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Protestos chamam atenção da sociedade cearense para situação dos jornalistas

O Sindicato dos Jornalistas do Ceará (Sindjorce) realizou uma série de atividades na última semana para destacar as dificuldades enfrentadas pelos jornalistas cearenses nas negociações para a celebração das Convenções Coletiva de Trabalho da categoria. Dois atos de protesto e uma panfletagem em cruzamento marcaram o calendário organizativo, cujo objetivo central foi denunciar à sociedade a tentativa de desvalorização promovida pelo patronal.


A situação é mais greve no setor de mídia impressa: os donos de jornais e revistas do Estado desvalorizam seus trabalhadores ao oferecer apenas o vergonhoso e desonroso reajuste salarial de 1%. Desde julho de 2018, a categoria aguarda um posicionamento das empresas sobre o percentual de crescimento salarial, mas o índice apresentado não chega a nem metade da inflação, que foi de 3,64% em setembro de 2018 (data-base dos jornalistas de veículos impressos).

Além de impor aos funcionários seis meses sem reajuste salarial, o patronato insiste na retirada ou redução de direitos históricas das Convenções Coletivas do setor, denotando a humilhação, a precarização e a exploração pela qual vem passando os jornalistas cearenses.

Paralisação no O Povo

A indignação dos operários da notícia foi demonstrada na última segunda-feira (18/02), em paralisação realizada junto à redação do Jornal O Povo. O protesto, que contou com discursos em solidariedade ao jornalista Kaio Cézar, que pediu demissão no sábado (16/02), ao vivo, durante o encerramento do Globo Esporte, na TV Verdes Mares, chamou a atenção de quem passava em frente ao periódico, na Avenida Aguanambi. A atividade teve, ainda, fala do presidente do Sindicato dos Gráficos do Ceará (Sintigrace), Rogério Andrade. A categoria também está tendo seu direito ao auxílio-creche descumprindo pelos donos do jornal Diário do Nordeste.

Os profissionais do jornal mais antigo do Ceará participaram de protesto convocado pelo Sindicato, que destacou a ameaça ao direito à creche integral. As organizações jornalísticas querem reduzir o auxilio a apenas 10% do piso salarial, ou seja, cerca de R$ 220, valor irrisório para se conseguir uma escola de educação infantil.

“Reconhecimento não é elogio, dizendo que a matéria tá bacana ou tapinha nas costas. Reconhecimento é salário, é reajuste salarial, é benefício, é dinheiro no bolso do trabalhador e da trabalhadora que ajuda a construir o conglomerado de mídia. Não existe jornalismo sem o trabalho do jornalista e é isso que essas empresas precisam compreender. E se não compreenderem de uma forma branda, com mediação no Ministério do Trabalho, nós continuaremos denunciando à sociedade”, denunciou a presidente do Sindjorce e segunda tesoureira da Federação Nacional dos Jornalistas (FENAJ), Samira de Castro.

Ato no Sistema Verdes Mares

A agenda de atos da categoria teve continuidade no dia seguinte (19/02). Assim como n’O Povo, o segundo movimento, realizado na Praça da Imprensa, em frente ao Sistema Verdes Mares, grupo que publica o Diário do Nordeste, também prestou apoio ao jornalista Kaio Cézar.

“Nossa dor não sai na mídia, mas dessa vez saiu”, desabafou Rafael Mesquita, secretário geral do Sindjorce e diretor de Educação da FENAJ, em frente ao Sistema Verdes Mares. O dirigente lembrou que Kaio Cézar demitiu-se por não mais aguentar o assédio moral, a precarização e o desrespeito que vinha sofrendo.

Com o movimento, o sindicato conseguiu chamar atenção para a dolorosa conjuntura enfrentada pelos jornalistas cearenses. Quem testemunhou o ato Praça da Imprensa ou a panfletagem na Avenida Antonio Sales, mostrou solidariedade e indignação diante do tratamento dado aos empregados pelos proprietários de mídia cearenses.

Assim, a atividade contou com a adesão dos moradores do bairro, de quem fazia caminhada e de quem se locomovia em seus veículos próprios ou em coletivos. Teve quem buzinasse em favor do movimento, filmasse a ação ou pedisse fala no protesto. Porém, o piquete não pode contar com a participação dos jornalistas do Sistema, que trabalham sob o regime do medo, acuados, sendo, ao menor sinal de reação, interpelados com o perigo da demissão.

“Não é todo dia que vemos manifestação de jornalistas. É uma vergonha o que os Queiroz estão fazendo! Acham que vão levar o dinheiro para o túmulo? Pague o direito dos trabalhadores que sustentam o negócio de vocês!”, disse ao microfone um apoiador que passava na rua.

Luta continua!

A presidente do Sindjorce reforça que a agenda de luta está mantida. A categoria recebeu a ultrajante proposta de 1% com muita indignação e promete resistir não só ao achatamento salarial como a tentativa de redução de conquistas históricas.

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