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Pacatuba Em Foco


Pacatuba Em Foco - A Melhor Calçada Virtual

Hoje na História - Bateau Mouche IV afunda na Baía de Guanabara

O barco de passeio seguia para Copacabana, onde acompanharia a queima de fogos, quando naufragou próximo à Praia Vermelha

Em 31 de dezembro de 1988, o barco de passeio Bateau Mouche IV afundou na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, quando estava a caminho de Copacabana para acompanhar a queima de fogos no Réveillon. O acidente matou 55 pessoas, entre elas a atriz Yara Amaral e Maria José Teixeira, mulher do ex-ministro do Planejamento Anibal Teixeira, que sobreviveu.

As investigações da época apontam que o naufrágio foi provocado por excesso de peso, já que a embarcação estava superlotada. O barco havia partido do cais, no restaurante Sol e Mar, localizado no bairro de Botafogo, com 142 pessoas a bordo, acima da capacidade de 62 pessoas.

Pouco após partir do cais, a Capitania dos Portos informou que o barco estava adernando demais em meio ao mar agitado, com ondas de até dois metros, e determinou que o passeio fosse interrompido. O Bateau Mouche chegou a voltar ao cais, mas zarpou novamente às 22h30.

Cerca de dez minutos antes da queima de fogos, o barco virou entre a Ilha de Cotunduba e o Morro da Urca, em frente à Praia Vermelha. Pescadores de Jurujuba, em Niterói, ajudaram no resgate das vítimas do acidente e conseguiram salvar 30 pessoas.

No inquérito para investigar a tragédia, os donos do Sol e Mar, os proprietários do barco e sócios da Itatiaia Turismo, que organizou o passeio, foram indiciados. Ao todo, foram 11 réus no processo do Bateau Mouche, absolvidos pelo juiz Jasmin Simões Costa em 16 de novembro de 1990.

Três anos depois, três donos do Sol e Mar, também sócios da Bateau Mouche Rio Turismo Ltda, foram condenados por homicído culposo – o português Álvaro Pereira da Costa e os espanhóis Avelino Rivera e Faustino Puertas Vidal. Menos de um ano depois, fugiram para a Espanha e não retornaram mais.

PSDB TENTA NOVO TAPETÃO CONTRA LULA-2018


Depois de liderar o golpe de 2016, ao não aceitar sua quarta derrota seguida numa eleição presidencial, e de apostar todas as fichas na condenação judicial do ex-presidente Lula, para impedi-lo de concorrer em 2018, o PSDB tira uma nova carta da manga para voltar à presidência por meio de um tapetão.

Trata-se da proposta de emenda constitucional apresentada pelo senador Paulo Bauer (PSDB-SC). Ela impede que quem já chefiou o executivo duas vezes – como é o caso de Lula – possa voltar a concorrer.

A PEC, na realidade, explicita o medo do PSDB diante da possibilidade da volta de Lula.

Abaixo, reportagem da Agência Senado:

Da Agência Senado – Uma mudança na Constituição pode proibir a reeleição de candidatos que já tenham exercido por duas vezes mandato de chefe do Poder Executivo. De iniciativa do senador Paulo Bauer (PSDB-SC) e apoiada por outros senadores, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 41/2016 está aguardando designação de relator na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ).

A medida atingiria os cargos de prefeito, governador e presidente da República. A proibição deve ocorrer mesmo que os cargos tenham sido exercidos em estados ou municípios diferentes, de forma não consecutiva e ainda que em decorrência de sucessão ou substituição nos seis meses anteriores ao pleito. O autor da PEC registra que nos Estados Unidos já existe, desde 1951, a limitação do exercício de dois mandatos de presidente da República, consecutivos ou não.

Paulo Bauer lembra que, com base no atual ordenamento constitucional, nada impede que um cidadão já reeleito para a chefia do Poder Executivo exerça o cargo novamente, desde que observado o intervalo mínimo de uma legislatura. O senador argumenta que, na prática, essa medida permite a perpetuação de uma mesma pessoa ou grupo no poder, o que conflitaria com princípios republicanos, como a temporariedade e a alternância.

Policial militar confessa assassinato de embaixador da Grécia

Por Nanna Pôssa

O policial militar do Rio de Janeiro Sérgio Gomes Moreira Filho confessou o assassinato do embaixador da Grécia no Brasil, Kyriakos Amiridis. A polícia confirmou para a TV Brasil que o crime foi passional.

Depois de oito horas de depoimento, o policial afirmou que é amante da embaixatriz, a brasileira Françoise Amiridis, e que matou o embaixador na casa da vítima em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. 

O crime teria sido praticado na quarta-feira e o corpo do embaixador queimado junto com o carro alugado pela vítima. Além do policial militar e da embaixatriz, a policia pediu a prisão de outras duas pessoas que teriam sido cúmplices do crime.

