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"Ouvi mais claramente o que disse o presidente da República. Parece chamar todos os nordestinos de “paraíba” e me ameaça, com estranha...

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Pacatuba Em Foco


Pacatuba Em Foco - A Melhor Calçada Virtual

Globais protestam contra golpe e Sheherazade protesta

Um vídeo com estrelas da Globo, como José de Abreu, Monica Iozzi, Tonico Pereira e Letícia Sabatella, contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff gerou certo constrangimento entre os artistas porque chama a emissora de corrupta; a jornalista do SBT Rachel Sheherazade compartilhou o link da notícia sobre o vídeo e criticou os artistas: "Cuspindo no prato que comem"

Um vídeo com estrelas da Globo, como José de Abreu, Monica Iozzi, Tonico Pereira e Letícia Sabatella, contra o impeachment da presidente Dilma Rousseff gerou certo constrangimento entre os artistas porque chama a emissora de corrupta. 
 
O material, produzido pelo canal TV Poeira e divulgado no Facebook na última quarta (30), mostra os famosos falando sobre corrupção em outros partidos além do PT e também empresas, enquanto aparece uma lista dos "onze maiores casos de corrupção no Brasil". No sétimo lugar dessa lista está a Globo, dizendo que ela sonegou R$ 615 milhões.

O vídeo foi editado e já não cita mais a Globo. Veja aqui.

A jornalista do SBT Rachel Sheherazade compartilhou o link da notícia sobre o vídeo e criticou os artistas: "Cuspindo no prato que comem".


Políticos querem censurar a internet no Brasil com a desculpa de combater o “cibercrime”

Preste atenção no que acabou de acontecer: o Congresso Nacional acabou de divulgar o relatório final da CPI dos Crimes Cibernéticos. O relatório propõe a criação de 8 projetos de lei para controlar a internet. Esses projetos são bombásticos: eles atacam diretamente direitos fundamentais, como a liberdade de expressão, o direito à privacidade e mutilam as partes mais importantes do Marco Civil da Internet, justamente aquelas que protegem os internautas contra a vigilância e a censura.

Dentre as propostas que estão previstas no relatório final da CPI dos Cibercrimes estão:

a) Transformar as redes sociais em órgãos de censura para proteger a honra de políticos. Se alguém falar mal de um político em uma rede social, a rede social será obrigada a remover o conteúdo em no máximo 48 horas. Se não remover, a empresa será co-responsabilizada por aquele conteúdo e terá de indenizar o político ofendido. Em outras palavras, as redes sociais se tornarão agente des vigilância e censura permanentes dos seus usuários.

b) Mandar para a cadeia por 2 anos quem simplesmente violar os “termos de uso” de um site. Entrou em um site ou aplicativo e desrespeitou alguma cláusula daquele documento enorme que todo mundo clica sem sequer ter lido: cadeia para você por 2 anos.

c) Desviar 10% dos arrecadados pelo Fistel, que têm por objetivo melhorar a qualidade das telecomunicações no Brasil, para financiar a polícia. As telecomunicações que já são caras e precárias no Brasil ficarão ainda piores. O recurso que é arrecadado para fiscalizar a qualidade do do acesso à internet, telefonia e outro serviços será desviado para financiar a polícia. É claro que esse financiamento é importante. Mas para isso já pagamos nossos impostos. Não precisa desviar recursos essenciais para isso.

d) Atribuir competência à Polícia Federal para qualquer crime praticado usando um computador ou celular. Em outras palavras, o garoto ou a garota que baixar uma música da internet poderá receber a visita do japonês da federal. Alguém que escrever algo considerado “difamatório” ou “injurioso” contra um político nas redes sociais poderá ter de se explicar à Polícia Federal. Em outras palavras, vários milhões de brasileiros que fazem essas atividades todos os dias poderão ser vigiados e até mesmo presos pela Polícia Federal sob suspeita de de terem cometido “crimes mediante uso de computador”, mesmo que sejam crimes de baixo potencial ofensivo.

e) Obrigar os provedores de internet a revelarem automaticamente quem está por trás de cada endereço de IP na rede, informando para a polícia o nome, filiação e endereço domiciliar da pessoa, sem a necessidade de ordem judicial prévia. Em outras palavras, todos serão presumidamente “culpados” na internet brasileira e poderão ser constantemente vigiados. Se falou mal de um político na internet, na hora será possível saber a sua identidade e a Polícia Federal poderá ser acionada contra você.

f) Estabelecer a censura pura e simples na internet. O projeto de lei altera o Marco Civil, que proíbe a censura, criando um novo artigo que permitirá “determinar aos provedores de conexão bloqueio ao acesso a a aplicações de internet por parte dos usuários” para “coibir serviços que sejam considerados ilegais”. Em outras palavras: qualquer site poderá ser derrubado da internet brasileira. Lembra do bloqueio do WhatsApp? Isso será fichinha perto do que irá acontecer. Qualquer aplicativo, site ou serviço poderá ser bloqueado e censurado diretamente pelos provedores de internet e os brasileiros ficarão privados de acessá-lo sem qualquer defesa, afetando a vida de milhões de pessoas.

O relatório da CPI que propõe essas mudanças abre com a assinatura do deputado Eduardo Cunha, atual presidente da Câmara. A CPI foi presidida pela Deputada Mariana Carvalho (PSDB-RO) e o texto preparado pelo deputado Espiridião Amim (PP-SC) e pelos deputados Sandro Alex (PSD-PR), Rafael Motta (PSB-RN), Daniel Coelho (PSDB-PE) e Rodrigo Martins (PSB-PI).

O que mais pasma nesse relatório da CPI dos cibercrimes é como a internet é vista apenas como se fosse um “antro de perdição” e não como uma fonte de empregos, de inovação, de desenvolvimento, ou um instrumento essencial para o futuro do Brasil.

Em outras palavras, estão criminalizando a internet e colocando a rede sob o controle estrito do Estado. Esse é o mesmo caminho trilhado por países como a Arábia Saudita, Irã, Turquia, Coreia do Norte e Rússia.

