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A Procuradora-Geral da República afirma que a decisão de Toffoli não poderia abranger todas investigações abrangendo o COAF no país, apenas...

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Pacatuba Em Foco


Pacatuba Em Foco - A Melhor Calçada Virtual

Monguba em festa, estádio Luizão ganha iluminação e tem seu nome oficializado


Na tarde de sábado (30), a comunidade de Monguba, que dorme ao sopé da Serra Aratanha, foi agraciada com a tão sonhada iluminação do seu estádio Antônio Luiz de Souza (Luizão). 

Segundo o Prefeito da cidade, Alexandre Magno Alencar, essa obra já deveria ter sido realizada em 2013, quando a Prefeitura Municipal de Pacatuba, naquela ocasião, manifestou o desejo de fazer essa obra. Porém, os moradores de Monguba, em um processo democrático, aliás essa é uma das marcas desse governo municipal, preferiu que a estrada da Tangueira fosse iluminada.
Vale ressaltar que o estádio, de longa data e palco de memoráveis partidas, sequer tinha um nome oficial, o nome que lhe era dado era tão somente em forma do constante uso. E coube ao Presidente da Câmara, o Vereador Ênio Medeiros do Carmo, legalizar o nome daquele estádio. Dando, portanto, o devido reconhecimento àquela comunidade e batizando, oficialmente, o estádio com o nome de um grande desportista local.

O líder comunitário Raimundinho Costa assim se pronunciou acerca do evento:
“Trata-se de um dia Histórico para o Distrito de Monguba. Hoje ela está mais iluminada, agradecimentos de toda comunidade de Monguba ao prefeito Dr Alexandre Alencar por nos proporcionar esse sonho antigo.”

À título de informação, esse é o segundo estádio de nossa cidade que recebe iluminação, além da principal praça esportiva, o estádio Alberto Sobrinho (Betão), que teve a sua iluminação renovada.

Pacatuba Em Foco

Escândalo no futebol - Ricardo Teixeira, o homem-bomba que a Globo não quer ver indiciado

