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domingo, 30 de junho de 2019

Governadores do Nordeste pedem liberdade de Lula e afastamento de Moro e procuradores

Carta divulgada neste domingo cobra apoio de magistrados para que vazamentos sejam investigados e pede anulação do julgamento ilegal do ex-presidente

Os governadores do Nordeste divulgaram, na manhã deste domingo (30), uma carta sobre os diálogos entre membros do Judiciário e do Ministério Público, publicados pelo site Intercept Brasil e outros veículos de comunicação. No documento, eles cobram “a pronta e ágil apuração de tudo, com independência e transparência”. Leia a íntegra da carta:

“CARTA DOS GOVERNADORES DO NORDESTE
30 de junho de 2019

ABUSOS DEVEM SER INVESTIGADOS

As seguidas revelações de conversas e acordos informais entre membros do Judiciário e do Ministério Público, em Curitiba, divulgadas pelo TheIntercept.com e outros veículos de comunicação, são de muita gravidade. As conversas anormais configuram um flagrante desrespeito às leis, como se os fins justificassem os meios.

Não se trata de pequenos erros; são vidas de seres humanos e suas histórias que se revelam alteradas em julgamentos fora das regras constitucionais, legais e éticas. Todos sabem que um juiz deve ser imparcial e por isso não pode se juntar com uma das partes para prejudicar a outra parte. Acreditamos que a defesa da real imparcialidade dos juízes é um tema de alto interesse inclusive para eles próprios. Assim, manifestamos nossa confiança de que a imensa maioria dos magistrados e membros do Ministério Público que, com seriedade e respeito à lei fazem o verdadeiro combate à corrupção e outros crimes, podem apoiar as necessárias investigações nesse caso.

Agora, um dos trechos das conversas divulgadas destacam o Procurador Deltan Dallagnol sugerindo busca e apreensão na residência do hoje Senador pela Bahia, Jaques Wagner. E a justificativa do coordenador da Lava Jato? “Questão simbólica”, ou seja, ao lixo o direito. É mais uma revelação de extrema gravidade.

É inadmissível uma atuação que se denuncia ilegal entre membros do Ministério Público e do Judiciário, combinando previamente passos de uma importante investigação, com o intuito de perseguir e prender pessoas. Em discurso recente, na Cúpula Pan-Americana de Juízes, o Papa Francisco já demonstrou a sua preocupação com atos abusivos e de perseguição por meio de processos judiciais sem base legítima.

Reivindicamos a pronta e ágil apuração de tudo, com independência e transparência. É preciso também avaliar o afastamento dos envolvidos. Defendemos, ainda, a revisão ou anulação de todo e qualquer julgamento realizado fora da legalidade.

Outrossim, sublinhamos a relevância de o Congresso Nacional concluir a votação do Projeto de Lei sobre Abuso de Autoridade.

Apoiamos firmemente o combate à corrupção, porém consideramos que também é uma forma de corrupção conduzir processos jurídicos desrespeitando deliberadamente a lei.

Governadores do Nordeste do Brasil”

Procuradores só aceitaram depoimento de empreiteiro da OAS quando Lula foi incriminado

Reportagem da 'Folha de S.Paulo/The Intercept' mostra que os procuradores desconfiavam do depoimento de Léo Pinheiro que teve de mudar de versão até atingir o ex-presidente

Os procuradores da Lava Jato desconfiavam do depoimento do ex-presidente da OAS Léo Pinheiro, que mudou diversas vezes a narrativa sobre o tríplex no Guarujá até que sua versão incriminasse o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. É o que mostra o jornal Folha de S.Paulo, na edição deste domingo (30), com a publicação de novos vazamentos da parceria com o site The Intercept.

“Sobre o Lula eles não queriam trazer nem o apt. Guarujá”, escreveu o promotor Sérgio Bruno Cabral Fernandes a outros integrantes da equipe que negociou com os advogados da OAS em agosto de 2016, numa discussão sobre a delação no aplicativo Telegram. “Diziam q não tinha crime.”

Léo Pinheiro só apresentou a versão que incriminou Lula em abril de 2017, mais de um ano depois do início das negociações com a Lava Jato, quando foi interrogado pelo então juiz Sergio Moro no processo do tríplex e disse que a reforma do apartamento era parte dos acertos que fizera com o PT para garantir contratos da OAS com a Petrobras.

