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DIÁRIO DO BOLSO || Vai acabar em pizza, Diário, mas antes ainda vai voar muito macarrão

Pô, Diário, o almoço de família desse domingo teve mais briga que convenção de partido de esquerda

Por José Roberto Torero

Tudo começou porque o Carluxo quis dar uma resposta pro Freixo, que escreveu assim no Twitter: “E aí, @SF_Moro, você vai continuar nesse silêncio constrangedor enquanto o seu chefe @jairbolsonaro desmoraliza a Polícia Federal pra blindar o Queiroz e proteger a família?”

O Carluxo, que não tem sangue de barata, respondeu: “Aí maluc(x), o que tem pra falar sobre estes casos dos amigos do PSOL?”. E colocou uma lista de investigados pelo Coaf. Mas esqueceu de tirar o Flavinho.

Por causa disso, o 01 e o 02 comeram a macarronada bem caladões. Um nem olhava para o outro.

A Michelle também não estava muito de conversa, porque a Veja descobriu que a avó dela era traficante, a mãe foi indiciada por falsidade ideológica e um tio foi preso como miliciano.

Já eu fiquei calado porque estava jogando WarWitzel no celular (é um jogo em que você atira de um helicóptero, mas tem que mirar nos inocentes. Se acertar miliciano perde ponto).

Só o Dudu é que falava alguma coisa. Ele estava com um fone de ouvindo e ficava repetindo: “Dã buque isom dã teibol, dã buque isom dã teibol…”. Deve ser alguma língua árabe que ele está aprendendo.

Então, uma hora lá, o Flavinho não aguentou e explodiu: “Pô, Carluxo, como é que você me bota na lista de corruptos?”.

“Já apaguei, pô.”

“Ainda bem, senão eu é que te apagava.”

O Carluxo suspirou, revirou os olhos e disse: “Deixa de ser nervosete, Flavinho. O papai já tirou o Saadi da Polícia Federal, vai trocar o superintendente da Receita no Rio, já avisou que vai mandar o presidente do Coaf embora, fez o Toffoli brecar a investigação e o Moro está dando uma de cego. Tá tudo dominado. Para de fazer draminha.”

Aí Flavinho deu um soco na mesa e disse: “Draminha é o cacete! Não é você que tem que aguentar engraçadinho no Twitter, dizendo ‘Até o teu irmão sabe que você é corrupto, hein?’. Não tinha nada que ter postado aquilo. Daqui a pouco você vai dizer onde está o Queiroz, seu burraldino!”

“Opa! Burraldino, não!”, gritou o Carluxo jogando uma mão cheia de macarrão na cara do Flavinho. O Flavinho arregalou os olhos e ficou um instante parado. Depois virou seu prato na cabeça do Carluxo e começou a maior briga macarrônica.

A Michelle saiu da mesa chorando e eu fui jogar WarWitzel na sala, pra não cair molho no meu celular. Só o Dudu que ficou lá com eles, de olhos fechados e repetindo: “Dã buque isom dã teibol, dã buque isom dã teibol…”

@diariodobolso

Blogueira que celebrou morte de neto de Lula agora pede ajuda com vaquinha para pagar indenização ao ex-presidente

No começo do ano, uma blogueira chamada Alessandra Strutzel viralizou nas redes por tecer comentários repugnantes nas redes: ela celebrou a morte de uma criança de 7 anos, por ser o neto do ex-presidente Lula:


Não obstante o comentário, ela continuou…


Não tardou para a defesa do ex-presidente assinar uma petição afirmando que a blogueira violou a dignidade da pessoa humana. Foi pedido uma indenização de 50.000 mil reais.



Eis que no dia 16 de agosto, a blogueira veio as redes pedir ajuda fazendo uma vaquinha que pagasse a indenização.

Os internautas não deixaram barato.


O desespero da blogueira também é evidente na página da arrecadação, que anda bem mal sucedida…





Atmosfera em universidades brasileiras preocupa organização internacional que protege acadêmicos ameaçados

Em entrevista à Pública, pesquisadora do Scholars at Risk diz que tem sido procurada por professores que querem deixar o país temendo pela própria vida

Desde as eleições, as universidades brasileiras têm se tornado um campo de batalha onde crescem as denúncias de assédio, achaques e ameaças contra professores que são identificados como “de esquerda”. No final de outubro, pouco antes de 17 campi universitários serem invadidos pela polícia por manterem cartazes com mensagens antifascistas, professores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) receberam uma carta anônima listando o nome de 15 docentes e estudantes de ciências humanas ameaçados de serem “banidos” da instituição depois da posse de Jair Bolsonaro. A carta detalha que todas as pessoas nomeadas desenvolvem pesquisas e trabalham com o público LGBT, ou seriam “lésbicas, gays, prostitutas e partidários de esquerda”.

A violência em ambiente universitário já tem alertado a comunidade internacional. Há oito meses, a organização Scholars at Risk, ou Acadêmicos em Risco, em português, tem sido procurada por professores brasileiros que se sentem inseguros no país. Sediada nos Estados Unidos, a organização é uma rede de instituições de ensino superior que promove a liberdade acadêmica, ajudando pesquisadores e professores ameaçados de morte a sair de seus países por um tempo. A rede é formada por 520 universidades, como a Universidade de Washington, nos EUA, a Universidade do Chile e a City University, em Londres, no Reino Unido.

