Polícia Federal desarticula quadrilha que prometia fraudar urnas eletrônicas ~ Pacatuba Em Foco
Tecnologia do Blogger.

APEOC

Postagens Populares

Sample Text

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipisicing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua. Ut enim ad minim veniam, quis nostrud exercitation test link ullamco laboris nisi ut aliquip ex ea commodo consequat.

Duis aute irure dolor in reprehenderit in voluptate another link velit esse cillum dolore eu fugiat nulla pariatur.

Arquivo do blog

Categories

Definition List

Definition list
Consectetur adipisicing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua.
Lorem ipsum dolor sit amet
Consectetur adipisicing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua.

Pages

Support

Need our help to upload or customize this blogger template? Contact me with details about the theme customization you need.

Ordered List

  1. Lorem ipsum dolor sit amet, consectetuer adipiscing elit.
  2. Aliquam tincidunt mauris eu risus.
  3. Vestibulum auctor dapibus neque.

Unordered List

  • Lorem ipsum dolor sit amet, consectetuer adipiscing elit.
  • Aliquam tincidunt mauris eu risus.
  • Vestibulum auctor dapibus neque.

Futebol Ao Vivo

Futebol Ao Vivo

Participe pelo Whatsapp 85 988 621 206

Polícia Federal desarticula quadrilha que prometia fraudar urnas eletrônicas

Envolvidos cobravam R$ 5 milhões para burlar eleição para prefeito e R$ 600 mil para adulterar votos para vereador. Em abril, a Revista Congresso em Foco alertou para a vulnerabilidade das urnas. O TSE, porém, afirma que sistema é totalmente seguro

A Polícia Federa deflagrou nesta terça-feira (13) a operação Clístenes, em três estados e no Distrito Federal, para desarticular uma organização criminosa que prometia a candidatos fraudar urnas eletrônicas nas eleições municipais deste ano. Envolvidos cobravam R$ 5 milhões para burlar eleição para prefeito e R$ 600 mil para adulterar votos para vereador. Três pessoas foram presas, duas no Distrito Federal e uma no Rio Grande do Sul.

Segundo o delegado da PF Fernando Casarin, os criminosos prometiam devolver 100% do dinheiro aos clientes, caso a fraude não fosse confirmada. Porém, ao longo das investigações, segundo o delegado, foi possível constatar que se tratava de estelionato, já que o grupo não teria meios para efetivamente fraudar as urnas eletrônicas. “Eles alegavam que a alteração seria feita através da empresa que supostamente oferecia o software pela Justiça Eleitoral. No entanto, o software em questão é produzido pela própria Justiça Eleitoral”, explicou o delegado.

A investigação teve início há cerca de um mês e meio, depois que um prefeito da região metropolitana de Porto Alegre foi contatado pelos criminosos que ofereciam o serviço. Ele fez uma denúncia à PF, que o orientou a manter contato com os criminosos para, assim, identificar os envolvidos e a forma como agiam.

Na manhã desta terça, além dos três mandados de prisão preventiva, dois em Brasília (DF) e um em Xangri-lá (RS), foram cumpridos também três mandados de condução coercitiva, em Xangri-lá, Canoas (RS) e Piripiri (PI). Outros cinco mandados de busca e apreensão ainda foram cumpridos em Canoas, Xangri-lá, Goiânia (GO) e Brasília. Um dos alvos de prisão preventiva em Brasília não foi encontrado e está foragido.

Segundo a PF, a investigação continuará. Caso seja identificado algum candidato que tenha comprado o serviço, os compradores também serão indiciados.

Alerta
Em abril deste ano, a Revista Congresso em Foco alertou para a vulnerabilidade das urnas eletrônicas. Na ocasião, especialistas identificaram falhas no sistema de áudio utilizado por deficientes visuais na hora da votação. A liberação do recurso de áudio na urna é feita pelo presidente da seção, que pode “ouvir” os votos não apenas dos eleitores com deficiência visual, mas de todos os demais votantes daquela seção. “O maior risco é a habilitação e a captura da saída de áudio durante a votação de um eleitor ilustre, cuja quebra do sigilo do voto possa ser utilizada para fins políticos”, exemplifica Diego Aranha, um dos responsáveis pela pesquisa.
Segundo a Secretária de Tecnologia da Informação do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Sul, a urna eletrônica possui mecanismos de segurança que garantem que somente os programas gerados na cerimônia de lacração possam ser executados com status de aplicação oficial. Durante a cerimônia, os programas são inspecionados, fazendo que não seja possível gerar um programa malicioso para fraudar a eleição.

Por outro lado, em março, o então presidente do TSE, Dias Tóffoli admitiu que o sistema de voto eletrônico tem suas falhas, mas ressaltou que a área de tecnologia do tribunal contornará os problemas “facilmente”, muito antes das eleições. Segundo ele, todas as sugestões apresentadas pelos técnicos que apontaram as vulnerabilidades este ano serão consideradas. “Sabemos que houve alguns testes em que se obteve algum tipo de descoberta de vulnerabilidade. Nestes casos já estamos preparando as devidas soluções para serem apresentadas”, afirmou o ministro em entrevista coletiva em março, logo após o teste público.
 
←  Anterior Proxima  → Inicio

FanPage do Pacatuba Em Foco

Mais Acessadas

APEOC

SERIPAN

RADIOSNET