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quarta-feira, 29 de março de 2017

Greve da educação puxa a GREVE GERAL da classe trabalhadora

A Greve Geral Nacional da Educação, deflagrada pela CNTE e seus sindicatos filiados a partir de 15 de março, com ampla adesão de outras categorias profissionais no Dia de Paralisação Nacional convocado pela CUT e demais Centrais Sindicais (também em 15/03), foi o marco da retomada da luta social em defesa dos direitos da classe trabalhadora, que o governo Golpista de Michel Temer tenta retirar de várias formas.


O Golpe no Brasil não pretendeu apenas desestabilizar a democracia e a economia, por parte de quem perdeu as eleições em 2014, mas, sobretudo, visa atacar os direitos da classe trabalhadora e consolidar privilégios para poucos, com destaque para as reformas da Previdência e Trabalhista, que (re)escravizam o/a trabalhador/a; a Terceirização ampla e irrestrita já aprovada no Congresso e que deixará trabalhadores dos setores público e privado quase nas mesmas condições de quem labuta na informalidade; a desvinculação das receitas da educação por 20 anos e o ajuste fiscal que comprometerá os investimentos sociais, também por duas décadas; a descriminalização do Caixa Dois de campanhas eleitorais; a entrega do nosso petróleo aos estrangeiros por meio da Lei 13.365 (mudança na exploração do Pré-sal); a repatriação sistemática de dinheiro remetido ilicitamente para o exterior; entre outras pautas espúrias e contra os interesses da maioria da Nação.

A Greve da Educação teve por objetivo central denunciar o ataque à aposentadoria dos trabalhadores – pois a reforma da Previdência retira direitos e amplia a privatização de fundos previdenciários e de pensões, comprometendo o patrimônio nacional e a segurança social do país – além de denunciar o descumprimento da Lei do Piso do Magistério em muitos estados e municípios do país.

Mas não foi só isso. A Greve da Educação também queria e conseguiu despertar a sociedade para todas as mazelas impostas pelo Golpe. E a maior vitória desse processo de mobilização foi a convocação através de todas as Centrais Sindicais da GREVE GERAL da Classe Trabalhadora para o dia 28 de abril próximo.

Sob o lema “Vamos parar o Brasil”, os/as trabalhadores/as darão nova demonstração de força aos golpistas, exigindo que retirem as mãos de nossos direitos. E a preparação para a Greve Geral já acontece no próximo dia 31 de março, quando serão organizadas grandes manifestações em defesa da Previdência e da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) no país inteiro.

A CNTE está empenhada na construção da Greve Geral, e desde já convoca todos/as os/as trabalhadores/as em educação para estarem presentes nas diversas mobilizações que integram a Jornada de Lutas da Educação rumo à Greve Geral da Classe Trabalhadora, com destaque para as seguintes atividades aprovadas pelo Comando da Greve Nacional da Educação, as quais estarão sob a coordenação da CNTE e de seus sindicatos filiados:
  1. Manter a pressão sobre os/as parlamentares em suas bases eleitorais, nos aeroportos, em eventos públicos e por meio de acampamentos e visitas às residências dos parlamentares;
  2. Realizar “adesivaços” e investir em cartazes e outdoors denunciando as reformas da Previdência e Trabalhista e os parlamentares que as apoiam;
  3. Realizar reuniões com deputados federais e senadores cobrando o posicionamento deles/as contra as reformas previdenciária e trabalhista, através de assinatura em documento público;
  4. Propor moções de repúdio aos parlamentares de todas as Câmaras e Assembleias Legislativas contra as reformas da Previdência e Trabalhista, devendo as mesmas seguirem para o Congresso Nacional;
  5. Realizar aulas públicas nas escolas, nos centros urbanos e nas associações de bairros, bem como atos e audiências públicas nos parlamentos estaduais, distrital e municipais para debater as reformas que retiram direitos da classe trabalhadora;
  6. Ampliar contato com entidades da sociedade civil, a exemplo da CNBB, CONIF, CARITAS, igrejas de matiz africanas, OAB, FENAJ, Entidades do Movimento Negro, CIMI, Marcha Mundial das Mulheres, Via Campesina, ABRASCO-Saúde Coletiva, além das que integram as Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo (UNE, UBES, MST, CONTAG, MTST, Central de Movimentos Populares etc);
  7. Investir na criação de Comitês contra as Reformas da Previdência e Trabalhista em todos os municípios do país;
  8. Manter apoio às greves da educação em curso no país e incentivar novas paralisações onde a conjuntura permitir;
  9. 31 de março (Dia Nacional de Mobilização rumo à Greve Geral): os sindicatos filiados à CNTE deverão organizar/aderir grandes manifestações públicas, na perspectiva de aglutinar forças com outros setores da sociedade;
  10. 17 a 20 de abril: realizar atividades nas escolas para debater os temas da 18ª Semana Nacional em Defesa e Promoção da Educação Pública (CNTE produzirá subsídios);
  11. 24 a 27 de abril: Mutirão em Defesa da Educação Publica e Contra as Reformas da Previdência e Trabalhista – panfletagem nos bairros e diálogo com a comunidade escolar (CNTE sugerirá panfletos por meio do sítio eletrônico);
  12. 28 de abril: Greve Geral da Classe Trabalhadora;
  13. 1º de maio: participar das manifestações promovidas pela CUT e demais centrais engajadas na luta pelos direitos da classe trabalhadora;
  14. 10 de maio: reunião da Diretoria Executiva da CNTE
  15. 11 e 12 de maio: reunião do Conselho Nacional de Entidades da CNTE para debater a continuidade da Jornada de Lutas e a intervenção no processo de tramitação das reformas no Congresso Nacional;
  16. No dia da votação da reforma da Previdência, em Brasília, organizar atos públicos preferencialmente em frente aos parlamentos municipais e estaduais, a fim de acompanhar e divulgar o voto de cada um dos parlamentares;
  17. A Diretoria Executiva da CNTE ficará de plantão para coordenar as ações da Jornada de Lutas e para organizar a mobilização contra as reformas da Previdência e Trabalhista.
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