Morre aos 85 anos Oswaldo Loureiro, grande nome do cinema, teatro e TV ~ Pacatuba Em Foco
Tecnologia do Blogger.

APEOC

Postagens Populares

Sample Text

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipisicing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua. Ut enim ad minim veniam, quis nostrud exercitation test link ullamco laboris nisi ut aliquip ex ea commodo consequat.

Duis aute irure dolor in reprehenderit in voluptate another link velit esse cillum dolore eu fugiat nulla pariatur.

Arquivo do blog

Categories

Definition List

Definition list
Consectetur adipisicing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua.
Lorem ipsum dolor sit amet
Consectetur adipisicing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua.

Pages

Support

Need our help to upload or customize this blogger template? Contact me with details about the theme customization you need.

Ordered List

  1. Lorem ipsum dolor sit amet, consectetuer adipiscing elit.
  2. Aliquam tincidunt mauris eu risus.
  3. Vestibulum auctor dapibus neque.

Unordered List

  • Lorem ipsum dolor sit amet, consectetuer adipiscing elit.
  • Aliquam tincidunt mauris eu risus.
  • Vestibulum auctor dapibus neque.

Futebol Ao Vivo

Futebol Ao Vivo

Participe pelo Whatsapp 85 988 621 206

Morre aos 85 anos Oswaldo Loureiro, grande nome do cinema, teatro e TV

Morreu em São Paulo, aos 85 anos, Oswaldo Loureiro Filho, ator e diretor de teatro, televisão e cinema. A informação foi confirmada pela filha do artista ao JB. Com extensa lista de contribuições na área, incluindo a presidência do Sindicato dos Artistas do Rio de Janeiro, se projetou como um dos grandes nomes do teatro brasileiro. Atuou de 1944 a 2005, e desde então estava afastado das atividades. O ator sofria de Alzheimer. 

Oswaldo Loureiro participou dos primeiros momentos da história das novelas no Brasil, com presença em 39 títulos. Atuou em O Direito de Nascer, da TV Tupi, em 1964, com grande sucesso. No cinema, foram 33 filmes, como Os Herdeiros e também Bonitinha, mas Ordinária. No teatro, o artista participou de montagens históricas, e atuou em mais de 140 peças, com destaque para Se Correr o Bicho Pega, Se Ficar o Bicho Come, de Oduvaldo Vianna Filho e Ferreira Gullar; Édipo Rei, de Sófocles; e Gota d'Água, de Chico Buarque e Paulo Pontes.

Grande boêmio, era frequentador assíduo do restaurante La Fiorentina, em Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro, onde está lembrado em uma grande charge com outros boêmios feita por Chico Caruso, e pela assinatura nas colunas do estabelecimento.

Nascido em família de artistas, Oswaldo Loureiro ingressou no teatro ainda criança. A mãe era cantora lírica, o pai, jornalista e ator, e as irmãs, bailarinas do Theatro Municipal. 


Oswaldo Loureiro fez mais de 140 peças, entre papéis cômicos e dramáticos, e atuou também no cinema e na TV.

A estreia profissional no teatro ocorreu em 1955, aos 23 anos, quando integrava a companhia de teatro de Henriette Morineau, na peça Vestido de Noiva, montagem de Nelson Rodrigues. No ano seguinte, participou do elenco de Otelo, de William Shakespeare, pela Companhia Tônia-Celi-Autran (CTCA). Continuou na companhia até o último espetáculo, atuando em nove produções.

Em 1958, recebeu o prêmio da Associação Brasileira de Críticos Teatrais (ABCT) de ator revelação por A Fábula do Brooklin, de Irwin Shaw.

No início da década de 1960, trabalhou em dois espetáculos do Teatro dos Sete, Com a Pulga Atrás da Orelha, de Georges Feydeau, e Beijo no Asfalto, de Nelson Rodrigues. Com o fim da CTCA, o artista vai para São Paulo, e integra o elenco de A Ópera dos Três Vinténs, de Bertolt Brecht, para o Teatro Ruth Escobar, em 1964. Em 1966, de volta ao Rio de Janeiro, com o Grupo Opinião, atua em Se Correr o Bicho Pega, Se Ficar o Bicho Come, de Oduvaldo Vianna Filho e Ferreira Gullar. Em 1967, trabalha ao lado de Paulo Autran em Édipo Rei, de Sófocles.

Na década de 1970, atuou em Gota d'Água, de Chico Buarque e Paulo Pontes; A Longa Noite de Cristal, de Oduvaldo Vianna Filho (Vianinha); e Dois Perdidos Numa Noite Suja, de Plínio Marcos.

Durante nove anos, foi dirigente sindical, chegando à presidência do Sindicato dos Artistas depois de lutar pelo reconhecimento da profissão de ator e pela subvenção do Estado ao teatro, sem o que, para ele, o teatro estaria condenado a comédias comerciais.

Em 1982, o desempenho em Motel Paradiso, de Juca de Oliveira, rendeu-lhe o Prêmio Mambembe de melhor ator. No ano seguinte, atuou em Vargas, de Dias Gomes e Ferreira Gullar.

Na década seguinte, dirigiu o texto Baixa Sociedade, de Juca de Oliveira, e assumiu a direção do Teatro Guaíra, em Curitiba. Com o projeto Teatro para o Povo, desenvolvido durante dois anos e meio, realizou mais de 1.700 apresentações e um público de 700 mil espectadores. 

De volta ao Rio de Janeiro, atuou em O Doente Imaginário, de Molière, em 1996, e em A Profissão da Senhora Warren, de Bernard Shaw, junto com de Jacqueline Laurence e Othon Bastos, em 1998. Dois anos depois, atuou em Bonitinha, mas Ordinária, de Nelson Rodrigues.

Oswaldo também dirigiu peças teatrais, óperas, shows musicais, shows de humor e espetáculos. Atuou em cinema e faz vários trabalhos em televisão como ator e diretor. Nas novelas, atuou em trabalhos como O Direito de Nascer (1964); Sangue e Areia (1968) e Véu de Noiva (1969), de Janete Clair; Roque Santeiro (1985), de Dias Gomes; e Que Rei sou Eu? (1989), de Cassiano Gabus Mendes. Como diretor, colaborou com o seriado O Bem-Amado (1980-1985), o humorístico Os Trapalhões (1982-1988) e o programa de variedades Batalha dos Astros (1983).

←  Anterior Proxima  → Inicio

Você é a favor da Reforma da Previdência ?

FanPage do Pacatuba Em Foco

Mais Acessadas

SERIPAN

Votar ao Topo