É uma lástima que o Brasil, nesse momento em que a liberdade de expressão e a internet são ferramentas essenciais, tenha sua internet ameaçada por iniciativa da CPI dos cibercrimes. É claro que o crime na internet precisa ser combatido. Mas isso deve ser feito respeitando-se direitos fundamentais. O que estamos assistindo agora não é uma tentativa de se combater os cibercrimes, mas sim uma tentativa de controlar a internet, que tanto tem incomodado os políticos corruptos no Brasil.

Se você não quer a que internet seja censurada, compartilhe essas informações e manifeste-se contra a CPI dos Cibercrimes e os oito projetos de lei que ela propõe para controlar a internet. Censura nunca mais.

Senador Cássio Cunha (PSDB) vira piada nas redes sociais após defender medidas de combate à corrupção

Citado no ‘listão da Odebrecht’ que contém nomes de mais de 200 políticos brasileiros suspeitos de terem recebidos propinas milionárias da empreiteira, o senador Cássio Cunha Lima (PSDB) foi vítima de um ‘bombardeio’ nas redes sociais, após postar foto conduzindo documentos com assinaturas colhidas na Paraíba em apoio ao pacote das 10 medidas de combate à corrupção propostas pelo Ministério Público Federal.

“Com muita honra, conduzi as assinaturas dos paraibanos no projeto de iniciativa popular liderado pelo MP com 10 medidas anti-corrupção”, comentou Cássio nas redes sociais. Logo após a postagem, o senador virou alvo de piadas dos internautas.

“kkk isso é uma piada!!!! A não ser que o seu nome seja o primeiro da lista, toda vez que você aparece na TV querendo crucificar os outro contra corrupção a reação dos paraibanos é de muitas risadas, porque sabemos que estás na lista dos mais corruptos do Brasil, não subestime nossas memórias”, comentou uma internauta.

“Meu Deus… Eu só posso rir! A cara de pau não tem limites em um país de memória tão curta! Mas eu lembro que ele foi considerado o senador mais corrupto do Brasil. Até o Google sabe!!”, postou um internauta. “Esse senador foi cassado, vem falar de anticorrupção, o povo não é besta”, ironizou outro.


 Irritado com a ‘avalanche’ de críticas, Cássio chegou a rebater um dos internautas. “…acusações levianas a sua. Não vai inibir o meu trabalho muito menos me calar”, disse o senador, que também chegou a receber incentivo: “Esse é meu Senador! Continue com essa classe de hoje na tribuna foi muito bom. Só não deixa mais essa parte do outro a atrapalhar seu discurso!”

A lista contendo assinaturas de apoiadores de todo o país ao pacote anticorrupção foi levada nesta terça-feira (29) ao Congresso Nacional. As propostas já foram apresentadas para serem votadas e aprovadas pelos parlamentares.

O conjunto de propostas foi lançado em março do ano passado e mobilizou procuradores e promotores em palestras e eventos realizados em todo o país para divulgar e pedir adesão às medidas, que incluem alterações legislativas para prevenir, punir e recuperar desvios de dinheiro público.

Em mais de oito meses de coleta de assinaturas, mais de 1.016 entidades – incluindo igrejas, universidades, associações, empresas e ONGs – manifestaram apoio às medidas.

As propostas incluem mecanismos para dar mais transparência para o Judiciário e o próprio MP. Há uma proposta específica para tornar crime o enriquecimento ilícito por parte de agentes públicos e outra para aumentar as penas para crimes de corrupção, que também se tornaria hediondo. Outra proposta visa reduzir o número de recursos possíveis num processo penal e ainda acelerar ações de improbidade administrativa, envolvendo desvios de recursos.

Globo perdeu a batalha da comunicação: é golpe

O grupo Globo de comunicação tinha um plano traçado: manipular a sociedade para que ela se convencesse de que o golpe jurídico-midiático de 2016, consubstanciado na palavra impeachment, não constitui um golpe de Estado travestido de legalidade porque o instrumento jurídico do impeachment está previsto na Constituição Federal.
 
Para isso, a Globo escalou seus editorialistas e repórteres para que buscassem fontes dispostas a repetir essa obviedade: se está na Constituição, não é golpe (leia mais aqui). A Globo só não disse que a mesma Constituição Federal impõe como pressuposto essencial de um processo de impeachment a existência se um crime de responsabilidade que possa ser atribuído à presidência da República no curso do seu mandato – o que no caso da presidente Dilma Rousseff inexiste.


No entanto, a Globo caiu na sua própria armadilha. Como seus argumentos são frágeis, foram desmontados na noite de ontem, em pleno Jornal Nacional, pela presidente Dilma. “Para o impeachment estar correto a Constituição exige que se caracterize crime de responsabilidade. É isto. Impeachment sem crime de responsabilidade é o que? É golpe. É essa a questão. Não adianta fingir que nós estamos discutindo em tese o impeachment. Nós estamos discutindo um impeachment muito concreto, sem crime de responsabilidade. Não adianta, não adianta discutir se o impeachment está ou não previsto na Constituição. Está sim. O que não está previsto é que sem crime de responsabilidade ele é passível de legalidade, de legitimidade. Não é. E aí o nome é golpe”, disse ela (assista aqui a reportagem).


O que foi dito pela presidente também confirmado por ninguém menos que o ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal. "Acertada a premissa, ela tem toda razão. Se não houver fato jurídico que respalde o processo de impedimento, esse processo não se enquadra em figurino legal e transparece como golpe", afirmou. Mello disse ainda que um impeachment ilegal e ilegítimo, sem crime de responsabilidade, poderá até ser questionado por Dilma no próprio STF (leia mais aqui).


Como a estratégia de manipulação não vingou, a Globo se viu forçada a debater o mérito da questão. Por isso mesmo, a manchete do jornal O Globo desta quinta-feira é dedicada à tese da advogada Janaina Paschoal, convertida em "jurista" pelos Marinho, de que "pedaladas fiscais" que ainda nem foram apreciadas pelo Congresso Nacional são motivos suficientes para afastar um presidente.


