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DIÁRIO DO BOLSO || Vai acabar em pizza, Diário, mas antes ainda vai voar muito macarrão

Pô, Diário, o almoço de família desse domingo teve mais briga que convenção de partido de esquerda Por José Roberto Torero Tudo c...

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DIÁRIO DO BOLSO || Vai acabar em pizza, Diário, mas antes ainda vai voar muito macarrão

Pô, Diário, o almoço de família desse domingo teve mais briga que convenção de partido de esquerda

Por José Roberto Torero

Tudo começou porque o Carluxo quis dar uma resposta pro Freixo, que escreveu assim no Twitter: “E aí, @SF_Moro, você vai continuar nesse silêncio constrangedor enquanto o seu chefe @jairbolsonaro desmoraliza a Polícia Federal pra blindar o Queiroz e proteger a família?”

O Carluxo, que não tem sangue de barata, respondeu: “Aí maluc(x), o que tem pra falar sobre estes casos dos amigos do PSOL?”. E colocou uma lista de investigados pelo Coaf. Mas esqueceu de tirar o Flavinho.

Por causa disso, o 01 e o 02 comeram a macarronada bem caladões. Um nem olhava para o outro.

A Michelle também não estava muito de conversa, porque a Veja descobriu que a avó dela era traficante, a mãe foi indiciada por falsidade ideológica e um tio foi preso como miliciano.

Já eu fiquei calado porque estava jogando WarWitzel no celular (é um jogo em que você atira de um helicóptero, mas tem que mirar nos inocentes. Se acertar miliciano perde ponto).

Só o Dudu é que falava alguma coisa. Ele estava com um fone de ouvindo e ficava repetindo: “Dã buque isom dã teibol, dã buque isom dã teibol…”. Deve ser alguma língua árabe que ele está aprendendo.

Então, uma hora lá, o Flavinho não aguentou e explodiu: “Pô, Carluxo, como é que você me bota na lista de corruptos?”.

“Já apaguei, pô.”

“Ainda bem, senão eu é que te apagava.”

O Carluxo suspirou, revirou os olhos e disse: “Deixa de ser nervosete, Flavinho. O papai já tirou o Saadi da Polícia Federal, vai trocar o superintendente da Receita no Rio, já avisou que vai mandar o presidente do Coaf embora, fez o Toffoli brecar a investigação e o Moro está dando uma de cego. Tá tudo dominado. Para de fazer draminha.”

Aí Flavinho deu um soco na mesa e disse: “Draminha é o cacete! Não é você que tem que aguentar engraçadinho no Twitter, dizendo ‘Até o teu irmão sabe que você é corrupto, hein?’. Não tinha nada que ter postado aquilo. Daqui a pouco você vai dizer onde está o Queiroz, seu burraldino!”

“Opa! Burraldino, não!”, gritou o Carluxo jogando uma mão cheia de macarrão na cara do Flavinho. O Flavinho arregalou os olhos e ficou um instante parado. Depois virou seu prato na cabeça do Carluxo e começou a maior briga macarrônica.

A Michelle saiu da mesa chorando e eu fui jogar WarWitzel na sala, pra não cair molho no meu celular. Só o Dudu que ficou lá com eles, de olhos fechados e repetindo: “Dã buque isom dã teibol, dã buque isom dã teibol…”

@diariodobolso

Blogueira que celebrou morte de neto de Lula agora pede ajuda com vaquinha para pagar indenização ao ex-presidente

No começo do ano, uma blogueira chamada Alessandra Strutzel viralizou nas redes por tecer comentários repugnantes nas redes: ela celebrou a morte de uma criança de 7 anos, por ser o neto do ex-presidente Lula:


Não obstante o comentário, ela continuou…


Não tardou para a defesa do ex-presidente assinar uma petição afirmando que a blogueira violou a dignidade da pessoa humana. Foi pedido uma indenização de 50.000 mil reais.



Eis que no dia 16 de agosto, a blogueira veio as redes pedir ajuda fazendo uma vaquinha que pagasse a indenização.

Os internautas não deixaram barato.


O desespero da blogueira também é evidente na página da arrecadação, que anda bem mal sucedida…





Atmosfera em universidades brasileiras preocupa organização internacional que protege acadêmicos ameaçados

Em entrevista à Pública, pesquisadora do Scholars at Risk diz que tem sido procurada por professores que querem deixar o país temendo pela própria vida

Desde as eleições, as universidades brasileiras têm se tornado um campo de batalha onde crescem as denúncias de assédio, achaques e ameaças contra professores que são identificados como “de esquerda”. No final de outubro, pouco antes de 17 campi universitários serem invadidos pela polícia por manterem cartazes com mensagens antifascistas, professores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) receberam uma carta anônima listando o nome de 15 docentes e estudantes de ciências humanas ameaçados de serem “banidos” da instituição depois da posse de Jair Bolsonaro. A carta detalha que todas as pessoas nomeadas desenvolvem pesquisas e trabalham com o público LGBT, ou seriam “lésbicas, gays, prostitutas e partidários de esquerda”.

A violência em ambiente universitário já tem alertado a comunidade internacional. Há oito meses, a organização Scholars at Risk, ou Acadêmicos em Risco, em português, tem sido procurada por professores brasileiros que se sentem inseguros no país. Sediada nos Estados Unidos, a organização é uma rede de instituições de ensino superior que promove a liberdade acadêmica, ajudando pesquisadores e professores ameaçados de morte a sair de seus países por um tempo. A rede é formada por 520 universidades, como a Universidade de Washington, nos EUA, a Universidade do Chile e a City University, em Londres, no Reino Unido.