Os diálogos examinados pela Folha e pelo Intercept ajudam a entender por que as negociações da delação da empreiteira, até hoje não concluídas, foram tão acidentadas —e sugerem que o depoimento sobre Lula e o tríplex foi decisivo para que os procuradores voltassem a conversar com Pinheiro, meses depois de rejeitar sua primeira proposta de acordo.


sábado, 29 de junho de 2019

ESTADO DE EXCEÇÃO - Líderes de movimentos de moradia em São Paulo têm prisão preventiva decretada

Presos no início da semana temporariamente, eles serão transferidos para presídios na próxima segunda-feira (1)

Quatro integrantes de movimentos de moradia da capital paulista, presos temporariamente desde segunda-feira (24), tiveram prisão preventiva decretada na noite desta sexta-feira (28). Segundo informações do site Ponte, Sidney Ferreira da Silva, Jacine Ferreira da Silva (também conhecida como Preta Ferreira), Edinalva Silva Ferreira e Angélica dos Santos Lima serão transferidos para presídios na segunda-feira (01).

Durante o fim de semana, os quatro continuarão presos na carceragem do Departamento Estadual de Investigações Criminais (DEIC), na zona norte de São Paulo. 

As lideranças são acusadas de extorsão e formação de grupo para prática criminosa. Segundo a Polícia Civil, 13 denúncias anônimas apontaram que os acusados vinham realizando cobranças ilegais de “aluguéis” no interior de ocupações.

A prisão é um desdobramento da investigação do desabamento do edifício Wilton Paes de Almeida, no Largo Paissandu, em maio do ano passado. A defesa dos detidos afirma que nenhum deles tinha relação com a ocupação deste prédio, senão aquela estabelecida logo após o desabamento, quando comitês de ajuda organizados pelos movimentos prestaram auxílio aos desabrigados.

Os representantes da Frente de Luta por Moradia (FLM) e da União de Luta por Moradia (UMM), da qual faziam parte os presos, classificaram as prisões como um ato político destinado a minar os movimentos sociais e suas lideranças. 


Ainda segundo informações da Ponte, outras seis pessoas podem ser presas nos próximos dias.

Azevedo: com vergonha na cara, todos os procuradores da Lava Jato pediriam para sair

O jornalista Reinaldo Azevedo escreveu neste sábado (29) sobre os últimos diálogos revelados pelo The Intercept Brasil e afirmou que "defender os métodos da força-tarefa e do ex-juiz e suas relações com a política deixa de ser uma questão de avaliação, gosto ou rigor técnico. Trata-se de uma questão de caráter"; para Reinaldo "com vergonha na cara, todos os procuradores da Lava Jato pediriam para sair"

O jornalista Reinaldo Azevedo escreveu neste sábado (29) que, "a cada nova informação que vem a público sobre diálogos travados entre procuradores da Lava Jato — com a participação de Sergio Moro ou sobre ele —, defender os métodos da força-tarefa e do ex-juiz e suas relações com a política deixa de ser uma questão de avaliação, gosto ou rigor técnico. Trata-se de uma questão de caráter e, vai ficando claro, de condescender ou não com ações criminosas. Lembrando sempre que a tarefa dos procuradores e do então juiz era… combater o crime."

Segundo Reinaldo, a última reportagem publicada neste sábado pelo Intercept Brasil "traz à luz diálogos verdadeiramente asquerosos dos membros da força-tarefa. Procuradoras e procuradores tinham clareza absoluta da atuação indevida de Moro; fazem considerações muito pouco lisonjeiras sobre ela; admitem por meio de palavras ou da anuência silenciosa 'violação [por Moro] do sistema acusatório', mas tomam a decisão — QUE TEM DE SER CHAMADA DE POLÍTICA — de endossar os desatinos do juiz.

Para Reinaldo, "com vergonha na cara, todos os procuradores da Lava Jato pediriam para sair".


Intercept: ‘Moro viola sempre o sistema acusatório’, acusou procuradora


Do Twitter de Glenn Greenwald:
Chegando ja ja: uma prévia! Até mesmo os promotores de Lava Jato sabiam e reclamavam abertamente sobre as contínuas transgressões éticas de Moro e a conduta politizada e corrupta como juiz.



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Chegando ja ja: uma prévia! Até mesmo os promotores de Lava Jato sabiam e reclamavam abertamente sobre as contínuas transgressões éticas de Moro e a conduta politizada e corrupta como juiz.
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sexta-feira, 28 de junho de 2019

APEOC - Precatórios do Fundef: Respeitem a Constituição! TCU...


Por Anízio Melo

Estamos terminando o semestre letivo,muitas lutas e resistência contra os retrocessos aconteceram e vão continuar .

