Tecnologia do Blogger.

Featured Post

Demora na justiça fez prescrever ação que investigava Edir Macedo por lavagem de dinheiro

Além do bispo da Igreja Universal, ação do MPF investigava outras três pessoas; processo estava pronto para ter uma sentença desde 2018, o ...

APEOC

Postagens Populares

Sample Text

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipisicing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua. Ut enim ad minim veniam, quis nostrud exercitation test link ullamco laboris nisi ut aliquip ex ea commodo consequat.

Duis aute irure dolor in reprehenderit in voluptate another link velit esse cillum dolore eu fugiat nulla pariatur.

Arquivo do blog

Categories

Definition List

Definition list
Consectetur adipisicing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua.
Lorem ipsum dolor sit amet
Consectetur adipisicing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua.

Pages

Support

Need our help to upload or customize this blogger template? Contact me with details about the theme customization you need.

Ordered List

  1. Lorem ipsum dolor sit amet, consectetuer adipiscing elit.
  2. Aliquam tincidunt mauris eu risus.
  3. Vestibulum auctor dapibus neque.

Unordered List

  • Lorem ipsum dolor sit amet, consectetuer adipiscing elit.
  • Aliquam tincidunt mauris eu risus.
  • Vestibulum auctor dapibus neque.

Pesquisar este blog

Pacatuba Em Foco


Pacatuba Em Foco - A Melhor Calçada Virtual

terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Página Musical - Castello Branco cantando: "Crer-sendo"




Castello Branco - "Crer-sendo"

Preciso amar de menos
De menos a mim e mais atento
Preciso amar atento
Atento pra não ceder por dentro

Por dentro que está
Por dentro que palpita aqui por dentro
Amar jamais será demais
E equilibrar

Não há
Não há
Não há porque viver
Se não pra crer e ser crescendo sendo
Não há
Não há
Não há porque amar
Se não pra semear conhecimento

Preciso amar sabendo
Sabendo que as vezes só eu só e só
Preciso amar eu só
Que é só que só me encontro dentro

Por dentro que está
Por dentro que walkie talkie por dentro
Amar
E equilibrar


Pacatuba: Sindicato pressiona e conquista reajuste de 6,81%

Após muita cobrança e pressão do Sindicato APEOC, a Prefeitura de Pacatuba concedeu aos profissionais da Educação o reajuste salarial de 6,81%, com pagamento a partir da folha de março. A porcentagem foi apresentada em Assembleia Geral da categoria nesta terça-feira (27), após paralisação organizada pela Comissão Municipal do Sindicato APEOC na cidade. Centenas de professores participaram do encontro.


O secretário de Assuntos Jurídicos da APEOC, Sérgio Bezerra; o assessor sindical, Roque Melo; e a Comissão Municipal de Pacatuba formada pela presidente Marta de Sousa; o vice-presidente, Fábio de Melo; a secretária, Suelen de Moura; e o tesoureiro, William Nascimento; representaram a entidade.

Durante a manhã, o Sindicato APEOC organizou uma paralisação em frente à Secretária de Educação para reivindicar a definição da porcentagem do Reajuste Salarial 2018. Após pressão, a Prefeitura decidiu se reunir com a categoria em assembleia, realizada no Ginásio Poliesportivo de Carnaubinha. O encontro contou com a presença da secretária de Educação, Eliane Almeida, e equipe técnica. Depois de muita negociação, o Executivo garantiu que enviará o projeto de Lei ainda essa semana para a Câmara dos Vereadores, garantindo o reajuste dos profissionais do Magistério.

Novo Issec: Proposta é apresentada a servidores em evento na Assembleia

Centenas de servidores públicos estaduais aceitaram o convite das entidades e participaram do encontro para a apresentação da proposta do Novo Issec, realizado na manhã desta terça-feira (27), no Auditório Murilo Aguiar, na Assembleia Legislativa do Ceará. Dirigentes do Sindicato APEOC, MOVA-SE, ASSEEC, SINDAGRI e ASPRAMECE, integrantes da Comissão Técnica responsável pela elaboração da proposta, discutiram os detalhes do documento elaborado ao longo dos últimos meses e tiraram dúvidas dos participantes.


