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CBF não paga indenização e treinadores pressionam por "Lei Caio Júnior"

Responsável pelos seguros de vida dos atletas dos clubes brasileiros, a CBF efetuou o pagamento para as famílias das vítimas do acidente envolvendo a delegação da Chapecoense. Os familiares do técnico Caio Júnior, entretanto, não receberam nada da entidade máxima do futebol brasileiro. Por uma questão legal, a confederação só tem obrigação de cobrir os jogadores.

A Federação Brasileira de Treinadores de Futebol (FBTF) está se mobilizando contra esta situação absurda. Em Brasília, a movimentação é no sentido de aprovar uma emenda que amplie os direitos dos atletas para treinadores, preparadores e outros auxiliares - a mudança vem sendo chamada de Lei Caio Júnior. Junto à CBF, a pressão é para que haja exigência de registro para os técnicos, o que lhes permitiria o seguro da entidade:

​- Essa alegação de que o contrato não era registrado é um de nossos pedidos para regulamentação da lei. Me admira muito a CBF, sabendo disso, não efetuar o pagamento. O Caio, como qualquer outro treinador que está a beira do campo, está a trabalho. A CBF tem autonomia de exigir em regulamento de competição que os contratos sejam registrados. Vamos fazer contato e pedir uma explicação. Isso precisa virar lei. Em São Paulo, desde o ano passado, os clubes tiveram que fazer esse registro, que exige, por exemplo, que exista acerto antes que clube ou treinador acerte com outro. Não queremos levar vantagem - defende Vagner Mancini, vice-presidente da FBTF, e, coincidentemente, atual comandante da Chape.

A família de Caio Júnior também espera por justiça. Além de lembrar que o pai era um defensor ferrenho dos direitos dos treinadores, o filho do técnico lembra que os profissionais de divisões inferiores convivem com situação ainda mais vulnerável. 

- Meu pai já falava que buscava uma regulamentação para classe de treinadores. Qualquer profissão tem, os jogadores têm, e o treinador não tem situações como seguro, benefícios... Todos, não só de primeira, segunda e terceira divisão. São treinadores que ficam desamparados. Os das principais divisões, ainda têm contrato, multa, por mais que seja essa bagunça de demissão. Os outros não têm nada - afirma Matheus Saroli, filho do treinador.

A CBF pagou 12 salários mínimos para as famílias de cada uma das vítimas do acidente. A Chapecoense, por meio de uma seguradora contratada pelo clube, pagou outros 40 salários aos familiares dos atletas. Já no caso dos parentes das vítimas que não eram atletas, o auxílio está vindo do dinheiro reservado para bichos e premiações do clube catarinense.

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