Vou destacar a saga pelos precatórios do Fundef, onde o resgate de recursos que deveriam ter sido distribuídos para estados e municípios via Fundef e consequentemente beneficiando a manutenção das escolas e a valorização dos profissionais da educação tem sido uma chama que aglutina a nossa categoria. 

Relembro o início desta luta,quando muitos desconheciam,desacreditavam,omitiram,e,até sucumbiram diante da feroz articulação de maus e vorazes interesses de gestores, empreiteiras e editoras, que defendiam abocanhar cerca de 90 bilhões (prefeituras) e 50 bilhões (estados),recursos vultosos oriundos do Fundef, mas,que até 2016 ,poderia ser usado de forma livre,leve e solta por prefeitos, pois,desconsideravam a vinculação ao Fundef e consequentemente as subvinculações inerentes à lei federal em tela.

Mesmo assim,enfrentando tudo e todos, traçamos estratégia jurídica e política para confrontar o lobby poderoso governamental e empresarial. Acionamos a justiça e lançamos a tese originária de vinculação dos Precatórios ao Fundef para efetivamente indenizar a educ6e seus profissionais, seguindo as subvinculacões: 60% professores e 40% funcionários e manutenção das escolas.

Em 2017,o STF define a vinculação dos Precatórios do Fundef obrigatoriamente para a educação, ou seja,um duro golpe para quem desejava manusear de forma irregular mais de 150 bilhões . 

Portanto, temos que incutir,NOSSA LUTA,já garantiu 150 bilhões para a educação do Norte e Nordeste (parte de MG também).

Mas,o STF,ainda não definiu a subvinculação dos 60% aos professores, mesmo assim conseguimos dezenas de acordos e decisões judiciais que colocaram no bolso do professor aquilo que por direito ser dos mestres.

Para tentar evitar nossa vitória, o lobby contra os professores e a educação, alugou o TCU,para impedir e até mesmo proibir o repasse de qualquer centavo dos precatórios para o magistério, com duas premissas ridículas e ofensivas aos profissionais da educação.

Pasmem,para justificar o injustificável ,o TCU,diz: professores não podem enriquecer sem justificativa e dinheiro do precatório no bolso do professor não gera qualidade na educação. 

Neste sentido, faço esse pequeno relato,desta grande luta,que uniu a categoria na Frente Norte e Nordeste pela educação com foco na defesa dos Precatórios do Fundef e Novo Novo Fundeb, com a participação da CNTE, hoje somos muito mais fortes.

Na foto estou ao lado do professor e vice presidente da Apeoc Reginaldo Pinheiro, diante do TCU,mostramos nossa indignação e reafirmamos nossa posição de continuar nossa caminhada coletiva pelo respeito à educação e seus profissionais. 

Nada cairá do céu, nem benesse de governos,temos que acreditar, organizar e lutar!

Venceremos !



Bob Fernandes: Moro e Dallagnol mentem e têm sido ridículas as tentativas de negar as conversas vazadas

"Sejamos claros: Moro, Dallagnol & cia. estão mentindo. As conversas existiram e têm sido ridículas as tentativas de negá-las", completou o jornalista Bob Fernandes, sobre a insistência dos envolvidos em negar os fatos revelados pelo The Intercept


O jornalista Bob Fernandes classificou como "ridículas" as tentativas de Sergio Moro, ex-juiz e atual ministro da Justiça, e do procurador Deltan Dallagnol de negar a veracidade das conversas reveladas pelo The Intercept. 

"Sejamos claros: Moro, Dallagnol & cia. estão mentindo", frisou ele. "As conversas existiram e têm sido ridículas as tentativas de negá-las", completou o jornalista em vídeo no seu canal no YouTube. 

"Os objetivos eram claros: fazer política e atiçar manifestações contra Lula, PT e esquerdas", acrescentou.



Sejamos claros: Moro, Dallagnol & cia. estão mentindo. As conversas existiram e têm sido ridículas as tentativas de negá-las. Os objetivos eram claros: fazer política e atiçar manifestações contra Lula, PT e esquerdas... Veja no YouTube: https://youtu.be/t6_-10rn2Mw 

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O que a prisão de Prestes pode ensinar a Lula

Por Carlos D'Incao - historiador

Há 82 anos Luis Carlos Prestes, o maior líder popular do Brasil naquela época, apelidado de “Cavaleiro da Esperança” por Jorge Amado, era preso pela polícia política de Getúlio Vargas.

Junto com Prestes também era presa sua esposa Olga Benário. E Olga estava grávida. Mas como Olga era estrangeira, Getúlio decidiu por sua extradição. Mas ela não era qualquer estrangeira, ela era alemã, judia e comunista. Sua extradição era uma sentença de morte...