Apresentação

O primeiro a falar foi o representante do Sindicato dos Servidores Públicos da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Ceará (Sindagri), Dimas Oliveira. Ele apresentou o histórico da luta dos servidores estaduais pela revitalização do Issec. O dirigente apresentou fotos de diversas atividades realizadas em todas as regiões do Estado para mobilizar as categorias em torno de um projeto de melhorias para o Instituto. Dimas ressaltou a pouca adesão dos servidores nos atos e reforçou a importância da unidade nesse momento da luta.

O presidente da Associação de Praças da Polícia Militar e Corpo de Bombeiros Militar do Ceará (Aspramece), Pedro Queiroz, foi o responsável pela apresentação da minuta da lei do Novo Issec. Ele explicou os artigos mais polêmicos e disse que o documento foi elaborado com a participação de todos os representantes dos servidores e ainda está aberto a alterações.


Helano Maia, secretário-geral do Sindicato APEOC, ficou responsável pela apresentação das características do novo órgão e dos serviços que serão ofertados, a partir da contribuição dos servidores. Também destacou a proposta de tabela de valores de acordo com a idade e a renda dos usuários que aderirem ao sistema.
Após as contribuições da comissão técnica, a plateia fez questionamentos aos dirigentes responsáveis pela proposta.

Sindicato APEOC

O presidente estadual do Sindicato APEOC, Anizio Melo, participou do encontro acompanhado de outros diretores da entidade. Anizio também contribuiu com o debate e alertou para a urgência da revitalização do Issec num contexto de perdas de direitos e retrocessos. 
Veja o vídeo

KFOURI: “SOFREMOS DA ‘LEIFERTIZAÇÃO’ DO JORNALISMO ESPORTIVO”

O jornalista Juca Kfouri criticou a mistura recorrente de jornalismo esportivo e entretenimento, sobretudo a intimidade de emissoras de televisão com federações e a CBF; "Nós sofremos da leifertização do jornalismo esportivo. É muita gracinha. Briga-se pra saber quem é mais engraçadinho, quem faz a melhor piada. Não estou pregando o mau humor, é bom dar risada. Mas tem uma hora pra rir e uma hora pra chorar"


O jornalista Juca Kfouri criticou a mistura recorrente de jornalismo esportivo e entretenimento, sobretudo a intimidade de emissoras de televisão com federações e a Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

"Pelo direito de exclusividade, a emissora que compra o futebol estabelece tal relação de promiscuidade com quem vende [os direitos de transmissão], que não a permite criticar seu 'sócio'", afirmou Kfouri. Ele foi o convidado do programa Voz Ativa, exibido nesta terça-feira (27) pela Rede Minas em parceria com o El País.

O jornalista mencionou o contrato firmado entre Rede Globo e Neymar durante a última Copa, revelado pela Folha de S. Paulo, como exemplo de vínculo que deve ser evitado pelo jornalismo. "O contrato com Neymar foi o estabelecimento escarrado da concorrência desleal. Outros repórteres não gozam do mesmo privilégio. Um equívoco gravíssimo da Globo."

Segundo Kfouri, as detentoras dos direitos de transmissão do futebol brasileiro deveriam se espelhar no modelo dos esportes norte-americanos, em que há um distanciamento entre interesses comerciais e a linha editorial de cada veículo.

"Os americanos separam a 'Igreja do Estado'. Jornalismo não tem nada a ver com entretenimento", acrescentou. "Nós sofremos da leifertização do jornalismo esportivo. É muita gracinha. Briga-se pra saber quem é mais engraçadinho, quem faz a melhor piada. Não estou pregando o mau humor, é bom dar risada. Mas tem uma hora pra rir e uma hora pra chorar. Não podemos eliminar o que há de sério no esporte, porque as coisas se misturam, são faces da mesma moeda. Não dá para pensar o Brasil sem pensar o futebol brasileiro. Não dá pra pensar o futebol brasileiro sem pensar na política, na supraestrutura do Brasil."

Nascimento de uma estrela !


Tal qual um pequeno planeta errante buscando uma estrela para poder girar em seu sistema gravitacional, desde 2015 Alexsandro Amorim busca espaço no concorrido sistema da constelação Santos Futebol Clube.

