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Cármen Lúcia, do STF, arquiva pedido para que Moro fosse investigado por abuso de autoridade

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o arquivamento de um pedido do PT para que o ministro da Justiça, ...

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Pacatuba Em Foco


Pacatuba Em Foco - A Melhor Calçada Virtual

AGILIZA CAMILO: Não abrimos mão do Reajuste, Promoções e Fim do Teto do Vale-Alimentação

Em reunião nesta quinta-feira (28), no Palácio da Abolição, o Sindicato APEOC cobrou o secretário da Casa Civil, Élcio Batista, agilidade nas pendências de 2018 e a Pauta de Reivindicações 2019.


Em discussão, os seguintes pontos da pauta:
  • Aplicação do Piso do Magistério na Carreira Estadual: O Sindicato APEOC deixou claro que não abre mão do reajuste de 4,17% para ativos, aposentados e temporários, retroativo a janeiro de 2019;
  • Promoções sem Titulação 2016/2017 e 2017/2018: A APEOC ressaltou que no período 2016/2017, o retroativo já atinge 85% de um mês de salário. Quanto ao período 2017/2018, esse acumulado chega a 30%. O Sindicato cobrou a retroatividade e o pagamento imediato. A entidade espera que até o início de abril a pauta seja atendida e o pagamento realizado;
  • Fim do Teto do Vale-Alimentação: A direção da APEOC cobrou o fim do teto, como garantia de que todos os professores recebam o benefício, independente do valor do salário. Esse é um compromisso do governador Camilo Santana, firmado com a APEOC e a entidade cobra celeridade. Os estudos sobre o impacto financeiro já foram realizados;
  • Integralidade da Regência de Classe na aposentadoria: O Sindicato APEOC tem negociado primeiramente de forma administrativa. Mas caso as negociações não sejam efetivadas, a assessoria jurídica da entidade já está pronta para tomar as medidas cabíveis;
  • Mudança na Tabela Vencimental dos Profissionais da Educação: A APEOC cobra que o desgaste salarial que vêm sofrendo esses profissionais chegue ao fim, com a garantia de ganhos na carreira;
  • Pagamento de Prêmio e Gratificações: O Sindicato APEOC afirmou que com o fim o período proibitivo eleitoral não há mais motivo para que os prêmios e gratificações não sejam pagos pelo governo.
Cobrada a pauta, ficou acertada uma audiência com o governador Camilo Santana para o início do mês de abril, a pauta foi apresentada e até a reunião com o governador serão realizados estudos técnicos do Sindicato APEOC e a SEDUC para tratar também da pauta com a SEPLAG e SEFAZ.

“Não abrimos mão do reajuste, das promoções, do fim do teto do vale-alimentação, dos ganhos remuneratórios dos profissionais da Educação, continuaremos remando contra a maré, de olho na DEFORMA da Previdência e da retirada de direitos trabalhistas. Venceremos!” afirmou Anizio Melo.

O Sindicato APEOC chama atenção de toda a categoria, dos estudantes e da sociedade para a Jornada de Lutas 2019, que tem início no próximo dia 8 de Março, com uma Mobilização pelos direitos das mulheres, fim do machismo e contra a Reforma da Previdência. No dia 22 de março, a Mobilização Nacional contra a Reforma da Previdência e no dia 11 de Abril, o Dia D nas regiões Norte e Nordeste em defesa da Educação Pública.

Aprovação de Bolsonaro é a mais baixa de um presidente brasileiro no primeiro mandato

Enquete divulgada nesta terça (26) foi encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT)

Segundo a pesquisa feita pelo instituto MDA e encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT), o começo do governo de Jair Bolsonaro (PSL) é visto por 29% da população como regular, e como ruim ou péssimo por 19%. A enquete, realizada entre 21 e 23 de fevereiro, mostra que o novo governo é bom ou ótimo para 38,9%; 13,1% não soube ou não quis responder. Desde que a pesquisa começou a ser realizada, em 1998, nenhum presidente brasileiro eleito havia apresentado índices tão baixos de aprovação em um primeiro mandato. 

A pesquisa CNT/MDA no primeiro governo de Luiz Inácio Lula da Silva, em 2003, apontava uma aprovação de 56,6%. Já o início do primeiro governo de Dilma Rousseff (PT) foi considerado bom ou ótimo por 49,2% da população. O governo de Michel Temer (MDB) – que não foi eleito como presidente –, teve uma aprovação de 11% nos primeiros meses. 