Por Luiz Carlos Azenha

Anos 2000. A International Sport and Leisure (ISL) corre o risco de falir. A empresa havia sido criada por Horst Dassler, o magnata alemão herdeiro da Adidas. Foi o homem que ajudou a inventar o marketing esportivo: assumir um evento, empacotar comercialmente e vender a emissoras de televisão, já com os patrocinadores definidos.
Hoje sabemos que a ISL dominou o mercado à custa de dezenas de milhões de dólares em propinas. O homem da mala de Dassler era Jean Marie Weber. O encarregado de molhar a mão da cartolagem e garantir os direitos de TV e de marketing que eram das federações.
Foi o esquema da ISL que enriqueceu João Havelange e Ricardo Teixeira. Na casa dos milhões e milhões de dólares. Mostramos no Brasil — modéstia à parte, pela primeira vez — a relação entre as datas de pagamento das propinas e o enriquecimento de Teixeira. Está tudo em O Lado Sujo do Futebol.
Voltemos à ISL. Fustigada por concorrentes, deu passo maior que as pernas, sem contar a drenagem do dinheiro que destinava à corrupção. No desespero, fez um pedido à Globo Overseas, dos irmãos Marinho. Queria um empréstimo. A Globo concordou em fazer um adiantamento de uma parcela devida, relativa a direitos de TV da Copa do Mundo, com 13% de desconto. Assim foi feito.
Mas, a FIFA chiou, já que não recebeu da ISL o repasse que lhe era devido. Foi à Justiça. O caso resultou numa ação contra seis executivos da ISL, inclusive o homem da mala. A Globo foi ouvida no caso. No dia 26 de agosto de 2001, o todo-poderoso do futebol global, Marcelo Campos Pinto, deu depoimento.
Não era objeto daquele caso investigar a Globo. Como não é agora, com os cartolas presos em Zurique. Mas aquele primeiro caso colocou a bola para rolar. Foi resultante dele a investigação subsequente, do promotor Thomas Hildbrand, que acabou com um acordo envolvendo Teixeira e Havelange. Eles devolveram parte do dinheiro recebido como propina e ficou por isso mesmo. Não admitiram culpa, mas o meticuloso trabalho de Hildbrand seguiu o dinheiro e constatou sem sombra de dúvidas o propinoduto na casa das dezenas de milhões de dólares.
O que há em comum entre o caso suiço e o de agora, nos Estados Unidos? A “eleição” arbitrária de intermediários pela cartolagem, com o objetivo de enriquecimento pessoal. Por que a FIFA não vendeu os direitos diretamente às emissoras de TV? Por que a CBF não vendeu os direitos da Copa do Brasil diretamente às emissoras de TV?  Porque os intermediários levam a bolada de onde sai a propina.
Foi assim com a ISL, foi assim com a Traffic de J. Háwilla. Exemplo? Contrato da Nike com a CBF. De acordo com a promotoria dos Estados Unidos, Háwilla recebeu pelo menos U$ 30 milhões da Nike na Suiça, dos quais repassou 50% a Ricardo Teixeira. Só aí são, em valores de hoje, por baixo, R$ 45 milhões de reais para o cartola! Considerando o valor total do contrato, dá uma taxa de cerca de 20% de propina.
Como sabemos que Teixeira está sendo investigado pelo FBI? Porque na página 74 do indiciamento feito nos Estados Unidos é mencionado que, no dia 11 de julho de 1996, houve a assinatura do contrato entre a Nike e a CBF em Nova York. Quem assinou em nome da CBF foi o co-conspirador de número 11. Como quem assinou em nome da CBF foi Ricardo Teixeira, ele é o co-conspirador número 11 (num documento paralelo, a plea bargain de J. Háwilla, Teixeira é o co-conspirador número 13).
Também é possível identificar J. Háwilla, neste documento, como o co-conspirador número 2. Foi ele que, em abril de 2014, teve uma conversa um tanto bizarra com José Maria Marin na Flórida. Marin tinha ido a Miami tratar da Copa América Centenário, que será disputada em 2016 nos Estados Unidos. Mas falou com Háwilla sobre pagamentos devidos a ele e ao co-conspirador número 12 (presumivelmente Marco Polo Del Nero, o atual presidente da CBF) no esquema da Copa do Brasil.
Háwilla provavelmente usava uma escuta ambiental, já que o diálogo é transcrito ipsis literis pelos promotores (ver abaixo).