Ato lembra morte de vendedor ambulante em estação do metrô em São Paulo

Por Elaine Patricia Cruz

Centenas de pessoas, entre elas diversos moradores de rua, fizeram hoje (30) um ato para homenagear o vendedor ambulante Luiz Carlos Ruas, 54 anos, que morreu na noite de Natal (25), dentro da Estação Pedro II do metrô, no centro de Sâo Paulo, após ser espancado por defender dois moradores de rua. O ato ocorreu na mesma estação onde Ruas foi assassinado.

Para homenageá-lo, as pessoas levaram faixas e flores e as colocaram no local onde Ruas costumava ficar com sua barraquinha para vender refrigerantes e salgados, ao lado da passarela. Também como forma de homenagem, os manifestantes puseram uma faixa onde estava escrito Luiz Carlos Ruas sobre o nome da Estação Pedro II. Eles pretendem encaminhar ao governo de São Paulo um pedido para que o nome da estação seja alterado.

O ato começou dentro da estação, com algumas falas pedindo mais segurança no Metrô – no dia em que Ruas foi morto não havia seguranças no local. Eles também condenaram a violência contra o vendedor ambulante. Enquanto o ato ocorria, a Polícia Militar monitorava o ato do lado de fora, equipada com vários carros.

Policiais fazem cordão de isolamento no metrô durante a manifestação Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil

Por volta das 15h30, um grupo de manifestantes tentou pular as catracas, mas foi impedido pela segurança do Metrô. Houve um princípio de confusão e empurra-empurra e alguns manifestantes tentaram retirar as muretas de contenção. Outros participantes do ato intervieram e pediram calma. Só então a polícia apareceu e fez um cordão de isolamento para impedir que os manifestantes pudessem ultrapassar as catracas e para permitir que os usuários do Metrô passassem pelo local. Os manifestantes também hostilizaram algumas equipes de reportagem de emissoras de TV.

Os agressores do ambulante, Alípio Rogério Belo dos Santos, de 26 anos, e Ricardo Martins do Nascimento, de 21 anos, foram presos no início da semana e admitiram o crime, mas disseram estar arrependidos e terem agido sob influência de álcool.

Maria de Fátima Ruas agradeceu as homenagens ao irmão - Elaine Patricia Cruz/Agência Brasil

Emocionada, Maria de Fátima Ruas, 53 anos, irmã do vendedor ambulante, disse querer justiça. “A família não quer briga. A família quer paz. Que a morte do meu irmão sirva de exemplo para não ter mais essa tragédia”, disse ela, que agradeceu aos manifestantes pela homenagem de hoje. “Agradeço a todos eles pela manifestação, pelo amor e carinho pelo meu irmão.”

Crime de intolerância

Representante da Pastoral do Povo de Rua da Arquidiocese de São Paulo, o padre Júlio Lancellotti disse que Ruas morreu vítima de um crime de intolerância, ao proteger dois moradores de rua – uma travesti e um homossexual – que estavam sendo perseguidos pelos dois agressores. “Não foi atacada nenhuma outra pessoa. Eles [agressores] escolheram claramente o alvo. E escolheram e mataram o Luiz porque ele defendeu essas pessoas”, disse o religioso. “O que queremos mostrar é que há um crime de discriminação, de intolerância e de preconceito. O Luiz Carlos Ruas é o símbolo da forma cruel com que se trata essa população”, ressaltou.

O delegado Rogerio Marques, titular da Delegacia de Polícia do Metropolitano (Delpom), no entanto, negou que o crime tenha essa motivação. “Não há nada que leve a um crime de intolerância, que eles tenham agredido por serem homossexuais ou moradores de rua. Por enquanto não. Tem um crime bárbaro de agressão, mas não tem nada que fale que seja por intolerância”, disse ontem (29) o delegado.

A travesti Raíssa Saad lamentou a morte de Ruas e disse que o ambulante era como se fosse um pai para elaElaine Patricia Cruz/Agência Brasil

A travesti e moradora de rua Raíssa Saad, de 29 anos, participou hoje do ato. Ela contou que, na noite do crime, os agressores estavam urinando do lado de fora da estação em um local onde ela vive com outros moradores de rua e eles reclamaram do ato. “Fomos discriminados aqui na Pedro II porque os rapazes não gostaram de terem sido repreendidos e tentaram assassinar eu e o Brasil [outro morador de rua, homossexual, que também foi vítima de agressão], quando o Índio [apelido pelo qual Ruas era conhecido no local] tentou ajudar e eles assassinaram o Índio”, disse Raíssa. Ela ressaltou que, naquela noite, correu para a estação a fim de chamar os seguranças do Metrô para interceder, mas não encontrou ninguém no local. “Ele [o ambulante] só pediu para eles pararem com a agressão”, afirmou a moradora de rua, ao negar que o ambulante tenha dado uma garrafada nos agressores, conforme alega a defesa dos dois.