Motivo fútil


O fato, porém, é que nesse debate, a Globo também será derrotada. O motivo principal: as contas da presidente Dilma Rousseff nem foram apreciadas pelo Congresso Nacional, que é quem tem o poder de julgá-las. Portanto, se o Congresso não deliberou sobre o tema, como pode uma comissão da Câmara, num processo de impeachment conduzido por Eduardo Cunha (PMDB-RJ), condená-la? Evidentemente, seria passar o carro na frente dos bois. Além disso, as tais "pedaladas" são práticas comuns a todos os governos estaduais.


Não custa lembrar que, no ano passado, o governador paulista Geraldo Alckmin, do PSDB, chegou a afirmar que se Dilma caísse por um motivo fútil como as pedaladas, todos os governantes estariam ameaçados (leia mais aqui).


Isso não significa dizer que a responsabilidade fiscal é um valor menor. Mas nada tem causado tantos danos à responsabilidade fiscal quanto a sabotagem golpista, de setores da oposição e da mídia, a um governo que assumiu seu segundo mandato disposto a promover um duro ajuste fiscal – e que só não o fez porque muitos apostaram no "quanto pior, melhor". Nesse ambiente de caos, o País registrou déficit recorde em fevereiro, de R$ 23 bilhões. Ou seja: o golpe, que é o impeachment sem crime de responsabilidade, está custando muito caro ao País.

Assista, abaixo, o vídeo da presidente Dilma Rousseff, em que ela demonstra por que o impeachment que a Globo tenta promover no Brasil é golpe:


 http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/223295/Globo-perdeu-a-batalha-da-comunica%C3%A7%C3%A3o-%C3%A9-golpe.htm

POLÍCIA FEDERAL: NÃO HÁ IRREGULARIDADES EM CAMPANHAS PETISTAS

Polícia Federal conclui que não há irregularidades em campanhas petistas feitas por João Santana. Relatório dos investigadores que pediram a prisão do marqueteiro aponta que valores pagos pelo partido para as campanhas de Lula, Dilma e Haddad foram todos declarados 

A Polícia Federal (PF) concluiu que não foram encontradas irregularidades nos pagamentos do PT pelos serviços prestados pelo publicitário João Santana nas campanhas eleitorais da presidenta Dilma, do ex-presidente Lula e do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad. O relatório da Polícia Federal, com as informações, foi citado pelo juiz federal Sérgio Moro ao deferir o pedido de prisão de Santana e de sua mulher, Mônica Moura.
De acordo com a PF, as suspeitas em relação ao publicitário e Mônica Moura são referentes a cerca de US$ 7,5 milhões que teriam sido recebidos pelos dois no exterior, por meio de uma empresa offshore que seria controlada pela empreiteira Odebrecht.

“Os valores referentes aos pagamentos pelo préstimo de serviços de João Santana e Mônica Moura para as campanhas eleitorais de Luiz Inácio Lula da Silva (2006), Fernando Haddad (2012) e da atual presidente da República Dilma Rousseff (2010 e 2014) totalizam R$ 171.552.185,00. Não há, e isto deve ser ressaltado, indícios de que tais pagamentos [das campanhas] estejam revestidos de ilegalidades”, concluíram os delegados no relatório citado pelo juiz Sérgio Moro em sua decisão.

No despacho no qual autorizou a prisão dos investigados na 23ª fase da Lava Jato, o juiz federal Sérgio Moro citou os valores do relatório da Polícia Federal e disse que, “ao que tudo indica”, os recursos foram declarados.

A empresa Odebrecht, alvo de investigação da Operação Lava Jato, confirmou, por meio de nota, que agentes da Polícia Federal realizaram ações nos escritórios da companhia em São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, visando ao cumprimento de mandados de busca e apreensão. Informou ainda que “está à disposição das autoridades para colaborar com a operação em andamento”.  

Justiça aceita denúncia por cartel de trens no governo Serra

Empresas são acusadas de superfaturarem obras e trens além de pagarem propina a servidores públicos e lobistas em esquema semelhante ao investigado pela Operação Lava Jato

A Justiça de São Paulo aceitou na segunda-feira (28) a denúncia contra sete executivos por formação de cartel e fraude a uma licitação de trens em 2009, quando o hoje senador José Serra (PSDB-SP) era governador do Estado. O valor da contração chegou a R$ 1,8 bilhão e deveria cuidar da operação e manutenção de 288 vagões da Linha 8-Diamante.
Segundo a Polícia Federal, as empresas não só superfaturavam em até 30% o preço das obras e dos trens como combinavam qual faria a proposta vencedora da licitação. Quem vencia subcontratava as perdedoras. Para o esquema funcionar, as empresas pagavam propina a servidores públicos e lobistas intermediavam os pagamentos em esquema semelhante ao investigado pela Operação Lava Jato
Todos os executivos trabalhavam nas empresas Alstom Transport S/A e CAF S.A. Construcciones Y Auxiliar de Ferrocarriles S.A, vencedoras da licitação. Em sua decisão, a juíza Roseane Cristina de Aguiar Almeida, da 29ª Vara Criminal da capital, escreveu que há indícios de que os cinco executivos da Alstom e dois da CAF cometeram crimes. Ao aceitar a denúncia, ela deu um prazo de dez dias para que os réus enviassem a defesa.
De acordo com o promotor Marcelo Mendroni, as empresas formaram cartel para dividir o contrato. “Eles trocaram mensagens para fazer alianças, sem concorrência, e por isso a atitude se torna criminosa”, afirmou no começo do mês.
Em nota, a Alstom informou que “colabora com as autoridades” e garante que opera de acordo com o Código de Ética e leis dos países onde atua. Em nota, a CAF já informou que “tem colaborado com as autoridades no fornecimento de todas as informações, quando solicitadas, e que atua estritamente dentro da legislação brasileira”.
A íntegra da nota: “A referida decisão é de uma ação que tem como parte apenas pessoas físicas. A Alstom acompanha o desenrolar do processo e irá colaborar com as autoridades quando solicitada. A empresa, como sempre indicou, opera de acordo com um código de ética e com todas as leis e regulamentos dos países onde atua. A prática de cartel ou de qualquer concorrência desleal não é permitido pelas regras da Alstom.”