Os advogados de defesa lutaram por todas as vias para evitar sua extradição, mas no fim o STF negou os pedidos de clemência, ignorou as leis brasileiras e ordenou sua expulsão do país. Olga morreu em uma câmara de gás em um campo de concentração Nazista.

Sua filha, Anita, milagrosamente sobreviveu, pois os tribunais nazistas concederam à criança seu direito de viver com os avós paternos. Sim, os tribunais nazistas foram mais humanos do que os tribunais brasileiros...

Prestes, por sua vez, ficou preso e em isolamento por 9 anos. Seu advogado, o famoso Dr. Sobral Pinto, chegou a apelar ao STF se valendo da Lei de Proteção aos Animais para que Prestes pudesse ter melhores condições na prisão... Tudo em vão. O STF negou todo e qualquer recurso para dar o mínimo de dignidade a Prestes...

Ao longo dos 9 anos de prisão não faltaram manifestações nacionais e internacionais de apoio a Prestes... Tudo mais uma vez em vão... A justiça brasileira ignorou todo e qualquer apelo para ser “mais clemente e humana” ou tão somente “justa”.

Precisou uma Guerra Mundial, a derrota do Nazifascismo e a deposição de Getúlio para que finalmente Prestes fosse anistiado e solto.

E o que podemos aprender com tudo isso? Naquela época a maior ameaça para os donos do poder era Prestes, hoje a maior ameaça é Lula... Não haverá perdão e nenhum alívio para Lula, da mesma forma que não houve para Prestes. Ainda mais se depender do STF...

A condenação de Lula é pra valer e a ideia é que ele morra na cadeia. Já assassinaram sua esposa, Marisa... Agora chegou a vez de Lula. Não importam os movimentos de apoio nacional e internacional.

As elites do Brasil nunca se sentiram envergonhadas de suas barbaridades... Com algumas poucas medidas sócio-econômicas, Lula tirou da miséria 40 milhões de brasileiros, o que vale dizer que esses milhões de indigentes nunca tinham sido motivo de vergonha para aqueles que estavam no poder.

Ser classe dominante no Brasil significa ser, antes de qualquer coisa, cruel e desumano. Não há no seu dicionário a palavra “compatriota” e muito menos “compaixão”.

Cinicamente está é também a classe dominante mais cristã do mundo...

A elite brasileira por muito tempo se sentiu aviltada e injustiçada por Lula e pelo PT no poder. Isso não significa que ela não tenha ganhado dinheiro nessa época. Ganhou muito. Mas ela se sentiu aviltada em ver pobre com mais direitos e seu sentido de injustiça é único e só entende quem vive no Brasil...

Vejamos.

Ser da elite brasileira é achar que algo foi injusto quando as coisas não foram injustas em seu benefício.

E essa “injustiça” será cobrada com grande fúria e de forma impiedosa contra Lula e o PT.

Há muito tempo atrás quando havia o medo (concreto) de uma insurreição comunista no Brasil as elites agiram daquela forma com Prestes... Imagina agora em que não há nem cheiro disso no Brasil...

Ao que parece as lições do passado não foram muito bem aprendidas pela esquerda. A esquerda até que evoluiu no sentido de tentar criar nesse país um Estado Democrático de Direito de verdade... mas a direita não... ela continua a mesma de sempre... Por isso, Lula só sai da cadeia pela força ou para a forca.

Esperar pela compaixão ou pelo bom senso dos tribunais brasileiros é delírio ou inocência. O calvário de Lula só está começando... E caberá ao povo e as lideranças de esquerda decidir se vai cruzar os braços e ver Lula morrer na cadeia por um crime que não cometeu ou vai começar a pensar seriamente em agir de forma mais beligerante.

Alguns dizem que a guerra enfraquece a razão do Homem, mas é importante também reconhecer que a paz enfraquece o seu caráter e o seu espírito, ainda mais quando não lhe faltam razões para lutar.

APEOC COBRA HOMOLOGAÇÃO DO CONCURSO EM AUDIÊNCIA PÚBLICA E GARANTE REUNIÃO TÉCNICA COM A SEDUC

Nesta sexta-feira (28), a Comissão de Educação da Assembleia Legislativa do Ceará, presidida pelo deputado Queiroz Filho, realizou uma Audiência Pública sobre a homologação e convocação dos Aprovados no Concurso para Professor. Uma solicitação do Sindicato APEOC, que tem lutado junto com os concursados uma posição efetiva do Governo Estadual sobre o certame.