Até o ano passado, apenas um brasileiro tinha contatado a organização. Agora, já são 18.

“Devido à mudança significativa para a direita na atmosfera sociopolítica no Brasil que levou à eleição de Bolsonaro, os candidatos do Brasil relatam instabilidade, medo de serem detidos ou presos, assédio e medo de serem mortos ou desaparecerem”, resume Madochée Bozier, assistente do programa de proteção a professores universitários, em entrevista à Pública.

“À luz da mudança na narrativa política e cultural no país, muitos acadêmicos decidiram deixar o Brasil para continuar o seu trabalho fora do país por medo”, completa.

Leia os principais trechos da entrevista:

Qual é o procedimento para pedir apoio do Scholars at Risk e que tipo de apoio é dado?

Somos uma rede internacional de instituições de ensino superior dedicada a promover a liberdade acadêmica e ajudar acadêmicos, professores e pesquisadores universitários ameaçados. A proteção é uma das três áreas programáticas e nós oferecemos uma gama de serviços aos que estão em risco, incluindo assistência para deslocá-los para outra posição em uma universidade que faz parte da nossa rede de assistência para que continuem seu trabalho acadêmico no local onde estão ou em outro local. No entanto, nossa especialidade é garantir trabalhos temporários, de curto período, seja para dar aulas ou fazer pesquisas, para profissionais com pós-graduação e experiência em lecionar e publicar em jornais científicos.

O Brasil era um país de onde chegavam bastantes pedidos de ajuda até o ano passado? Ou houve um aumento em 2018?

Nossos países de onde chegam mais pedidos são Turquia, Síria, Iraque, Irã e Iêmen. Até o ano passado, havíamos recebido apenas um candidato a assistência de um acadêmico brasileiro. Desde julho de 2018, tem havido um crescente e constante aumento em candidaturas de professores e universitários brasileiros, tanto dentro como fora do país. Hoje já são 18. Neste momento, não estamos prestando assistência a nenhum acadêmico do Brasil.




Qual o motivo desses pedidos de ajuda?




Devido à mudança significativa para a direita na atmosfera sociopolítica no Brasil que levou à eleição de Bolsonaro, os candidatos do Brasil relatam instabilidade, medo de serem detidos ou presos, assédio e medo de serem mortos ou desaparecerem. Como muitas minorias, incluindo pessoas LGBTQ+, negros, feministas, indígenas etc., têm sido alvejadas por políticas do novo governo e por eleitores de direita, muitos desses acadêmicos que fazem parte desses grupos ou estudam esses grupos notam que, embora não tenham recebido ameaças diretas, eles se sentem ameaçados em continuar seu trabalho acadêmico, agora visto como a antítese da ideologia de direita de Bolsonaro.




Qual é a sua análise de movimentos como o Escola sem Partido, que incentiva estudantes a filmar professores que consideram estar “doutrinando” os alunos com “ideologias esquerdistas”?




Os candidatos que nos contatam relatam que esses movimentos, apoiados e endossados pelo governo atual, encorajam uma atmosfera de repressão que aumenta os riscos à livre expressão de indivíduos brasileiros e da sociedade brasileira como um todo. Esses acadêmicos acreditam que as novas medidas de Bolsonaro visam alterar a sociedade brasileira e ampliar as tensões preexistentes e históricas sobre identidades culturais para criar mais divisões entre as classes sociopolíticas e raciais no Brasil. Aqueles que nos buscam para pedir ajuda relatam que essas medidas têm levado a ataques diretos ao ensino superior e ao enfraquecimento da universidade como instituição autônoma. À luz da mudança na narrativa política e cultural no país, muitos acadêmicos decidiram deixar o Brasil para continuar o seu trabalho fora do país por medo.




Cármen Lúcia, do STF, arquiva pedido para que Moro fosse investigado por abuso de autoridade

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o arquivamento de um pedido do PT para que o ministro da Justiça, Sérgio Moro, fosse investigado por abuso de autoridade pela atuação dele na Operação Spoofing – que apura o hackeamento de autoridades.

A ministra é a relatora do caso e seguiu parecer da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que não viu elementos para enquadrar atos de Moro na lei de abuso de autoridade, de 1965.

Na última quarta-feira (14), a Câmara dos Deputados aprovou projeto que atualiza a legislação sobre abuso de autoridade.

“Na espécie vertente, o pronunciamento da Procuradora-Geral da República é no sentido da inexistência de justa causa – lastro probatório mínimo – para a instauração dos atos de persecução criminal. Pelo exposto, acolhendo o parecer da Procuradora-Geral da República, determino o arquivamento desta Petição”, decidiu Cármen Lúcia. (…)

No parecer apresentado na última quarta (14), Dodge afirmou que não há elementos de que Moro tenha obtido o teor das mensagens.

“Não verifico indícios da prática do crime de violação do sigilo funcional. Não há nenhum elemento que indique que o ministro tenha obtido conhecimento do teor dos dados telemáticos ilegalmente captados – informações estas protegidas por sigilo, tampouco que tenha divulgado esse conteúdo a terceiros. Do que consta, houve apenas informação a determinadas autoridades públicas no sentido de que teriam sido elas também vítimas do crime investigado”, disse Dodge. (…)

Diário do Bolso: continuando com a entrevista oficial

Isso é coisa de comunista! Todo mundo está virando comunista. O Lobão, o Frota, o Villa, a Sherazade, o Kim Kataguri, o Dallagnol, até o Dória...