Campeão cearense sub 09 pelo projeto Manoel Tobias em 2014 o bravo “cearensezinho” desembarcou na Vila Belmiro no ano seguinte, como se diz aqui no nordeste , somente com a cara e a coragem. Enfrentou todas as avaliações, todas as dificuldades de aclimatação e demais dificuldades que uma criança de apenas dez anos de idade poderia enfrentar.

Porem, como todo nordestino que deixa seu “torrão natal” sua vontade de vencer era maior que qualquer dificuldade de qualquer dimensão e foi esta garra que o fez ultrapassar todas as barreiras. Já em 2016 defendeu o “Peixe” na categoria sub 11. Veio 2017 ano de transição. Muito treino, muito trabalho, muita luta e mais vitórias.


Nesta terça feira 27, “Amorim” renovou seu compromisso com a equipe santista para a disputa do campeonato paulista sub 13 deste ano. Força Amorim !!! O sucesso te aguarda futuro “Menino da Vila”. 

Aluna terá que pagar R$ 5 mil a professor

Família da estudante processou professor por tê-la trocado de lugar na sala de aula. Após dois anos, autoridade do professor foi reconhecida


Uma aluna da rede estadual de ensino de Pernambuco foi condenada pela Justiça a pagar R$ 5 mil de indenização por danos morais a um professor da Escola de Referência em Ensino Médio Apolônio Sales, localizada no Ibura, Zona Sul do Recife. A família da estudante havia acionado o Conselho Tutelar e o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) contra o docente porque ele havia mudado a aluna, que conversava em sala, de banca durante uma aula. A decisão, assinada pelo juiz Auziênio de Carvalho Cavalcanti, foi favorável ao professor e comemorada como uma vitória da educação pela categoria.

De acordo com a sentença, expedida no último dia 20, o professor de matemática e física Jeff Kened Barbosa, de 62 anos, sendo 25 de profissão, pediu, no dia 11 de abril de 2016, para uma aluna, que terá a identidade preservada, mudar de lugar durante uma aula. Ela estaria conversando com um grupo de colegas e atrapalhado o andamento da disciplina. No dia seguinte, a mãe da estudante procurou a gestão escolar para se queixar do professor, alegando que ele havia constrangido a adolescente. A família acionou o Conselho Tutelar e o MPPE para denunciar o professor.

O professor processou a mãe e a aluna por danos morais. A decisão judicial considerou que “o autor (Jeff) não extrapolou o exercício da autoridade que lhe é conferida em sua posição de professor”. Na defesa, a aluna alegou que sofreu danos morais e teve problemas psicológicos por causa do fato, mas o juiz ressaltou que “o constrangimento que ela alega haver sofrido encontra-se fora da órbita do dano moral, que configura a dor, vexame, sofrimento ou humilhação que, de forma anormal, interfira no comportamento psicológico do indivíduo, logo o pedido contraposto resta improcedente”.

O professor, que esperou dois anos pela decisão, contou que nunca havia passado por uma situação como essa em 25 anos de sala de aula. “A aluna estava conversando e eu simplesmente pedi para ela parar. Ela disse que estava fazendo 18 anos e que ninguém mandava nela nem poderia trocá-la de lugar ou mandá-la calar-se”, lembrou Jeff. Ele continua lecionando na Apolônio Sales. A aluna não estuda mais na escola. “Essa vitória não é apenas minha, mas de todos os professores. Recebi ligações de educadores de todos os estados brasileiros comentando o assunto”, disse. O Diario procurou a estudante, a mãe e a advogada dela, mas não conseguiu contato. Uma indenização no valor de R$ 5 mil foi arbitrada pelo juiz, mas a estudante ainda pode recorrer na segunda instância do Poder Judiciário. Para decidir em favor do docente, o juiz considerou que “o professor em sala de aula é detentor de prerrogativa de ascendência e autoridade necessárias ao exercício da elevação educacional e cultural do aluno e ajustamento desta conduta ao ambiente coletivo em que está inserido. A observação negativa sobre comportamento da aluna que desconsidera a convivência coletiva e adota conduta prejudicial ao ambiente necessário ao ensino na sala de aula insere-se no exercício regular da atividade do professor”, pontuou o juiz Auziênio de Carvalho.