O presidente Anizio Melo pediu a colaboração do deputado Queiroz Filho para viabilizar uma reunião com a articulação política do Palácio da Abolição. Cobrou ainda uma reunião técnica com a SEDUC, o que no final da reunião foi atendido pela própria secretária da Educação, Eliana Estrela, que confirmará uma data até o dia 5 de julho.

Reginaldo Pinheiro, vice-presidente da APEOC, considerou que esse não é momento para judicialização, mas ponderou que em setembro, prazo pedido pelo governador, que o Abolição venha com ações efetivas quanto a homologação e cronograma para convocação.

O deputado Queiroz Filho mostrou-se sensível à causa, afirmando que fará o possível para articular uma reunião com o secretário da Articulação Política do Governo, Nelson Martins.

ENCAMINHAMENTOS
  • Reunião com a articulação política do Governo;
  • Reunião técnica com a SEDUC que deverá ser marcada até 5 de julho;
  • Nota Pública da Comissão de Educação sobre a homologação do Concurso; e
  • Plenária no Sindicato APEOC com os concursados.
Participaram da audiência os dirigentes da APEOC Mikaelton Carantino e Paulo César, o representante da Comissão de Aprovados, Edilson Fialho, e professores aprovados no certame.

Página Musical - Ângelo Máximo cantando: A Primeira Namorada


Ângelo Máximo- A Primeira Namorada


A chuva já molhou a rua
A noite está chegando ao fim
Enquanto esta cidade acorda
Eu sinto aumentar em mim
A dor de uma tristeza imensa
Que deixa no meu coração
Agora com maior certeza
Todo desespero de uma solidão
A primeira namorada é difícil esquecer
Se você não volta logo de saudade vou morrer
A primeira namorada é difícil esquecer
Se você não volta logo de saudade vou morrer
A lua já se foi embora
O sol agora vai nascer
Enquanto meu sorriso morre
Eu sinto meu amor crescer
A brisa que desliza fria
Parece me falar de amor
Eu sinto ter você por perto
Todo seu carinho todo seu calor


Veja revela testemunhas que colocam em xeque imparcialidade de Moro

Reportagem da revista Veja deste final de semana revela as duas testemunhas que aparecem no diálogo pouco republicano entre o então juiz Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol, revelado pelo The Intercept Brasil, no caso em que o atual ministro da Justiça instruiu Dallgnol a procurar uma pessoa que incriminaria o ex-presidente Lula.

Por Iram Alfaia

São o técnico em contabilidade Nilton Aparecido Alves e o empresário Mário César Neves, ambos de Campo Grande (MS). A reportagem ouviu do último que o Ministério Público procurou o técnico.

“O pessoal do Ministério Público me ligou, não sei mais o nome da pessoa, mas ela queria saber quem era o Nilton, que serviços ele prestava e como poderia encontrá-lo”, contou o empresário.

No diálogo mais comprometedor até agora, Moro aparece claramente sugerindo testemunhas para a incriminar o ex-presidente, o que fere frontalmente o Código de Processo Penal (CPP) e a ética da magistratura.

Só para lembrar:

Moro: Então. Seguinte. Fonte me informou que a pessoa do contato estaria incomodado por ter sido a ela solicitada a lavratura de minutas de escrituras para transferências de propriedade de um dos filhos do ex-Presidente. Aparentemente a pessoa estaria disposta a prestar a informação. Estou então repassando. A fonte é séria.

Dallgnol: Obrigado!! Faremos contato.

Moro: E seriam dezenas de imóveis.

Às 18h08min08s, depois de se comunicar com “a pessoa do contato”, o procurador enviou uma mensagem a Moro:

Dallagnol: Liguei e ele arriou. Disse que não tem nada a falar etc… quando dei uma pressionada, desligou na minha cara… Estou pensando em fazer uma intimação oficial até, com base em notícia apócrifa.

Moro: Estranho, pois ele é quem teria alertado as pessoas que me comunicaram. Melhor formalizar então.

Moro: Supostamente teria comentado com (SUPRIMIDO) que por sua vez repassou a informação até chegar aqui.

Dallagnol: Posso indicar a fonte intermediária?

Moro: Agora já estou na dúvida.

Moro: Talvez seja melhor vcs falarem com este (SUPRIMIDO) primeiro.

Dallagnol: ok

Dallagnol: Ok, obrigado, vou ligar.

Reportagem 

No diálogo, Moro se refere a Nilton Aparecido como a pessoa que fora instada “a lavrar escrituras de transferências de propriedade de um dos filhos do ex-presidente”.