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Em resumo, Háwilla perguntou se deveria continuar pagando propina ao antecessor de José Maria Marin, Ricardo Teixeira, no esquema da Copa do Brasil. Marin respondeu mais ou menos assim: “Tá na hora de vir para nós. Verdade ou não?”.
Háwilla: “Certo, certo, certo, o dinheiro tinha de ser dado a você”. Marin: “É isso, certo”.
Disso podemos tirar duas conclusões:
— Tudo indica que o FBI usou escutas ambientais em mais de um dos quatro acusados que fizeram confissão de culpa. Como nos Estados Unidos, diferentemente do Brasil, não há vazamentos seletivos para a imprensa, só saberemos exatamente quando acontecer o julgamento.
— Ricardo Teixeira e Marco Polo Del Nero estão sob investigação da polícia federal dos Estados Unidos.
Uma autoridade norte-americana disse ao New York Times que deverá acontecer uma segunda rodada de indiciamentos. O mais provável é que a promotoria aguarde a extradição dos presos em Zurique para tentar obter a colaboração de algum ou alguns deles.
Marin está com 83 anos de idade. Vai passar um tanto deles na cadeia ou fazer acordo com os promotores?
O foco parece ser, acima de tudo, a FIFA e sua cartolagem graúda ainda em atividade. São aqueles que conhecem com intimidade os bastidores e as negociatas do futebol, tanto quanto ou mais que J. Háwilla. Gente que pode denunciar esquemas, identificar negócios ilícitos, enfim, colaborar com a promotoria em troca de leniência.
Neste sentido, pela longevidade no poder, Ricardo Teixeira tem muito a contar.
Tanto quanto o FBI, ele parece gostar de gravações.
Narramos em nosso livro um episódio intrigrante, sobre o dia em que a blindagem de Teixeira na Globo foi brevemente rompida:
Isso durou até 13 de agosto, um sábado. Nesse dia, 12 policiais civis de Brasília cumpriram mandado de busca e apreensão no apartamento de Vanessa Almeida Precht, no Leblon, no Rio de Janeiro. O endereço era a sede da Ailanto, a empresa de Vanessa e Sandro Rosell acusada de desviar dinheiro do amistoso entre Brasil e Portugal.
Diante de novas denúncias, a polícia obteve na Justiça autorização para vasculhar a empresa em busca de documentos e computadores. A busca foi noticiada no “Jornal Nacional”.
Teixeira enfureceu-se. Na quinta-feira subsequente, veio a vingança. O colunista Ricardo Feltrin publicou uma suposta ameaça de Teixeira ao diretor da Globo Esportes, Marcelo Campos Pinto. Segundo Feltrin, o dirigente estava disposto a revelar gravações, em seu poder, que mostrariam a forma como a Globo manipulou horário de partidas de clubes e da seleção. E mais: outras gravações evidenciariam a prepotência da cúpula da Globo Esportes e o desprezo por concorrentes. A pessoas próximas, Teixeira teria dito estar perplexo com “a cacetada da Globo” e se sentindo traído. Sua maior revolta se devia ao fato de, poucos meses antes, ter ajudado a Globo a manter os direitos de transmissão do futebol.
 O recado de Teixeira, via imprensa, inibiu a Globo de avançar no noticiário. Mas o cartola percebeu que alguma coisa estava fora da ordem. Mesmo a contragosto, a Globo havia noticiado alguma coisa contra ele. Era o sinal mais claro de que a informação no Brasil não tinha mais dono.
 Um fenômeno causado tanto pela disseminação do acesso à internet quanto pela redução relativa do alcance de veículos tradicionais. Em 1989, por exemplo, quando o cartola tomou posse na CBF, a média de audiência do Jornal Nacional era de 59 pontos. Em 2013, foi de 26. Ou seja, quase 6 em cada 10 telespectadores do Jornal Nacional mudaram de canal. E grande parte deles estava se informando sobre as denúncias contra Teixeira.
Agora, o ex-presidente da CBF perdeu seu refúgio na Flórida. Ele não obteve a cidadania definitiva que buscava no refúgio fiscal de Andorra, onde ficaria livre de extradição. Como definiu meu colega Leandro Cipoloni, Teixeira se parece com aquele rei que, no xadrez, anda de lado uma casa por vez, para escapar do xeque-mate que fatalmente virá.
Se for indiciado nos Estados Unidos e, consequentemente, acossado por autoridades brasileiras, vai respeitar a lei do silêncio?