Fonte: Relatório síntese da pesquisa CNT/MDA
Para o cientista político Alberto Carlos Almeida, "a atual avaliação de Bolsonaro por essa pesquisa indica um nível próximo ao de Dilma em setembro de 2014. Por analogia, se a eleição fosse hoje ele venceria por uma margem apertada. Ainda estamos no período de lua-de-mel, quando o eleitor diz: 'ainda não deu tempo para ele fazer alguma coisa'". 

A pesquisa divulgada nesta terça (26) ouviu 2.002 pessoas em 137 municípios de 25 unidades federativas nas cinco regiões do país. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.

DELAÇÃO DA OAS REVELA PROPINAS DE R$ 125 MI PARA POLÍTICOS, INCLUINDO SERRA E AÉCIO

As delações premiadas de oito ex-funcionários da empreiteira OAS, no âmbito da Lava Jato, detalharam o repasse de propinas e caixa 2 para 21 políticos de oito partidos; entre os nomes citados pelos delatores como beneficiados do esquema estão o do senador José Serra (PSDB-SP), o deputado Aécio Neves (PSDB-MG), além do ex-governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral e o ex-prefeito do Rio, Sérgio Cabral, além de diversos funcionários públicos, dirigentes de estatais, doleiros, integrantes de fundos de pensão e empresários


As delações premiadas de oito funcionários da chamada Controladoria de Projetos Estruturados da empreiteira OAS, que ficou conhecido como o departamento de propinas da empresa, relataram o repasse de propinas e caixa 2 para 21 políticos de oito partidos. Entre os nomes citados pelos delatores como beneficiados do esquema estão o do senador José Serra (PSDB-SP), o deputado Aécio Neves (PSDB-MG), o ex-governador do rio de Janeiro Sérgio Cabral e o ex-prefeito do Rio, Sérgio Cabral.

De acordo com o jornal O Globo, as citações constam de um relatório da Procuradoria-Geral da República (PGR) que resume 127 depoimentos feitos por ex-executivos da empreiteira. O documento contém, ainda, informações sobre o financiamento de campanhas políticas, as obras que foram superfaturadas e o sistema de funcionamento do esquema.

Além dos políticos delatados, também foram citados como beneficiários do esquema diversos funcionários públicos, dirigentes de estatais, doleiros, integrantes de fundos de pensão e empresários.

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Equipe Show de Bola - Pacatuba Em Foco 

Narração : Marcos Varela 
Reportagens: Marcelo Leite 

Crédito do Vídeo: TV Artilheiro

A revolução cubana foi há 60 anos

Numa altura em que forças à conta do imperialismo foram rechaçadas na sua tentativa de impor um “golpe de Estado constitucional” na Venezuela, com Trump a ameaçar invadir também Cuba, de novo, considerámos importante relembrar o modo como foi desencadeada a revolução cubana e, nomeadamente, o papel desempenhado pela população da ilha para a vitória dessa revolução.

A revolução cubana marcou profundamente a história recente da América Latina e inspirou a luta anti-imperialista noutras partes do mundo. Há 60 anos, Cuba era uma semi-colónia dos EUA, um paraíso para todo o tipo de máfias e dirigido, com mão-de-ferro, pela ditadura de Fulgencio Batista.

Para registar esse aniversário, publicamos um condensado do artigo de François Péricard no jornal do POI francês, Informations Ouvrières (Informações operárias), nº 539, de 7 de Fevereiro deste ano.

Uma revolução operária e camponesa

Ainda no início de 1960, Fidel Castro e os outros dirigentes do Movimento 26 de Julho declaravam situar-se nos limites do regime capitalista. Entretanto, muito rapidamente, o imperialismo dos EUA e a burguesia latifundiária cubana seriam expropriados.

Segundo muitas análises e comentários sobre a revolução cubana, poderia parecer que a destruição do regime de Batista, a entrada das colunas rebeldes em Havana e, depois, a expropriação dos capitalistas, teriam sido o resultado de algo que veio de cima para baixo, ou teriam sido dados ao proletariado e às massas camponesas de Cuba por Fidel Castro e o Movimento 26 de Julho. Nada é mais falso.

É exactamente o inverso: o movimento de massas levou o processo revolucionário muito mais longe do que pensavam ou queriam, inicialmente, Fidel Castro e os seus camaradas.

Recordemos que o próprio nome da organização “Movimento 26 de Julho” foi dado em razão da derrota da tentativa de derrubar, em 1953, a ditadura de Batista através de um golpe-de-mão, que era tomar o quartel de Moncada, e que terminou com um massacre dos atacantes.