Segundo a revista, ele tem um escritório no centro de Campo Grande e ao ser abordado foi evasivo: “Não sei por que meu nome está nessa história. Alguém deve ter falado alguma coisa errada”, disse. Questionado sobre as informações que teria do filho do ex-presidente e se havia prestado depoimento à Lava Jato, o técnico “encerrou a conversa dizendo que não iria declarar mais nada”.

Veja ainda revela que o técnico é conhecido no seu estado por fazer negócios fraudulentos relacionados a terra. “Agentes do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) em Mato Grosso do Sul fizeram uma operação de busca e apreensão na casa de Nilton e recolheram escrituras, agendas, extratos bancários e pen drives. Mas essa investigação não tem relação com a da Procuradoria da República no Paraná”, revela a reportagem.

O homem que ouviu a história do técnico é o empresário Mário César Neves, dono de um posto de gasolina. “Ele confirmou que, na época, em dezembro de 2015, um representante do Ministério Público Federal entrara em contato para pedir-lhe informações sobre o técnico em contabilidade Nilton Aparecido.

Mário César disse à revista que repassou ao Ministério Público o telefone de Nilton. “Eu soube que o Nilton foi chamado para prestar depoimento logo depois dessa ligação para mim”, diz o empresário, que acrescentou que soube disso por meio de funcionários do escritório de Nilton, que trabalha para ele há mais de quinze anos. 

“Se for verdade, a situação de Moro complica-se ainda mais do ponto de vista jurídico. A comprovação de que o Ministério Público, de fato, não apenas ouvia, mas seguia suas orientações, reforça a tese de que, quando magistrado, Moro abandonou a posição de imparcialidade para instruir um dos lados da ação, algo considerado ilegal pelo Código de Processo Penal”, diz um trecho da reportagem.


Em Pacatuba, voluntários se reúnem para revitalizar espaços públicos

O grupo pretende estender o projeto para outras comunidades. Em breve, eles estarão revitalizando a comunidade do Alto São João, também em Pacatuba


Com a proposta de transformar locais que passam despercebidos pela população, os voluntários do Coletivo Aries têm dado novo visual aos espaços urbanos de Pacatuba. A ideia do projeto surgiu com a pesquisa para o mestrado em Artes, de Ariclenes Cassiano Costa, 30, pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE). Segundo ele, que também é professor da rede estadual, os encontros do coletivo ocorrem sempre nas ruas e praças do município, para “pensar sobre arte e fazer arte”.

O nome do coletivo foi decidido em conjunto. É formado das primeiras letras do nome do professor Ariclene, “Ari”; com o conectivo “e”, que denota a ligação entre os membros; e o “s” no final para a pluralidade. Além de pinturas em equipamentos públicos e proposições artísticas, os jovens também praticam arte com sketchbooks (ou livros de artistas), que servem de esboços no processo criativo.

Tratando da relação de ensino e aprendizagem em Artes Visuais no contexto informal, o professor percebeu avanços em sua pesquisa, a partir do trabalho desenvolvido no coletivo. “Muitos dos membros nem sequer usavam tintas ou pincéis, hoje já manipulam esses materiais muito bem, e pensam o processo criativo em arte de maneira magnífica”, ele explica. O trabalho do grupo é feito a partir de voluntariado e com recursos próprios.

José Anderson da Silva, 21, é um dos voluntários do coletivo, antes de participar do grupo seu único contato com as artes foi em cursos de design. “Ser convidado para participar do projeto foi gratificante; uma experiência nunca vista aqui na cidade, que me cativou”, declara o rapaz. Já a estudante Marília Ribeiro, 18, desenvolveu seus dotes artísticos pela primeira vez a partir do Coletivo Aries. “Embora eu nunca tenha praticado [artes] antes, eu sempre desejei me engajar em um grupo”, diz ela.

Desde a revitalização, os moradores se mostraram contentes com os resultados. De acordo com Ariclenes, ele recebeu pedidos de várias pessoas para transformar áreas próximas às suas casas. De acordo com o professor, uma pessoa da comunidade do São José relatou que estava pensando em montar uma barraquinha próximo ao local revitalizado porque, segundo ele, estava muito bonito. “No passar do dia muitos olhavam para algo que, antes, poucos enxergavam”, afirma o professor.

Para acompanhar as novas ações do coletivo, basta segui-los no Instagram @coletivoaries.

