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Página Musical - San Joe, Lourena e Ciro cantando: Ladeira da Vida


 San Joe, Lourena e Ciro  - Ladeira da Vida

[San Joe]
Nem quis saber meu nome e disse que me amava
E ela acabou com tudo com aquele sorriso
O tenso é que eu nem lembro da noite passada
Mas toda madrugada eu me lembro disso

Morena cê é linda e eu quero te ver de novo
Somos feito fogo e não vai apagar
Quente me aquece que a alma até transpira
Longe de você assim pra mim não da

A ponta da agulha entrou quando minha mãe chorou
Eu vi que tava errado no caminho certo
Hoje seu filho canta tudo que ele sente
Virei a folha da vida e não sou mais muleke

O menino cresceu e hoje é o que ele quis
Vi vários quebrando a cara empinando nariz
Amor fraco é dor de dente arranco na raiz
Será que eu to vivendo pra ver o que eu fiz?

Fui atrás de me encontrar e me perdi de novo
Esse mundo é um ovo eu não posso moscar
Às vezes me pergunto qual é minha meta
Eu encontro resposta só no seu olhar

Meu pai falou pra mim que é pra tomar cuidado
O enquadro é mais fácil pra quem vem do gueto
Eu apanhei calado quando era ninguém
A vida me pegou e não teve jeito

Depois te tanta luta e passa mó veneno
Nunca vi ninguém trampar sem paga pro governo
Se não fosse a minha força eu não estaria aqui
Dias e noites no vagão pra minha mãe sorrir

[Lourena]
Subindo a ladeira ouvi minha mãe dizendo
Filho cuidado com as ilusões, não conte os planos que você ainda não terminou
Olhos são fonte de vida mas também decepção
Inveja mata cuidado com coração
Lava e seus pés antes de pisar o chão

Rumo ao norte trazendo suporte
Contenção para aqueles que ainda tem que ser forte
Inspiração para aqueles que estão tentando subir
Dando a mão pra'quele que não se deixa cair

Minha bandeira é brasileira eu não desisto nunca
Mas se dependesse deles eu nunca seria
Minha cor é cor de gente que cês não queria ver no topo
E não adianta meritocracia

Meus olhos se abriram nesse caos
E meu corpo é fechado para todo mal
Manter fé no que não se vê
Seguir a caminhada, seja o que Deus quiser

[Ciro]
Pai-mãe
Respiração
Fonte de som
Ação de amor
Do cosmos criador

Faça a luz brilhar dentro de nós
Em meio a nós
Que é pra tornar ela mais útil

Que a dádiva da dúvida
Não deva estar dispersa

O nosso eu, caminhará com o seu
De mãos dadas em um só
Mística criatura
Reis e rainhas
Completos dentro do ser

Somos gritos de vontade
Conectados
Sentimos a alma da terra
E o poder do sábio

Que a ilusão do mundo louco
Fora do alcance
Liberte-nos de tudo
Que atrasa nosso lado

Evolução e crescimento contínuo
Jamais esquecimento da sua glória
Ação dos homens no solo do seu amor
Meros mortais mudando o curso da história


Reajuste do Piso Nacional será de 4,17% em 2019

O Sindicato APEOC informa que o reajuste do Piso Nacional do Magistério deverá ser de 4,17% em 2019, o menor da história. Isso se deve a publicação da Portaria Interministerial N. 06, de 26 de dezembro de 2018 no Diário Oficial da União desta quinta-feira (27).

Esta portaria determina a alteração do Valor Anual por Aluno do FUNDEB, projetando assim o reajuste do Piso Nacional do Magistério, que sairá de R$ 2.455,35 para R$ 2.557,74. Se nenhuma outra portaria for publicada até o fim do ano, este deverá ser o novo valor do Piso Nacional do Magistério.