Bolsonaro e o milagre da multiplicação do patrimônio

Deputado compra duas mansões de frente para o mar em área nobre do Rio com “descontos” graciosos sobre o valor de mercado. E declara patrimônio incompatível com sua renda

Você conseguiria comprar uma casa que custa, a preço de mercado, alguns milhões por “apenas” R$ 400 mil? O deputado Jair Bolsonaro (PSC-RJ) conseguiu esse, digamos, milagre. E recebeu a graça na compra não só de uma, mas de duas mansões. Em termos terrenos, com um abatimento de pelo menos 75% nos preços dos imóveis, foram verdadeiros negócios da China.
Para entender o caso: Jair Bolsonaro – que está em seu sexto mandato consecutivo como deputado federal – declarou à Justiça Eleitoral possuir, no ano de 2010, bens que totalizavam oo valor de R$ 826.670,46. Naquele ano, os dois imóveis não constavam da declaração de patrimônio.
Quatro anos depois, nas eleições de 2014, o patrimônio declarado pulou para R$ 2.074.692,43. Façamos as contas: a variação patrimonial é maior do que a soma dos salários líquidos que ele recebeu como deputado. Significa que, mesmo se Bolsonaro não tivesse gasto um único centavo de seus salários nos quatro anos de mandato entre 2010 e 2014, ainda assim o montante acumulado não lhe permitiria chegar ao patrimônio de mais de R$ 2 milhões. A conta não fecha.
E como ele não declara, entre seus bens, ser proprietário ou sócio de nenhuma empresa, é inevitável perguntar: qual é a fonte de renda de Bolsonaro para cobrir tamanha variação patrimonial?
Mas a estranheza sobre o patrimônio não para por aí. Jair Bolsonaro continua, segundo ele mesmo declara, com todos os imóveis que tinha em 2010 e aparece em 2014 com duas mansões na Avenida Lúcio Costa, de frente para o mar da Barra da Tijuca, reduto carioca da classe média alta e de parte de sua elite.
Os valores atribuído aos imóveis são piada e escárnio: o valor de compra declarado de uma das propriedades é de R$ 400 mil e a outra, de R$ 500 mil. Uma simples consulta a qualquer imobiliária da capital fluminense, ou às sessões de classificados dos jornais e sites do Rio, mostra que as mansões foram declaradas com valores muito abaixo dos praticados no mercado. Ninguém conseguiria comprar um imóvel como os de Bolsonaro, naquela localização, por esses preços entre 2010 e 2014 – período em o país chegou a viver uma “bolha imobiliária”, com os preços dos imóveis dispararam.
Bolsonaro oculta o endereço completo na declaração de bens apresentada à Justiça Eleitoral, mas descobrimos que o deputado tem endereços em seu nome no Condomínio fechado Vivendas da Barra, na referida avenida. Em anúncios classificados, o menor valor que encontramos para casas à venda naquele condomínio foi de R$ 1,65 milhões. Mais de 4 vezes o valor menor declarado por Bolsonaro.

Em época de alguns políticos terem de explicar até o que não têm e nunca compraram, o que o deputado Jair Bolsonaro, useiro e vezeiro em atirar pedras nos telhados alheios, tem a dizer a seus seguidores sobre seus telhados de vidro?

Sindicato APEOC negocia e consegue aumento de 11,36% para professores de Ipu

Foi aprovado o aumento de 11,36% para os professores da rede municipal de Ipu, na Serra da Ibiapaba. O projeto de lei enviado pela Prefeitura à Câmara Municipal foi votado e aprovado por unanimidade pelos vereadores na sessão desta terça-feira (29).
 
De acordo com a mensagem, o valor mínimo para uma jornada de 40 h/a passou para R$ 2.135,64, referente ao Piso Nacional do Magistério. O reajuste tem repercussão sobre todos os outros níveis salariais. Em relação ao pagamento, as novas referências passam a valer a partir da data de publicação da lei com efeito retroativo a 1º de janeiro.

Essa foi mais uma conquista da categoria organizada por meio da ação da Comissão Municipal do Sindicato APEOC em Ipu. A professora Izelda de Sousa, vice-presidente Regional da Ibiapaba e presidente da Comissão Municipal de Ipu, comemorou a conquista dos professores da cidade.


Negociação

A última reunião de negociação ocorreu no dia 08 de março em Ipu e contou com a presença das dirigentes locais e do assessor jurídico do Sindicato APEOC, Ítalo Guerreiro. Além do reajuste de no mínimo 11,36%, o Sindicato também firmou o compromisso com a Prefeitura para solucionar o impasse do recolhimento previdenciário da “hora pedagógica”. Será marcada uma reunião entre APEOC e Prefeitura para avaliar todos os dados dos recursos da Educação.

