Hoje na História: 1990 - Morre Luís Carlos Prestes, brasileiro mais respeitado no comunismo internacional ~ Pacatuba Em Foco
Tecnologia do Blogger.

APEOC

Postagens Populares

Sample Text

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipisicing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua. Ut enim ad minim veniam, quis nostrud exercitation test link ullamco laboris nisi ut aliquip ex ea commodo consequat.

Duis aute irure dolor in reprehenderit in voluptate another link velit esse cillum dolore eu fugiat nulla pariatur.

Arquivo do blog

Categories

Definition List

Definition list
Consectetur adipisicing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua.
Lorem ipsum dolor sit amet
Consectetur adipisicing elit, sed do eiusmod tempor incididunt ut labore et dolore magna aliqua.

Pages

Support

Need our help to upload or customize this blogger template? Contact me with details about the theme customization you need.

Ordered List

  1. Lorem ipsum dolor sit amet, consectetuer adipiscing elit.
  2. Aliquam tincidunt mauris eu risus.
  3. Vestibulum auctor dapibus neque.

Unordered List

  • Lorem ipsum dolor sit amet, consectetuer adipiscing elit.
  • Aliquam tincidunt mauris eu risus.
  • Vestibulum auctor dapibus neque.

Futebol Ao Vivo

Futebol Ao Vivo

Participe pelo Whatsapp 85 988 621 206

Hoje na História: 1990 - Morre Luís Carlos Prestes, brasileiro mais respeitado no comunismo internacional

Prestes, líder do Partido Comunista, era conhecido como 'Cavaleiro da Esperança'; durante o governo Vargas, passou nove anos preso

Em 7 de março de 1990 morria no Rio de Janeiro, aos 92 anos, Luis Carlos Prestes, o “Cavaleiro da Esperança”, líder do Partido Comunista durante décadas e uma das mais influentes personalidades políticas brasileiras do século 20, cuja vida foi marcada por gestas heróicas e dramas pungentes.

Nasceu em Porto Alegre, mas a família logo se mudou para o Rio de Janeiro. A infância de Prestes foi pobre. Estudou em casa com a mãe até conseguir entrar para o Colégio Militar, em 1909. Ingressou em seguida na Escola Militar, onde o soldo que ganhava entregava à família. Saiu aspirante 1918, continuando na Escola Militar em 1919 para completar o curso de Engenharia. Em 1920 colou grau como bacharel em Ciências Físicas, Matemáticas e Engenharia Militar, sendo promovido a segundo-tenente. Ganhou fama de excelente discípulo ao ensinar matemática a colegas que cursavam dois anos acima. E como havia sido o melhor aluno, pôde escolher onde servir e optou por continuar no Rio de Janeiro, na Companhia Ferroviária. Pouco mais tarde passou a freqüentar as reuniões do Clube Militar.
Em outubro de 1924, já como capitão, comandando o Batalhão Ferroviário de Santo Ângelo (RS), Prestes liderou a revolta tenentista na região das Missões. Lutando contra o governo de Arthur Bernardes, os jovens oficiais do Exército, os "tenentes", pretendiam levantar a população contra o poder da oligarquia governante e, por meio da revolução, exigir reformas políticas e sociais, como a renúncia de Bernardes, a convocação de uma Assembléia Constituinte e o voto secreto. Cortando as linhas do cerco militar do governo, Prestes se dirigiu para Foz do Iguaçu, onde se uniu aos paulistas, formando o contingente rebelde que ficou conhecido como Coluna Prestes ou Coluna Invicta que percorreu, com 1.500 homens, durante 2 anos e 5 meses, cerca de 25 mil quilômetros. A marcha terminou em 1927, quando os revoltosos se exilaram na Bolívia e na Argentina.

Em dezembro de 1927 foi procurado por Astrojildo Pereira, secretário-geral do Partido Comunista Brasileiro, incumbido de convidá-lo a firmar uma aliança entre o proletariado revolucionário e as massas populares, sob a liderança do “Cavaleiro da Esperança”. Prestes recusou a proposta.

A seguir, muda-se para a Argentina, onde lê Marx e Lenin. Convidado a assumir a chefia militar da Revolução Liberal de 1930 nega-se a participar do movimento liderado por Getúlio Vargas. O poder lhe foi oferecido de bandeja. Ele poderia ter sido presidente da República. Seu prestígio era gigantesco. Pouca gente entendeu sua recusa. Prestes alegava que, se aceitasse participar, aconteceriam duas coisas: teria que se integrar ao sistema, aderir à política de Getúlio Vargas e se descaracterizar, ou rebelar-se e ser liquidado, política ou mesmo fisicamente. Dizia mais que a Revolução de 30 não iria resolver os problemas do povo, seria uma solução pela cúpula.

Em 1931 viajou para a União Soviética. Eleito membro da comissão executiva da Internacional Comunista (Comintern), volta como clandestino ao Brasil em dezembro de 1934, acompanhado pela alemã Olga Benario, também membro da IC, encarregada de sua segurança. Por ela se apaixonou. Seu objetivo era liderar uma revolução armada no Brasil, decidido em Moscou.

A insurreição, desencadeada sob a bandeira de uma ampla frente política, a Aliança Nacional Libertadora, em novembro de 1935, fracassou. Prestes e Olga foram presos em 1936. Olga, judia, foi entregue em 1938 grávida de 5 meses por Getúlio Vargas ao regime nazista. A filha do casal, Anita, nasceu na prisão, na Alemanha, em 27 de novembro de 1938 e após grande campanha internacional a mãe de Prestes, d. Leocádia, conseguiu resgatá-la.

Morte de Olga
No começo de fevereiro de 1942, pouco antes de completar 34 anos, Olga, internada no campo de concentração de Ravensbrück, é avisada que seria imediatamente transferida, junto a outras dezenas de companheiras, para o campo de Bernburg, onde morreria na câmara de gás. Aquela meia hora foi o tempo suficiente para escrever uma carta a Prestes, que ele só viria a ler muitos anos depois.

←  Anterior Proxima  → Inicio

FanPage do Pacatuba Em Foco

Mais Acessadas

APEOC

SERIPAN

SOARTE

RADIOSNET

Total de Transeuntes