“O Índio era [como se fosse] meu pai. Era muito conhecido, ajudava a gente”, acrescentou Raíssa que, apesar da perda do amigo, disse perdoar os agressores.

Milton Alves, marido da irmã do ambulante, também esteve presente no ato. “Esses dois jovens não acabaram com a nossa família. Ficou um Natal triste, mas nós ainda teremos dias felizes. Eles acabaram com a vida deles e dos parentes deles e dos amigos, se é que eles tinham.”

Ajuda a moradores de rua

O ex-morador de rua Alexandre Francisco do Carmo, 44 anos, conhecia Ruas há 12 anos. Há cerca de seis meses, ele foi convidado pelo vendedor ambulante para dividir o mesmo teto. “Ele era uma boa pessoa, trabalhador. Chegava às 5h da manhã e acordava a gente para a gente ir pegar um jornal, água ou suco para ele botar para vender. Ele nunca foi uma pessoa má”, disse.

“Eu morava perto de onde ele trabalha. Ele via que eu sabia fazer coisas, como trabalhos de encanador, pedreiro e eletricista, e ele me pedia para fazer trabalhos na casa dele. Aí eu vi que tinha um lugar desocupado e pedi para ficar lá [na casa dele]”, contou Carmo.

Segundo o morador de rua, Ruas também ajudava outras pessoas em dificuldade. “Há muito tempo atrás ele vivia ajudando a gente lá na praça. Não tinha só eu. Tinha outros mendigos que viviam lá na praça. Ele sempre foi uma pessoa boa. Não merecia isso não”, disse Carmo. “Ninguém deve morrer assim. A morte só deve vir quando Deus mandar. Mas ali não foi morte de Deus, mas proposital pela mão de dois homens, dois bárbaros”, acrescentou.

Outro lado

Na terça-feira (27), o Metrô confirmou, por meio de nota à imprensa, que não havia seguranças na estação no momento do crime. Segundo a nota, no momento em que Ruas foi espancado e morto dentro da estação, agentes de segurança faziam rondas nas estações vizinhas e foram acionados pelo Centro de Controle da Segurança. “O deslocamento das equipes levou seis minutos, momento em que a vítima começou a receber os primeiros-socorros. Os criminosos, porém, já haviam fugido”, informou o Metrô.

Procurado pela Agência Brasil, o Metrô ainda não se pronunciou sobre o ato de hoje na estação Pedro II.


EDUCAÇÃO - Propaganda esconde defeitos da reforma do ensino médio, alerta Callegari


MEC usa comercial do “novo ensino médio” para mascarar lacunas da mudança imposta por Medida Provisória


Uma nova propaganda do Ministério da Educação, veiculada em canais de rádio e televisão, apresenta a reforma do ensino médio como uma proposta aprovada pelos jovens secundaristas, quando conhecem as mudanças e, ainda, por 72% dos brasileiros, segundo pesquisa do IBOPE, encomendada pelo governo.

O levantamento foi feito em resposta às críticas feitas à Medida Provisória 746, que impõe as alterações, como admitiu o próprio MEC, em nota divulgada pela assessoria de imprensa. O IBOPE entrevistou 1200 brasileiros em todo o território nacional, entre 30 de outubro e 6 de novembro. 

A pergunta feita aos participantes da amostragem foi: “O senhor é a favor ou contra a reformulação do ensino médio que, em linhas gerais, propõe ampliação do número de escolas de ensino médio em tempo integral, permite que o aluno escolha entre o ensino regular e o profissionalizante, define as matérias que são obrigatórias, entre outras ações?". 

A formulação desta pergunta esconde uma discussão muito mais complexa e que preocupa especialistas que atuam diretamente na discussão de políticas públicas para o setor, um deles é o professor Cesar Callegari, Diretor da Faculdade Sesi de Educação, e membro do Conselho Nacional de Educação. 



A primeira questão levantada pelo sociólogo, que também é Presidente da Comissão de Elaboração da Base Nacional Curricular Comum (BNCC) e Relator da Comissão de Formação de Professores, dentro do Conselho Nacional de Educação, é que pontos considerados até que positivos na reforma, como a flexibilização do currículo, não precisariam de uma Medida Provisória e nem de alguma lei para serem implantadas, pois a legislação vigente já permitiria. 

O governo argumenta, entretanto, que a legislação foi feita por MP para induzir as mudanças nos sistemas de ensino estaduais. “A única coisa, talvez, que precisaria de Medida Provisória, para dar base a recursos orçamentários, é a questão do tempo integral. A Medida Provisória poderia ser só isso, como vários governos nos últimos anos já se utilizaram, para dar suporte a programas como o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa”, pontua Callegari.

Acompanhe a seguir, como o educador avalia os principais pontos da MP:

Ensino profissionalizante 

Com a MP, a partir da última metade do ensino médio o estudante vai poder escolher se aprofundar entre quatro áreas de conhecimento: linguagens, matemática, ciências da natureza e ciências humanas, ou ainda, optar por fazer ensino técnico profissionalizante.

