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Aluna é suspensa depois de criticar escola que proibiu discutir sexo, gênero e religião

Jovem de 17 anos resolveu rebater panfleto lançado pela escola Univest de Lages, em Santa Catarina, e recebeu punições; mãe estuda acionar a Justiça.


Mais um caso de intolerância partindo de uma instituição de ensino. Uma aluna da escola Univest de Lages, em Santa Catarina, foi suspensa por dois dias e ainda teve sua matrícula vetada para o próximo ano, após divulgar e criticar um panfleto lançado pelo colégio. O ofício anunciava a proibição de ensino de sexo, ideologia de gênero, ativismo LGBT, comunismo, esquerdismo e religião em sala de aula. “2017, a nova idade média. (Pasmem, isso é real)”, escreveu a jovem, de 17 anos, nas redes sociais.

No dia seguinte à publicação, que recebeu mais de 523 compartilhamentos até a tarde de quinta-feira (19), a jovem foi chamada à coordenação da escola e avisada de que seria sancionada por “denegrir a imagem do colégio nas redes sociais”. Uma amiga também sofreu penalidades e teve a bolsa de estudos cortada.

“Os alunos estavam comentando e compartilhando. Na quarta-feira de manhã, eu e mais uma aluna (que comentou na postagem) recebemos suspensões por denegrir a imagem do colégio. Eles falaram que era errado a gente expor o colégio. Eu não reconheço essa suspensão, porque ela é sem sentido. Minha mãe também não. Ela ficou indignada. Isso desencoraja os alunos a exporem sua opinião. Um ato de retrocesso”, ressaltou a estudante.


A jovem explicou que o ofício foi entregue em sala durante uma aula como um “recado a alunos e pais” e considerou uma surpresa ver a instituição proibir os temas. No bimestre passado, a classe aprendeu sobre as diversas religiões, de acordo com ela. Proibida de renovar a matrícula em 2018, a adolescente pensa em trocar de escola.

Mãe da estudante, a fisioterapeuta Fabiana Cruz relatou a surpresa em ler o recado, enviado pela filha por mensagem. As duas discordavam do conteúdo por considerar que são temas atuais e que os alunos precisam desenvolver senso crítico. A adolescente revelou à mãe o desejo de rebater o ofício nas redes sociais. Fabiana alertou que haveria uma consequência. Ainda assim, ela conta que não imaginou a proporção das penalidades impostas à estudante.

“Quando ela me passou a foto do panfleto, não acreditei que era da escola. Falei que era incabível para a época de hoje, são temas que estão aí. Não iremos matriculá-la (no próximo ano) porque é inadmissível. É para podar todo mundo. Somos totalmente contra, estamos pensando em entrar com uma ação. Ela está perdendo aula. Amanhã (hoje) vou fazer ela ir à escola, vou entrar com ela na sala de aula”, prometeu Fabiana.

Giovani Broering, o reitor do Centro Universitário Facvest — ao qual a Univest fica submetida — declarou ao Diário Catarinense que “toda ação tem uma consequência”.



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