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Aécio depõe, discretamente, na PF. Por que Lula não teve o mesmo tratamento?


Noticia a Época que Aécio Neves “foi discretamente à sede da Polícia Federal em Brasília para prestar depoimento no inquérito que investiga se o tucano atuou para “maquiar” dados da CPI dos Correios, em 2005.”

A suspeita sobre o senador mineiro é exatamente a que serve de base para uma das acusações contra o ex-presidente Lula.

Qual é a razão de um ter sido chamado a depor, com toda a recomendável discrição que se deve ter em relação a uma figura pública e o outro ter sido arrastado por uma escolta armada para uma sala de aeroporto, convertida em sala de interrogatório até agora por razões nada esclarecidas. Ou melhor, totalmente esclarecidas pelo próprio espalhafato e pela intenção sugerida de estar-se preparando sua oda à República de Curitiba?

Os dois merecem tratamento digno respeitoso. Mas um teve, outro, não.

A diferença de tratamento é o retrato de como a Justiça brasileira partidarizou-se.

Aos amigos, a lei, se não dá para “não vir ao caso”. Aos inimigos, a truculência.

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