“Eu defendo uma aproximação da escola com o mundo do trabalho, não digo do mercado. Mas é fantasioso imaginar que todas as escolas de ensino médio no Brasil serão também escolas de formação profissional. O que essas escolas podem fazer é uma articulação curricular com instituições públicas, ou não públicas, que atuam na atividade de educação profissional. Quem entende a questão da educação profissional, sabe que uma improvisação, feita de qualquer maneira dentro de uma escola pública do ensino médio, não dará certo, lembrando que boa parte delas nem se sustentam hoje sobre suas próprias pernas, diante da enorme carência de recursos, sejam humanos, técnicos ou financeirosl”. 


Escola em tempo integral

“A grande questão que sempre está posta é que a educação em tempo integral seja feita com uma educação de boa qualidade, que tenha significado para os estudantes, que as escolas não sejam transformadas em uma espécie de colégio interno. Toda a educação de má qualidade favorece a evasão e, portanto, se a educação em tempo integral for de boa qualidade, vai favorecer a fixação do aluno”. 

Ensino noturno

“A MP não traz nada a respeito do ensino noturno, que é mais precário do que o ensino diurno hoje. Ele não deveria existir, mas é necessário porque em muitas redes não há vaga para todo mundo durante o dia, não é só porque o aluno trabalha. É evidente que, ao tratar apenas do tempo integral, a MP está deixando de lado o ensino noturno que continuará sendo uma espécie de patinho feio da educação média brasileira [em termos de qualidade]”. 

Flexibilização do currículo

No modelo atual, se o estudante quiser cursar formação técnica de nível médio, precisa cursar 2400 horas do ensino médio regular, e mais 1200 do técnico. O governo alterar essa proposta e, a partir da metade do ensino médio, o estudante poderá optar por um curso profissionalizante. 

“A flexibilização, de maneira geral, é positiva, mas não precisaria de uma Medida Provisória. Já existem leis que permitem que os sistemas de ensino possam organizar currículos de maneira inovadora e flexível. O que é gravíssimo é reduzir [o programa curricular que será aplicado aos alunos] às quatro paredes de um microfundio de 1200 horas. Na prática, os direitos de aprendizagem do aluno brasileiro médio estão reduzidos àquilo que couber nas 1200 horas, portanto metade do tempo do Ensino Médio [2400]. O que considero como um erro gravíssimo que nós vamos precisar corrigir. Se isso não for mudado pelo Congresso, vamos ter de fato um problema de amesquinhamento dos direitos de aprendizagem dos jovens. Estamos [governo] fazendo essa redução, talvez, para atender às necessidades dos secretários estaduais de educação, que estão às voltas com às muitas dificuldades financeiras de não poder atender em número de professores, laboratórios, com muitas escolas caindo aos pedaços”. 

Definição de currículo por MP

“Quem deve definir currículo é o Conselho Nacional de Educação, e conselhos nacionais, articulados com os sistemas educacionais, com secretários de educação. Acho que não é adequado que a organização curricular seja fixada por lei, engessa e tira a autonomia do sistema de ensino, e o que nós precisamos ter, a exemplo da Base Nacional Curricular Comum, é um conjunto de referências e outras coisas mais gerais que precisam existir, como é o caso da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), que dispõe sobre o conjunto da educação brasileira, mas não de maneira curricular”. 

Base Nacional Curricular 

“O governo está cometendo uma confusão muito grande no texto da Medida Provisória, entendendo Base Nacional Curricular Comum [BNCC] com o currículo. Uma coisa difere da outra. O currículo leva em consideração tempo, professor, estratégia de localização, tipo de material didático, perfil do aluno. É uma arquitetura e engenharia que você formula em uma certa escola para dar consecução a um certo projeto educacional. Agora, Base Nacional Curricular Comum é um conjunto de referências no que diz respeito aos direitos de aprendizagem, que é fixado numa norma nacional e tem que ser levada em consideração pelas escolas, redes e sistemas de ensino. Não é ela que estabelece o currículo a ponto de dizer: olha, no ano 1, será ensinada tal matéria, da página dois etc. Ela não é prescritiva nesses detalhes, é apenas um conjunto de referências muito importantes. E o próprio governo está fazendo essa confusão ao estabelecer essa métrica taylorista”. 

Matérias optativas

Logo quando lançou a MP, o governo estabeleceu que as matérias artes, educação física sociologia e filosofia passariam a ser optativas. Pouco tempo depois, ainda em setembro, o governo voltou atrás, afirmando que o conselho que discute a BNCC é que irá decidir. Callegari é o autor da Lei nº 11.684/2008, que tornou filosofia e sociologia disciplinas obrigatórias no ensino médio.