70% dos deputados da lista da Lava Jato apoiaram emenda do financiamento empresarial de campanha

Dos 23 deputados federais presentes na lista de investigados da operação Lava Jato, pelo menos 16 apoiaram a emenda que constitucionaliza o financiamento privado de campanhas com doações de pessoas jurídicas aos partidos políticos, votada ontem (27) na Câmara dos Deputados.

Entre os nomes que constam na relação, entregue pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao STF em março, três não participaram da votação – Eduardo da Fonte (PP-PE), Roberto Britto (PP-BA) e Simão Sessim (PP-RJ). Dos outros vinte presentes no plenário, 16 (80%) apoiaram o financiamento empresarial. Entre eles está o presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que, apesar de não ter votado diretamente a proposta por conta de seu cargo, já havia se manifestado publicamente a favor dela. O peemedebista foi também o principal articulador da “repescagem” que a colocou novamente em votação, mesmo com uma matéria semelhante tendo sido rejeitada na noite de terça (26).

Com isso, pode-se dizer que no mínimo 65% dos deputados federais investigados por envolvimento no esquema de corrupção da Petrobras votaram pela aprovação das contribuições de empresas a partidos políticos, e que, contando com Cunha, aproximadamente 70% a apoiaram. Segundo especialistas, a destinação de recursos de pessoas jurídicas a campanhas eleitorais guarda íntima relação com a corrupção, além de potencializar a influência do poder econômico sobre o processo democrático (para ler mais, clique aqui).

Como votaram os deputados presentes da lista da Lava Jato em relação ao financiamento empresarial de campanhas

DEPUTADO                   PARTIDO/UF                VOTO 
Afonso Hamm                         PP-RS                        Não
Aguinaldo Ribeiro                   PP -PB                       Sim
Aníbal Gomes                          PMDB-CE                  Sim
Arthur Lira                               PP-AL                         Sim
Dilceu Sperafico                      PP-PR                         Sim
Eduardo Cunha                       PMDB-RJ                   ***
Jerônimo Goergen                  PP-RS                         Sim
José Mentor                             PT-SP                          Não
José Otávio Germano            PP-RS                         Não
Lázaro Botelho                        PP-TO                         Sim
Luis Carlos Heinze                 PP-RS                          Sim
Luiz Fernando Faria              PP-MG                        Sim
Mário Negromonte Jr.           PP-BA                         Sim
Missionário José Olimpio     PP-SP                          Sim
Nelson Meurer                        PP-SP                          Sim
Renato Molling                       PP-RS                          Sim
Roberto Balestra                    PP-GO                         Sim
Sandes Júnior                         PP-GO                         Sim
Vander Loubet                        PT-MS                         Não
Waldir Maranhão                   PP-MA                        Sim


***Eduardo Cunha não votou por ser presidente da Câmara, mas já se declarou favorável
(Confira aqui a votação completa)
 

A Rede Globo ameaça demitir executivo, mas ele ameaça contar tudo que sabe sobre a corrupção na emissora

A investigação do FBI americano sobre pagamento de propinas nos negócios envolvendo compra de direito televisivos dos principais torneios de futebol do Planeta gerou uma crise interna na Rede Globo que estourou, ontem, em reunião de diretores da emissora com o executivo Marcelo Campos Pinto.

O clima foi tenso.

Responsável pela ligação da Globo com o mundo da cartolagem (CBF, Federações e clubes), Pinto foi pressionado a pedir demissão, mas o dirigente retrucou, ameaçando “botar a boca no trombone”.

É grande o temor que os detidos, em delação premiada, possam, de alguma maneira, comprometer a emissora.

Demitir Campos Pinto seria a maneira de expor publicamente que a Globo teria sido vítima de negócios realizados pelo executivo à margem do conhecimento dos diretores.

Mas como explicar a origem dos pagamentos mensais (que, evidentemente, não saíram dos bolsos do funcionário), milionários, aos dirigentes ?

Se para o público a solução imaginada é colocar a culpa no “bode expiatório”, internamente, o executivo, já com poderes diminuídos, é acusado de jogar para os dois lados, por vezes, em benefício maior da cartolagem.

A maior rede de televisão do pais vive um drama que nem mesmo seus melhores roteiristas de novelas poderiam imaginar.
 
Fonte:http://www.blogdefranciscocastro.com.br/2015/05/a-rede-globo-ameaca-demitir-executivo.html