A 2 de dezembro de 1956, o desembarque do iate Granma foi outra derrota, como o próprio Fidel escreveu: “Desembarcámos com 83 homens e sofremos imediatamente um primeiro revés… Poucos camaradas tombaram durante esse ataque governamental, mas o grupo foi inteiramente dispersado. Comigo só restaram dois homens e suas espingardas; com meu irmão Raul, oito homens e sete espingardas… Muitos camaradas foram feitos prisioneiros pelo Exército e assassinados”.

Os sobreviventes conseguiram chegar à serra Maestra, onde já havia grupos de guerrilha, graças à ajuda de camponeses. A 28 de Janeiro de 1957, uma greve paralisou as cidades de Manzanillo, Bayamo, Centramestra e Santiago de Cuba. Fidel Castro pôde reconstituir o seu grupo, graças ao apoio dado pelas organizações do “26 de Julho”, existentes nas cidades e sobretudo no campo.

O papel do movimento de massas

A acção de Castro e do “26 de Julho” decorreu do impasse do regime de Batista, do seu apodrecimento e do despertar de um poderoso movimento de massas, de início no seio dos camponeses, mas que também se desenvolveu nas cidades.

A 9 de Abril de 1958, após o assassinato de Franco País, dirigente do “26 de julho”, estoirou uma greve geral em Santiago de Cuba contra a ditadura. O seu fracasso não contradiz, de modo nenhum, esta constatação. Lançado, arbitrariamente, pelo Movimento “26 de Julho”, este apelo à greve chocou-se com a oposição e a sabotagem do partido estalinista cubano, à época chamado Partido Popular Socialista.

O Exército de Batista contava com 70 mil homens bem armados. O exército rebelde e as milícias populares não passavam de 5 mil homens mal-armados, muitos sem espingarda, em todo o país e já no final da luta. Mas o Exército de Batista era incapaz de travar o menor combate sério, pois o Exército é um reflexo da sociedade: a sua decomposição traduz o apodrecimento dessa sociedade.

A greve operária nacional durou quase uma semana, sendo um factor decisivo para a vitória ao aniquilar as tentativas de golpe militar, apoiado pelos EUA. e consolidar o novo poder revolucionário.

Um testemunho direto

No seu “Diário da Revolução Cubana”, Carlos Franqui relata os momentos finais da tomada do poder, assim que se soube da fuga de Batista da ilha, na madrugada de 1 de Janeiro de 1959:

“Pedimos às estações de rádio de Havana que se sincronizassem connosco… Às 11 horas da manhã, Fidel chegou à estação de rádio e fez o seu discurso ao povo: alertou para o perigo de golpe militar, pediu que fosse declarada a greve geral revolucionária, ordenou às colunas rebeldes que avançassem e pediu ao povo de Santiago de Cuba para se preparar para a batalha imediata. De facto, ele ratificou o que havíamos sugerido numa primeira proclamação (…). No dia seguinte, 2 de Janeiro, proclamou-se Urrutia presidente, na Universidade de Santiago; nessa noite Fidel discursou: «Desta vez é a revolução mesmo».”

Para entender a importância decisiva da greve geral, é preciso dizer que, quando o general Cantillo fez a sua tentativa de golpe militar, ele contava com o apoio da sempre poderosa Embaixada dos EUA, da Corte Suprema, das classes ricas do país, dos velhos políticos, da Igreja católica, da imprensa tradicional e dos sectores conservadores, tendo ao seu serviço o Exército, a Polícia e os corpos repressivos da ditadura.

A greve geral pesou, de modo decisivo, para desarmar psicologicamente os militares, da mesma forma que a recusa maciça do povo de votar nas eleições de 3 de Novembro de 1958 (80% de abstenção, sendo o voto obrigatório).

A greve geral foi o instrumento da vitória, o Movimento “26 de Julho” a sua coluna vertebral em todo o país e Fidel Castro o seu líder incontestado.

Freixo diz que ministro da Educação será processado após carta

Governo enviou mensagem pedindo que escolas particulares leiam slogan de Bolsonaro, executem Hino e filmem a ação


O deputado federal Marcelo Freixo (PSOL-RJ) afirma, em um vídeo divulgado nesta segunda-feira 25 em suas redes sociais, que entrará com um processo de crime de responsabilidade contra o ministro da educação, Ricardo Velez, após carta enviada por e-mail para escolas particulares.

A mensagem, assinada pelo ministro, pede que os responsáveis pelas escolas leiam o slogan de Bolsonaro, executem o Hino Nacional e filmem a ação que deve ser lida para professores, alunos, e demais funcionários das unidades.