José Roberto Torero*

Diário, vai aqui a segunda parte das minhas respostas:

Herme Hansen: Mito, quando será a inauguração da fábrica de calcinhas em Marajó, para solucionar os problemas de estupro no Brasil… Vê lá com a Damares.
Herme, esse é um grande plano da Damares, a minha goiaba favorita. E as calcinhas vão ser todas beges, porque aí não dá vontade de fazer nada mesmo, kkk!

Nilda Mendes: Vossa excremência, lançaram um com 188 páginas com motivos para confiar no senhor, detalhe: todas em branco, o que tem a dizer sobre?
Estou tentando achar uma resposta, mas agora me deu um branco.

Izabel Donati Bracco: O senhor pretende encaminhar 04 e a 05 para a política?
A 05 não vai para a política. Filha minha não faz essas coisas!

Rafael Terpins: Se ter muitos filhos é sinal de burrice, como o senhor mesmo indicou, como e por que o Senhor se coloca como exceção?
Ter muitos filhos só é burrice quando é com a mesma mulher, kkk!

Miriam Mattiuzzi: Já que vossa excelência resolveu abrir a boca e cagar…opss…falar, conte a verdade: por que essa perseguição com a Educação?
O mundo sem educação é mais democrático, Miriam. Aí ninguém fica se achando mais inteligente que ninguém. Eu odeio esses cientistas que vem com números, dados, essas coisas e só por isso acham que estão mais certos do que eu. Por isso que esses dias eu disse: “Chega de estudiosos e de especialistas!”. E, Miriam, cá entre nós, se eu e o Lula chegamos a presidente, é porque educação não serve pra nada, talkei?

Cristhyano Silva: Biroliro, 7 de setembro está chegando… como estão os preparativos?
Inventei um negócio muito bacana, Cris. É o “carnaval militar”! Vamos fazer um grande desfile que mistura as duas coisas. A comissão de frente vai ser feita por generais, os carros alegóricos vão ser tanques pintados, teremos um bonecão do Ustra e a bateria vai batucar nas caveiras do pessoal do Araguaia. Coisa fina!

Roney Dutra: O que o senhor acha do metrô de SP ter placas na escada com os dizeres “deixe a esquerda livre”?
Isso é coisa de comunista! Todo mundo está virando comunista. O Lobão, o Frota, o Villa, a Sherazade, o Kim Kataguri, o Dallagnol, até o Dória…

Yara Cavini: Eu tenho uma pergunta técnica: a tal da “capitalização” é igualzinha a do Silvio Santos, do Baú da Felicidade? Se sim, o que a gente ganha quando acabar o carnê?
Um caixão.

@diariodobolso

*José Roberto Torero é autor de livros, como “O Chalaça”, vencedor do Prêmio Jabuti de 1995. Além disso, escreveu roteiros para cinema e tevê, como em Retrato Falado para Rede Globo do Brasil. Também foi colunista de Esportes da Folha de S. Paulo entre 1998 e 2012.

Diário do Bolso: A entrevista oficial sem jornalistas comunistas

Maria como é que eu vou fazer um plano de governo se eu já que tenho que fazer um monte de tuíte e de live? Eu sou um só, pô!

José Roberto Torero*

Pô, Diário, mandaram tantas perguntas que eu vou ter que responder em partes, talkei? Vão aí as primeiras respostas:

Roney Dutra: Entre as medidas ambientais, o senhor pretende proibir a venda de Activia?
Sem dúvida, Roney. Temos que acabar com activismo político.

Edilene Neri: O senhor disse que no seu governo só haveria pessoas honestas. O Paulo Guedes é honesto? O senhor põe a mão no fogo por ele?
Ponho. Mas com luva de amianto, kkk!

Cristiane Lacerda: É fato que vossa excelência está cagando e andando pra nós brasileiros! Que tal rever o slogan da presidência? Eu cago em cima de tudo e acima de todos!
Boa, Cristiane. Quer ser minha secretária de imprensa? Acabei de despedir o cara depois de seis dias de trabalho.

Maria Luiza Bettiol: Senhor presidente, o senhor tem um plano de governo para todas as áreas ou não?
Maria como é que eu vou fazer um plano de governo se eu já que tenho que fazer um monte de tuíte e de live? Eu sou um só, pô!

Babão Chambinho: Existe alguma área tipo 51 no Brasil.
Pirassununga.

Amelia Gianni: Por que essa fixação no Lula? Inveja? Ou …..?
Amélia, eu adoro o Lula e o PT. Sem eles eu não sou nada. Tanto que quando alguém fala uma coisa contra mim, o meu pessoal já devolve: “E o Lula?”, “E o PT?”. Eles são o meu foguete e o meu paraquedas.

Edilene Neri: O senhor disse para a máquina da verdade, no programa CQC, que o senhor praticava zoofilia. No caso, o senhor disse que fazia sexo com galinhas (aves). Eu queria saber se as pobrezinhas morriam. Eu imagino que sim.
Pelo contrário, Edilene. Eu chegava no galinheiro e elas já me cercavam. Tinha até um galo que ficava se encostando em mim. Mas aí não, pô, que eu não gosto de esquisitice, talkei?