Sindicato APEOC promoveu seminário sobre violência na escola pública

Sob a coordenação da Secretaria para Assuntos Culturais do Sindicato APEOC, dirigida pelo professor Roberto Sérgio, ocorreu na tarde desta quinta-feira, (28/05), na sede da entidade, Palácio da Educação Prof. Jaime Alencar, mais um evento – Seminário de Educação: “Protagonismo Estudantil Mediação de Conflito na Escola”.
Participaram como convidados especiais os palestrantes professores Alcides Fernando Gussi, Jefferson e Diego de Vasconcelos Feitosa e as professora Elizangela Vale Cunha e Tania Roberta da Silva, além de vários representantes da diretoria Executiva do Sindicato APEOC. O Auditório Prof. Paulo Freire esteve superlotado de professores, gestores,técnicos em educação, estudantes e agentes sociais interessados na temática violência urbana e, em especial, na escola da rede pública de ensino em nosso estado, tendo em vista ser violência um assunto assustador.
Com a promoção desse evento externou a direção do Sindicato APEOC iniciativa de denunciar a gravidade da violência no âmbito escolar, bem como ouvir dos palestrantes convidados e do público participante ideias de como amenizar a gravíssima situação. É propósito da entidade colher informações que possam servir de subsídios à elaboração de um dossiê a ser encaminhado a setores do governo do estado, inclusive relatando fatos de agressões aos próprios profissionais da educação em sala de aula.
Durante esse Seminário no Palácio da Educação, as professoras Elizangela Vale Cunha e Tânia Roberta da Silva apresentaram e fizeram lançamento, como autoras do livro, “Avaliação de Políticas Públicas de Educação”, portanto, mais uma valiosa contribuição à reflexão da sociedade e dos profissionais da educação.

APEOC-Sindicato acompanha o protocolo de reajuste do piso na Assembleia Legislativa

O Sindicato-APEOC através de seu Presidente, Anizio Melo, e membros da Direção sindical, estiveram hoje, 28/05, na Assembleia Legislativa acompanhando o protocolo da Mensagem que concede reajuste do piso do Magistério.
A mensagem foi fruto do processo mobilização e da negociação da categoria liderada pelo Sindicato-APEOC que garante o complemento de 6,16% para atingir os 13,01% do piso do magistério para professores aposentados e pensionistas, professor contratado por tempo determinado e efetivo em atividade de formação de nível médio, graduado, especialista, mestre e doutor.

O reajuste será retroativo a janeiro de 2015.

Após a leitura em Plenário a Mensagem seguirá para aprovação nas Comissões e depois pelos Deputados em Sessão Plenária.

Depois de aprovado o Projeto segue para sanção do Governador e Publicação em Diário Oficial.

O reajuste do piso será implantado na folha de julho que é paga no primeiro dia útil de agosto.

No próximo dia 12 de junho o Sindicato terá audiência para discutir a forma de pagamento do retroativo.

Sindicato-APEOC incansável na luta pela valorização dos profissionais da Educação

Deputados assistem vídeo pornô durante votação da reforma política

Um flagra da equipe do SBT em Brasília registrou [vídeo abaixo] que alguns parlamentares assistiam vídeos pornográficos enquanto era votada na Câmara Federal itens da reforma política.
A reportagem não informa quem são os deputados envolvidos no episódio e censura as imagens, vistas em um telefone celular, afirmando que elas são muito “pesadas”.
Em determinado momento é possível ver um grupo com mais de quatro deputados assistindo aos vídeos. Chama a atenção também que na mesa do parlamentar que mostra o vídeo para os colegas está um convite para uma missa a ser realizada na CNBB pela Frente Parlamentar Católica.

Reforma Política

O episódio dos vídeos adultos é apenas um detalhe em meio as controvérsias do que até agora foi votado da reforma política capitaneada por Eduardo Cunha e pelo PMDB. A aprovação do financiamento empresarial de campanha, após manobra realizada pelo presidente da casa, revela que não há o menor interesse de verdadeiras mudanças no atual sistema político brasileiro.
Assista ao vídeo abaixo:

Financiamento empresarial: conheça os deputados que mudaram os votos

Numa virada total do que já havido sido aprovado e depois de várias acusações de manobra por parte do presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o plenário da Câmara dos Deputados aprovou, no final da noite de ontem (27), a inclusão na Constituição do financiamento privado de campanha para partidos políticos, por 330 votos a favor e 141 contra. Os parlamentares também aprovaram o fim da reeleição para os cargos de presidente, governador e prefeito.
A votação, que aconteceu sob clima tenso, foi marcada por protestos das bancadas do PT, PCdoB, Psol e PSB, que não aceitaram o fato de Cunha ter colocado outra vez em apreciação emendas sobre um tema que já tinha sido votado e derrotado na sessão da noite anterior.
A retomada da votação sobre financiamento de campanha se deu devido a uma estratégia do presidente, que resolveu fatiar a discussão do tema em três itens diferentes. Com a apresentação do texto diretamente no plenário, foram apresentadas quatro emendas, uma que permitia financiamento público e privado ao mesmo tempo (já rejeitada na sessão anterior), e outras três que tratavam de: financiamento privado apenas para partidos– e não para diretamente para os candidatos –, financiamento público e privado para partidos e financiamento exclusivamente público.
Prevendo o que estava por acontecer, o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) já havia denunciado na tarde de ontem, horas antes da votação, as negociatas que estavam acontecendo nos bastidores da Câmara dos Deputados para a aprovação do financiamento empresarial de campanha.
“Rumores que correm pela Casa de que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), provavelmente quebrará o acordo de líderes e colocará uma nova matéria sobre o financiamento de campanhas em votação, após ter sido derrotado na noite de ontem. Cunha e seus asseclas, derrotados, ainda não se deram por vencidos. A intenção de reformar a política para reforçar suas mazelas está clara! Não podemos baixar nossas guardas, pois, como bem se vê, a prática é rasteira! Precisamos ficar atent@s também à eventual mudança de postura dos deputados: Se votarem com Cunha hoje, caso ele consiga, de fato, colocar a matéria em pauta, é indício de que participaram de tenebrosas transações!“, publicou o parlamentar nas redes sociais
Com a inclusão na Constituição da permissão para doação de empresas a partidos políticos, os deputados impedem que esse modelo de financiamento seja considerado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF) – onde tramita uma ação que avalia este tema e sobre a qual seis ministros do tribunal já se posicionaram contra tal modelo de financiamento. A ação foi impetrada pela OAB e há mais de um ano está parada por conta de um pedido de vista do ministro Gilmar Mendes.
Confira, a seguir, quem foram os deputados que, inexplicavelmente, mudaram seus votos sobre o financiamento empresarial de campanhas em menos de 24 horas e contribuíram para aprovar a medida:

– DEM

De “não” (26/05) para “sim” (27/05):
Jorge Tadeu Mudalen (SP)
Mandetta (MS)
Misael Varella (MG)
Moroni Torgan (CE)
Professora Dorinha Seabra Rezende (TO)

Total de mudanças: 5

– PDT

De “não” (26/05) para “sim” (27/05):
Roberto Góes (AP)

Total de mudanças: 1

– PHS

De “não” (26/05) para “sim” (27/05):
Diego Garcia (PR)

Total de mudanças: 1

– PMDB

De “não” (26/05) para “sim” (27/05):
Baleia Rossi (SP)
Daniel Vilela (GO)
João Arruda (PR)
Lelo Coimbra (ES)
Marinha Raupp (RO)
Rodrigo Pacheco (MG)
Ronaldo Benedet (SC)
Roney Nemer (DF)
Vitor Valim (CE)

De abstenção (26/05) para “sim” (27/05):
Edinho Bez (SC)

Total de mudanças: 10

– PMN

De “não” (26/05) para “sim” (27/05):
Antônio Jácome (RN)
Hiran Gonçalves (RR)

Total de mudanças: 2

– PP

De “não” (26/05) para “sim” (27/05):
Conceição Sampaio (AM)
Missionário José Olimpio (SP)
Odelmo Leão (MG)
Sandes Júnior (GO)

Total de mudanças: 4

– PR

De “não” (26/05) para “sim” (27/05):
Cabo Sabino (CE)
Lincoln Portela (MG)
Paulo Freire (SP)

De “sim” (26/05) para “não” (27/05):
Silas Freire (PI)