Até o ano passado, apenas um brasileiro tinha contatado a organização. Agora, já são 18.

“Devido à mudança significativa para a direita na atmosfera sociopolítica no Brasil que levou à eleição de Bolsonaro, os candidatos do Brasil relatam instabilidade, medo de serem detidos ou presos, assédio e medo de serem mortos ou desaparecerem”, resume Madochée Bozier, assistente do programa de proteção a professores universitários, em entrevista à Pública.

“À luz da mudança na narrativa política e cultural no país, muitos acadêmicos decidiram deixar o Brasil para continuar o seu trabalho fora do país por medo”, completa.

Leia os principais trechos da entrevista:

Qual é o procedimento para pedir apoio do Scholars at Risk e que tipo de apoio é dado?

Somos uma rede internacional de instituições de ensino superior dedicada a promover a liberdade acadêmica e ajudar acadêmicos, professores e pesquisadores universitários ameaçados. A proteção é uma das três áreas programáticas e nós oferecemos uma gama de serviços aos que estão em risco, incluindo assistência para deslocá-los para outra posição em uma universidade que faz parte da nossa rede de assistência para que continuem seu trabalho acadêmico no local onde estão ou em outro local. No entanto, nossa especialidade é garantir trabalhos temporários, de curto período, seja para dar aulas ou fazer pesquisas, para profissionais com pós-graduação e experiência em lecionar e publicar em jornais científicos.

O Brasil era um país de onde chegavam bastantes pedidos de ajuda até o ano passado? Ou houve um aumento em 2018?

Nossos países de onde chegam mais pedidos são Turquia, Síria, Iraque, Irã e Iêmen. Até o ano passado, havíamos recebido apenas um candidato a assistência de um acadêmico brasileiro. Desde julho de 2018, tem havido um crescente e constante aumento em candidaturas de professores e universitários brasileiros, tanto dentro como fora do país. Hoje já são 18. Neste momento, não estamos prestando assistência a nenhum acadêmico do Brasil.




Qual o motivo desses pedidos de ajuda?




Devido à mudança significativa para a direita na atmosfera sociopolítica no Brasil que levou à eleição de Bolsonaro, os candidatos do Brasil relatam instabilidade, medo de serem detidos ou presos, assédio e medo de serem mortos ou desaparecerem. Como muitas minorias, incluindo pessoas LGBTQ+, negros, feministas, indígenas etc., têm sido alvejadas por políticas do novo governo e por eleitores de direita, muitos desses acadêmicos que fazem parte desses grupos ou estudam esses grupos notam que, embora não tenham recebido ameaças diretas, eles se sentem ameaçados em continuar seu trabalho acadêmico, agora visto como a antítese da ideologia de direita de Bolsonaro.




Qual é a sua análise de movimentos como o Escola sem Partido, que incentiva estudantes a filmar professores que consideram estar “doutrinando” os alunos com “ideologias esquerdistas”?




Os candidatos que nos contatam relatam que esses movimentos, apoiados e endossados pelo governo atual, encorajam uma atmosfera de repressão que aumenta os riscos à livre expressão de indivíduos brasileiros e da sociedade brasileira como um todo. Esses acadêmicos acreditam que as novas medidas de Bolsonaro visam alterar a sociedade brasileira e ampliar as tensões preexistentes e históricas sobre identidades culturais para criar mais divisões entre as classes sociopolíticas e raciais no Brasil. Aqueles que nos buscam para pedir ajuda relatam que essas medidas têm levado a ataques diretos ao ensino superior e ao enfraquecimento da universidade como instituição autônoma. À luz da mudança na narrativa política e cultural no país, muitos acadêmicos decidiram deixar o Brasil para continuar o seu trabalho fora do país por medo.




Cármen Lúcia, do STF, arquiva pedido para que Moro fosse investigado por abuso de autoridade

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o arquivamento de um pedido do PT para que o ministro da Justiça, Sérgio Moro, fosse investigado por abuso de autoridade pela atuação dele na Operação Spoofing – que apura o hackeamento de autoridades.

A ministra é a relatora do caso e seguiu parecer da procuradora-geral da República, Raquel Dodge, que não viu elementos para enquadrar atos de Moro na lei de abuso de autoridade, de 1965.

Na última quarta-feira (14), a Câmara dos Deputados aprovou projeto que atualiza a legislação sobre abuso de autoridade.

“Na espécie vertente, o pronunciamento da Procuradora-Geral da República é no sentido da inexistência de justa causa – lastro probatório mínimo – para a instauração dos atos de persecução criminal. Pelo exposto, acolhendo o parecer da Procuradora-Geral da República, determino o arquivamento desta Petição”, decidiu Cármen Lúcia. (…)

No parecer apresentado na última quarta (14), Dodge afirmou que não há elementos de que Moro tenha obtido o teor das mensagens.

“Não verifico indícios da prática do crime de violação do sigilo funcional. Não há nenhum elemento que indique que o ministro tenha obtido conhecimento do teor dos dados telemáticos ilegalmente captados – informações estas protegidas por sigilo, tampouco que tenha divulgado esse conteúdo a terceiros. Do que consta, houve apenas informação a determinadas autoridades públicas no sentido de que teriam sido elas também vítimas do crime investigado”, disse Dodge. (…)

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