Silvana Seiscenti: O Senhor já pensou em revogar esse crime aí? Direito Penal: Art. 287 – Fazer, publicamente, apologia de fato criminoso ou de autor de crime: Pena – detenção, de três a seis meses, ou multa.
Já pensei, Silvana. Mas aí eu vi que nem precisava. No impeachment da Dilma eu falei a favor do Ustra e não me aconteceu nada. Essa lei já caducou, kkk!

Depois eu continuo, talkei?

@diariodobolso

*José Roberto Torero é autor de livros, como “O Chalaça”, vencedor do Prêmio Jabuti de 1995. Além disso, escreveu roteiros para cinema e tevê, como em Retrato Falado para Rede Globo do Brasil. Também foi colunista de Esportes da Folha de S. Paulo entre 1998 e 2012.

UNIVERSIDADE || Sem repasse do governo, CNPq suspende 84 mil bolsas de estudos e pesquisas

Valor que deveria ser sido repassado para garantir a produção de pesquisas acadêmicas é de R$ 330 milhões

O governo do presidente Jair Bolsonaro (PSL) oficializou, na noite desta quinta-feira (15), que não haverá dinheiro para financiar 84 mil bolsas de estudos e pesquisas em andamento e fazer novos contratos, que estavam previstos para este ano no Orçamento do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), órgão ligado ao ministério da Ciência e Tecnologia. 

O valor suplementar que deveria ser sido repassado pelo Ministério da Economia para garantir a produção de pesquisas acadêmicas é de R$ 330 milhões.

A nota do CNPq diz que a suspensão das bolsas se deve ao “cenário orçamentário”. A divulgação foi feita após o órgão ter a “indicação” que não haveria mais a recomposição integral do Orçamento para 2019.

No início desta semana, o presidente do CNPq, João Luiz Filgueiras de Azevedo, deu uma entrevista para o Jornal da USP em que lamentava a situação de risco em relação ao financiamento de novas bolsas e a continuidade das bolsas em andamento.

“Vamos pagar as bolsas de agosto normalmente; mas de setembro em diante não tem como pagar mais nada. A folha de agosto, essencialmente, zera o nosso orçamento”, disse Azevedo, ao Jornal da USP.

O valor reservado para o CNPq, na Lei Orçamentária Anual (LOA) deste ano, é de R$ 785 milhões para bolsas e de R$ 127 milhões para fomento à pesquisa. Somando ao todo, R$ 912 milhões. Essa reserva foi aprovada no Congresso.

Os cortes foram confirmados um mês após o Ministério da Educação apresentar o plano "Future-se", que tem como horizonte a privatização do ensino público superior e a participação de empresas na escolha dos objetos de pesquisas acadêmicas. 

Confira em breve mais informações sobre a repercussão dos cortes.

Weintraub admite corte de R$ 926 milhões na Educação para pagar emendas dos que votaram a favor da Previdência

"É um corte", disse o ministro da Educação, Abraham Weintraub , sobre os R$ 926 milhões do orçamento da pasta para pagar emendas de parlamentares que votaram a favor a reforma da Previdência. "São emendas parlamentes, para projetos específicos, aí foi um corte", afirmou

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, admitiu nesta sexta-feira (16) que a aprovação da reforma da Previdência não garante o "desbloqueio" do orçamento da educação e assumiu que a pasta ainda teve que retirar R$ 926 milhões do orçamento para pagar emendas de parlamentares que votaram a favor a reforma da Previdência.

Ele admitiu ainda que tal remanejamento representa sim, um corte. "Isso não foi feito aqui. É um corte, esse que você descreveu é sim um corte", afirmou o ministro, após questionamento feito por jornalistas da Folha. "São emendas parlamentes, para projetos específicos, aí foi um corte. Não foi um corte da minha caneta".

O corte equivale a 16% do total já bloqueado pelo MEC neste ano. No total, foram destinados R$ 3 bilhões do orçamento do governo para pagar emendas parlamentares, negociadas para a aprovação da reforma da Previdência.

O valor atinge setores omo a manutenção da educação infantil, concessão de bolsas na educação superior e básica e apoio ao funcionamento de instituições federais de ensino.

Diálogos indicam que Moro instruiu Lava Jato a não apreender celulares de Eduardo Cunha

       Foi o então juiz Moro quem mandou soltar a mulher de Eduardo Cunha. Estranha decisão. Com certeza Cunha revelaria o que foi o golpe e quem participou. Moro fez acordo para proteger a mulher do deputado e a fortuna adquirida por ele da corrupção.De quebra, os amigos de Moro foram poupados das denúncias que Cunha iria fazer. Aécio , por exemplo. Afinal, nunca quiseram combater a corrupção e sim derrotar Dilma, Lula , o PT e a esquerda. E claro, fazer o serviço do neoliberalismo, dos EUA, das elites e do capital financeiro. A máscara do Moro caiu mais um pouco, mas ainda falta ele cair. Deputado Rogério Correia (PT-MG), via whatsapp


Diálogos indicam que Moro instruiu força-tarefa a não apreender celulares de Eduardo Cunha

Diálogos analisados pelo BuzzFeed News, que integram o pacote de mensagens enviados ao Intercept Brasil por fonte anônima, mostram que, na véspera da prisão do ex-presidente da Câmara, procuradores queriam a apreensão da prova, mas foram convencidos do contrário. Cunha guardava conversas com detentores de foro – o que poderia levar processo para o STF.