A psicóloga Deméria Donato observou que casos como esse revelam a falta de habilidade de se comunicar com o outro. Segundo a especialista, pode representar ainda a superproteção de crianças e adolescentes, que prejudica o andamento escolar deles. “Não sei se essa era a educação dada à garota, mas pode revelar uma conjuntura familiar de superproteção. O professor tem direito a ditar regras e os alunos devem estar preparador para ouví-lo”.


Bob Fernandes - A Suíça entrega PSDB. Lula luta para não ser preso. FHC ouve clássicos. De camarote


Foi a Suíça que comunicou às autoridades brasileiras a existência de R$ 113 milhões movimentados por Paulo Vieira de Souza...
.
...Vulgo "Paulo Preto", diretor da DERSA por 5 anos. Nomeado por Alckmin em 2005. 
.
A Folha informa: a Suíça mandou, não o Brasil foi buscar. E informações sobre 113 milhões submergiram num processo secundário em São Paulo. 
.
Deveriam estar em inquérito no Supremo que investiga Serra e Aloysio Nunes. Ligados a Paulo Preto, que serviu ao governo Serra e ameaçou na campanha 2010:
.
-Não se abandona companheiro ferido à beira da estrada…
.
Recado claríssimo, jamais investigado pra valer. Em 2012, CPI Cachoeira/ Delta, Paulo Preto escancarou, na revista Piauí:
.
-Por que a CPI proibiu a abertura das contas do eixo Rio-São Paulo? Porque se abrir essas contas o Brasil cai.
.
De novo, silêncio cúmplice. Oito anos depois Paulo pode delatar. Não a tempo de julgamentos tirarem legalmente da eleição os citados. 
.
E depois? Bem, ministros do Supremo se aposentam, se vão, novos nomeados... Maioria se produz.
.
Recordemos. A emenda da reeleição de Fernando Henrique teve votos comprados. Sem CPI, sem investigação pra valer. 
.
Como na venda da Telefonia por R$ 22 bilhões. Com acertos gravados. ACM era homem-forte do governo. Renan Calheiros, ministro da Justiça de FHC. 
.
Cérvero tentou delatar: "...a Brasken é um escândalo do governo Fernando Henrique...". A autoridade que ouvia fez Cerveró mudar de assunto.
.
Como Lula, Fernando Henrique tem um Instituto. O de Lula, investigado por tudo. O de FHC nasceu num jantar dentro do Palácio da Alvorada, ele ainda presidente.
.
Relato de Gerson Camarotti, na Época: Odebrecht, OAS, bancos, os de sempre, doaram R$ 7 milhões. Já haviam doado R$ 1,5 milhão para compra da sede.
.
Cerveró, Instituto FHC...? Alega-se o de sempre quando tucanos: já prescreveu. Mas não prescreve para o jornalismo. Doadores, os de sempre, estão todos aí.
.
Agora a PF scaneia Jaques Wagner, hipótese B do PT. Lula luta para não ser preso. E Fernando Henrique assiste concertos musicais. De camarote. Villa-Lobos, na última quinta.


Fonte: Jornal da Gazeta

DODGE DIVERGE DA PF E VETA QUEBRA DE SIGILO DE TEMER

Indicada por Michel Temer para a PGR, Raquel Dodge mostra lealdade ao emedebista; a chefe do Ministério Público divergiu da Polícia Federal e não solicitou ao Supremo a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Temer; na opinião dos policiais que atuam na investigação, os dados de Temer deveriam ser acessados como método para detectar qualquer movimentação financeira suspeita que pudesse demonstrar pagamentos ilegais no período de discussão do decreto portuário, publicado em maio passado, em que ele é suspeito de ter recebido propina para beneficiar empresas; Raquel foi contrária ao pedido da Polícia Federal.


A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, divergiu da Polícia Federal e não solicitou a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Michel Temer. Para ela, ainda não há elementos que justifiquem a medida. Temer é investigado sob suspeita de receber propina para favorecer empresas do setor portuário na publicação de um decreto que alterou regras do setor.

Na opinião dos policiais que atuam na investigação, os dados bancários e fiscais de Temer deveriam ser acessados como método para detectar qualquer movimentação financeira suspeita que pudesse demonstrar pagamentos ilegais no período de discussão do decreto portuário, publicado em maio passado.