A campanha salarial 2019 só está começando. O Sindicato APEOC conquistou em 2018, com muita luta e uma negociação qualificada, um reajuste no Ceará semelhante ao Piso Nacional e mais do que o dobro do aumento do Serviço Público Estadual. Por isso a importância da aprovação do Novo FUNDEB, com um fundo permanente para a Educação Básica do país e com um aporte maior da União para a valorização dos profissionais da Educação.

Página Musical - Tom Jobim cantando: Falando de Amor



Tom Jobim / Falando de Amor

Se eu pudesse por um dia 
Esse amor, essa alegria 
Eu te juro, te daria 
Se pudesse esse amor todo dia 
Chega perto, vem sem medo 
Chega mais meu coração 
Vem ouvir esse segredo 
Escondido num choro canção 
Se soubesses como eu gosto 
Do teu cheiro, teu jeito de flor 
Não negavas um beijinho 
A quem anda perdido de amor 

Chora flauta, chora pinho 
Choro eu o teu cantor 
Chora manso, bem baixinho 
Nesse choro falando de amor

Quando passas, tão bonita 
Nessa rua banhada de sol 
Minha alma segue aflita 
E eu me esqueço até do futebol 
Vem depressa, vem sem medo 
Foi pra ti meu coração 
Que eu guardei esse segredo 
Escondido num choro canção 
Lá no fundo do meu coração


Masturbação é um hábito saudável? Veja pontos positivos e negativos


Cerca de 40% das mulheres brasileiras não se masturbam, e 20% nunca experimentaram se tocar. Já entre os homens, apenas 17,3% não se masturbam, segundo a pesquisa “Mosaico 2.0”, divulgada em 2017 pelo Programa de estudos em Sexualidade (Prosex) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo.

No levantamento, 3 mil participantes com idades entre 18 e 70 anos foram ouvidos, em sete regiões metropolitanas: São Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Salvador, Belém, Porto Alegre e Distrito Federal.

Mas afinal de contas, por que os seres humanos e outros animais – como primatas e elefantes – evoluíram para desenvolver a masturbação? À primeira vista, o comportamento pode não parecer biologicamente lógico, já que representa um desperdício de energia e material genético (no caso dos homens), pois nem ao menos resultará em herdeiros. Mas há, sim, benefícios físicos e mentais, tanto para homens quanto para mulheres.

Para começar, é muito saudável estar confortável e conhecer o próprio corpo, descobrindo o que causa prazer ou não. Não seria justo para seu parceiro ou parceira ter que descobrir tudo isso sozinho na hora do sexo. Seu corpo deve ser seu melhor amigo, já que vai te acompanhar pela vida toda.

Em segundo lugar, a masturbação alivia a ansiedade e estresse tanto para homens quanto para mulheres, já que libera dopamina e outros hormônios do prazer.

Para as mulheres, a masturbação até ajuda a cair no sono mais rápido e, em alguns casos, pode diminuir as dores das cólicas menstruais. Para elas, a masturbação não traz nenhum efeito negativo.

Já para os homens, os benefícios já foram atestados por inúmeras pesquisas que dizem que a masturbação diminui o risco do câncer de próstata, previne a incontinência e disfunção erétil, e ainda melhora o sistema imunológico. Praticar a masturbação com muita força, velocidade ou pegada que são muito diferentes do que será encontrado no sexo, porém, pode dificultar o orgasmo no relacionamento a dois.

Quanto ao “desperdício” do sêmen com a masturbação, livrar-se dos espermatozoides mais velhos acaba sendo mais vantajoso para o homem, além de não diminuir a taxa de fecundação.

Um problema que pode atrapalhar tanto homens quanto mulheres é se o hábito tomar tanto tempo que influencie na vida pessoal e profissional da pessoa, tomando o tempo que deveria ser dedicado a socializar, estudar ou trabalhar, por exemplo.

Então coloque uma musiquinha relaxante, acenda umas velas, e dê a si mesmo uma boa noite.