Na véspera da prisão do ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha (MDB-RJ), o então juiz da Lava Jato Sergio Moro convenceu os procuradores da força-tarefa de Curitiba a não pedir a apreensão dos telefones celulares usados pelo emedebista.

É o que indica um conjunto de mensagens trocados pelo aplicativo Telegram entre o então juiz e o coordenador da força-tarefa, Deltan Dallagnol.

Os diálogos entre o então juiz e o chefe dos investigadores ocorreram no dia 18 de outubro de 2016 e integram o pacote de mensagens enviados ao site The Intercept Brasil por fonte anônima. Os diálogos foram analisados pelo BuzzFeed News.

A exemplo de outros veículos jornalísticos, o BuzzFeed News decidiu publicar o conteúdo por considerar que se trata de informação de interesse público.

A decisão de não apreender os celulares de Cunha, que já não tinha mais foro privilegiado desde setembro de 2016, destoa do padrão da Lava Jato. Saíram dos celulares de executivos de empreiteiras, por exemplo, muitas anotações e mensagens que embasaram investigações.

No dia 18 de outubro de 2016, um dia antes da prisão de Cunha, o chefe da força-tarefa, Deltan Dallagnol, mandou mensagens ao então juiz.

11:45:25 Deltan: Um assunto mais urgente é sobre a prisão

11:45:45 Deltan: Falaremos disso amanhã tarde

11:46:44 Deltan: Mas amanhã não é a prisão?

11:46:51 Deltan: Creio que PF está programando

11:46:59 Deltan: Queríamos falar sobre apreensão dos celulares

11:47:03 [Moro]: Parece que sim.

11:47:07 Deltan: Consideramos importante

11:47:13 Deltan: Teríamos que pedir hoje

Após ouvir as ponderações do procurador, Moro responde o seguinte:

11:47:15 [Moro:] Acho que não é uma boa

Apesar da resposta, Deltan insiste e tenta agendar uma reunião com Moro para tratar do assunto:

11:47:27 Deltan: Mas gostaríamos de explicar razões

11:47:56 Deltan: Há alguns outros assuntos, mas este é o mais urgente

11:48:02 [Moro]: bem eu fico aqui até 1230, depois volto às 1400.

11:48:49 Deltan: Ok. Tentarei ir antes de 12.30, mas confirmo em seguida de consigo sair até 12h para chegar até 12.15

12:05:02 Deltan: Indo

Não há, nos diálogos, registros do que foi discutido na reunião presencial entre eles.

Porém, pouco depois, às 14h16, Deltan envia nova mensagem a Moro dizendo que, após conversar com procuradores e ao levar em consideração o que foi dito pelo então juiz, a força-tarefa desistiu de pedir a apreensão dos celulares.

14:16:39 Deltan: Cnversamos [Conversamos] aqui e entendemos que não é caso de pedir os celulares, pelos riscos, com base em suas ponderações

E Moro respondeu:

14:21:29 [Moro]: Ok tb

No dia seguinte às conversas, em 19 de outubro, Eduardo Cunha foi preso em Brasília.

Ao perceber a ação, o político disparou diversos telefonemas para parlamentares ligados ao então ministro Moreira Franco e ao então presidente Michel Temer. Tinha a esperança de que, com uma jogada, seria capaz de reverter a prisão.

Ao ser informado de que além de preso seria encaminhado para Curitiba, Cunha chegou a questionar os agentes responsáveis por sua prisão se deveria ou não levar ou entregar seu aparelho celular. Ouviu uma resposta negativa, segundo seus advogados.

Questionados pelo BuzzFeed News, tanto a força-tarefa da Lava Jato quanto o Ministério da Justiça disseram que os celulares de Cunha já haviam sido apreendidos.

De fato, no dia 15 de dezembro de 2015, os aparelhos telefônicos do então presidente da Câmara foram recolhidos na operação Catilinárias.

A prisão de Cunha, quando optou-se por não apreender os novos aparelhos do político, aconteceu cerca de 10 meses depois, em 19 de outubro de 2016.

Veja aqui o que disse Sergio Moro:

“O Ministro da Justiça e da Segurança Pública não reconhece a autenticidade das mensagens obtidas por meio criminoso, nem sequer vislumbrou seu nome como interlocutor nas mensagens enviadas pelo BuzzFeed. Em relação aos aparelhos celulares do ex-Deputado Eduardo Cunha, como foi amplamente divulgado pela imprensa, eles foram apreendidos por ordem do STF na Ação cautelar 4044, antes da prisão preventiva.”

O que disse a força-tarefa do Ministério Público Federal:

“A força-tarefa da Lava Jato em Curitiba não reconhece as mensagens que têm sido atribuídas a seus integrantes nas últimas semanas. O material é oriundo de crime cibernético e tem sido usado, editado ou fora de contexto, para embasar acusações e distorções que não correspondem à realidade. A análise da busca e apreensão de itens toma em conta diferentes fatores, inclusive a perspectiva de efetividade para as investigações. No caso do ex-presidente da Câmara, seus celulares já tinham sido apreendidos por ordem do Supremo Tribunal Federal.”

O caso de Cunha não é isolado nos diálogos em que Moro e integrantes do Ministério Público da Lava Jato discutem formas de driblar um possível deslocamento da competência das investigações para o STF.

