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Moro 'avaliza' governador tucano investigado por desvio e caixa 2

Governo de Pedro Taques (MT) tem desvio de R$ 56 milhões na educação e tesoureiro recebendo R$ 10 milhões de propina dentro de banheiro


O tucano Pedro Taques, governador do Mato Grosso e ex-procurador da República, recebeu R$ 12,5 milhões por fora, em caixa dois, aponta delatores. Presidente do PSDB de MT recebeu R$ 511 mil de empresa da Lava-Jato"

O juiz Sérgio Moro esteve em Cuiabá, capital de Mato Grosso, nesta segunda (05), para dar uma palestra sobre corrupção, ou pelo menos foi isso que a imprensa local noticiou, em paralelo com o lançamento do portal do governo do estado, comandado pelo tucano Pedro Taques. Taques foi acusado na última semana por pelo menos 2 delatores de ter recebido R$ 12,5 milhões por fora, para bancar sua campanha ao governo do estado em 2014.

Além de avalizar o governo de um estado periférico, o juiz emite outro sinal ao país, de que fecha os olhos para alguns desvios, desde que ela seja de governos tucanos. Pedro Taques também pode estar na própria lista da Odebretch, investigada pelo juiz, por recebimento de mais caixa 2. Em pelo menos duas delações já constam seu nome. Em outra ocasião, Moro também posou com o tucano João Dória, tucano paulista e também envolvido em escândalo de caixa 2. Curioso como o sorriso de Moro se abre aos tucanos.

O governador Taques também foi acusado de financiar a campanha de Dória em SP usando o mesmo artifício que acusam Lula: palestras como lavagem de dinheiro (privado ou público). Taques teria comprado vagas em evento de Dória para estar perto dos ricos do país e assim vender MT. O privilégio é cobrado porque é assim que Dória ganha a vida. Lula supostamente fazia palestras pagas pela Odebrecht, e pode ser considerado rico com elas.

O governador de Mato Grosso continua enchendo essa reserva escoimada em palestras, no evento contra a corrupção desta semana em Cuiabá, por exemplo, o ingresso está sendo cobrado a R$ 1.850,00 reais, e o governo entrou com R$150 mil para completar a festa, fechada a um clubinho subsidiado pelo convite e mais R$ 70 milhões que são jorrados anualmente pelo gabinete de comunicação, que escolhe os membros pelo grau de servidão e leniência com que trata o governo do estado. Estes, porém, sequer conseguiram falar com o juiz, por sinal.

O que se pergunta é como um juiz que está limpando o país vem lançar o portal de um governo que está sendo investigado por desvio de dinheiro da educação, onde pelo menos R$ 56 milhões foram roubados dos cofres públicos, segundo apurou o Ministério Público?

O governador Pedro Taques está sendo acusado em carne viva, por mais de um delator, de ter pago sua campanha com dinheiro roubado, e seu tesoureiro de receber R$ 10 milhões de reais de propina no governo do tucano, dentro de um banheiro de buffet.

Divisão interna no PSDB

A vinda de Moro a MT, ao que parece, não passa de briga de facções. Há uma teoria que aponta a vitória de João Dória como a supremacia de Geraldo Alckmin sobre Aécio Neves e que seria natural essa corrente engolir a outra. O partido não iria se consumir porque possui FHC como fiador da facção vencedora.

Ou o tucanato aceita essa "limpeza" ou Alckmin sai do partido e engrossa a concorrência, como já ensaiou antes. Ou seja, nessa briga interna sobraria para os aliados de Aécio, como Taques, que vem sofrendo com vazamentos de caixa 2 e "mensalinhos", e isso põe por terra a famosa honestidade de Taques. Como se não bastasse, seus secretários são acusados de receber salário extra com dinheiro da corrupção na Educação.

O próprio aliado de Taques, deputado Eduardo Botelho (PSB), futuro presidente da Assembleia Legislativa de MT, eleito com o apoio do executivo estadual, já disse em público que nunca acreditou nessa fama de honestidade, porque Taques seria o novo Demóstenes Torres pantaneiro.

Moro possui uma relação próxima a Aécio, e é tido como da mesma corrente tucana. O parêntese é que juízes não militam na política pois legalmente não podem, mas se sabe que não é bem assim, todos possuem suas preferências, e a diferença é que alguns são discretos, e outros não. Ou seja, é sabido desde a infância de Moro qual é a sua preferência.

Portanto a visita de Moro a Cuiabá não passa de um ato de militância política do juiz, quando não solidariedade ao governador do estado pelo momento difícil que ainda nem chegou, na sequência de uma semana que foi abalado por escândalo de caixa 2 em sua campanha, e desvio de recursos em seu governo através de empreiteiras. Ou alguém acredita que Moro se esgueirou de Curitiba onde tem um pesado fardo, para congratular com uma casta de servidores públicos mercenários e corruptos que estão deixando a desejar no combate a corrupção?

A Operação Lava Jato cresceu muito e avançou em diversas atividades de empresas estatais, como as estratégicas indústria naval, nuclear e petroquímica. O problema da segurança nacional não foi considerado por ninguém, mas se Sérgio Moro avançar mais nas questões que envolvam a Petrobrás acabará chegando ao ninho do grão-tucanato e derrubar nomes muito próximos a FHC.

Felizmente, para eles, o atual gestor da Petrobrás é do ninho, porém Moro não poderá conter danos aos tucanos se continuar na mesma pegada. Mas o Brasil já sabe que não vai continuar. Já está desacelerando e descambando para emprestar sua imagem para governos ligados ao império tucano, que lhe dá sustentabilidade midiática, inclusive com passeatas coordenadas por políticos tucanos, como foi a do último domingo. E caso não o faça será enquadrado pelo tucanato com o apoio do PMDB e PT ( mesmo que se diga que Poderes são independentes ou que juízes são autônomos e todos sabem que não é assim).

A "dura" do ministro Gilmar Mendes a Moro no Senado mostra que há limites para tudo. Ou Moro "captura" Lula ou deixa isso de lado e finaliza a Operação Lava-jato, investigada por Moro. 

Quanto a Taques, nessa briga dentro do tucanato fica claro que é a figura menor, e devido a essa estatura será rifado porque não traria danos ao partido. Só que não vai morrer falando sozinho e o Moro está aí, em acordo tácito com o PSDB de Aécio, para mostrar isso.

P.S. O presidente do PSDB de Mato Grosso, deputado Nilson Leitão, recebeu R$ 511 mil de empresa da Lava-Jato. Pelo jeito a vinda do juiz a MT foi em vão, por não ter trazido algemas.

P.S.². Moro elogiou Nilson Leitão, preso por corrupção quando foi prefeito de Sinop e agora acusado de caixa 2.

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