O lawfare militar, comercial e geopolítico

Já faz algum tempo que as leis e os procedimentos jurídicos têm sido deturpados e mal utilizados em diversos lugares do mundo para promover verdadeiras perseguições contra indivíduos ou grupo de pessoas - organizados sob as mais diversas formas (grupos políticos, grupos empresariais, grupos temáticos e até mesmo países).

Charles Dunlap Jr., general aposentado da Força Aérea norte-americana, escreveu um importante artigo [1] em 2001 no qual usou pela primeira vez o termo lawfare [2]para designar esse fenômeno sob o enfoque militar. Segundo expôs à época, o lawfare seria “a estratégia de utilizar ou mal utilizar a lei em substituição aos meios militares tradicionais para se alcançar um objetivo operacional” [3]. O trabalho apresentava os Estados Unidos como vítima de lawfare [4], situação que, na forma atual do fenômeno e tal como o compreendemos, permite em algumas situações conclusão em sentido exatamente oposto.

Há estudiosos sobre o tema em importantes universidades do mundo, como Harvard e Oxford. Trabalhos científicos mostram que o lawfare se desenvolve em três dimensões: a escolha da lei; a escolha da jurisdição e as externalidades. Estas últimas estão associadas ao papel da comunicação e da mídia na ocorrência do fenômeno, com vistas à promover verdadeiras operações psicológicas [5]. Busca-se, em suma, mediante estratégias cuidadosamente definidas de comunicação, criar um ambiente favorável perante a opinião pública para viabilizar a prática do lawfare.

No Brasil, o termo lawfare foi utilizado pela primeira vez em coletiva de imprensa que fizemos em 10 de outubro de 2016 na condição de advogados do ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva [6]. Na ocasião, a partir de estudos anteriores e de entrevistas que fizemos com renomados professores que se dedicam à matéria, como os antropólogos John e Jean Comaroff [7]-[8]-[9], da Universidade de Harvard, propusemos esse termo para expressar que Lula estava sendo alvo de uma perseguição política por parte de alguns membros do Sistema de Justiça a partir da utilização abusiva da lei e dos procedimentos jurídicos em associação com uma intensa campanha midiática que tinha por objetivo minar a reputação do ex-presidente e a proteção da garantia constitucional da presunção de inocência [10]-[11].

O caso Lula é, indiscutivelmente, um dos mais relevantes paradigmas no mundo de lawfare com objetivos políticos. Por outro lado, é possível dizer, com sólida base de apoio, que o lawfare não se limita aos objetivos militares - como foi afirmado originariamente por Charles Dunlap Jr. - ou, ainda, à perseguição política. A prática de lawfare com desígnios comerciais e até mesmo geopolíticos já possui um enorme gama de fatos que permitem constatar o fenômeno também nessas áreas.

Em uma face mais simples, é possível identificar o lawfare em iniciativas jurídicas múltiplas adotadas por uma empresa ou outra forma de associação contra seus concorrentes ou oponentes. A iniciativa busca inviabilizar tais concorrentes ou oponentes acionando o aparato regulatório e persecutório do Estado com acusações frívolas ou desprovidas de suporte probatório mínimo. Enquanto o concorrente ou o oponente - ou, ainda, seus dirigentes e colaboradores - são enredados pelas teias do Estado, abre-se a oportunidade de consolidação ou expansão dos negócios em favor da empresa ou da entidade que deflagrou as providências jurídicas.

Há, por outro lado, uma espécie mais complexa de lawfare com finalidade comercial e geopolítica se desenvolve por meio da utilização de mecanismos transnacionais de persecução. Como exemplo eloquente, o Foreign Corrupt Act (FCPA), que é uma lei norte-americana projetada originariamente para punir empresas daquele país que praticassem corrupção no exterior, atualmente é utilizado para tentar conferir jurisdição mundial aos Estados Unidos.