Reportagem de Veja publicada no mês passado em parceria com o Intercept diz que Moro tentava manter os casos da Lava-Jato em seu poder em Curitiba, citando como exemplo os processos do ex-presidente Lula relativos ao triplex do Guarujá e ao sítio de Atibaia.

De acordo com a publicação, o magistrado teria mentido, ou pelo menos ocultado de um ministro, uma prova que poderia deslocar a competência de um processo importante envolvendo Flávio David Barra, preso em 28 de julho de 2015, quando presidia a AG Energia, do grupo Andrade Gutierrez.

Ainda segundo informações da reportagem, em 25 de agosto, a defesa de Barra pediu ao então ministro Teori Zavascki a suspensão do processo que corria na 13ª Vara de Curitiba legando o envolvimento de parlamentares com prerrogativa de foro.

Ao ministro, Moro disse não saber nada sobre o envolvimento de parlamentares.

Apesar disso, com base nas informações da defesa, o ministro do Supremo suspendeu em 2 de outubro as investigações e pediu a remessa dos autos a Brasília.

Num diálogo registrado no Telegram 18 dias depois, entre o procurador Athayde Ribeiro Costa e a delegada Erika Marena, o procurador diz precisar com urgência de uma “planilha/agenda” apreendida com Barra que descreve pagamentos a diversos políticos.

A delegada respondeu que, por orientação de “russo” (apelido de Moro), não tinha tido pressa em registrar o documento no sistema de processo eletrônico, o que o tornaria público para quem possui acesso ao mecanismo.

“Acabei esquecendo de eprocar”, disse Marena. “Vou fazer isso logo”, completou. Eproc é o sistema da Justiça Federal onde são registrados todos os documentos de processos.

Para a publicação, Moro já sabia da existência da planilha quando foi inquirido por Zavascki e escondeu o fato do ministro. Ou, teria tomado conhecimento da planilha depois da inquirição de Zavascki e pediu à delegada para “não ter pressa” em protocolar o documento. Para Veja e para o Intercept, tudo indica que a manobra tinha como objetivo manter o caso em Curitiba.




Comunicado oficial sobre a situação do atleta Ruan Kaique

O Ferroviário Atlético Clube comunica oficialmente que, ao tomar conhecimento, através da imprensa, da situação de Ruan Kaique, atleta da categoria sub-15 que está fazendo uma “vaquinha” para uma cirurgia, imediatamente entrou em contato com ele e sua família, e tomou as devidas providências, custeando exames, cirurgia e pós-operatório, em parceria com seus patrocinadores.

Ruan Kaique fará os exames e será encaminhado para a cirurgia, com todos os custos cobertos pela Liv Saúde, plano de saúde de ampla cobertura e patrocinador oficial do Ferroviário. Os custos pós-operatório serão cobertos pelo Grupo Prohospital, também patrocinador do clube e detentor das marcas Shopping Prohospital e Shopping Pronut, que fornecerá gratuitamente todos os equipamentos necessários.

Em fevereiro deste ano, Kaique, que tem contrato não-profissional com o Ferroviário, sofreu contusão e, após ser atendido pelo departamento médico coral, optou em fazer o tratamento por conta própria, sem ter procurado o clube nesses últimos 6 meses.

Diante deste novo cenário, o Ferroviário reforça o seu compromisso assistencial, desejando plena recuperação para o jovem atleta, e que, logo em breve, ele possa estar de volta ao convívio da equipe.

Atleta da base do Ferroviário pede ajuda nas redes sociais para fazer operação e seguir na carreira

Jovem de apenas 15 anos rompeu o ligamento cruzado no joelho esquerdo e precisa arrecadar R$ 5 mil para passar por cirurgia

Diferente do que é visto no mundo do futebol, onde atletas milionários vivem vidas com carrões, jatinhos particulares e demais luxos, também há um lado não tão positivo no sonho em se tornar atleta profissional. Jovem das categorias de base do Ferroviário, Ruan Kaique rompeu o ligamento cruzado do joelho esquerdo em fevereiro deste ano durante um treinamento e, sem dinheiro para custear a cirurgia, pede ajuda nas redes sociais para fazer a operação de R$ 5 mil.

"No começo desse ano renovei meu vínculo não profissional com a base do Ferroviário. Disputaríamos torneios e competições com grandes equipes e eu estava bem empolgado, mas infelizmente ocorreu o inesperado", contou. "Em fevereiro desse ano rompi o ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo (LCA) e fui cortado de todas as competições. Após a cirurgia, eu iria passar 6 meses fazendo fisioterapia e fortalecimento, mas é muito cara, custa R$ 5 mil. Então todo dia corro atrás, mas é muito complicado por questões financeiras, mas jamais vou desistir do meu sonho".