“Naquela época [quando a lei foi aprovada] as pessoas que tinham visão mais à direita no Brasil chegaram a dizer que com isso nós íamos ‘colocar muita minhoca na cabeça dos estudantes do ensino médio’ e que isso era coisa de esquerdista. Filosofia e sociologia admitem inúmeras abordagens, mas são, antes de mais nada, um avanço no sentido de uma educação mais humanista e democrática. Essas matérias sempre foram vistas como um risco para a ideologia mais à direita no Brasil, portanto elas têm sido – e já foram no passado – vítimas preferenciais desses movimentos. Além disso, o problema da educação no Brasil não está no número de disciplinas, mas na falta de articulação entre elas, por exemplo, matemática não dialoga com física ou química, e assim por diante”. 


POLÍCIA PEDE PRISÃO DA ESPOSA DO EMBAIXADOR GREGO MORTO NO RIO


A polícia pediu à Justiça, na manhã desta sexta-feira (30), a prisão da brasileira Françoise Amiridis, mulher do embaixador da Grécia no Brasil Kyriakos Amiridis, 59 anos, morto nesta semana. Agentes que investigam a morte do diplomata grego confirmam que o corpo carbonizado encontrado em um veículo nas proximidades do Arco Metropolitano, na Baixada Fluminense, é dele.

O delegado responsável pela investigação pediu à Justiça a prisão de outras três pessoas que teriam planejado a execução do crime: o policial militar Sergio Gomes Moreira Filho e de dois cúmplices que não tiveram os nomes revelados. De acordo com a polícia, Françoise Amiridis e o PM seriam amantes. Por volta das 10h desta sexta-feira, Françoise chegou à Divisão de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) para prestar depoimento.

Amiridis foi morto em casa, em Nova Iguaçu, antes de ser levado para dentro do carro que ele havia alugado no dia 21. O veículo foi encontrado carbonizado nas proximidades do Arco Metropolitano. Agentes da DHBF encontraram, na última quinta-feira, um sofá com manchas de sangue na residência onde o diplomata estava com a mulher. Os investigadores já sabem que o corpo foi retirado da casa por volta das 3h da madrugada de quarta-feira.

Após vídeos, vem aí a transmissão de áudio ao vivo no Facebook


Recurso será liberado para todos os usuários a partir de 2017

Após entrar de vez no segmento de vídeos, o Facebook agora testa uma função que pode colocá-lo no mercado de rádio via internet: transmissão de áudio ao vivo.

Nessa fase inicial, a BBC e a rádio britânica LBC têm acesso a essa nova função. Em breve, a editora Harper Collins, bem como os autores Adam Grant e Brit Bennett também poderão usar o recurso.

“Assim como nos vídeos ao vivo no Facebook, os ouvintes poderão descobrir conteúdo ao vivo em áudio na rede social, fazer perguntas e deixar reações em tempo real durante cada transmissão, e também poderão compartilhá-las facilmente com seus amigos”, de acordo com a companhia.

O Facebook informa que será possível ouvir as transmissões sonoras em smartphones com sistema Android mesmo que os usuários saiam do aplicativo e bloqueiem a tela. No caso dos iPhones, só será possível continuar a ouvir o áudio enquanto os usuários navegam por outras partes do Facebook.

O recurso será liberado a todos a partir do início do ano que vem.

Embaixador da Grécia desaparece no Rio e polícia pede ajuda para buscas

Por Nanna Pôssa

O embaixador da Grécia no Brasil, Kyriakos Amiridis, está desaparecido desde segunda-feira (26). Segundo a Polícia Civil, o Setor de Descoberta de Paradeiros da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) instaurou procedimento para apurar o desaparecimento.


Conforme informações preliminares, ele teria sido visto pela última vez na noite da última segunda-feira, 26 de dezembro, em Nova Iguaçu, Baixada Fluminense. Amiridis mora em Brasília e passava férias no Rio de Janeiro, onde foi cônsul-geral de 2001 a 2004.

A Polícia pede que quem tiver informação que auxilie na localização entre em contato pelos telefones (21) 2334-8823 e 2334-8835.

O Consulado da Grécia no Rio de Janeiro disse que a embaixada em Brasília iria se pronunciaR a respeito do desaparecimento, mas, procurada, a embaixada informou apenas que Amiridis está de férias.

A reportagem também entrou em contato com o Itamaraty e aguarda retorno.

Como receber o Conversor Digital do Bolsa Família

O governo federal anunciou que, a partir de 2016, os 14 milhões de beneficiários do Bolsa Família passarão a receber um conversor digital para receber sinal de TV. A medida faz parte do plano de mudança da transmissão analógica para a digital.

Atualmente, todos os lares brasileiros que recebem sinal de antenas comuns fazem parte da plataforma analógica. Porém, esse tipo de sistema vai acabar até 2018. A entrega dos conversores vai permitir que os televisores dos beneficiários fiquem preparados para a nova era da TV no Brasil.

