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PF faz busca em endereços ligados ao ministro da Agricultura Blairo Maggi

A PF atendeu uma ordem do ministro Luiz Fux do STF.
Ele viu indícios de obstrução de justiça do ministro e de mais cinco políticos.

Por Camila Bomfim

A Polícia Federal cumpriu mandados de busca em cinco endereços ligados ao ministro da Agricultura, Blairo Maggi. A ordem foi do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, que viu indícios de crime de obstrução de justiça por parte do ministro e de mais cinco políticos de Mato Grosso.

Policiais federais buscaram documentos em um prédio que fica no centro de Brasília. Eram mandados de busca e apreensão contra o ministro da Agricultura, Blairo Maggi.

O apartamento é funcional, pertence ao Senado porque Blairo Maggi é senador licenciado do mandato pelo PP, por isso, a polícia do Senado também acompanhou a operação.

Os mandados foram autorizados pelo ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal. Ele homologou a delação do ex-governador de Mato Grosso, Silval Barbosa, no mês passado.

As revelações feitas pelo delator levaram às medidas pedidas pela Procuradoria-Geral da República. Na delação, Silval Barbosa cita Blairo Maggi diversas vezes. Afirmou que o ministro comprou a versão de um depoimento para que fosse favorável a ele. Segundo Silval, Blairo Maggi pagou R$ 3 milhões destinados ao ex-secretário de Fazenda de Mato Grosso, Eder Morais. Silval admite que pagou outros R$ 3 milhões e Eder Morais, de fato, voltou atrás no depoimento.

Além disso, a procuradoria também aponta suspeitas de que Blairo atuou a partir de intermediários para unificar linhas de defesa e que ele teria enviado seu suplente, o senador Aparecido dos Santos, conhecido como Cidinho, como emissário de uma mensagem a Silval Barbosa, depois que Silval foi preso.

Segundo o Ministério Público, o senador foi ao presídio reforçar a promessa de que conseguiriam anular na justiça as investigações que levaram Silval a ser preso.

Para o ministro Luiz Fux, "são veementes os indícios quanto ao cometimento do crime de obstrução de investigação de crimes de organização criminosa por parte de Blairo Maggi, o senador José Aparecido dos Santos, além de intermediários".

O ministro também autorizou buscas em dois endereços de Blairo em Mato Grosso, uma casa em Rondonópolis e uma sala comercial em Cuiabá, além da casa do senador Cidinho, em Cuiabá.

Os policiais fizeram buscas na Câmara, no gabinete do deputado federal Ezequiel Fonseca, do Partido Progressista. Ele foi flagrado pegando dinheiro de Silvio Cezar, então chefe de gabinete de Silval Barbosa, que filmou a entrega como parte das provas apresentadas na delação premiada. O deputado recebeu os maços de dinheiro em uma caixa de papelão.

Em Cuiabá, os agentes da Polícia Federal estiveram na Assembleia Legislativa e na Prefeitura. O atual prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, do PMDB, foi flagrado recebendo maços de dinheiro. O prefeito encheu os bolsos do paletó de dinheiro, era tanto que ele até deixou cair e se agachou para juntar os maços.

A pedido da Procuradoria-Geral da República, o ministro Luiz Fux também autorizou o afastamento de cinco, dos seis conselheiros titulares do Tribunal de Contas do Estado: o presidente, o vice-presidente, o corregedor-geral, o ouvidor-geral e mais um conselheiro.

O tribunal é responsável por fiscalizar o uso do dinheiro público. Eles são suspeitos de corrupção passiva, sonegação de renda, lavagem de dinheiro e organização criminosa. O ministro Luiz Fux também proibiu os cinco conselheiros a ir ao tribunal ou ter contato com funcionários.

RESPOSTAS
Blairo Maggi disse, por nota, que nunca agiu, ou autorizou que alguém agisse para obstruir a justiça. O ministro disse que não houve pagamentos feitos ou autorizados por ele a Eder Moraes para acobertar qualquer ato e que nunca utilizou meios ilícitos na vida pública, nem em suas empresas.

A assessoria de Emanuel Pinheiro disse que o prefeito de Cuiabá vai se defender no foro adequado. O ex-deputado estadual Hermínio Barreto disse que o dinheiro era para campanha eleitoral e que a explicação precisa vir do ex-governador Silval Barbosa. O deputado Ezequiel Fonseca disse que a medida de busca e apreensão é importante para defesa dele e que confia na justiça.

O conselheiro Antonio Joaquim publicou nota em uma rede social em que diz que nunca recebeu vantagem indevida para exercer o cargo que ocupa e nunca autorizou qualquer pessoa a falar em seu nome. Ele disse que espera que a investigação em curso seja rápida para que possa “resgatar a cidadania sequestrada pela decisão do STF”.

O advogado do conselheiro José Carlos Novelli disse que ele recebeu com tranquilidade a decisão, mesmo considerando a medida desproporcional, porque não foram apresentadas provas de atos ilícitos. 

O senador Cidinho Santos afirma que a investigação vai comprovar que não houve ato ilegal praticado por ele e que a visita a Silval Barbosa, que está preso, foi motivada apenas por solidariedade ao ex-governador. Cidinho Santos também disse que jamais se envolveu em atos ilícitos e que continua a disposição da justiça para quaisquer esclarecimentos.

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