muitas as vezes na vida é complicado o que queremos sempre é difícil mais desistir nunca sou atleta de base do ferroviário tenho 15 ano, moro com minha vó, nem todo dia temos algo pra comer. Procuro sempre ajudar a todos sem querer algo em troca não tenho muito apoio dos meus pais n comverso muito com eles mais desejo o melhor na vida deles. como todo atleta de futebol tenho meu sonho de se tornar um futebolista. Mais como todo ser humano as vezes tomamos decisões que marcam nossa vida sendo boas ou ruins. Enfim, começo desse ano realmente renovei meu vinculo não profissional com a base de ferroviário. Onde disputariamos torneios e competições com grandes equipe, bem empolgado, infelizmente ocorreu o inesperado em fevereiro desse ano rompi o ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo (LCA) que com isso fui cortado de todas as competições. Onde após a cirurgia iria passar 6 meses fazendo fisioterapia e fortalecimento, e essa cirurgia é muito cara então ela custa 5 mil reais então todo dia corro atrás dessa cirurgia onde é muito complicado por questões financeiras é muito cara jamais vou desistir por conta que esse é meu sonho. Sou novo tenho muito pela frente então nunca desista do seu sonho, por mais difícil que ele seja corra atrás, se é isso q quer. Sempre vai haver criticas e alguém que fale pra você seguir em frente mais jamais desistir, fé em Deus que essa cirurgia sai, Muito sem Deus é pouco e pouco com Deus é muito! Quem puder me ajudar de alguma forma entra em contato cmg pelo dd ou apenas divulgando por favor .
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Antonio Aldenizio De Sousa Freitas .
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Kaique foi criado pela avó materna até os nove anos, que faleceu há seis anos de câncer. Desde então, o garoto passou a morar com a mãe de seu pai. O atleta de 15 anos não tem a presença dos pais, apesar de morar próximo ao pai, e vive uma vida humilde, chegando até mesmo passar necessidade em alguns momentos e ter que pedir ajuda aos vizinhos e amigos para não ficar com fome. Em busca de melhorar sua vida e daquela que é sua mãe de criação, o garoto batalha para que, um dia, realize o sonho de ser jogador profissional de futebol. Sem contrato profissional com o Tubarão da Barra, Ruan Kaique chegou a fazer sessões de fisioterapia no clube, o que ajudou a amenizar as dores, mas precisa passar pela operação que custa R$ 5 mil. No entanto, a vida humilde não o permite pagar a quantia.

"Tenho 15 anos, moro com minha avó e nem todo dia temos algo para comer. Procuro sempre ajudar a todos sem querer algo em troca, não tenho muito apoio dos meus pais, não converso muito com eles, mas desejo o melhor em suas vidas. Como todo atleta de futebol, tenho meu sonho de me tornar um futebolista", relatou. 

"Ano passado eu estava no banco de reservas, esse ano eu passei a ser titular e capitão da equipe Sub-15 e faltava uma semana apenas para estrear nos campeonatos. Era meu sonho fazer um jogo oficial pela base. Machuca muito ver pessoas falando que precisam de mim lá, sabe?. Quase toda noite eu choro. Quero muito dar um futuro para minha avó. Ela pede dinheiro emprestado para pode pagar minha passagem e chuteira". E finalizou fazendo um pedido. "Quem puder me ajudar de alguma forma, entra em contato comigo, por favor".

A reportagem procurou o Ferroviário Atlético Clube, que não respondeu até o momento da publicação.


Página Poética || Lançamento do Livro: Amor & Flor de Luiz Viana


Francisco Luiz Viana de Souza, natural de Pacatuba, ou simplesmente: Luiz Viana. O poeta pacatubano nasceu em Monguba, no dia 5 de maio de 1961. Filho de Antônio Luiz Filho e Maria Viana de Souza.

Obras

Inspirações de Momento (poemas- Premius Editora)2013, Amor e Flor (poemas-ebook-Revolução Ebook)2016, O Orfão e o Louco (Infanto Juvenil - Cia do Ebook).


Pacatuba Em Foco

Diário de Bolso - ... esses dias eu estou me sentindo um menino.

Diário, esses dias eu estou me sentindo um menino. É como se eu tivesse rejuvenescido, como se eu tivesse voltado pros meus doze anos.

Até nas minhas respostas eu estou esperto que nem quando eu era moleque. Por exemplo, um repórter me perguntou o que se deve fazer pra melhorar o meio ambiente. E eu respondi que isso era fácil, era só ele comer um pouco menos e “fazer cocô dia sim e dia não”, que assim ele já dava um melhorada.

Kkkk! Puxa, como eu sou engraçado!

Mas não foi só isso. Na minha “live” de quinta-feira, quando o Moro ia sair para dar lugar pro Ricardo Salles (só tenho craque na minha equipe!) eu disse assim pro Moro: “Vai fazer um troca-troca com o Salles aí?”. E ri um bocado. Mas, também, com uma piada tão boa, como é que eu não ia rir?

E tem mais, Diário: eu escrevi uns palavrões atrás da porta do banheiro de visita lá da Alvorada. Duvido que vão descobrir que fui eu, kkk!

Olha, ainda bem que hoje é sábado. Vou ficar o fim de semana todo jogando videogame. Só vou parar pra dar uns trotes por telefone. Eu ligo, xingo o cara e desligo rapidinho. É muito legal!

Pena que eu estou sem moto aqui em Brasília, sabe? De fim de semana me dá uma vontade de andar de moto... Mas sem capacete, pô, senão eu não sinto o ventinho.

Bom, agora chega de escrever, porque eu comprei uma daquelas revistinhas suecas e preciso ficar comigo mesmo uns quinze minutos, kkk!

PS: Diário, será que aquela história de pelo na mão é verdade?

Previdência pode piorar no Senado

É melhor não ter ilusões e reforçar o corpo-a-corpo com os senadores, porque a reforma da Previdência pode piorar ainda mais no Senado. É forte, inclusive, a possibilidade de ser adotado o regime de capitalização, rejeitado na Câmara.