“Brasileiros! Vamos saudar o Brasil dos nPSOLovos tempos e celebrar a educação responsável e de qualidade a ser desenvolvida na nossa escola pelos professores, em benefício de vocês, alunos, que constituem a nova geração. Brasil acima de tudo. Deus acima de todos”, traz o texto.

Freixo lembra que esse slogan é o lema utilizado por Bolsonaro em sua campanha presidencial, logo o ministro não poderia utilizar isso como doutrinação. “Ele utiliza um lema de campanha para fazer doutrinação em massa nas escolas. Ministro, não é esse seu papel. Não é esse o tipo de pregação que cabe a um ministro de Educação. Vamos entrar com crime de responsabilidade contra o senhor”, diz o deputado.

A CartaCapital procurou o Ministério para checar o objetivo da ação e se ela será direcionada a todas as escolas em território nacional, mas não obteve resposta até o fechamento da reportagem.

Confira o vídeo:


Protestos chamam atenção da sociedade cearense para situação dos jornalistas

O Sindicato dos Jornalistas do Ceará (Sindjorce) realizou uma série de atividades na última semana para destacar as dificuldades enfrentadas pelos jornalistas cearenses nas negociações para a celebração das Convenções Coletiva de Trabalho da categoria. Dois atos de protesto e uma panfletagem em cruzamento marcaram o calendário organizativo, cujo objetivo central foi denunciar à sociedade a tentativa de desvalorização promovida pelo patronal.


A situação é mais greve no setor de mídia impressa: os donos de jornais e revistas do Estado desvalorizam seus trabalhadores ao oferecer apenas o vergonhoso e desonroso reajuste salarial de 1%. Desde julho de 2018, a categoria aguarda um posicionamento das empresas sobre o percentual de crescimento salarial, mas o índice apresentado não chega a nem metade da inflação, que foi de 3,64% em setembro de 2018 (data-base dos jornalistas de veículos impressos).

Além de impor aos funcionários seis meses sem reajuste salarial, o patronato insiste na retirada ou redução de direitos históricas das Convenções Coletivas do setor, denotando a humilhação, a precarização e a exploração pela qual vem passando os jornalistas cearenses.

Paralisação no O Povo

A indignação dos operários da notícia foi demonstrada na última segunda-feira (18/02), em paralisação realizada junto à redação do Jornal O Povo. O protesto, que contou com discursos em solidariedade ao jornalista Kaio Cézar, que pediu demissão no sábado (16/02), ao vivo, durante o encerramento do Globo Esporte, na TV Verdes Mares, chamou a atenção de quem passava em frente ao periódico, na Avenida Aguanambi. A atividade teve, ainda, fala do presidente do Sindicato dos Gráficos do Ceará (Sintigrace), Rogério Andrade. A categoria também está tendo seu direito ao auxílio-creche descumprindo pelos donos do jornal Diário do Nordeste.

Os profissionais do jornal mais antigo do Ceará participaram de protesto convocado pelo Sindicato, que destacou a ameaça ao direito à creche integral. As organizações jornalísticas querem reduzir o auxilio a apenas 10% do piso salarial, ou seja, cerca de R$ 220, valor irrisório para se conseguir uma escola de educação infantil.

“Reconhecimento não é elogio, dizendo que a matéria tá bacana ou tapinha nas costas. Reconhecimento é salário, é reajuste salarial, é benefício, é dinheiro no bolso do trabalhador e da trabalhadora que ajuda a construir o conglomerado de mídia. Não existe jornalismo sem o trabalho do jornalista e é isso que essas empresas precisam compreender. E se não compreenderem de uma forma branda, com mediação no Ministério do Trabalho, nós continuaremos denunciando à sociedade”, denunciou a presidente do Sindjorce e segunda tesoureira da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), Samira de Castro.

Ato no Sistema Verdes Mares

A agenda de atos da categoria teve continuidade no dia seguinte (19/02). Assim como n’O Povo, o segundo movimento, realizado na Praça da Imprensa, em frente ao Sistema Verdes Mares, grupo que publica o Diário do Nordeste, também prestou apoio ao jornalista Kaio Cézar.

“Nossa dor não sai na mídia, mas dessa vez saiu”, desabafou Rafael Mesquita, secretário geral do Sindjorce e diretor de Educação da FENAJ, em frente ao Sistema Verdes Mares. O dirigente lembrou que Kaio Cézar demitiu-se por não mais aguentar o assédio moral, a precarização e o desrespeito que vinha sofrendo.

Com o movimento, o sindicato conseguiu chamar atenção para a dolorosa conjuntura enfrentada pelos jornalistas cearenses. Quem testemunhou o ato Praça da Imprensa ou a panfletagem na Avenida Antonio Sales, mostrou solidariedade e indignação diante do tratamento dado aos empregados pelos proprietários de mídia cearenses.