Como funciona

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As famílias receberão um kit contendo o conversor digital, um controle remoto e uma antena externa. A instalação deve ser feita por conta do beneficiário. Quando o equipamento estiver em funcionamento, será possível assistir aos mesmos canais que você tem na sua TV atualmente, porém, com uma melhor qualidade de imagem e som.

Aplicativo

Uma das grandes novidades relacionadas ao conversor digital é a possibilidade de assistir produções nacionais a qualquer momento. Graças a uma parceria com o Ministério da Cultura, o aparelho é equipado com o aplicativo “Quero Ver Cultura”.

Esta plataforma similar ao Netflix vai disponibilizar filmes, documentários, curtas-metragens e outros programas audiovisuais.

A grande vantagem, contudo, é que não será necessário possuir conexão com a internet para acessar o conteúdo. A programação será transmitida através do sinal da própria antena.

Será possível armazenar de cinco a dez produções no conversor por semana, de acordo com a preferência da sua família. O acervo do “Quero ver Cultura” deve oferecer aproximadamente 25 mil produções para o aplicativo.

Facilidades

Além do aplicativo de filmes, com o conversor digital do Bolsa Família você também poderá consultar uma série de serviços diretamente da tela da TV. Veja o que você poderá fazer:
  • Consultar o extrato do Bolsa Família
  • Consultar informativos públicos
  • Consultar vagas de empregos
  • Consultar serviços bancários
  • Consultar o sistema de marcação de consultas
  • Consultar serviços públicos federais, estaduais e municipais

Entrega

O cronograma de entrega do conversor digital foi iniciado em fevereiro no município de Rio Verde, localizado no Estado de Goiás. Em outubro, a distribuição será feita em Brasília e nas cidades da região. Para 2017, a chegada do aparelho já está programada nas seguintes cidades:
  • São Paulo
  • Rio de Janeiro
  • Belo Horizonte
  • Vitória
  • Goiânia
  • Salvador
  • Recife
  • Fortaleza
  • Outras cidades do Estado de São Paulo e do nordeste

Já em 2018, o equipamento estará disponível para os moradores das capitais e cidades maiores das regiões:

  • Sul
  • Centro-Oeste
  • Norte
  • Todo o interior de São Paulo e Rio de Janeiro

Como receber o Conversor Digital do Bolsa Família

O kit para a TV digital será entregue em um local definido pela administração do Bolsa Família no seu município. Você pode fazer o agendamento para retirar seu conversor através do site “Você na TV Digital”, ou fazendo uma ligação gratuita para 147. Veja como proceder:

1. Acesse o endereço vocenatvdigital.com.br;
bolsa-familia-conversor-digital-site
2. Na página, você deve clicar em “Alterar” para informar sua cidade;
3. Agora informe a cidade onde você mora e clique em “Entrar”;
bolsa-familia-conversor-cidade
4. Depois disso, o site vai retornar automaticamente para a página inicial. Localize a seção “Programa de Distribuição de Kits” e clique no botão “Agende já a retirada do seu kit gratuito”.
5. Na próxima etapa, você deve digitar o seu NIS e clicar em “Buscar”. Caso o site não reconheça o NIS, informe o seu CPF. Digite apenas os números, sem pontos ou hifens.
6. Em seguida, você verá a seguinte mensagem: “Você não possui um celular cadastrado. Informe um número para receber um SMS com a data, hora e local de retirada”. Você deve clicar em “Quero cadastrar meu celular”.
7. Informe o número do seu celular com o DDD e clique no botão “Clique para enviar um código para seu celular”. Depois disso, você vai receber um código por SMS para inserir no site e prosseguir com o agendamento.
8. Para escolher o local de retirada mais próximo, você deve informar o CEP da sua residência. Se preferir, você também pode pesquisar um ponto de retirada manualmente.
9. Logo em seguida, o site vai exibir uma lista com todos os pontos de retirada possíveis. Escolha o seu preferido e clique em “Continuar Agendamento”.
10. Para finalizar, escolha uma data e um horário e clique em “Confirmar Agendamento”. Agora é só aguardar o dia para retirar o conversor digital do Bolsa Família no local que você escolheu.

Como agendar sem celular

Também é possível agendar a retirada do kit se você não tiver celular. Veja como fazer:

1. Após informar o seu NIS, clique no botão “Não possuo celular”.
2. Na página seguinte, você deve selecionar uma resposta para a pergunta “Como você ficou sabendo sobre o agendamento para a retirada do kit conversor?”. Escolha uma das opções e clique em “Continuar Agendamento”.
3. No próximo passo, você deve escolher um ponto de retirada e clicar em “Continuar agendamento”.
4. Para finalizar, escolha uma data e um horário para retirar o kit e clique em “Confirmar agendamento”. Depois disso, você só precisa aguardar o dia para pegar o seu conversor digital.

