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CARLOS HEITOR CONY MORRE AOS 91 ANOS

Jornalista, escritor e dramaturgo, Cony sofreu falência múltipla dos órgãos e morreu na noite desta sexta-feira 5 no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro; ele ocupava a cadeira número 3 da Associação Brasileira de Letras desde 2000


O jornalista e escritor Carlos Heitor Cony morreu aos 91 anos nesta sexta-feira 5, segundo a assessoria da Academia Brasileira de Letras (ABL), da qual ele era membro desde 2000.

Internado no hospital Samaritano, no Rio, Cony sofreu falência múltipla dos órgãos.

O jornalista nasceu no Rio em 14 de março de 1926, filho do jornalista Ernesto Cony Filho e de Julieta Moraes Cony. Cony iniciou a carreira no Jornal do Brasil.

Cony publicou diversos romances, como "O ventre" (1958), "Pilatos" (1973), "Quase memória" (1995) e "O piano e a orquestra" (1996) – com os dois últimos, ganhou o prêmio Jabuti. Também foi autor de livros de crônicas, contos e novelas.

Já em 1961, entrou para o "Correio da Manhã" nas funções de redator, cronista, editorialista e editor. Em 1964, após o Golpe Militar, chegou a ser preso em diversas ocasiões e se exilou na Europa e em Cuba.

Trabalhou por mais de 30 anos na revista "Manchete" e foi diretor de "Fatos & Fotos", "Desfile" e "Ele Ela". Entre 1985 e 1990, dirigiu o setor de teledramaturgia da Manchete – foi autor das novelas "A Marquesa de Santos", "Dona Beja" e "Kananga do Japão".

Em 23 de março de 2000, foi eleito para a cadeira número 3 da ABL. Cony era casado com Beatriz Latja e tinha três filhos: Regina, Verônica e André.

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