Assim, a atividade contou com a adesão dos moradores do bairro, de quem fazia caminhada e de quem se locomovia em seus veículos próprios ou em coletivos. Teve quem buzinasse em favor do movimento, filmasse a ação ou pedisse fala no protesto. Porém, o piquete não pode contar com a participação dos jornalistas do Sistema, que trabalham sob o regime do medo, acuados, sendo, ao menor sinal de reação, interpelados com o perigo da demissão.

“Não é todo dia que vemos manifestação de jornalistas. É uma vergonha o que os Queiroz estão fazendo! Acham que vão levar o dinheiro para o túmulo? Pague o direito dos trabalhadores que sustentam o negócio de vocês!”, disse ao microfone um apoiador que passava na rua.

Luta continua!

A presidente do Sindjorce reforça que a agenda de luta está mantida. A categoria recebeu a ultrajante proposta de 1% com muita indignação e promete resistir não só ao achatamento salarial como a tentativa de redução de conquistas históricas.

Deputado estadual colocou 3 pessoas da família como candidatas nas Eleições 2018

André Fernandes foi o mais votado para a Assembleia Legislativa do Ceará


O deputado estadual André Fernandes (PSL-CE), o mais votado para a AL em 2018, colocou três mulheres de sua família para concorrer nas Eleições do ano passado.

A nova liderança política lançou a mãe Marilene e a irmã Cinthia Fernandes para a Câmara Federal. E ele e sua outra irmã Andreia Moura disputaram vagas na Assembleia.

As candidaturas de Marilene e Cintiha Fernandes foram impugnadas. Daí elas tiveram zero votos pois suas fotos nem apareceram nas urnas.

Em tempo

Já Andreia Moura teve um desempenho bem inferior ao de André, que superou os 109 mil votos. Ela tirou apenas 1.130 votos.

Em tempo II

Agora, André Fernandes, que é a nova estrela da política cearense, tem o dever de explicar que estratégia é essa de lançar toda a família como candidato à Câmara Federal e à Assembleia.

Veja as candidatas


“Nenhum passo atrás” APEOC cobra incorporação integral da Regência na aposentadoria

Na próxima audiência no gabinete do governador Camilo Santana, marcada para o próximo quinta-feira (28), o Sindicato APEOC irá cobrar do Executivo a revisão do parecer da Procuradoria Geral do Estado, que interpretando a Lei Complementar 159/2016, só tem incorporado de forma integral a Regência de Classe na aposentadoria do professor se o mesmo tiver pelo menos 5 anos de contribuição.

De acordo com a lei, o valor das gratificações ou adicionais por titulação concedidos no âmbito funcional aos servidores estaduais, observado o tipo de titulação, somente poderá ser considerado no cálculo do valor inicial dos proventos se decorrido o lapso temporal de, no mínimo, 60 (sessenta) meses de efetiva contribuição ao SUPSEC sobre referido valor até a data do requerimento do benefício.

O Sindicato APEOC repudia tal interpretação, tendo em vista que desde 2016, os profissionais do Magistério têm tido perdas significativas em suas aposentadorias. A entidade defende a integralidade da gratificação, tendo em conta a Nova Carreira do Magistério. Para a APEOC, a PGE deve retirar da sua interpretação a Regência de Classe, um direito mais do que consolidado do professor, que há décadas recebe essa gratificação.

O assunto será levado ao governador, a APEOC mobilizará a categoria e prepara a estratégia jurídica, com ações na Justiça caso não haja avanços nas negociações. Essa perda na aposentadoria não poderia vir em momento pior, tendo em vista a “DEFORMA da Previdência” apresentada pelo Palácio do Planalto, que atinge em cheio professoras e professores com um tempo maior de contribuição para se aposentar com a integralidade.

“Não vamos admitir nenhum passo atrás. A nossa trajetória de luta não permite a retirada de direitos. O parecer da PGE vai nos levar a uma grande mobilização. Levaremos a questão ao governador. Esperamos que Camilo Santana possa reverter essa grande injustiça. Nosso setor jurídico já está preparado para acionar a Justiça caso necessário para que nenhum professor seja prejudicado. O Sindicato APEOC não abre mão dos direitos da Educação” afimou o presidente Anizio Melo.

APEOC - Chapa Unificada é eleita com 95% dos votos


Foi anunciado nesta quinta-feira (21), pelo presidente da Comissão Eleitoral, Ari Ferreira, e o observador externo Hernesto Luz, o resultado da Eleição do Sindicato APEOC para o mandato 2019/ 2023.

