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Hoje na História - Bateau Mouche IV afunda na Baía de Guanabara

O barco de passeio seguia para Copacabana, onde acompanharia a queima de fogos, quando naufragou próximo à Praia Vermelha

Em 31 de dezembro de 1988, o barco de passeio Bateau Mouche IV afundou na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, quando estava a caminho de Copacabana para acompanhar a queima de fogos no Réveillon. O acidente matou 55 pessoas, entre elas a atriz Yara Amaral e Maria José Teixeira, mulher do ex-ministro do Planejamento Anibal Teixeira, que sobreviveu.

As investigações da época apontam que o naufrágio foi provocado por excesso de peso, já que a embarcação estava superlotada. O barco havia partido do cais, no restaurante Sol e Mar, localizado no bairro de Botafogo, com 142 pessoas a bordo, acima da capacidade de 62 pessoas.

Pouco após partir do cais, a Capitania dos Portos informou que o barco estava adernando demais em meio ao mar agitado, com ondas de até dois metros, e determinou que o passeio fosse interrompido. O Bateau Mouche chegou a voltar ao cais, mas zarpou novamente às 22h30.

Cerca de dez minutos antes da queima de fogos, o barco virou entre a Ilha de Cotunduba e o Morro da Urca, em frente à Praia Vermelha. Pescadores de Jurujuba, em Niterói, ajudaram no resgate das vítimas do acidente e conseguiram salvar 30 pessoas.

No inquérito para investigar a tragédia, os donos do Sol e Mar, os proprietários do barco e sócios da Itatiaia Turismo, que organizou o passeio, foram indiciados. Ao todo, foram 11 réus no processo do Bateau Mouche, absolvidos pelo juiz Jasmin Simões Costa em 16 de novembro de 1990.

Três anos depois, três donos do Sol e Mar, também sócios da Bateau Mouche Rio Turismo Ltda, foram condenados por homicído culposo – o português Álvaro Pereira da Costa e os espanhóis Avelino Rivera e Faustino Puertas Vidal. Menos de um ano depois, fugiram para a Espanha e não retornaram mais.

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