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Pacatuba chora a perda de Maria Betiza Campos Pinto



Por Marcos Varela

Maria Betiza Campos Pinto, atriz e dramaturga pacatubana, filha mais velha de 12 irmãos do casal João Ferreira Pinto (que inclusive foi Prefeito de Pacatuba, no período de 1957 a 1960) e Crispiniana Campos Pinto, nasceu em Pacatuba, em 14 de setembro de 1914. Faleceu, em 01 de março de 2016.

Casou-se com José Irineu Pinto, que, inclusive, era seu primo legítimo. Casaram-se à época da Segunda Grande Guerra Mundial, com o objeito claro de ele não ir à Guerra, fato esse que se tornou tema do “Retrato Falado”, um quadro de um conceituado Programa da Globo.


Como fruto desse enlace matrimonial nasceram quatro filhos: João Antônio Campos Pinto, Maria Carmélia Campos Pinto, Maria das Graças Campos Pinto e Maria do Carmo Campos Pinto.

Maria Betiza Campos Pinto desde criança era apaixonada pelo teatro, como não tinha onde se apresentar contou com o auxílio do Senhor Leopoldo Novais que cedeu uma parte de seu quintal para que se pudesse dar início à concretização desse sonho. O seu pai João Ferreira Pinto juntamente com mil sócios do Sindicato Operário construíram o que hoje é o Teatro Maria Betiza.

O Teatro Maria Betiza formalmente foi inaugurado em 2007.

Uma peça de grande destaque, embora não seja de sua autoria, mas que marcou a sua trajetória artística chama-se: Os dois Sargentos.

Cujo enredo versa sobre um Sargento que, em período de Guerra, ultrapassou o limite da Fronteira de seu país, sendo capturado e tornando-se prisioneiro do inimigo. 

Por motivo de saúde de um dos seus familiares, teve a liberdade provisória concedida, desde que um outro ficasse em seu lugar. No caso, um outro Sargento se dispôs a ficar em seu lugar até que ele retornasse à prisão. No entanto, uma série de contratempos ocorrem, impedindo o seu breve retorno. Quando enfim consegue retornar, minutos antes de seu amigo ser fuzilado em seu lugar, e se entrega ao inimigo.

A tropa inimiga ao constatar seu esforço heroico para regressar à prisão e assim salvar a pele de seu amigo. Como reconhecimento de sua bravura e honradez, recebe a liberdade.

Cabe destacar que essa peça à época contou com atores locais: seu marido Irineu, Antony Fernandes, Rita Lopes, Maria Nepomuceno e Abraão.

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