Velho Chico à mesa do Pai a contar anedotas ...


Velho Chico à mesa do Pai a contar anedotas ...

Velho Chico ... Não és um só, és tanto. Tanto que não tenho tempo de aqui contar.
De frases, bordões, imagens, gestos  ...

Cearense de nascimento e carioca da gema como assim se definia. O humor extraia das coisas mais simples e corriqueiras e lhes emprestava uma candura magistral.
Do rio antigo, trazia a sagacidade do malandro em prosear a vida, o instante, o agora. De sua terra natal, trouxe à vida a dor, a leitura da vida, o amor à vida.

Transvestiu-se de gente e conviveu conosco longos e felizes oitenta anos. E agora, foi convidado para alegrar a mesa do Pai com seus causos e anedotas.

Velho Chico, olha lá! Veja bem o que vais contar à mesa do Pai e seus discípulos. Não me venha falar das noites traiçoeiras nas mesas do Amarelinho da Cinelândia. E também nada do Café Nice e nem tampouco dos bons e sórdidos redutos da Velha Lapa.
Comporte-se !
Aquete seu gracejo moleque de “Cearoca”

Que a terra lhe seja leve ...

Prof. Marcos Varela

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