Emissoras de TV proíbem matérias sobre ex-deputado que matou 2 no trânsito


Censura: Emissoras de TV vetam reportagens nacionais sobre ex-deputado que matou duas pessoas no trânsito em Curitiba (PR). Ele dirigia bêbado, com habilitação suspensa e a mais de 190 quilômetros por hora
As duas principais redes de televisão do País, a Globo e a Record, resolveram censurar uma reportagem especial sobre o mesmo assunto: o mais polêmico assassinato no trânsito do Paraná. Ou seja, aquele provocado pelo ex-deputado Fernando Ribas Carli Filhoquando dirigia bêbado, com a carteira de habilitação suspensa e a mais de 190 quilômetros por hora pelas ruas de Curitiba. O resultado da soma de tanta irresponsabilidade foi a morte de dois jovens inocentes, que cometeram a imprudência de ficar na frente de um criminoso no voltante.
Em 2011, a Rede Globo mandou para Curitiba o repórter Caco Barcellos. E ele cumpriu a pauta entrevistando vários personagens envolvidos na tragédia e mostrando o local da batida e como foi que o ex-deputado, usando um Passat importado como arma, tirou a vida de duas pessoas. O material foi produzido para ser veiculado no programa “Profissão Repórter”, que teria como tema principal os chamados crimes de trânsito. Depois de tudo pronto, veio a censura. E o material parou numa gaveta, para indignação do repórter, que se justificou com a família Yared dizendo que “atualmente o Paraná é o estado mais corrupto do Brasil”. E a reportagem, apesar da relevância jornalística e social, continua engavetada até hoje, cinco anos depois. Qual a razão? Quanto a Globo recebeu para não veicular o conteúdo obtido pelo repórter e quem pagou?
Censura na Record também
O repórter da Ric/Record em Curitiba, Marc Souza, um dos melhores do Paraná na atualidade, produziu há quase um mês uma reportagem especial, com 15 minutos de duração, para o programa “Domingo Espetacular”. A equipe da RIC conseguiu, com exclusividade, ter acesso ao relatório dos radares na noite(07/05/2009) em que Carli Filho matou dois jovens ao passar por cima do carro deles com seu potente Passat, que chegou a decolar tamanha era a velocidade. Gilmar Rafael Yared e Carlos Murilo morreram na hora. A reportagem, de indiscutível valor jornalístico e de grande alcance social, estranhamente entrava no “espelho”(roteiro) do programa e logo era retirada. Por que motivo isso acontecia? Ninguém sabe. Assim, o trabalho exclusivo da equipe de Curitiba ficou rolando do espelho para a “gaveta” e da “gaveta” para o espelho durante várias semanas, até que ontem (06) finalmente foi exibido. Porém, as fontes ouvidas pelo reportagem relatam que o material levado ao ar foi muito diferente daquele que o repórter apurou. A parte em que os entrevistados falam de um provável “terceiro elemento” disputando um racha com Carli Filho foi suprimida. E a reportagem sequer foi postada no site do programa. O que houve?
Novamente as perguntas que não querem calar saltam na boca de cada paranaense indignado com o crime e com a proteção que o criminoso goza nos meios de comunicação: quem pagou, quanto pagou e quem recebeu? Só este motivo, espúrio e antiético, justifica a censura praticada em ambas as reportagens. Para os jornalistas e para o jornalismo não existe palavra mais forte, violenta e repugnante que “censura”. Contra ela e seus múltiplos e antidemocráticos sentidos, muitos foram torturados e mortos. Mas luta de anos, de décadas, contra esta arma, a mais terrível da ditadura militar (1964-1985), avançou até a vitória, que foi a expulsão dos censores das redações. Isso, no início da década de 1980. Mas volta e meia, ela reaparece numa e noutra redação, e, cruel como sempre, faz vítimas entre os bons jornalistas e priva a sociedade de uma informação relevante. O caso Carli Filho, por exemplo, está recheado de casos de censura. Qual o motivo? Quem é o censor: a rica família do ex-deputado ou o poderoso “terceiro elemento”, que se mantém anônimo (por enquanto) graças censura da intimidação, da corrupção e do tráfico de influência? A censura luta contra a verdade, como bem lembrou a jovem judia Anne Frank, em seu diário, antes de ser morta em um campo de concentração nazista: “Em cada censura há uma ponta de verdade”.
Veja como foi o crime cometido por Carli Filho nesta reconstituição feita pelo perito contratado pela família Yared:

'Rádios Comunitárias dizem não ao golpe da grande mídia

O coordenador executivo da Abraço Nacional (Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária) Valdeci Borges, disse, em entrevista para a Rádio Esplanada FM, que as rádios comunitárias são contra o “golpe que o monopólio das comunicações está tentando fazer com o país, diante dos últimos acontecimentos políticos”. 
 
Ele pede aos radialistas comunitários para se posicionarem contra o movimento: “A alerta para os radialistas comunitários é: que não se deixem enganar pelo que mídia golpista divulga em seus veículos de comunicação diariamente. Utilizem a emissora comunitária não para golpe, mas para veicular a informação. E que se dê amplo espaço aos setores da sociedade que são contra o golpe e que defendem a democracia”.

Segundo Borges, a Rádio Comunitária nasceu para democratizar a comunicação, pois a partir disso as pessoas formarão as suas próprias opiniões. “Se fizermos uma programação plural e democrática, as pessoas que nos ouve irão definir sozinhas suas opiniões. Recebendo uma informação correta, os ouvintes tem condições de se posicionar. Ou seja, receber informações dos dois lados de uma notícia e não apenas do lado que a mídia quer que você se posicione”.

Gilberto Gil e Chico Buarque respondem pedido de desculpas de Lobão

Após o músico Lobão pedir desculpas em carta aberta, Gilberto Gil e Chico Buarque se pronunciam. Caetano Veloso, que está fora do Brasil, ainda não se manifestou

O músico Lobão decidiu fazer uma carta aberta em que pedia desculpas aos também músicos Chico Buarque, Caetano Veloso e Gilberto Gil (leia a carta na íntegra aqui).

Lobão pede desculpas “por ter sido, durante todos esses anos, desonesto a diminuir o talento de vocês três por pura birra, competição, autoafirmação ou até, vá lá, uma discordância genuína quanto a princípios ideológicos, políticos e metodológicos”.

Ele diz ainda que ao assistir ao programa Altas Horas, de Serginho Groisman, de sábado para domingo, que contou com a participação de Caetano e Gil, “algo muito possante tomou conta de mim, uma força estranha foi me conduzindo para áreas da minha memória afetiva e, quando dei por mim, estava lá eu olhando para a TV inundado de carinho e amor”. O mesmo se estendeu para Chico. Ele também chama os três para uma conversa, “como pessoas crescidas que estão nessa luta por um Brasil mais justo”.

Gilberto Gil respondeu, por meio da assessoria de imprensa, dizendo que “da próxima vez que cruzar com ele, já posso lhe dar um beijo sem constrangimentos”:

“Ainda não li a carta do Lobão. Li sobre a mesma numa matéria de um jornal. Recebi suas declarações com leveza: leve alegria no coração, leve sorriso nos lábios, leves lágrimas nos olhos. Elas correspondem ao padrão mental dos inteligentes, ao padrão sentimental dos de bom coração em que, quase sempre, prevalece o bom senso. Da próxima vez que cruzar com ele, já posso lhe dar um beijo sem constrangimentos”.