Com 95% dos votos válidos, a Chapa 1 Unificada “Seguindo na Direção Certa” foi eleita. A chapa tem como presidente o professor Anizio Melo e como vice-presidente, o professor e advogado Reginaldo Pinheiro. Foram 4.335 votos, onde 4.139 filiados votaram na Chapa 1, tendo 96 votos em branco e 100 votos nulos.

A posse da nova chapa ocorrerá no próximo dia 28 de fevereiro.

Ari Ferreira, presidente da Comissão Eleitoral, é advogado, dirigente sindical e membro da Comissão Sindical da OAB Ceará.

Hernesto Luz, observador externo do processo eleitoral, diretor da CUT Ceará e da FENASEP, parabenizou a eleição do Sindicato APEOC, ressaltando que foi uma votação limpa, transparente e democrática, assegurando a toda a categoria o direito ao voto.

FLAVIO DINO: PREVIDÊNCIA DE BOLSONARO ‘VAI PROVOCAR UM GENOCÍDIO’

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), bateu duro na proposta de Reforma da Previdência enviada pelo presidente Jair Bolsonaro à Câmara dos Deputados; "O regime de capitalização no Brasil é um escândalo. Vai beneficiar o capital e provocar um genocídio", afirmou


O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), bateu duro na proposta de Reforma da Previdência enviada pelo presidente Jair Bolsonaro à Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (20). "O regime de capitalização no Brasil é um escândalo. Vai beneficiar o capital e provocar um genocídio", afirmou ele, segundo relato da Revista Fórum.

"Há dois cavalos de Tróia absurdos: tirar regras da Previdência da Constituição e jogar em lei complementar; e a introdução do regime de capitalização, em que não há solidariedade social, base do atual sistema de repartição", acrescentou ele no Twitter. "Proposta de reforma da previdência do Governo Federal, infelizmente, tem fortes medidas contra os mais pobres e mais frágeis. Por exemplo, idosos pobres, trabalhadores rurais, pessoas com deficiência".

Proposta de reforma da previdência do Governo Federal, infelizmente, tem fortes medidas contra os mais pobres e mais frágeis. Por exemplo, idosos pobres, trabalhadores rurais, pessoas com deficiência
Além disso, há dois cavalos de Tróia absurdos: tirar regras da Previdência da Constituição e jogar em lei complementar; e a introdução do regime de capitalização, em que não há solidariedade social, base do atual sistema de repartição.
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https://www.brasil247.com/pt/247/nordeste/384550/Flavio-Dino-Previd%C3%AAncia-de-Bolsonaro-%E2%80%98vai-provocar-um-genoc%C3%ADdio%E2%80%99.htm

Moro juiz x Moro ministro: a mudança radical de opinião sobre caixa dois

Ministro da Justiça e Segurança Pública atenua a gravidade do caixa dois, prática que, no passado, ele mesmo chegou a classificar como "pior que a corrupção" e "trapaça"


A cruzada de Sergio Moro pelo combate à corrupção começou a enfrentar obstáculos desde que ele deixou a toga de juiz e foi nomeado ministro da Justiça e Segurança Pública pelo presidente Jair Bolsonaro. Em um passado recente, o juiz curitibano fora celebrado durante as manifestações contra a corrupção. O Super Moro estampava camisetas e bonecos nas ruas e, enquanto a personificação da Operação Lava Jato, fazia palestras e dava entrevistas condenando veemente crimes como o caixa dois. "É uma trapaça", dizia, sobre essa prática.

Mas agora, à frente do Palácio da Justiça, o ministro mudou seu discurso. Ao apresentar seu pacote de medidas para combater os crimes de corrupção – bandeira que elegeu Bolsonaro –, teve de fatiar em três partes o plano e deixar em separado a proposta que criminaliza a mesma prática de caixa dois condenada no passado porque "vieram reclamações" dos políticos. "Alguns políticos se sentiram incomodados de isso [crime de caixa dois] ser tratado junto com corrupção e crime organizado. Fomos sensíveis", disse o ministro. O Governo sabe que, do contrário, o pacote não seria aprovado. Além disso, ao anunciar o fatiamento, o ministro ainda atenuou a gravidade desse crime, afirmando que "caixa dois não é corrupção".

Siga a cronologia da mudança de opinião do ministro:

Agosto de 2016: Caixa dois é “trapaça”

“Eu particularmente sou favorável a essa criminalização [de caixa dois]. Tenho uma posição muito clara: eu acho que o caixa dois muitas vezes é visto como um ilícito menor, mas é trapaça em uma eleição. E há uma carência da nossa legislação de tipificar esse tipo de atividade. E essa carência acaba gerando suas consequências no sentido de que se isso não é criminalizado, é tipo como permitido”. A frase fora proferida pelo juiz durante um debate no Congresso sobre o pacote que promovia as 10 Medidas Contra a Corrupção, que acabou não sendo aprovado.