Empresas e empresários de todo o mundo estão sendo punidos e obrigados a pagar elevadas quantias aos cofres norte-americanos porque acusados, com o auxílio de autoridades locais, de violação ao FCPA a partir de exóticas interpretações [12]. Há, também, efeitos colaterais dessas ações dos órgãos norte-americanos com autoridades locais que acabam por resultar em acordos comerciais favoráveis a empresas ou a setores daquele país. Exemplos recentes podem ser mencionados.

Em 2016, empresas brasileiras como a Embraer sofreram atos de persecução do Departamento de Justiça norte-americano e acabaram por firmar acordos com aquele órgão estrangeiro, em sintonia com as autoridades locais. Tais acordos estabeleceram obrigações pecuniárias e de outras naturezas, tais como o monitoramento interno da companhia. Dois anos depois, foi anunciada uma operação da Embraer com a Boeing, uma estratégica empresa norte-americana [13]. Difícil crer que apenas uma afinidade comercial tenha orientado esse resultado.

Orde F. Kittrie, importante estudioso do assunto [14]-[15], cita como exemplo de lawfare comercial e geopolítico aquilo que ocorreu com a empresa Siemens entre 2006 e 2008. Após se negar a observar o embargo comercial decretado pelos Estados Unidos ao Irã, a Simens passou a ser alvo de procedimentos investigatórios em diversos países no mundo, que resultaram no pagamento de quantias bilionárias a título de multas e indenizações. Independentemente da ocorrência admitida de práticas indevidas, a motivação para deflagrar as investigações, segundo o autor, estava ligada à intenção dos Estados Unidos de elevar a pressão externa contra o Irã - para atender aos interesses geopolíticos daquele país.

Na mesma linha, elementos já disponíveis permitem suspeitar que a prisão da empresária chinesa Meng Wanzhou, uma das principais acionistas da gigante Huawei, estão ligadas à prática do lawfare. A detenção ocorreu no Canadá a pedido dos Estados Unidos, em meio a uma intensa disputa comercial entre os norte-americanos e a China, na qual a Huawei ocupa lugar de destaque. Os elementos disponíveis também tornam difícil aceitar a tese de que a prisão nesse momento tão delicado das relações entre tais países foi uma mera coincidência - e não um capítulo de uma guerra jurídica para fins comerciais e geopolíticos.

Enfim, o lawfare é uma prática atualmente realizada com os mais diversos objetivos: militares, políticos, comerciais e até mesmo geopolíticos. O sucesso no enfrentamento desse fenômeno está ligado à sua correta identificação e à utilização de técnicas específicas de combate, que associam o conhecimento adequado da legislação aplicada, o comportamento que deve ser adotado pelas vítimas e as associações necessárias entre a resistência jurídica e outras ferramentas importantes como a investigação e a comunicação.

Notas

[1] DUNLAP JR., Charles. Law and Military Interventions: Preserving Humanitarian Values in 21st Conflicts. Artigo apresentado na Humanitarian Challenges in Military Intervention Conference, Washington, DC, 2001

[2] O termo decorre da junção das palavras inglesas “law” e “warfare”. Ao pé da letra significa “guerra jurídica”

[3] DUNLAP JR., Charles. Lawfare Today: A Perspective, em Yale Journal of International Affairs, 2008, p. 146: “Although I’ve tinkered with the definition over the years, I now define ‘lawfare’ as the strategy of using – or misusing – law as a substitute for traditional military means to achieve an operational objective”

[4] O foco do trabalho estava voltado a processos e denúncias envolvendo violação de direitos humanos nas intervenções militares realizadas pelos Estados Unidos, sobretudo perante órgãos internacionais especializados nesse tema

[5] GOMÉZ, Santiago. Lawfare y operações psicológicas. Disponível em http://www.agenciapacourondo.com.ar/patria-grande/lawfare-y-operaciones-psicologicas