Raquel foi contrária ao pedido da Polícia Federal. Ao solicitar as quebras de sigilo ao Supremo Tribunal Federal, a PGR não incluiu Michel Temer como alvo. As medidas, já autorizadas pelo STF, atingem, entre outros, o ex-deputado Rodrigo Rocha Loures e o coronel João Baptista Lima, suspeitos de intermediar o recebimento de propina para Temer. Também foram alvos as empresas Argeplan, pertencente ao coronel Lima, e a Rodrimar, concessionária de áreas no porto de Santos que tentou influenciar a edição do decreto.

O pedido da PGR de quebras de sigilo chegou ao STF em 12 de dezembro. No dia 15, o ministro Luís Roberto Barroso, relator do caso, autorizou a medida. Posteriormente, em 19 de dezembro, a PF protocolou sua solicitação, cuja principal diferença foi enfatizar a necessidade de obter os dados bancários e fiscais de Michel Temer.

As informações são de reportagem de Aguirre Talento em O Globo.

ACAMPAMENTO DO MST É ATACADO A TIROS NO RN

As 50 famílias do Acampamento “Independência Camponesa” do Movimento de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Sem Terra (MST), localizado na Barragem de Tabatinga, no município de Macaíba (RN), foram surpreendidas na noite da última sexta-feira (23) com a chegada de quatro homens encapuzados, com roupas camufladas, atacando o acampamento com tiros contra os barracos, e também disparando para o alto, anunciando ameaças como as de que “as famílias tinham uma semana para sair do acampamento”


Na noite da última sexta-feira (23), por volta das 21h, as 50 famílias do Acampamento “Independência Camponesa” do Movimento de Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais Sem Terra (MST), localizado na Barragem de Tabatinga, no município de Macaíba (RN), foram surpreendidas com a chegada de quatro homens encapuzados, com roupas camufladas, atacando o acampamento com tiros contra os barracos e um carro, que servia de ambulância para o acampamento, atingindo os vidros e pneus, e também disparando para o alto, anunciando ameaças como as de que “as famílias tinham uma semana para sair do acampamento”.

O acampamento está localizado em uma área de conflito entre as famílias que estão ocupando uma área pública, para que possam viver, trabalhar e produzir alimentos saudáveis para a região, e entre dois fazendeiros da região que a invadiram. Importante situar que as famílias não estão sob nenhuma ordem judicial de reintegração de posse, como afirma o advogado popular Hélio Miguel.

Segundo a Comissão Pastoral da Terra (CPT) os conflitos no campo aumentaram de 1.217, em 2015, para 1.536, em 2016, e seguem crescendo no Brasil, representando 26% de aumento na ultima pesquisa, sendo a maior estatística de violência realizada pela entidade nos últimos 30 anos. Marcado pelo crescente número de despejos e assassinatos, a coleta de informações mostra que o conflito agrário torna-se cada vez mais presenta em nossa realidade.

O movimento e as famílias acampadas denunciam e reivindicam que o Poder Judiciário e o Ministério Público, cumpram com o seu dever constitucional de apurar os fatos, punam os responsáveis e assegurem as famílias, assim como o Governo Federal, através do INCRA, destine a área para as famílias acampadas que reivindicam o direito a terra e moradia.

Confira a nota completa do MST-RN:

O MST vem a público denunciar e convocar os órgãos competentes, organismos de defesa dos direitos humanos e a sociedade, para que se manifestem sobre mais uma ação de violência contra os povos do campo, dessa vez, cometida contra mais de 50 famílias do acampamento Independência Camponesa, localizado as margens da Barragem de Tabatinga, no município de Macaíba (RN).

Na noite do dia 23, por volta das 21h, as famílias foram surpreendidas com a chegada de quatro homens encapuzados, com roupas camufladas, atacando o acampamento com tiros contra os barracos e um carro – que servia de ambulância para o acampamento, atingindo os vidros e pneus, e também disparando para o alto, sob anúncio de ameaças, que as famílias tinham uma semana para sair do acampamento. Uma típica ação de violência do latifúndio do nosso país.

O acampamento está localizado em uma área de conflito, entre as famílias que estão ocupando uma área pública, que já foi desapropriada, e não cumpre nenhuma função social, com o objetivo que seja destinada a Reforma Agrária, para que possam viver, trabalhar e produzir alimentos saudáveis para a região; e dois fazendeiros da região que a invadiram. Ademais as famílias não estão sob nenhuma ordem judicial de reintegração de posse.