Caetano Veloso, que está fora do Brasil, ainda não se pronunciou.

Chico Buarque, por sua vez, foi mais seco: “Não li a carta e não tenho intenção de ler”. Na semana passada, Chico recebeu pedido de desculpas do ator e diretor Claudio Botelho, por seus comentários contra a presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula durante a apresentação de Todos os Musicais de Chico Buarque em 90 Minutos, em Belo Horizonte.

No caso de Botelho, Chico aceitou as desculpas.

Presidente do Simers (Sindicato Médico do Rio Grande do Sul) diz que médica acertou ao não atender bebê de mãe petista

"Ela tem que se orgulhar disso. Não tem que se arrepender", diz presidente do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers) sobre médica que negou atendimento a bebê de 1 ano após descobrir que a mãe da criança era petista

Na última semana, Pragmatismo Político publicou o caso da pediatra que recusou atendimento a um bebê de 1 ano depois de descobrir que a mãe da criança era filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT), no Rio Grande do Sul (relembre aqui).

“Fiquei tão chocada que a sensação, na hora, era de que tinham me dado um soco no estômago! Nada pode ser pior que envolver teu filho nessa canalhice toda”, desabafou a mãe.

O episódio também gerou indignação entre os leitores do site.

“Um caso sério de desvio de conduta, um equívoco lamentável, uma médica jamais poderia colocar discordâncias políticas acima de suas responsabilidades profissionais”, escreveu o leitor Gustavo.

O repúdio, porém, não foi compartilhado por Paulo de Argollo Mendes (imagem acima), presidente do Sindicato Médico do Rio Grande do Sul (Simers). Em entrevista ao portal Diário Gaúcho, Argollo afirmou que a pediatra denunciada não tem que se arrepender do que fez, mas “se orgulhar, porque agiu de maneira ética e honesta”.

Confira trechos da entrevista:

Como que o sindicato vê a atitude da médica?

PAULO ARGOLLO – É absolutamente ética. O código de ética médico tem um artigo que estabelece como deve se dar a relação entre médico e paciente. Tem coisas muito claras. Por exemplo, se é uma urgência ou se tu és o único médico da cidade, tu atendes e ponto. Não tem condicionais, é a tua obrigação. Tu não és o único médico da cidade e o paciente tem a possibilidade de escolher outros profissionais, daí tu tens que ser honesto, tem que ser leal com o teu paciente. Se tem alguma coisa que te incomoda e que tu achas que vai prejudicar a tua relação com o teu paciente, se tu não vais se sentir confortável, se não vai ser prazeroso para ti atender aquela pessoa, tu deves dizer para ela francamente: olha, prefiro que tu procures um colega.

Ela demostra arrependimento?

PAULO ARGOLLO – Não. Não tem porque se arrepender. Ela tem que se orgulhar disso. Tem que se orgulhar de ter cumprido o código de ética, ter sido clara, honesta.

O médico deve atender apenas pessoas com quem ele se dá bem?

PAULO ARGOLLO – Não, eu acho que ele deve evitar atender as pessoas que percebe que, por algum motivo, não vai se dar bem.

A criança foi prejudicada?

PAULO ARGOLLO – Absolutamente não. Existem milhares de médicos em Porto Alegre que podem dar um atendimento tão bom quanto esta doutora.

E se acontecesse com o senhor?

PAULO ARGOLLO – Eu gostaria muito que o médico fosse franco, que ele não fosse um fingido, ficasse fingido que tem prazer e alegria em me atender quando, na verdade, ele está representando um papel.

Outras polêmicas

Não é a primeira vez que o presidente do Simers se comporta de maneira contestável. Em 2013, período em que desembarcavam no Brasil os médicos cubanos que integrariam o programa Mais Médicos, Argollo foi um dos mais fervorosos críticos dos profissionais de medicina da ilha caribenha.

“Nós somos frontalmente contrários à vinda [dos cubanos], é enganação, pura demagogia. Se um médico estrangeiro cometer eventual barbaridade, quem vai pagar? É uma insegurança absoluta para o próprio paciente”, disse, à época, ao portal Viomundo.

Ironicamente, o mesmo portal revelou que os dois filhos de Argollo cursaram medicina no Instituto Superior de Ciências Médicas de Camagüey, em Cuba, de 1997 a 2004.

 

Los Angeles Times destrincha a ópera do impeachment

O influente diário norte-americano Los Angeles Times publicou matéria sobre a tentativa do Congresso em impichar a presidente da República Dilma Rousseff.
 
Na reportagem, assinada por Vicent Bevins, o jornal lembra que dos 65 membros da comissão de impeachment, 37 enfrentam acusações de corrupção ou outros crimes graves, “de acordo com dados preparados para o Los Angeles Times pela organização local Transparência Brasil”.

Dos 513 membros da Câmara Federal, prossegue o jornal, 303 estào acusados ou sendo investigados por crimes graves. No Senado, o mesmo vale para 49 dos 81 membros.

Segundo o jornal, os dados sequer levaram em conto as possíveis repercussões na Lava Jato da lista da Odebrecht a mais de 200 políticos.

“Rousseff, por outro lado, nunca foi formalmente investigada ou acusada de corrupção, embora esteja altamente impopular e politicamente responsabilizada pela recessão profunda no país”, diz o jornal. Para tentar tirá-la, os deputados estão contando com a questão das pedaladas fiscais. “Eles afirmam que isso é um delito passível de impeachment”, diz o jornal.

A reportagem lista outras peculiaridades do impeachment.

Na Comissão do Impeachment, cinco membros enfrentam acusações de lavagem de dinheiro, seis acusados de conspiração e 19 de irregularidades contáveis. 33 são acusados tanto de corrupção como de improbidade administrativa.

Michel Temer, o vice-presidente, é acusado e está sob suspeita de ter recebido vantagens em um esquema de compra ilegal de etanol.

