais

O governo de Jair Bolsonaro avalia autorizar o congelamento do salário mínimo em situações de crise orçamentária do país. Para isso, o Ministério da Economia estaria analisando como retirar da Constituição Federal a obrigação de corrigir o salário mínimo pela inflação, garantido aos trabalhadores brasileiros.

A proposta da pasta de Paulo Guedes é incluir por meio de uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) a mudança constitucional, alterando as regras fiscais. O texto já tramita na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, de autoria do deputado Pedro Paulo (DEM-RJ), mas ainda não inclui a abertura para paralisar o salário mínimo dos brasileiros.

Atualmente, o texto ainda está sendo debatido pelos parlamentares, contando com a colaboração de representantes do Ministério da Economia e técnicos do Orçamento, segundo informações de Bernardo Caram, na Folha.

Entretanto, por se tratar de uma mudança constitucional, o caso pode ir ao Supremo Tribunal Federal (STF), aonde a medida de Paulo Guedes e Bolsonaro pode sofrer derrota.

Executivo da Odebrecht que disse ter pago R$ 50 milhões a Aécio Neves é encontrado morto



Henrique Valladares, tido como um dos principais delatores da Odebrecht, foi encontrado morto nesta terça-feira em seu apartamento no Rio de Janeiro

O ex-vice-presidente da Odebrecht, Henrique Valladares, foi encontrado morto nesta terça-feira (17) em sua residência no Rio de Janeiro. Em delação premiada, Valladares acusou o deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG), o PSDB, o ex-ministro Edison Lobão, o jornalista Diego Mainardi, do O Antagonista, e o empresário Alexandre Accioly, dono das academias BodyTech, de terem recebido propina da empreiteira.

As informações são do colunista Lauro Jardim, do O Globo. As causas da morte não foram divulgadas. Valladares ocupou por vários anos a vice-presidência da empreiteira e era tido como um dos principais delatores da Lava Jato.

Em delação premiada realizada em 2017, Valladares afirmou que, pessoalmente, pagou cerca de R$ 50 milhões ao deputado federal Aécio Neves, disse que distribui dinheiro a representantes da CUT de Porto Velho e a lideranças indígenas e ainda apontou envolvimento de Diego Mainardi e de Accioly em esquema de Aécio.

A divulgação da denúncia por parte da Fórum gerou, inclusive, um processo por parte do jornalista do Antagonista, que pedia R$ 100 mil pela reprodução do conteúdo da delação. Ele também produziu um vídeo com ataques ao veículo.

terça-feira, 17 de setembro de 2019

ECONOMIA - Brasil está entre países que menos cobram impostos sobre renda no mundo

Estudo comparou taxação de altos salários em 30 países. "Nosso sistema tributário é muito injusto. Tributamos o consumo em vez da riqueza", diz sócia da UHY

Quem recebe altos salários no Brasil paga, em média, 32% menos impostos do que pessoas de alta renda em países que compõem o G-7 (grupo das nações mais industrializados do mundo, composto por Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão e Reino Unido) e 31% menos que a média de pessoas nas mesmas condições na União Europeia.

Os dados são da UHY International, rede de empresas de auditoria e contabilidade que fez um estudo com 30 países, comparando os impostos aplicados a faixas salariais anuais de US$ 250 mil e US$ 1,5 milhão.

O País teve a quarta menor carga tributária para pessoas das duas rendas anuais estudadas, ficando atrás, inclusive, dos vizinhos Uruguai e Argentina e da média do Brics, grupo formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul . Isso acontece porque, aqui, a faixa mais alta do Imposto de Renda tem alíquota de 27,5% e aplica-se a quem ganha a partir de R$ 4.664,68 mensais, não havendo progressão da taxa para salários mais altos como acontece em outras nações.

“Nosso sistema tributário é muito injusto. Tributamos o consumo em vez da riqueza”, diz Monica Bendia, sócia da UHY Bendoraytes & Cia. Ela explica que o modelo de tributação brasileiro incide de maneira mais dura sobre as faixas salariais mais baixas. “Quando a tributação ocorre sobre o consumo, taxando as empresas e os produtos, acontecem injustiças. O pobre e o rico pagam a mesma quantia em impostos no quilo do arroz, por exemplo”, explica.

A pesquisa faz a seguinte comparação: uma pessoa que recebe o equivalente a US$ 250 mil por ano no Brasil paga, em média, US$ 68.650 em impostos (alíquota de 27,5% do imposto de renda já com os descontos relativos à Previdência).