Os conflitos no campo vem de longa data no Brasil, presente em todo o território nacional, e os dados de violência, mostram que com a ruptura democrática, promovida pelo golpe que rasgou a Constituição Federal de 1988, promovido pela Rede Globo, o Congresso Nacional – com um forte bancada ruralista, e a conivência do Poder Judiciário, libera-se e aprofunda-se as forças mais reacionárias do latifúndio e do agronegócio.

Nesse sentindo, atribuímos o perduramento desse conflito e o aumento da violência do campo, ao governo golpista, que também violenta as milhares de famílias acampadas – sujeitando-as a permanecerem em baixo de lonas preta e ações de truculências como a ocorrida, quando o Estado brasileiro bloqueia a Reforma Agrária no Brasil, desmonta políticas públicas, e criminaliza a luta dos povos do campo.

Por isso, denunciamos e reivindicamos que o Poder Judiciário e Ministério Público, cumpram com o seu dever constitucional de apurar os fatos, punam os responsáveis e assegurarem as famílias, assim como o Governo Federal, através do INCRA, destine a área para as famílias acampadas.

O MST continuará organizando as famílias na luta por Reforma Agrária Popular, para que a terra seja democratizada, respeitando a natureza, e produza alimentos saudáveis para o povo do campo e da cidade.

Lutar, Construir Reforma Agrária Popular!

25 de Fevereiro de 2018

Movimento das/os Trabalhadoras/es Rurais Sem Terra – RN

Com informações de Janaína Lima, do coletivo de comunicação do MST – RN

Intervenção federal no Rio: uma manobra (política) de profissionais


Por Ricardo Lengruber

O êxito, ainda que mínimo, de uma intervenção pode ser a abertura de caminhos para enfraquecimento das instituições da República

Não há dúvidas de que a situação da segurança pública no Brasil, no Rio em particular, é gravíssima. Apesar disso, dados do ISP revelam que, em números, os cenários de 2016 e de 2015 talvez tenham sido piores. A decisão pela intervenção federal no Rio não é técnica, tampouco jurídica. É política. Há interesses político-midiáticos muito profundos nesse movimento.

Políticos porque os setores governistas conservadores estão se vendo num cenário de ausência de opções eleitoralmente viáveis para 2018. Midiáticas porque há em curso no Rio uma batalha por espaços econômicos e de poder importantes entre Globo, principal grupo de comunicação do estado, e a Record, da igreja do bispo Marcelo Crivella, prefeito carioca.

Sobre a questão da comunicação, ainda ocorre mais: há em curso claramente um esforço de propaganda negativa sobre o Rio. Há interesses óbvios de se criar dificuldades para se vender soluções. A situação é temerária sim. Mas, há que se concordar: ela é há anos.

O que se tem agora de diferente é a radicalização da omissão do Estado e da propaganda negativa. Além disso, a crise financeira, promovida em parte pela redução dos royalties do petróleo, aliada aos escândalos de corrupção que levaram à prisão do ex-governador Sérgio Cabral, justificaram incialmente o pacote de austeridade ditado pelo governo federal e, agora, uma intervenção direta.

Em outras palavras: o MDB nacional está conseguindo minar o partido no estado sem sequer derrubar seu governador – pelo menos até a próxima eleição. Há que se pensar na dificuldade que o governo federal tem enfrentado de aprovar a reforma da Previdência. Os compromissos assumidos com o mercado financeiro estão sob risco.

Uma situação de intervenção, além de impedir a votação (e expurgar a eventual derrota do governo), ainda pode cativar esse mesmo mercado para um cenário de aparente ordem e redimir um governo falido. Pode, inclusive, dar fôlego ao governo de modo a aprovar a reforma nos próximos meses.

Há que se ponderar sobre a ausência de opções eleitorais do campo conservador. O atual governo se vê sem alternativas viáveis, permitindo o crescimento das intenções de voto da extrema direita, que acena para o fascismo. Uma pequena melhora na sensação de segurança no Rio pode criar uma nova área de agregação desse eleitorado.