Quem faz o alerta é consultor Antônio Augusto de Queiroz, Toninho, integrante do Diap (Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar) e um dos mais acurados observadores da movimentação política em Brasília, principalmente no Congresso Nacional.

Ele falou com exclusividade à Agência Sindical. Veja:

• Tramitação da PEC - Votados os destaques, a matéria segue de pronto ao Senado e começa pela CCJ - Comissão de Constituição e Justiça. O prazo ali é de 30 dias e segue para plenário. Caso haja emendas, volta à CCJ – é provável que se inclua a emenda do interesse de Estados e municípios. Após isso, vai a plenária, para votação em dois turnos.

• Prazo - Governo e parlamentares trabalham para liquidar o assunto entre final de setembro e começo de outubro.

• Nossas chances - Zero de possibilidades de melhorar. Mas é forte a chance de haver retrocessos em relação ao texto aprovado pelos deputados. O risco de abranger a capitalização volta a ser grande. Governo tem maioria ampla.

• Transição - Eventualmente, o Senado pode incluir uma única regra de transição, mais generosa, para portadores de deficiência - e aí a senadora Mara Gabrilli, que é cadeirante, pode atuar nesse sentido.

• Servidores - A reforma esfola, pois prevê aumentar de 10% até 14% a contribuição – o que reduz a renda na prática. E, a qualquer tempo, esse índice pode ser aumentado. Se morrer, deixa pensão que será 60% do valor atual.

• Setor privado - Problema central está na mudança da fórmula do cálculo, ao retirar 80 dos melhores salários. A fim ter o benefício integral, aumenta de 35 para 40 anos a contribuição. Para contribuir 40 anos, terá de trabalhar pelo menos 60 .

• Setor financeiro - Se muitos perdem, outros ganham. São os banqueiros, pois terão a garantia de que haverá superávit com o que for economizado. Sobrará mais, portanto, para pagamento dos juros sobre o principal.

• Ordem social - A reforma fere o princípio constitucional da “vedação de retrocesso social” da Constituição, que não autoriza ações que impliquem retrocessos do ponto de vista social. Esse desmanche estimula a desordem social.

• Outros países - Países que adotaram reforma semelhante tiveram o cuidado, antes, de garantir medidas compensatórias, como garantia de transporte ao idoso, programa de medicina e segurança no trabalho, qualificação digital, entre outras. Aqui, isso não ocorreu. Ao contrário, políticas de proteção foram desfeitas.

E o sindicalismo? - Além de buscar negociar a redução dos impactos, deve denunciar as maldades da reforma, que, em resumo, aumenta a idade mínima, dilata o tempo de contribuição e reduz o valor do benefício.

Toffoli revela que fez acordo para manter Lula preso e impedir queda de Bolsonaro

O presidente do STF, Dias Toffoli, confirmou que o Brasil esteve à beira de uma crise institucional entre abril e maio. Insatisfeitos com Jair Bolsonaro, parlamentares tiraram da gaveta um projeto para implantar o parlamentarismo. Empresários discutiram a possibilidade de um impeachment. Toffoti também debateu com Rodrigo Maia (DEM-RJ) e com Davi Alcolumbre (DEM-AP) a sessão da Corte que poderia libertar Lula


O ministro-presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli, confirmou que o Brasil esteve à beira de uma crise institucional entre os meses de abril e maio e disse que atuou para tentar acalmar a situação. Os setores político e empresarial estavam muito insatisfeitos com o presidente Jair Bolsonaro. Um grupo de parlamentares resolveu tirar da gaveta um projeto que previa a implantação do parlamentarismo. Empresários do setor industrial discutiam a possibilidade de um impeachment do presidente.

Um dos generais próximos ao chefe do Planalto consultou um ministro do STF para saber se estaria correta a sua interpretação da Constituição segundo a qual o Exército, em caso de necessidade, poderia usar tropas para garantir “a lei e a ordem”. A informação é de Veja.

Quando o clima esquentou, Bolsonaro, Toffoli, o deputado Rodrigo Maia (DME-RJ), presidente da Câmara, e o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP), presidente do Senado, além de autoridades militares, se reuniram separadamente mais de três dezenas de vezes e fizeram o chamado Pacot dos Três Poderes. Entre os itens da pauta estava io adiamento da sessão em que a corte julgaria a legalidade das prisões em segunda instância, o que poderia resultar na libertação do ex-presidente Lula. 

Bolsonaro é o presidente mais impopular em começo de mandato desde a remodecratização, de acordo com um levantamento Datafolha. "Para 33%, o presidente faz um trabalho ótimo ou bom. Para 31%, regular, e para outros 33%, ruim ou péssimo. Com variações mínimas, é o mesmo cenário que se desenhou três meses atrás, no mais recente levantamento do instituto", aponta a reportagem da Folha de S.Paulo. 

"Aos seis meses na cadeira, Collor tinha uma aprovação igual à de Bolsonaro (34%), mas 20% de rejeição. Todos os outros presidentes em primeiro mandato desde então se deram melhor", aponta ainda o texto.

Além das dificuldades de articulação, a falta de proposta para a retomada do crescimento econômico é outro ponto fraco do governo. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o País tem cerca de 13 milhões de desempregados (taxa de 12%) e as estimativas oficiais de crescimento do PIB para 2019 estão abaixo de 1%. 

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