Agendamento indisponível na sua cidade

Você só consegue saber se o agendamento está disponível para a sua cidade após informar o NIS. Caso não esteja, você deve informar seus dados para receber informações sobre a retirada do kit futuramente.
Lembrete: apenas o Responsável Familiar ou um componente da família com o documento de identidade poderá retirar o kit. Não será possível receber o equipamento se o responsável não estiver com o NIS.

Atriz Debbie Reynolds morre um dia depois da filha, Carrie Fisher

A lenda do cinema americano Debbie Reynolds morreu na quarta-feira (28), aos 84 anos, um dia após a morte de sua filha, a também atriz Carrie Fisher.


Debbie sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) preparando o funeral da filha. "Ela queria estar com Carrie", disse seu filho Todd Fisher, para a revista Variety. Carrie, que ficou conhecida como a princesa Leia de "Star Wars", morreu na terça-feira (27), em Los Angeles, quatro dias após sofrer um infarto durante um voo.

Debbie Reynolds, que recebeu o Prêmio Humanitário Jean Hersholt no ano passado, cativou o público pela primeira vez no filme "Cantando na Chuva" (1952). Ela foi indicada ao Oscar por seu papel em "A Inconquistável Molly", em 1964.

Sua autobiografia, 'Unsinkable: A Memoir", publicada em 2013, detalhou os altos e baixos da vida familiar e da carreira durante a era de ouro de Hollywood.

A atriz, que era conhecida como uma das principais colecionadoras de objetos valiosos de Hollywood, foi casada com o cantor Eddie Fisher, pai de Carrie, por quatro anos durante a década de 1950. Ele a abandonou para ficar com sua melhor amiga, a atriz Elizabeth Taylor, falecida em 2011, o que foi um grande escândalo na época.

Filha de um carpinteiro

Debbie, cujo verdadeiro nome é Mary Frances, nasceu em 1º de abril de 1932 em El Paso, Texas. Foi a segunda filha de Raymond Francis Reynolds, um carpinteiro ferroviário, e da dona de casa Maxine.

Foi descoberta pelos estúdios MGM de Hollywood após vencer um concurso de beleza aos 16 anos, na Califórnia. Apesar de não ser dançarina profissional, ela foi escolhida para atuar em "Cantando na Chuva", com Gene Kelly. O filme lhe abriu as portas para vários musicais da MGM, nos quais sempre interpretava uma heroína jovem e saudável.

Foi casada três vezes e disse certa vez que tinha mais sorte escolhendo restaurantes do que homens. Após a separação de Eddie Fisher, ela casou com magnata dos calçados Harry Karl, que perdeu a a maior parte de sua fortuna no jogo. O terceiro casamento foi com o empresário imobiliário Richard Hamlett e durou 11 anos.

Para sustentar a família, Debbie aceitou trabalhos em Las Vegas, onde teve seu próprio cassino. Admirada por sua versatilidade, teve sua própria série de TV, "The Debbie Reynolds Show", que durou apenas uma temporada (1969-1970).

Sua carreira no cinema terminou em 1970, mas Debbie continuou atuando em filmes e séries para a TV. "Bright Lights: Starring Carrie Fisher and Debbie Reynolds", o documentário sobre sua relação com a filha, foi premiado este ano no festival de Cannes e deverá ser exibido pela HBO em março.

Fundeb 2016: 80% é o mínimo. A gente raspa até o tacho!

O presidente do Sindicato APEOC, Anizio Melo, protocolou na tarde desta quarta-feira (28) um ofício destinado ao Secretário de Educação do Ceará, Idilvan Alencar, solicitando nova reunião da Comissão Permanente de Negociação: Sindicato APEOC/Seduc. O objetivo é fazer um balanço do Fundeb 2016 e analisar os impactos pertinentes ao acréscimo e adiantamento de receitas relacionados aos recursos da repatriação, alteração de desembolso da união e do ITCMD (Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação). 


Segundo Anizio, a lei 15.064 de 2011, conquistada com mobilização, proposição e negociação do Sindicato APEOC, é um legado histórico. “É a única lei estadual que obriga a aplicação mínima para além dos 60%, como preconiza a lei federal. Aqui no Ceará, garantimos uma aplicação mínima de 80% para valorização do magistério. Esta é a raiz de nossas conquistas. Não são dádivas de deuses e muito menos de governantes, vieram da perseverança, responsabilidade e mobilização do Sindicato e sua categoria. Neste sentido,estamos atentos e qualificados para verificar tin-tin por tin-tin o dinheiro do Fundeb 2016. A ordem é: NENHUM CENTAVO A MENOS!”, disse o presidente.

DILMA CAIU PORQUE NÃO COMPACTUOU COM A BANDALHEIRA


O jornal britânico The Guardian traz na edição desta quarta-feira (28) uma carta escrita pelo professor Kevin Dunion, da University of Dundee, onde o também diretor diretor na Faculdade de Direito Executivo do Centro de Liberdade de Informação fala sobre o impeachment da presidente brasileira Dilma Rousseff.