[7] COMAROFF, John L. e COMAROFF, Jean. Law and Disorder in the Postcolony, em The University of Chicago Press, 2006, p. 29-30: “In the process, too, it becomes clear that what imperialism is being indicted for, above all, is its commission of lawfare: its use of its own rules—of its duly enacted penal codes, its administrative law, its states of emergency, its charters and mandates and warrants, its norms of engagement—to impose a sense of order upon its subordinates by means of violence rendered legible, legal, and legitimate by its own sovereign word”

[8] COMAROFF, John L. e COMAROFF, Jean. Ethnicity, Inc., em The University of Chicago Press, 2009, p. 56: “Lawfare, the use of legal means for political and economic ends is endemic to the technology of modern governance. Democratic and authoritarian states alike have always relied on constitutions and statutes, on charters, mandates, and warrants, on emergency and exception—on the violence inherent in the law—to discipline their citizenry”

[9] Uma das conversas que tivemos com o Professor John Comaroff está disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=skCRotOT1Lg

[10] Nesse sentido é o que expusemos em nota à imprensa divulgada em 17/10/2016. Disponível em: http://www.averdadedelula.com.br/pt/2016/10/17/defesa-identifica-taticas-de-lawfare-em-denuncia-contra-lula/

[11] O Professor John Comaroff concedeu entrevista ao jornal Folha de S. Paulo em 18/11/2016 na qual expôs essa situação: https://www1.folha.uol.com.br/poder/2016/11/1829175-professor-de-harvard-ve-presuncao-de-culpa-contra-lula-na-lava-jato.shtml

[12] Mike Koehler, em interessante artigo, explica que o FCPA vem sendo utilizado sem qualquer escrutínio judicial pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos para impor sanções a empresas dos mais diversos países a partir de interpretações e teses jurídicas bastante discutíveis. Disponível em: https://papers.ssrn.com/sol3/papers.cfm?abstract_id=1705517

[13] A nota à imprensa divulgada pela Embraer para anunciar a operação comercial está disponível em: https://ri.embraer.com.br/list.aspx?IdCanal=PXlq+a4Z+bixVnURyPcmLw==


[15] Orde F. Kitrrie é autor da obra Lawfare: Law as a weapon of war (Oxford, University Press, 2016).

Pacatuba: Em 2019, categoria irá lutar por estabilidade de professores, reajuste salarial e PCCS

A Comissão Municipal do Sindicato APEOC de Pacatuba, realizou nesta quarta-feira (19), na Escola Ana Albuquerque Campos, uma assembleia com os profissionais da Educação para discutir a pauta de reivindicações de 2019.
A frente dos trabalhos, o vice-presidente municipal, Fábio Porto. O dirigente apresentou uma retrospectiva das lutas e conquistas dos últimos anos no município. Chamou a atenção da categoria para a unidade e participação dos movimentos.

A categoria comemora a conquista do planejamento domiciliar, o reajuste salarial de 2018 que foi antecipado para o mês de março, a não retirada do auxílio-deslocamento e a extinção do sábado letivo.
Quanto a pauta de reivindicações de 2019, a categoria irá lutar:
  • Pela publicação no Diário Oficial da efetivação dos professores que concluíram o estágio probatório;
  • O reajuste salarial 2019 igual a inflação ou ao reajuste do Piso, o que apresentar maior percentual;
  • Que o Calendário Letivo 2019 seja aprovado na Mesa Permanente de Negociação;
  • O fim da remoção arbitrária de professores; e
  • Início das negociações do novo PCCS.
O secretário de assuntos jurídicos do Sindicato APEOC, Sérgio Bezerra, repassou os últimos informes da diretoria da APEOC e da CNTE sobre o Precatório do FUNDEF de Pacatuba e da luta pelo Novo FUNDEB no Congresso Nacional.