JUSTIÇA - O giro de Gilmar

No STF, Gilmar é a mais eloquente pedra no sapato do lavajatismo

Há quem se assuste com o cavalo de pau dado por Gilmar Mendes em relação a Lula e ao PT nos últimos tempos. Adversário histórico da esquerda, Mendes vem sucessivamente votando de forma favorável à libertação do ex-presidente Lula, a exemplo do que aconteceu na última quarta-feira, 26 de junho.

No STF, Gilmar é a mais eloquente pedra no sapato do lavajatismo. O pano de fundo de suas críticas é quase sempre a concepção de mundo a qual Robespierre tentou dar forma em 1789. “Esse sujeito fala com Deus?”, perguntou enquanto imputava a Moro a perversão constitucional de transformar prisões cautelares em definitivas para forçar delações premiadas – uma prática equivalente à tortura, segundo ele, que também já chamou os procuradores da Lava Jato de “cretinos” e ignorantes quanto à noção de processo civilizatório.

Gilmar está certo. O cretinismo da turma Dallagnol já havia ficado claro na apresentação daquele infame powerpoint. A raiva que os procuradores têm de qualquer esboço de iluminismo se tornara uma indisfarçável espinha purulenta no nariz da força tarefa quando Lula virou réu com base em devaneios morais e convicções juvenis (vale lembrar de um Dallagnol vacilante e choroso quanto às provas que tinha contra o ex-presidente, ocasião em que recebeu mimos motivacionais de Moro de acordo com as conversas divulgadas pelo The Intercept Brasil).

Mas o almoço de Gilmar não é de graça, diria Milton Friedman, guru intelectual de Paulo Guedes. É certo que o ministro não age por princípios em suas investidas contra o estado de exceção instaurado pela Lava Jato; foi dele a liminar que impediu que Lula assumisse a Casa Civil, deferida após a divulgação dos áudios da conversa entre ele e Dilma por Moro. Sua ficha em relação à defesa de interesses do PSDB também não é nada republicana. É nela onde aflora de vez o parlamentar de toga.

Quando barrou a nomeação de Lula, a avaliação que Gilmar fazia da conjuntura se alinhava com a do grão-tucanato: ao PSDB, antípoda tradicional do PT, caberia a fatalidade de não deixar esfriar a cadeira desocupada por Dilma Rousseff. Acabaram cometendo os mesmos erros que os social-democratas alemães no início do século XX, que acreditaram que, uma vez varrendo os comunistas do mapa, seriam eles, e não os bufões caricatos do nazismo, que ganhariam espaço.

Gilmar Mendes foi nomeado ministro em 2002 por FHC. Sua fama era a de leão de chácara dos tucanos, o que gerou intensos protestos da comunidade jurídica. “Degradação do Judiciário” foi como o professor Dalmo Dallari classificou sua indicação, para termos dimensão da polêmica ascensão do Advogado-Geral da União conhecido pelos arranca-rabos em que se metia para guardar as costas de seus padrinhos.

Investigação sobre o caso Queiroz blinda o casal Bolsonaro

As investigações sobre as movimentações financeiras atípicas de Fabrício Queiroz, laranja da família Bolsonaro, blinda o presidente e sua esposa, Michele Bolsonaro; O MPF-RJ e a PGR em Brasília enviaram o caso ao MP-RJ, que esbarra em limites jurídicos e políticos. Não pode intimar o chefe do Planalto, por exemplo

As investigações sobre as movimentações financeiras atípicas de Fabrício Queiroz, laranja da família Bolsonaro, blinda o presidente e sua esposa, Michele Bolsonaro. 

O Ministério Público Federal no Rio e a Procuradoria-Geral da República em Brasília enviaram o caso ao Ministério Público do Rio, que esbarra em limites jurídicos e políticos. Não pode intimar Bolsonaro, por exemplo.

O chefe do Planalto admitiu ter recebido R$ 40 mil da conta de ex-assessor, mas é poupado na apuração.

Queiroz tinha uma conta bancária na qual depositava parte dos salários de assessores da Assembleia Legislativa do Rio. Nessa mesma conta foi compensado um cheque de R$ 24 mil em benefício da primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

APEOC E OAB UNIDAS PELOS PRECATÓRIOS DO FUNDEF

Em Brasília, o presidente Anizio Melo, e o vice-presidente, Reginaldo Pinheiro, reuniram-se com o presidente da OAB Ceará, Erinaldo Dantas, para tratar das linhas gerais de um seminário sobre os Precatórios do FUNDEF. O encontro, ainda sem data definida, será realizado em Fortaleza e terá o apoio da Frente Norte/Nordeste em Defesa da Educação.