Aécio Neves, derrotado por Dilma, aparece em planilha publicada na semana passada, além de documentos que indicam que sua família mantém contas secretas em Liechtenstein.

O ex-prefeito de São Paulo, Paulo Maluf, membro da comissão de impeachment, foi recentemente condenado a revelia em um tribunal de Paris, por lavagem de dinheiro.

Wagner Moura: Dilma é vítima de um golpe clássico

Para o ator Wagner Moura, a presidente Dilma Rousseff é vítima de um golpe clássico em um Estado policialesco. 
 
‘O que está em andamento no Brasil hoje é uma tentativa revanchista de antecipar 2018 e derrubar na marra, via Judiciário politizado, um governo eleito por 54 milhões de votos. Um golpe clássico’, diz. 

Segundo ele, o país vive um Estado policialesco movido por ódio político: “Sergio Moro é um juiz que age como promotor. As investigações evidenciam atropelos aos direitos consagrados da privacidade e da presunção de inocência. São prisões midiáticas, condenações prévias, linchamentos públicos, interceptações telefônicas questionáveis e vazamentos de informações seletivas para uma imprensa controlada por cinco famílias que nunca toleraram a ascensão de Lula”, acrescenta. 

Leia abaixo o artigo de Wagner Mora sobre o assunto: 


Ser legalista não é o mesmo que ser governista, ser governista não é o mesmo que ser corrupto. É intelectualmente desonesto dizer que os governistas ou os simplesmente contrários ao impeachment são a favor da corrupção.

Embora me espante o ódio cego por um governo que tirou milhões de brasileiros da miséria e deu oportunidades nunca antes vistas para os pobres do país, não nego, em nome dessas conquistas, as evidências de que o PT montou um projeto de poder amparado por um esquema de corrupção. Isso precisa ser investigado de maneira democrática e imparcial.

Tenho feito inúmeras críticas públicas ao governo nos últimos 5 anos. O Brasil vive uma recessão que ameaça todas as conquistas recentes. A economia parou e não há mais dinheiro para bancar, entre outras coisas, as políticas sociais que mudaram a cara do país. Ninguém é mais responsável por esse cenário do que o próprio governo.

O esfacelamento das ideias progressistas, que tradicionalmente gravitam ao redor de um partido de esquerda, é também reflexo da decadência moral do PT, assim como a popularidade crescente de políticos fascistas como Jair Bolsonaro.

É possível que a esquerda pague por isso nas urnas das próximas eleições. Caso aconteça, irei lamentar, mas será democrático. O que está em andamento no Brasil hoje, no entanto, é uma tentativa revanchista de antecipar 2018 e derrubar na marra, via Judiciário politizado, um governo eleito por 54 milhões de votos. Um golpe clássico.

O país vive um Estado policialesco movido por ódio político. Sergio Moro é um juiz que age como promotor. As investigações evidenciam atropelos aos direitos consagrados da privacidade e da presunção de inocência. São prisões midiáticas, condenações prévias, linchamentos públicos, interceptações telefônicas questionáveis e vazamentos de informações seletivas para uma imprensa controlada por cinco famílias que nunca toleraram a ascensão de Lula.

Você que, como eu, gostaria que a corrupção fosse investigada e políticos corruptos fossem para a cadeia não pode se render a esse vale-tudo típico dos Estados totalitários. Isso é combater um erro com outro.

Em nome da moralidade, barbaridades foram cometidas por governos de direita e de esquerda. A luta contra a corrupção foi também o mote usado pelos que apoiaram o golpe em 1964.

Arrepio-me sempre que escuto alguém dizer que precisamos "limpar" o Brasil. A ideia estúpida de que, "limpando" o país de um partido político, a corrupção acabará remete-me a outras faxinas horrendas que aconteceram ao longo da história do mundo. Em comum, o fato de todos os higienizadores se considerarem acima da lei por fazerem parte de uma "nobre cruzada pela moralidade".

Você que, por ser contra a corrupção, quer um país governado por Michel Temer deve saber que o processo de impeachment foi aceito por conta das chamadas pedaladas fiscais, e não pelo escândalo da Petrobras. Um impeachment sem crime de responsabilidade provado contra a presidente é inconstitucional.

O nome de Dilma Rousseff não consta na lista, agora sigilosa, da Odebrecht, ao contrário dos de muitos que querem seu afastamento. Um pedido de impeachment aceito por um político como Eduardo Cunha, que o fez não por dever de consciência, mas por puro revide político, é teatro do absurdo.

O fato de o ministro do STF Gilmar Mendes promover em Lisboa um seminário com lideranças oposicionistas, como os senadores Aécio Neves e José Serra, é, no mínimo, estranho. A foto do juiz Moro com o tucano João Doria em evento empresarial é, no mínimo, inapropriada.

E se você também achar que há algo de tendencioso no reino das investigações, não significa que você necessariamente seja governista, muito menos apoiador de corruptos. Embora a TV não mostre, há muitos fazendo as mesmas perguntas que você.

PF acompanhará caso da morte de policial que acusava Aécio

A investigação sobre a morte de um policial civil que fazia acusações e críticas ao senador Aécio Neves (PSDB) será acompanhada pela Polícia Federal a pedido do ministro da Justiça, Eugênio Aragão. Lucas Gomes Arcanjo foi encontrado morto no último sábado (26) dentro de sua casa, em Belo Horizonte, enforcado por uma gravata. A Polícia Civil afirma que trabalha com a hipótese de suicídio.
 
Nos vídeos que publicava nas redes sociais, Arcanjo dizia que Aécio tinha ligação com tráfico de drogas, corrupção e até a morte de opositores. Ele também criticava promotores do Ministério Público, Poder Judiciário, outros políticos e a própria Polícia Civil.

Nesta segunda (28), nota divulgada pelo Ministério da Justiça diz que, por causa do "óbito repentino do policial civil'", Eugênio Aragão "solicitou que a Polícia Federal dê total apoio na apuração dos fatos relacionados à morte". O caso é investigado pela 1a delegacia do Barreiro, na capital mineira.