Página Musical - Belchior cantando: Sujeito de Sorte




SUJEITO DE SORTE -BELCHIOR


Presentemente eu posso me considerar um sujeito de sorte
Porque apesar de muito moço me sinto são e salvo e forte
E tenho comigo pensado deus é brasileiro e anda do meu lado
E assim já não posso sofrer no ano passado Tenho sangrado demais, tenho chorado pra cachorro
Ano passado eu morri mas esse ano eu não morro
Ano passado eu morri mas esse ano eu não morro Ano passado eu morri mas esse ano eu não morro
E tenho comigo pensado deus é brasileiro e anda do meu lado
Presentemente eu posso me considerar um sujeito de sorte Porque apesar de muito moço me sinto são e salvo e forte
Ano passado eu morri mas esse ano eu não morro
E assim já não posso sofrer no ano passado Tenho sangrado demais, tenho chorado pra cachorro Ano passado eu morri mas esse ano eu não morro
Porque apesar de muito moço me sinto são e salvo e forte
Ano passado eu morri mas esse ano eu não morro Presentemente eu posso me considerar um sujeito de sorte E tenho comigo pensado deus é brasileiro e anda do meu lado
Ano passado eu morri mas esse ano eu não morro
E assim já não posso sofrer no ano passado Tenho sangrado demais, tenho chorado pra cachorro Ano passado eu morri mas esse ano eu não morro
Ano passado eu morri mas esse ano eu não morro



Ministério Público quer cassar eleição de deputado do PSL por uso de fake news

Por Rafael Neves

A Procuradoria Regional Eleitoral do Paraná (PRE-PR) pediu à Justiça eleitoral, nesta quinta-feira (29), a cassação do diploma (que será expedido no próximo dia 18) e a inelegibilidade por oito anos do deputado federal Fernando Francischini (PSL-PR). Um dos principais aliados de Jair Bolsonaro (PSL) na Câmara, Francischini é alvo de uma ação de investigação judicial (aije) que o acusa de ter impulsionado a própria candidatura com base em notícias falsas que questionaram a lisura do processo eleitoral.

Membro da chamada "bancada da bala", Francischini foi eleito deputado estadual no último mês de outubro. Ele foi o mais votado no Paraná – teve apoio de 427.627 eleitores – e ajudou no desempenho do PSL no estado.

"O uso abusivo dos meios de comunicação, no caso a internet, para divulgação de notícias falsas e sabidamente inverídicas relativas a “fraudes” em urnas eletrônicas, certamente foi capaz de prejudicar a livre manifestação da vontade política popular, demonstrando a potencialidade de as condutas ilegais beneficiarem candidato – o próprio Francischini, bem como seu partido político – PSL", afirma um trecho do documento de 20 páginas, assinado pela procuradora Eloisa Helena Machado.


O Congresso em Foco procurou Francischini para comentar o processo, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem.

Fake news

Em uma live em seu Facebook oficial no dia 7 de outubro, data do primeiro turno das eleições, Francischini fez uma live afirmando que advogados do PSL teriam descoberto duas urnas "fraudadas ou adulteradas" no Paraná.

O vídeo continua disponível na rede social do parlamentar. Até esta quinta (29), havia mais de 315 mil curtidas e mais de 410 mil compartilhamentos do conteúdo.

"Nós estamos estourando isso aqui em primeira mão pro Brasil inteiro para vocês. Urnas ou são adulteradas ou fraudadas. Com a ajuda do juiz eleitoral e do promotor eleitoral. A gente tá trazendo essa denúncia gravíssima antes do final", afirma no vídeo.

Segundo Francischini, os equipamentos não teriam permitido que eleitores votassem em Bolsonaro ao apertarem o número 17, o que ele classificou como um "cambalacho" para prejudicar o então candidato à presidência da República.

O futuro do serviço público

Por Percival Puggina

Durante boa parte de nossa história, o serviço público e a política foram os destinos principais de quem buscasse uma feliz combinação de sustento familiar e relevo social. Mães zelosas ambicionavam ver os filhos empregados no setor público ou numa empresa estatal.