Alguém que ganha a mesma quantia anual em países do G-7, paga uma média de US$ 101.507 (40,6% em contribuições fiscais e previdenciárias). Quem recebe US$ 1,5 milhão por ano no Brasil paga, em média, US$ 412.400 em impostos, em comparação com uma média de US$ 719.751 no G-7.

De todos os países estudados, a Rússia teve a menor taxa de imposto sobre a renda – todos os contribuintes, incluindo os que recebem altos salários, pagam apenas uma alíquota de 13%. A Dinamarca, campeã, tributa pessoas físicas que ganham US$ 1,5 milhão em mais da metade de sua renda: 53,2% no total.


Diário do Bolso - O Filme Bacurau

Diário, ontem, aqui no hospital, vi uma cópia pirata do filme Bacurau.

Eu pensava que ia odiar, mas odiei mais do que eu pensava.

É tudo errado nesse filme. Pra começar, o povo trata mal o prefeito, o Tony Junior, que é um político muito bom. Ele leva umas comidas, uns remédios, uns caixões e até uns livros lá para Bacurau. Pô, o que mais que aquele povo quer?


Outra coisa que eu achei ruim é que o filme fala mal de turista americano. Se é americano é bom, pô! É dólar, é civilizado, é top, é gold. Tá certo que os caras vieram pra matar. Mas pra aquele povo lá de Bacurau, ser alvo de Glock devia ser uma honra, talkei?

E aquele personagem, o Lunga. O que é aquilo? Um cangaceiro de unha pintada, cabelo comprido e colar de ouro? Não pode, pô! Cangaceiro tem que ser macho!

O personagem que eu mais gostei foi o alemão americano. Com aquele rifle e com aquele chapéu, até me lembrou o Olavo.

No tocante ao estilo, o filme é meio faroeste e isso eu achei bom. Mas os mocinhos têm que ganhar sempre. Nessa porcaria de filme, quem ganha é o índio, pô. Quer dizer, o índio, não, o nordestino. Bah, tanto faz, índio e nordestino é tudo a mesma coisa!

Outro defeito: cadê a milícia nesse filme? São os americanos? São os cangaceiros? Os cangaceiros não são, porque miliciano é tudo rico, mora em condomínio fechado, e os cangaceiros desse filme são pobretões.

Mas, de tudo, o que eu menos gostei foi do povo. Povo como personagem principal não dá. É que nem eu disse outro dia: “Quem gosta de pobre é o PT”. Eu quero ver é super-herói, não aquela gente de bermuda e chinelo. E mais: povo tem que ser bonzinho e coitado. Tem que ser magro, olhar pro chão, ter cara de almoço de urubu. Mas nesse filme, não. Nesse filme o povo é quem resolve as coisas. Aí não dá, pô!

Olha, Diário, eu gosto é de Vingadores, não de Vingativos!

Governo autoriza mais 63 agrotóxicos, sendo 7 novos; total de registros em 2019 chega a 325

Ritmo de liberação no ano segue sendo o mais alto da série histórica.

Por Rikardy Tooge

O Ministério da Agricultura registrou nesta terça-feira (17) mais 63 agrotóxicos. Desse total, 2 são princípios ativos (que servirão de base para produtos inéditos) e 5 são novos produtos que estarão à venda. Os demais 56 são genéricos de pesticidas que já existem no mercado.

As autorizações foram publicadas no Diário Oficial da União.


Com os novos registros, o total de agrotóxicos liberados chega a 325, superando o volume do mesmo período de 2018, quando houve 309 registros — veja o gráfico abaixo.

Assim, o ritmo de liberação deste ano segue sendo o mais alto da série histórica do ministério, iniciada em 2005.

Segundo o o governo, do total de produtos registrados em 2019, 310 são produtos genéricos e 15 são à base de ingredientes ativos novos.
Do total de produtos registrados em 2019, 185 são produtos técnicos, ou seja, destinados exclusivamente para o uso industrial.

Outros 140 são produtos formulados, aqueles que já estão prontos para serem adquiridos pelos produtores rurais mediante a recomendação de um engenheiro agrônomo. Destes, 14 são produtos biológicos e orgânicos.

Novas substâncias

Entre as novidades estão os princípios ativos fluopiram, que é usado para matar fungos, e o dinotefuram, um inseticida. Eles serão usados pela indústria, que poderá desenvolver produtos a partir dessas substâncias para o agricultor (o chamado produto formulado).

No caso do fluopiram, ao mesmo tempo já foi liberado um registro de produto formulado, para utilização nas lavouras.