O Sindicato APEOC, como pioneiro na luta pelos recursos do antigo FUNDEF, está representado na Comissão de Precatórios da OAB Ceará, com os advogado Fabiano Aldo e Ítalo Bezerra como presidente e vice-presidente respectivamente.

O julgamento do Precatório do FUNDEF da Rede Estadual está marcado para 21 de agosto. No mesmo dia serão julgados os precatórios de outros sete estados. Em jogo para o Ceará cerca de 2 bilhões de reais.

quinta-feira, 27 de junho de 2019

A PF descobriu plano para matar esta deputada do Rio, que agora precisa de escolta

Amiga e colega de partido de Marielle Franco, Talíria Petrone (PSOL-RJ) anda de carro blindado no Rio. Governador Wilson Witzel (PSC) informou que obrigação de protegê-la é da PF e não do seu governo.

Por Tatiana Farah

A deputada Talíria Petrone (PSOL-RJ) é protegida por uma escolta da Polícia Legislativa da Câmara dos Deputados em Brasília desde abril. Durante a Páscoa, ela recebeu um telefonema da polícia informando sobre o esquema de segurança, que foi adotado porque a Polícia Federal (PF) do Rio de Janeiro detectou, em mensagens trocadas pela Dark Web (uma camada abaixo da Deep Web), que sua vida estava em risco.

Os diálogos captados pela PF eram consistentes a ponto de Talíria ter de ficar entre duas e três semanas sem voltar ao Rio, onde foi eleita para seu primeiro mandato federal no ano passado. E o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), solicitou por duas vezes ao governador do estado, Wilson Witzel, um pedido de escolta para a deputada. A resposta não veio. Tampouco ao pedido de reunião com o governador feito pela bancada federal do PSOL para tratar do assunto.

"É uma situação horrível. Ninguém em sua plena consciência gosta de viver com privações e é disso que se trata", disse Talíria ao BuzzFeed News nesta quinta-feira (27). "Quando era vereadora, eu ia para Câmara de bicicleta. Hoje eu tenho de alugar um blindado para andar no Rio".


Amiga da vereadora assassinada Marielle Franco, Talíria era vereadora em Niterói. Seu discurso é semelhante a da colega morta: contra milícias e abusos das autoridades policiais e em defesa de mulheres e LGBTI+.

"Desde o início da vida pública, eu enfrento diversas formas de ameaça. São injúrias raciais, com pessoas que falam pelas redes sociais coisas como 'negra nojenta, volta para a senzala ou para a favela' e ameaças como 'a milícia tem de te matar mesmo como matou a vadia da Marielle'", conta a deputada.

Mas as ameaças do submundo da internet, onde são engendrados crimes e proliferam discursos de ódio anonimamente, foram vistas pela Polícia Federal como algo mais sólido contra a deputada.

"Uma coisa é a pessoa vir pela rede social ofender e ameaçar. Outra é pela dark Web, onde há grupos de supremacia branca com discursos de ódio, mas atua também o Escritório do Crime [grupo identificado pela polícia do Rio como matadores de aluguel".

Talíria disse esperar providências do governador para garantir sua segurança e está tomando medidas pessoais para proteger sua família em Niterói. Ela contou que a polícia tem dificuldade em identificar os autores das ameaças.

A deputada disse que não vai evitar ir ao Rio, mesmo sem o apoio de Witzel. A demora da resposta do governador foi revelada nesta quinta-feira (27), pelo colunista Ancelmo Gois, de O Globo.

Ao BuzzFeed News, a assessoria de Witzel informou que o Gabinete de Segurança Institucional do governador negou a escolta pessoal para Talíria. “Por se tratar de um pleito na esfera federal, o gabinete concluiu que este deve ser verificado pela Polícia Federal e irá encaminhá-lo à Superintendência da PF no Estado do Rio de Janeiro”.

Segundo a assessoria, a deputada tem direito à proteção militar do Rio “quando estiver no estado em missão oficial, assim como outras autoridades”. E, para isso, seu pedido deve ser encaminhado com 48h de antecedência para ser autorizado pelo governador.

"Quando chega uma ameaça como essa, a gente tem medo. Mas esse medo se transforma em mais urgência ainda para defender as nossas causas. Acredito que essas pessoas vêm meu mandato como uma afronta ao poder constituído. Sou uma mulher negra que denuncia um modelo genocida de segurança pública, que pede investigação de milícia e defende a ampliação dos direitos das mulheres e dos LGBT".

Talíria explicou que, apesar de ter detectado a ameaça, não é atribuição da PF fazer sua escolta no Rio, mas dos órgãos de segurança do governo do estado.

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