Passaram-se os anos, o Estado brasileiro cresceu e sua burocracia se sofisticou. Às centenas, surgiram empresas públicas e se multiplicaram os ministérios, as secretarias, os departamentos. Miríade de novos municípios, conforme iam sendo criados, reproduziam essa expansão na base da pirâmide do poder político.

Todo o organismo estatal se agigantou, num fenômeno que lembra a divisão celular por mitose e meiose. Concursos públicos e cargos de confiança proveram novas, crescentes e permanentes possibilidades de acesso a vagas em posições detentoras do privilégio da estabilidade.

O serviço público se manteve, através das décadas, como um lugar que permitia a sobrevivência digna, sob proteção de regras que concediam segurança e remuneração por vezes acima do mercado de trabalho no setor privado da economia.

Há mais de 40 anos, porém, luzes vermelhas começaram a sinalizar a gradual aproximação de severas dificuldades. Os ombros dos carregadores não iriam suportar o peso daquele andor. A atividade se tornara campo fértil para atuação de grupos em que a demagogia política de uns turbinava a voracidade corporativa de outros.

A conta cada vez mais salgada das folhas de ativos, inativos e pensionistas foi reduzindo drasticamente a capacidade de pagamento e de investimento do setor público. A qualidade foi sumindo dos serviços prestados, as instalações se degradando e os vencimentos perdendo poder de compra. O problema aqui descrito passou a afetar a União, os estados e os municípios.

Durante longos anos, porém, enquanto essa realidade tolhia os governos, a autonomia dos poderes permitiu que o custo da crise fosse circunscrito ao executivo. Os demais conseguiram preservar dedos e anéis.

Nestes dias, contemplamos o fim de um ciclo. Três anos de recessão e mais dois de baixíssimo crescimento do PIB completaram o estrago. Acabou. Medidas duríssimas já vêm sendo adotadas e precisarão ser ampliadas para pôr fim à crise fiscal e para que se restaure a confiança e a capacidade de investimento do setor privado e do setor público.

Então, com a experiência de quem trabalha há 55 anos, tendo atuado nos dois lados desse balcão, constato que o futuro do emprego público é nada promissor, fora (e assim mesmo, talvez) de algumas limitadas e disputadíssimas carreiras de Estado.

Bem ao contrário do que hoje acontece como orientação pedagógica, é importante despertar, nos jovens, interesse por atividades produtivas e estimulá-los a buscar o merecimento indispensável à competitividade. Desenvolver a mente e o espírito, aderir a valores perenes, adquirir hábitos de leitura e de estudo continuado e fazer de si mesmo o melhor possível será sempre um caminho virtuoso de inserção ativa nas complexidades da vida social, política e econômica. Em meio a elas, não convém a dispersão proporcionada pelas facilidades, nem o esmorecimento sugerido pelas dificuldades. O futuro, ou estará no setor privado da Economia, ou será um estuário de maus pressentimentos.

A experiência dos povos ensina que a crise pela qual estamos atravessando é parteira de novas e melhores possibilidades. E essa é a boa notícia que tenho a dar.


* Percival Puggina (73), membro da Academia Rio-Grandense de Letras, é arquiteto, empresário e escritor e titular do site www.puggina.org, colunista de dezenas de jornais e sites no país. Autor de Crônicas contra o totalitarismo; Cuba, a tragédia da utopia; Pombas e Gaviões; A tomada do Brasil. integrante do grupo Pensar+.

Bolsonaro diz que lei trabalhista tem que se aproximar da informalidade

Depois de dizer que "é difícil ser patrão no Brasil", presidente eleito voltou a reforçar que pretende, em seu governo, reduzir os direitos dos trabalhadores; capitão da reserva também prometeu não demarcar mais nenhum centímetro de terra indígena ou quilombola

Em reunião com deputados do DEM nesta quarta-feira (12) em Brasília, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) voltou a reforçar que pretende, em seu governo, reduzir os direitos dos trabalhadores. Ele chegou a afirmar que a lei trabalhista “tem que se aproximar da informalidade”.