O dinotefuram é utilizado no controle de insetos sugadores, como percevejos. Ele poderá ser aplicado em 16 atividades: arroz, aveia, batata, café, cana-de-açúcar, centeio, cevada, citros, feijão, milheto, milho, pastagem, soja, tomate, trigo e triticale.

Ele é considerado extremamente tóxico pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). O pesticida não tem registro para uso agrícola na União Europeia (apenas doméstico) e está em reavaliação nos Estados Unidos, onde o primeiro registro consta de 1985. Para uso agrícola, o produto tem aval desde 2004.

Já o fungicida fluopiram é um produto indicado para combater parasitas que atacam a raízes das plantas (nematoides) e terá autorização para 7 culturas: algodão, batata, café, cana-de-açúcar, feijão, milho e soja.

O Ministério da Agricultura afirmou que o produto estava na fila para registro no Brasil havia 10 anos. Ele possui registro na União Europeia e também está autorizado nos Estados Unidos desde 2012 (e em análise para uso residencial).

(ATUALIZAÇÃO: Ao contrário do que foi publicado inicialmente, o fluopiram possui autorização para uso agrícola nos EUA desde 2012 e a análise do registro se deve apenas para uso residencial do princípio ativo. A informação foi corrigida às 14h15)

Novos produtos à venda

O governo liberou 5 agrotóxicos inéditos para os produtores rurais, baseados nos seguintes princípios ativos: são 3 à base da mistura de sulfoxaflor e lambda-cialotrina, 1 formulado a partir de fluopiram e 1 com base no fluorpiauxifen-benzil.

Todos são considerados medianamente tóxicos pela Anvisa.
Desses pesticidas, os mais polêmicos são os que têm como base o sulfoxaflor, que é relacionado à redução de enxames de abelhas e está em estudo no exterior.

Genéricos

O Ministério da Agricultura também autorizou 56 novos produtos genéricos, sendo 47 para quebra de patentes para a indústria (produto técnico equivalente) e 9 para utilização dos produtores rurais (produto formulado equivalente).

Liberação acelerada

Segundo o governo, a maior velocidade na liberação de agrotóxicos se deve a medidas de desburocratização que foram adotadas desde 2015 na fila de registros.

O objetivo, de acordo com o ministério, é aprovar novas moléculas, menos tóxicas e ambientalmente mais corretas para substituir produtos antigos. Isso porque as empresas que desenvolvem agrotóxicos só podem registrar itens de ação parecida se eles tiverem um risco à saúde menor ou igual do que os que já estão no mercado.

A associação que representa as fabricantes de agrotóxicos (Andef) afirma que a fila do Brasil é mais lenta em comparação com a da União Europeia e dos Estados Unidos. Segundo as empresas, o desenvolvimento de um princípio ativo inédito para agrotóxico leva de 10 a 11 anos e custa em torno de US$ 286 milhões.

Agrônomos dizem que é melhor ter mais produtos registrados do que correr o risco de que os produtores recorram a agrotóxicos "piratas", mas alertam que, quanto maior o uso, mais resistência as pragas têm ao veneno.

Para ambientalistas, no entanto, a aceleração do ritmo de aprovações é uma forma de o governo colocar em prática tópicos do polêmico projeto de lei 6.299/02, que ficou conhecido como "pacote do veneno", que ainda está em discussão na Câmara dos Deputados.

Para produtores rurais, o registro de novos produtos, especialmente os genéricos, é uma forma de baixar os custos de produção. Em Mato Grosso, maior estado produtor, os agrotóxicos equivalem a 21% dos gastos nas lavouras de soja.

Como funciona o registro

O aval para um novo agrotóxico no país passa por 3 órgãos reguladores:

  • Anvisa, que avalia os riscos à saúde;
  • Ibama, que analisa os perigos ambientais;
  • Ministério da Agricultura, que analisa se ele é eficaz para matar pragas e doenças no campo. É a pasta que formaliza o registro, desde que o produto tenha sido aprovado por todos os órgãos.

Tipos de registros de agrotóxicos:

  • Produto técnico: princípio ativo novo; não comercializado, vai na composição de produtos que serão vendidos.
  • Produto técnico equivalente: "cópias" de princípios ativos inéditos, que podem ser feitas quando caem as patentes e vão ser usadas na formulação de produtos comerciais. É comum as empresas registrarem um mesmo princípio ativo várias vezes, para poder fabricar venenos específicos para plantações diferentes, por exemplo;
  • Produto formulado: é o produto final, aquilo que chega para o agricultor;
  • Produto formulado equivalente: produto final "genérico".

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