Aliás, o fato de a oposição estar contra a intervenção pesará muito contra ela. Outro fator a ser compreendido é de que há em curso no País um esgarçamento da sensibilidade democrática. A frágil democracia que se construía nas últimas décadas tem sido apresentada como a responsável pela calamidade que se alardeia na mídia.

O êxito, ainda que mínimo, de uma intervenção pode ser a abertura de caminhos para enfraquecimento das instituições da República. Talvez seja o primeiro passo de umaponte para o passado. Além de tudo isso, do ponto de vista prático, é necessário lembrar que as forças armadas tem formação, na melhor das hipóteses, para a salvaguarda da soberania nacional, por melhor que seja a formação técnica de seus oficiais.

Função diferente daquelas que são as das polícias militar e civil. Alinhar as incumbências das Forças Armadas e das polícias é enfraquecer ambas ainda mais e inviabilizar, a longo prazo, as soluções estruturantes que o quadro de segurança pública exige.

A intervenção pode, na verdade, a longo prazo, piorar o quadro da segurança. As comunidades mais pobres, que já sofrem tanto com a guerra às drogas, sofrerão ainda mais, com maior arbitrariedade. E as questões de base, do crime organizado, por exemplo, sequer devem ser tocadas. Mas parece que pode redimir um governo que estava caducando. E talvez ressuscite na opinião pública (com a narrativa elogiosa que já está nos telejornais) a velha política, que ainda ocupa os palácios.

Diretoria de time de futebol proíbe emissora de Ipatinga de entrar no estádio; equipe narrou o jogo do lado de fora

Tricordiano e Ipatinga empataram de 1 a 1 na manhã deste domingo (25), no estádio Municipal de São Gonçalo do Rio Abaixo. Jogo, válido pela 2ª rodada do Campeonato Mineiro do Módulo 2,  foi de portões fechados, já que o mandante, não apresentou os laudos necessários para a liberação do local para a entrada do torcedor.
Mas o que chamou a atenção foi a proibição, por parte da diretoria do Tricordiano, da entrada para a cobertura da partida, da equipe de esportes da Rádio Vanguarda, de Ipatinga, que teve que fazer a cobertura do lado de fora do estádio, na caçamba de uma Picape.
Os motivos da medida não foram até o momento explicados. Nina Abreu representou a Federação Mineira de Futebol no jogo. 
A 2ª rodada do módulo 2 teve 17 gols marcados. O Guarani de Divinópolis passou a ser a única equipe 100% da competição.

PAULO PRETO ESCANCARA JUSTIÇA SELETIVA

Enquanto João Vaccari, ex-tesoureiro do PT, está preso há quase três anos sem que se tenha encontrado nada em suas contas no Brasil ou no exterior, o operador das propinas do PSDB, Paulo Vieira de Souza, que movimentou mais de R$ 113 milhões na Suíça, arrecadando recursos para José Serra, Aloysio Nunes e Geraldo Alckmin, continua solto e pode até ser beneficiado pela prescrição de seus processos; "Vaccari foi preso arbitrariamente há muito tempo pelo juiz Sérgio Moro acusado de ser o operador do PT sem quaisquer indícios, não encontraram um centavo sequer em sua conta. Já o operador do PSDB flagrado com 100 milhões na Suíça, dinheiro oriundo de propina, continua livre", escreveu o internauta Kallil Oliveira


A operação Lava Jato dá mais uma prova da seletividade nas suas acusações. O ex-tesoureiro do PT João Vaccari Neto está preso há quase três anos sem que se tenha encontrado nada em suas contas no Brasil ou no exterior.

A defesa de Vaccari ingressou no Supremo Tribunal Federal (STF) com pedido habeas corpus contra a prisão preventiva, decretada pelo juiz Sérgio Moro. "Primeiro, essa prisão é injusta, por conta da desnecessidade da prisão preventiva, e também a ausência do trânsito em julgado, cuja execução provisória é inconstitucional. A defesa do Sr Vaccari continua a lutar contra essa grande injustiça que ele ainda suporta", ressalta o advogado de Vaccari, Luiz Flávio Borges D'Urso (leia mais).

O petista foi absolvido duas vezes e condenado uma vez em segunda instância. Na primeira sentença favorável, o Tribunal Regional Federal da 4ª Região o livrou de uma pena de 15 anos proferida por Moro, e também de um dos mandados de prisão.