No mesmo debate, Moro afirmou que o que mais lhe chamou a atenção no decorrer das investigações da Lava Jato foi o fato de os investigados citarem "de forma muito natural" o pagamento e o recebimento de propina. Em um discurso de aproximadamente uma hora, o então juiz também cobrou maior participação do Executivo e do Legislativo no combate à corrupção. 

Abril de 2017: "Caixa dois é crime contra a democracia"

“Tem que se falar a verdade, caixa dois nas eleições é trapaça, é crime contra a democracia. Alguns desses processos me causam espécie quando alguns sugerem fazer uma distinção entre corrupção para fins de enriquecimento ilícito, e a corrupção para fins de financiamento de campanha eleitoral. Para mim, a corrupção para financiamento de campanha eleitoral é pior que para o enriquecimento ilícito”. Sérgio Moro falou a uma plateia de estudantes brasileiros na Universidade Harvard no dia 8 de abril de 2017, sobre diversos assuntos. Dentre eles, a corrupção. "Se eu peguei essa propina e coloquei numa conta na Suíça, isso é provável crime, mas esse dinheiro está lá, não está fazendo mais mal a ninguém naquele momento. Agora, eu utilizo isso para ganhar uma eleição? para trapacear numa eleição? Isso pra mim é terrível", seguiu.


Novembro de 2018, sobre caixa dois de Onyx Lorenzoni

“Ele foi um dos poucos deputados que defendeu a aprovação do projeto das 10 Medidas [contra a corrupção] mesmo sofrendo ataques severos da parte dos seus colegas. Quanto a esse episódio do passado, ele mesmo admitiu seus erros e pediu desculpas e tomou as providências para repará-lo”, amenizou Sérgio Moro, no final do ano passado, quando já havia sido anunciado para compor o novo Governo.

Moro deu uma entrevista coletiva em que foi questionado sobre o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS). Lorenozini, atual ministro-chefe da Casa Civil, admitiu, em maio de 2017, que recebeu 100.000 reais de caixa dois da JBS para a campanha que o elegeu deputado federal em 2014. “Usei sem [fazer a] declaração das contas”, afirmou em entrevista para a rádio Bandeirantes de Porto Alegre. “Quero pedir desculpas ao eleitor que confia em mim pelo erro cometido”, afirmou ele, que foi relator do projeto 10 Medidas Contra a Corrupção.

Fevereiro de 2019: "Caixa dois não é corrupção"

"Não, caixa dois não é corrupção. Existe o crime de corrupção e existe o crime de caixa dois. Os dois crimes são graves. Aí é uma questão técnica". Pressionado pelos parlamentares, Moro fatiou seu projeto, como amenizou o discurso sobre o caixa dois.

Página Musical - Belchior cantando: Divina Comédia Humana


Divina Comédia Humana - Belchior

Estava mais angustiado que um goleiro na hora do gol
Quando você entrou em mim como um Sol no quintal
Aí um analista amigo meu disse que desse jeito
Não vou ser feliz direito
Porque o amor é uma coisa mais profunda que um encontro casual
Aí um analista amigo meu disse que desse jeito
Não vou viver satisfeito
Porque o amor é uma coisa mais profunda que um transa sensual
Deixando a profundidade de lado
Eu quero é ficar colado à pele dela noite e dia
Fazendo tudo de novo e dizendo sim à paixão morando na filosofia
Eu quero gozar no seu céu, pode ser no seu inferno
Viver a divina comédia humana onde nada é eterno
Ora direis, ouvir estrelas, certo perdeste o senso
Eu vos direi no entanto
Enquanto houver espaço, corpo e tempo e algum modo de dizer não
Eu canto



Eleição do Sindicato APEOC



O Sindicato APEOC lançou edital de convocação para a Eleição da Direção Estadual, Conselho Fiscal, Conselho de Representantes nos Municípios e Delegados Representantes junto às Entidades de Grau Superior no último dia 18 de janeiro.

O prazo para o registro de chapas teve início em 19 de janeiro e foi finalizado em 4 de fevereiro. A Chapa Seguindo na Direção Certa foi a única registrada.

No dia 20 de fevereiro, a votação ocorrerá das 10:00 às 20:00 na sede do Sindicato APEOC em Fortaleza, nas 20 zonais da capital e nas regionais distribuídas no interior do estado.