Total de mudanças: 4

– PRB 

De “não” (26/05) para “sim” (27/05):
Alan Rick (AC)
André Abdon (AP)
Antonio Bulhões (SP)
Carlos Gomes (RS)
Celso Russomanno (SP)
Cleber Verde (MA)
Fausto Pinato (SP)
Jhonatan de Jesus (RR)
Jony Marcos (SE)
Marcelo Squassoni (SP)
Márcio Marinho (BA)
Roberto Alves (SP)
Roberto Sales (RJ)
Ronaldo Martins (CE)
Rosangela Gomes (RJ)
Sérgio Reis (SP)
Tia Eron (BA)
Vinicius Carvalho (SP)

Total de mudanças: 18

– PROS

De “não” (26/05) para “sim” (27/05):
Domingos Neto (CE)
Leônidas Cristino (CE)
Rafael Motta (RN)

De “sim” (26/05) para “não” (27/05):
Antonio Balhmann (CE)

Total de mudanças: 4

– PRP

De “não” (26/05) para “sim” (27/05):
Marcelo Álvaro Antônio (MG)

Total de mudanças: 1

– PRTB

De “não” (26/05) para “sim” (27/05):
Cícero Almeida (AL)

Total de mudanças: 1

– PSB

De “não” (26/05) para “sim” (27/05):
João Fernando Coutinho (PE)
Valadares Filho (SE)

De “sim” (26/05) para “não” (27/05):
Júlio Delgado (MG)
Pastor Eurico (PE)
Rodrigo Martins (PI)

Total de mudanças: 5

– PSC

De “não” (26/05) para “sim” (27/05):
Edmar Arruda (PR)
Marcos Reategui (AP)
Pr. Marco Feliciano (SP)
Professor Victório Galli (MT)
Raquel Muniz (MG)

De “sim” (26/05) para “não” (27/05):
Irmão Lazaro (BA)

Total de mudanças: 6

– PSD

De “não” (26/05) para “sim” (27/05):
Paulo Magalhães (BA)
Sérgio Brito (BA)

Total de mudanças: 2

– PSDB

De abstenção (26/05) para “sim” (27/05):
Daniel Coelho (PE)
Mara Gabrilli (SP)

Total de mudanças: 2

– PSDC

De “não” (26/05) para “sim” (27/05):
Aluisio Mendes (MA)

Total de mudanças: 1

– PSL

De “não” (26/05) para “sim” (27/05):
Macedo (CE)

Total de mudanças: 1

– PSOL

Toda a bancada (Chico Alencar-RJ, Edmilson Rodrigues-PA, Ivan Valente-SP e Jean Wyllys-RJ) votou “não” em 26/05, mas decidiu pela obstrução de pauta em 27/05.
Total de mudanças: 4

– PTC

De “não” (26/05) para “sim” (27/05):
Uldurico Junior (BA)

Total de mudanças: 1

– PTdoB

De “não” (26/05) para “sim” (27/05):
Luis Tibé (MG)
Pastor Franklin (MG)

Total de mudanças: 2

– PTN

De “não” (26/05) para “sim” (27/05):
Bacelar (BA)

Total de mudanças: 1

– PV

De “não” (26/05) para “sim” (27/05):
Dr. Sinval Malheiros (SP)
Penna (SP)
Sarney Filho (MA)
Victor Mendes (MA)

De “sim” (26/05) para “não” (27/05):
Evair de Melo (ES)

Total de mudanças: 5

– SOLIDARIEDADE

De “não” (26/05) para “sim” (27/05):
Augusto Carvalho (DF)
Elizeu Dionizio (MS)

Total de mudanças: 2

– Votaram “não”, sem nenhuma mudança individual, tanto no dia 26 quanto no dia 27:

PCdoB, PPS e PT (com uma abstenção em ambos os dias)

– Votaram “sim”, sem nenhuma mudança individual, tanto no dia 26 quanto no dia 27:

PEN e PTB
(Veja aqui a votação completa do dia 26/05 e aqui a do dia 27/05)
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