“No que for possível, sei que está engessado o artigo sétimo [da Constituição], mas tem que se aproximar da informalidade”, disse, antes de reafirmar que é “difícil” ser patrão no Brasil.

Ao longo da campanha, Bolsonaro repetiu por inúmeras vezes que o trabalhador terá que escolher entre direitos ou emprego.

Na mesma reunião com parlamentares, o capitão da reserva, sob aplausos, ainda garantiu que não trabalhará pela preservação da cultura indígena e quilombola.

“Não demarcarei um centímetro a mais de terra indígena. Ponto final”, disse, sob aplausos. Não tem mais terra para quilombola também, acabou. Não vou entrar em detalhes, mas isso tem a ver com segurança jurídica no campo”, disparou



Assessor de filho de Bolsonaro fez movimentação de R$ 1,2 milhão, diz jorna

Transação citada em relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) é um cheque destinado à futura primeira-dama Michelle Bolsonaro

De acordo com um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), o militar Fabrício José Carlos de Queiroz fez uma movimentação atípica de R$ 1,2 milhão em sua conta, entre janeiro de 2016 e janeiro de 2017, quando era assessor do deputado estadual e senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) – filho mais velho de Jair Bolsonaro.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo

De acordo com o Coaf, vinculado ao Ministério da Fazenda, as movimentações de Fabrício foram alertadas porque são "incompatíveis com o patrimônio, a atividade econômica ou ocupação profissional e a capacidade financeira" do ex-assessor parlamentar. Segundo o relatório, também foram encontradas na conta transações envolvendo dinheiro em espécie, embora o ex-assessor exercesse uma atividade cuja "característica é a utilização de outros instrumentos de transferência de recurso".

O documento foi anexado pelo Ministério Público Federal (MPF) à investigação da Operação Furna da Onça, realizada no mês passado e que levou à prisão 10 deputados estaduais da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

Fabrício, que também é policial militar, foi exonerado do gabinete de Flávio Bolsonaro no dia 15 de outubro deste ano, a pedido. Registrado como assessor parlamentar, ele também atuava como motorista e segurança do deputado. 

O nome do motorista consta da folha de pagamento com salário de R$ 8.517. Ele era lotado com cargo em comissão de Assessor Parlamentar III. Conforme o relatório do Coaf, ele ainda acumulava rendimentos mensais de R$ 12,6 mil da Polícia Militar.

Primeira-dama

Uma das transações na conta do assessor de Flavio Bolsonaro, citadas no relatório do Coaf, é um cheque de R$ 24 mil destinado à futura primeira-dama Michelle Bolsonaro. A compensação do cheque em favor da mulher do presidente eleito, Jair Bolsonaro, aparece na lista sobre valores pagos pelo PM.

O documento do Coaf aponta que "constam como favorecidos a ex-secretária parlamentar e atual esposa de pessoa com foro por prerrogativa de função – Michelle de Paula Firmo Reinaldo Bolsonaro, no valor de R$ 24 mil".

Entre 2016 e 2017 o Conselho de Controle de Atividades Financeiras também encontrou cerca de R$ 320 mil em saque na conta mantida por Fabrício. Também chamou a atenção dos investigadores as transações realizadas entre Queiroz e outros funcionários da Assembleia. 

A chefia de gabinete de Flávio Bolsonaro afirma ao jornal que Queiroz trabalhou por mais de 10 anos como segurança e motorista do deputado, “com quem construiu uma relação de amizade e confiança” e que o senador eleito não tem "informação de qualquer fato que desabone” a conduta do ex-assessor parlamentar.

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