Poderão votar todos os filiados, municipais e estaduais, que estejam em dia com suas contribuições.
Para facilitar o processo de votação é importante que os filiados levem documento de identificação com foto e a cópia do último contracheque (virtual ou impresso).

Veja os locais de Votação na capital e interior:

Urnas Fixas – Fortaleza

EscolaBairro
CEJA Adelino Alcântara FilhoConjunto Ceará
CEJA José WalterConjunto José Walter
CEJA Monsenhor Hélio CamposCristo Redentor
CEJA Paulo FreireSão Gerardo
CEJA Professor Gilmar Maia de SousaCentro
CEJA Professor José Neudson BragaBenfica
CEJA Professor Moreira CamposParangaba
CEJA Professora Maria Eudes VerasAntônio Bezerra
Colégio Jenny GomesAeroporto
EEFM Arquiteto Rogério FroesCidade 2000
EEFM Dr. César CalsFarias Brito
EEFM Governador Flávio MarcílioPirambu
EEFM João MattosMontese
EEFM José de AlencarMessejana
EEFM Paróquia da PazAldeota
EEFM Senador Osires PontesCanindezinho
EEFM Waldemar FalcãoÁlvaro Weyne
EEFM Walter de Sá CavalcanteCidade dos Funcionários
EEM Mariano MartinsHenrique Jorge
EEM Professora Tecla FerreiraLagoa Redonda

Urnas Fixas – Interior do Ceará

CidadeLocal da Urna
CaucaiaEEM Branca Carneiro de Mendonça
MaranguapeEEMTI Anchieta
MaracanaúEEM Prof. Flávio Pontes
PacatubaEEFM Casimiro Leite de Oliveira
PacajúsEEM Padre Coriolano
AquirazEEFM Telina Matos Pires
AracatiEEM Barão de Aracati
PalhanoEEM José Francisco de Moura
Morada NovaEEM Egídia Cavalcante Chagas
QuixadáEEM Coronel Virgílio Távora
BaturitéCREDE de Baturité
UmirimEEM Maria Iracema Uchoa Sales
ParacuruEEM Hermínio Barroso
ItatiraEEM Nazaré Guerra
Boa ViagemEEM Dom Terceiro
CariréEEM Dona Marieta Cals
ItapipocaEEM Joaquim Magalhães
SobralCEJA de Sobral
MorrinhosEEM Carminha Vasconcelos
CamocimCEJA de Camocim
MoraújoEEM Huet Arruda
São BeneditoEEFM Ministro Antônio Coelho
IpúEEM Auton Aragão
HidrolândiaEEM Priscila Maciel de França
CrateúsColégio Estadual Regina Pacis
MombaçaEEM Professor Pedro Jaime
JaguaribeEEM Raul Barbosa
PereiroEEM Virgílio Correia Lima
BaixioEEM Monsenhor Horácio Teixeira
AcopiaraLiceu de Acopiara Deputado Francisco Alves Sobrinho
IguatuCEJA Governador Luiz Gonzaga da Fonseca Mota
TauáLiceu Lili Feitosa
AraripeEEFM Dona Carlota Távora
CratoCEJA Monsenhor Pedro Rocha de Oliveira
Nova OlindaEEFM Padre Luís Filgueiras
Várzea AlegreSede da APEOC em Várzea Alegre
BarbalhaEEM Adauto Bezerra
Juazeiro do NorteEEM Governador Adauto Bezerra
Missão VelhaEEM Monsenhor Antônio Feitosa
MauritiEEM André Cartaxo
Brejo SantoEEFM José Matias Sampaio

Urnas Itinerantes – Capital e Interior

Cidades
Fortaleza
Caucaia
Maracanaú
Pacatuba
Chorozinho
Ocara
Fortim
Itaiçaba
Jaguaruana
Russas
Limoeiro do Norte
Aracoiaba/ Capistrano/ Itapiuna
Palmácia
Pentecoste / Apuiares / Gen. Sampaio
Umirim
Paracuru
São Gonçalo do Amarante
Boa Viagem
Cariré
Graça / Pacujá / Mocambo
Itapajé /Irauçuba
Sobral
Acaraú / Bela Cruz / Cruz
Granja
Uruoca
Chaval
Camocim
Barroquinha
Ipú
Nova Russas / Ipueiras
Crateús
Pedra Branca
Solonópole
Icó
Iguatu
Tauá
Crato
Santana do Cariri
Cedro
Lavras da Mangabeira
Juazeiro do Norte
Milagres
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Ibiapina / Ubajara / Carnaubal
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Sábado, 17, 17h00
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