Por outro lado, o ex-diretor da estatal paulista Dersa Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto, apontado como operador das propinas do PSDB, que movimentou mais de R$ 113 milhões na Suíça, arrecadando recursos para José Serra, Aloysio Nunes e Geraldo Alckmin, continua solto e pode até ser beneficiado pela prescrição de seus processos. 

"Vaccari foi preso arbitrariamente há muito tempo pelo juiz Sérgio Moro acusado de ser o operador do PT sem quaisquer indícios, não encontraram um centavo sequer em sua conta. Já o operador do PSDB flagrado com 100 milhões na Suíça, dinheiro oriundo de propina, continua livre", escreveu o internauta Kallil Oliveira.

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2018

Página Musical - Atitude 67 cantando: Cerveja De Garrafa (Fumaça Que Eu Faço)



Atitude 67 - Cerveja De Garrafa (Fumaça Que Eu Faço) Bacana como tá legal aqui Você é sempre um bom motivo pra eu querer ser feliz Me dá um gole dessa tua paz Que hoje eu te vi trocando a roupa e tá bonito demais É doce, você tem um jeito doce O seu olhar é doce, doce Aí, me leva pra qualquer lugar Porque se for ideia sua acho que eu devo gostar Independente do que acontecer O teu sorriso volta e meia vai permanecer Doce, você tem um jeito doce O seu olhar é doce, doce Mas gosta de boteco e de cerveja de garrafa E nunca ligou pra toda fumaça que eu faço E toda vez que eu relaxo Eu imagino um mundo belo assim com você do lado


Nos sonhos de Tiago Leifert, o esporte seria como ele: anódino, sem graça e refém da Globo



Tiago Leifert, apresentador do BBB, escreveu um artigo na revista GQ, da qual é colunista, que está bombando.

Não pelas virtudes, mas pelos defeitos. É um monumento à estupidez, à banalidade e ao conformismo.

O título é “Evento esportivo não é lugar de manifestação política”.

“Quando política e esporte se misturam dá ruim. Vou poupá-los dos detalhes, mas basta olhar nossos últimos grandes eventos para entender que essas duas substâncias não devem ser consumidas ao mesmo tempo”, diz ele.

“O que me leva à minha primeira grande preocupação de 2018: é ano eleitoral”.

A coisa continua nesse tom. “Do ponto de vista do atleta: ele veste uma camisa que não é dele (que, aliás, ele largará por um salário melhor), uma camisa que representa torcedores que caem por todo o espectro político. A câmera e o microfone só estão apontados para aquele jogador por causa da camisa que ele está vestindo e de sua performance esportiva.”

Segundo Tiago, “tem muita coisa contaminada por aí. Precisamos imunizar o pouco espaço que ainda temos de diversão. Textão é no Facebook. Deixem o esporte em paz”.

No mundo encantando de Leifert, a audiência seria passiva e concordaria com ele e a empresa que o emprega para falar bobagem.

Não haveria Sócrates, Reinaldo, os Black Panthers.

A Democracia Corintiana teria sido abortada no primeiro gole de cerveja do Magrão.

Muhammad Ali teria servido o Exército no Vietnã e calado a boca.

Jesse Owens não teria corrido na Olimpíada de Berlim para não estragar a bonita festa nazista.

LeBron James e Kobe Bryant não teriam vestido na NBA a camiseta escrito “Não consigo respirar”, últimas palavras de Eric Garner, asfixiado por um policial em Nova York.

Os torcedores não estenderiam faixas contra a propina da Globo no escândalo da Fifa.

Eventualmente uma ou outra seria permitida, elogiando o fato de o horário dos jogos obedecer à grade de sua emissora.

Tiago Leifert gostaria que o esporte fosse como ele: anódino e sem graça, fantasiado de “profissional”.

Infelizmente para TL, atletas e torcidas no mundo inteiro têm a mania de se indignar sem pedir-lhe permissão.

No sonho de Tiago, todas elas irão, um dia, para o paredão.

←  Anterior Proxima  → Inicio

Pacatuba Em Foco

Ouça-nos !

Agenda de Jogos da Semana



Mais Acessadas

Total de Transeuntes

Votar ao Topo