Leia na íntegra

Os desafios que Dilma Rousseff enfrentou na limpeza da política brasileira não podem ser subestimados. Em 2012, fui contratado pela Unesco para aconselhar o governo sobre a implementação do decreto de acesso à informação que a presidente tinha assinado. Entre as primeiras exigências de divulgação feitas pela imprensa diziam respeito aos detalhes de salários e regalias recebidas por ministros, juízes e funcionários públicos.


Isso levou a uma ação legal por parte dos sindicatos (que haviam negociado acordos lucrativos para seus membros) para tentar impedir a divulgação e uma resistência feroz dentro do governo de coalizão. Quando o assunto foi levado a Dilma Rousseff ela instruiu que a divulgação completa deveria ser feita, começando com seu próprio pacote salarial.

Posteriormente, os detalhes publicados revelaram que um terço dos ministros e quase 4.000 funcionários federais violavam o teto de pagamento estabelecido pela Constituição e estavam ganhando mais do que a presidente. Recompensas infladas eram incluídas e até um salário adicional de seis meses por ano, contabilizados como subsídios de custo de vida ou como licença educacional.

Campanha #SOMOSLIVRES

Pare um pouco e pense: como foi o pior dia de trabalho da sua vida?



Quase todo mundo já se sentiu explorado ou desrespeitado no ambiente de trabalho, mas existe uma pequena parcela da população brasileira que sofre violações muito maiores que essas. 

São pessoas que trabalham em condições degradantes ou jornada exaustiva, sofrendo violências físicas e psicológicas diariamente.

Pela lei, essas situações são consideradas escravidão contemporânea. Porém, está em tramitação no Congresso Nacional um projeto de lei que pretende mudar essa definição.

Nesse contexto, nasceu a campanha #SOMOSLIVRES, uma iniciativa de diversas organizações para que a população brasileira se mobilize e não permita que isso aconteça.

Se o pior dia de trabalho da sua vida foi horrível, imagine se você não tivesse água limpa para beber e pelo menos cinco minutos de descanso para usar o banheiro?

Confira a seguir o que você pode fazer para defender a lei, entender melhor o que está acontecendo e ajudar a proteger a dignidade de milhares de trabalhadores.

O QUE ESTÁ EM JOGO

O crime de exploração do trabalho em condições análogas às da escravidão está previsto no art. 149 do Código Penal Brasileiro e estabelece quatro principais elementos de tipificação:


Durante o ano de 2016, foram enviadas 8.271 mensagens pressionando os nossos 81 senadores para que as condições degradantes de trabalho e a jornada exaustiva continuassem a integrar o rol de situações que configuram trabalho escravo no Brasil. Até agora, nós vencemos a batalha, mas ainda não ganhamos essa guerra. As quatro principais hipóteses de tipificação permanecem no Código Penal e o conceito legal desse crime continua em pauta no Congresso Nacional. Porém, não podemos sossegar enquanto essa possibilidade de golpe nos trabalhadores e grave violação dos direitos humanos não estiver completamente enterrada. No momento, discute-se como tornar mais claro o conceito de trabalho degradante e de jornada exaustiva para que ninguém diga que não sabia que estava cometendo esse crime. 

Até aí, tudo bem. Mas precisamos estar atentos e acompanhar esse processo para que, no momento em que for votado nada que resulte na violação de direitos humanos e que roube a liberdade e a dignidade de trabalhadores e trabalhadoras seja aprovado.

É importante pontuar que condições degradantes de trabalho se caracterizam quando é ignorada a dignidade do trabalhador, colocando em risco sua saúde, segurança e vida. Já jornada exaustiva define-se quando o trabalhador é submetido de forma sistemática a um esforço excessivo com tal sobrecarga de trabalho e sem tempo suficiente para se recuperar fisicamente, que pode trazer danos à sua saúde ou colocar sua vida em risco.

QUEM SOMOS

A campanha, desenvolvida pela Ideal H+K Strategies, é uma realização da Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo, com o apoio do Ministério Público do Trabalho.

#SOMOSLIVRES busca esclarecer para a população brasileira o que é trabalho escravo contemporâneo, uma grave violação de direitos humanos que rouba a liberdade e/ou a dignidade de trabalhadores e trabalhadoras. Dessa forma, defende o conceito legal desse crime que está ameaçado por projetos em tramitação no Congresso Nacional.

FAÇA PRESSÃO

A pressão não pode parar e temos que ser mais fortes ainda daqui para a frente. Essa corrente continua e conta com você. 

Vamos inundar as redes sociais e as páginas oficiais do Senado Federal no Facebook e no Twitter com #SOMOSLIVRES.

Compartilhe o nosso post, acompanhe o Repórter Brasil e ajude a proteger a dignidade de milhares de trabalhadores.




DOWNLOADS

Aqui, você encontra todos os materiais da campanha, em formato digital e alta definição. Faça o download, imprima, compartilhe e ajude a #SOMOSLIVRES a chegar mais longe.








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