Procurada, a assessoria de Aécio Neves disse em nota que "considera que este é um assunto da competência dos policiais". "É lamentável a exploração política da morte do policial e também o uso pelo PT e seus aliados do triste episódio, baseado no fato de ele ter feito, ao longo do tempo, falsas acusações e ataques infundados contra o senador", diz a nota.

Paulo Pimenta deixa delegado da PF em saia justa: Por que você chamou Lula para depor mas não o autor da emenda, FHC?; veja o vídeo

Em CPI do Carf, delegado da PF não sabe explicar por que chamou Lula para falar sobre MP editada por FHC

O delegado da Polícia Federal, Marlon Cajado, não soube explicar por que o ex-Presidente Fernando Henrique Cardoso, autor de uma Medida Provisória para o setor automotivo sob suspeita, não foi chamado para prestar esclarecimentos no âmbito da operação Zelotes. O questionamento foi feito pelo deputado federal Paulo Pimenta (PT-RS) em audiência da CPI do Carf, nesta terça-feira (29).

Pimenta fez uma série de perguntas que ficaram sem resposta. “Você chamou o ex-presidente Fernando Henrique, como autoridade da época, para explicar porque foi editada e a importância dessa Medida Provisória? Você não entendeu que era importante chamar o presidente que editou a MP original, só quem reeditou?

Sem respostas, o delegado se limitou a ficar em silêncio e a responder “não”, seguidas vezes, aos questionamentos feitos pelo deputado Paulo Pimenta.

Zelotes perde o foco das investigações, “um ano e até agora nada“

A investigação original da Zelotes surgiu para investigar 74 julgamentos suspeitos no Carf, o Conselho de Recursos Fiscais Administrativos, órgão ligado ao Ministério da Fazenda. A operação apurava sonegação fiscal, corrupção, tráfico de influência e lavagem de dinheiro em que grandes empresas, por meio de escritórios de advocacia, pagavam propina para os conselheiros do Carf anularem multas dessas empresas com o Fisco. O prejuízo estimado aos cofres públicos chega a R$ 20 bilhões.

Segundo Pimenta, houve uma mudança de rumo no meio do caminho da Zelotes. “Não se escuta mais falar nas investigações das empresas. Não se ouve mais falar na máfia do Carf. E as investigações passaram, agora, a se deter na venda de Medida Provisória?”, questionou.

Para Pimenta, “houve um corte ideológico” no episódio em que o delegado Marlon Cajado chamou o ex-Presidente Lula para prestar esclarecimentos. “Se era para as autoridades falarem sobre a Medida Provisória, todas elas deveriam ter sido chamadas. Se o presidente que reeditou tem com o que contribuir, imagina o presidente que editou a Medida Provisória, esse tem muito mais”.

Ao final da audiência, Pimenta reforçou que a Zelotes abandonou a linha de investigação contra as grandes empresas suspeitas de sonegação. Já o deputado Hildo Rocha (PMDB-MA) criticou o trabalho de investigação da operação Zelotes. “Um ano e até agora nada”, disparou contra o delegado da Polícia Federal.

Assista ao vídeo


Campeonato Cearense B - Floresta quase vira pra cima do Ferroviário

Segunda-feira, 28/03/2016

Campo Grande 1 x 4 Barbalha 
Campeonato: SERIE B - 2016 
Rodada: 9 Jogo: 
 Data: 28/03/2016 
Horário: 15:30 
Estádio: Romeirão / Juaz.Norte 
Arbitragem 
Árbitro: Antônio Joélio Silva do Nascimento - FCF 
Assistente 1: Antonio Arnaldo de Lima - FCF 
Assistente 2: Francisco Josivaldo Gomes Pereira - FCF 
Quarto Arbitro: Marcos Antonio Gomes Guedes - FCF
Gols:
17:1T MARCELO  BARBALHA 00:32:00 1T YEISON  BARBALHA 03:00 2T  POPÓ  BARBALHA :08:00 2T TONY CAMPO GRANDE 12:00 2T YEISON  BARBALHA

Ferroviário 4 x 4 Floresta 
Campeonato: SERIE B - 2016 Rodada: 9 
 Data: 28/03/2016 
Horário: 20:20 
Estádio: Pres. Vargas/CE / Fortaleza 
Arbitragem 
Árbitro: Alexandre de Souza Peixoto - FCF 
Assistente 1: Samuel Oliveira Costa - CBF-2 
Assistente 2: Gleidson Ávila Bezerra - FCF 
Quarto Arbitro: Antônio Barbosa de Sousa Filho - FCF 
GOLS:
:06:1T BATATA FERROVIARIO 15:1T
JONATHAS  FERROVIARIO 25:1T MAXUELL FERROVIARIO 38:1T  VALDECI  FERROVIARIO 09:2T   NETINHO FLORESTA 39:2T MORÉ FLORESTA 43:2T MORÉ FLORESTA 49:2T  DOMINGOS  FLORESTA

Dois jogos movimentaram a série B cearense nesta segunda feira 28, no Estádio Romeirão em Juazeiro vitória do Barbalha sobre o Campo Grande. No PV, jogão de bola repleto de emoções. Ferroviário 4x4 Floresta. Foram dois tempos bem definidos o primeiro da equipe coral, o qual terminou com a vitória parcial do Tubarão por 4x0. Veio a segunda etapa e o
Ferrão tirou o pé do acelerador, o Floresta cresceu e na última etapa por pouco não vira o jogo. No meio do segundo tempo, o Floresta perdia por 4x2 e nos descontos chegou ao empate e por pouco não vira. Foi um jogão.

Da empolgação inicial a torcida coral passou a decepção. Uma palavra de conforto para os corais: É por estas e outras que o futebol é apaixonante. Cabeça erguida e bola pra frente.
 
 
 
 
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Sábado, 20, 9h30
Ceará x Fortaleza - PV

Sábado, 20, 19h00
Ceará x Palmeiras - Castelão

Segunda-Feira, 22, 15h30
Fortaleza x Ferroviário - PV


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