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Aécio, “o mais chato”, não é capa da Veja!

Por Altamiro Borges

Não tem jeito. O cambaleante Aécio Neves só será capa da ‘Veja’ se for novamente candidato a presidente da República – e, lógico, com uma foto bem tratada e com ares de estadista. Ele pode até ser internado para tratamento de algum trauma, mas não será manchete na revista da famiglia Civita. Na semana passada, Carlos Alexandre Souza Rocha, o Ceará, operador do doleiro Alberto Youssef, afirmou em sua delação premiada que o presidente nacional do PSDB era "o mais chato" na cobrança de propina junto à empreiteira UTC. Daria bela capa: “O mais chato”. Mas a ‘Veja’, na sua obsessão doentia, preferiu tratar do tríplex no Guarujá (SP) do ex-presidente Lula – que nunca foi comprado.

Em seu depoimento, prestado em dezembro passado, Ceará afirmou que entregou R$ 300 mil a um diretor da UTC no Rio Janeiro, de sobrenome Miranda, e que a grana teria como destinatário o tucano Aécio Neves. A Folha chegou a postar um vídeo do delator, vazado da Polícia Federal. Ele afirma que o encontro o “marcou muito” e que o tal Miranda estava ansioso pela "encomenda" e desabafou: "Esse dinheiro tá me sendo muito cobrado". Questionado pelo operador de Alberto Youssef, o diretor da UTC respondeu que o dinheiro da propina seria repassado ao senador mineiro-carioca. "[Miranda] ainda falou que ele era o mais chato que tinha para cobrar", afirmou Ceará. 

Ainda de acordo com a gravação, quando perguntado se o dinheiro tinha sido encaminhado para Aécio Neves, Ceará garantiu: "Sim, senhor. Ele [Miranda] falou bem claro pra mim em alto e bom som". De imediato, diante da denúncia bombástica, a assessoria do grão-tucano desmentiu a propina, taxando a delação “absurda e irresponsável”. Mas a ‘Veja’, famosa pela escandalização da política, bem que poderia ter especulado sobre a denúncia. Nada! Nem um registro na chamadinha de capa. Para a famiglia Civita, que até hoje não explicou o uso de dólares dos EUA na construção do seu império midiático, os petistas são os únicos corruptos da face da terra. Os tucanos são santos... e nem sequer são chatos!

Outros moralistas sem moral

Também na semana passada, mensagens vazadas do celular do ex-presidente da OAS, Léo Pinheiro, confirmaram que tucanos e demos pediram doações à empreiteira. “As mensagens obtidas pela Polícia Federal mostram solicitações de ao menos três parlamentares oposicionistas: o presidente nacional do DEM, senador Agripino Maia (DEM-RN), o deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ) e o deputado Jutahy Júnior (PSDB-BA). Pode haver ainda outras comunicações com oposicionistas, porque as mensagens de Léo Pinheiro filtradas pela Polícia Federal em seu relatório representam menos de 1% de um universo de 80 mil mensagens”, descreve reportagem da Folha.

O jornal lembra que Agripino Maia já é alvo de inquérito no STF sob a suspeita de ter negociado o pagamento de propina da OAS na construção do estádio Arena das Dunas, em Natal (RN). “À época, ele considerou a acusação ‘absurda, inverídica e descabida’. Em 31 de julho de 2012, número identificado pela PF como do senador Agripino Maia enviou pergunta ao celular do empreiteiro: ‘Com quem o Romero, tesoureiro do partido, deve se contatar para transmitir os dados do DEM nacional? Grato por tudo’. Depois, um funcionário da OAS envia uma comunicação a Léo Pinheiro, que aparenta ser uma resposta ao pedido do DEM. ‘Dr. Leo. Já falei com o Romero e combinamos dia 10/8 – 250 e 10/9 – 250’”.

Já com relação a outro moralista sem moral, o deputado carioca Rodrigo Maia, a Folha afirma que “há pedido de doação, encontros e conversa sobre projetos do Congresso. ‘A doação de 250 vai entrar?’, escreveu um número identificado como o do deputado do DEM, em 17 de setembro de 2014. Em 26 de setembro, ele reitera: ‘Se tiver ainda algum limite pra doação, não esquece da campanha aqui’. À Justiça Eleitoral o diretório nacional do DEM declarou ter recebido em doações R$ 2,3 milhões da construtora OAS em 2014. Nenhum dos depósitos, porém, ocorreu depois de 17 de setembro – todos os seis repasses ocorreram no mês de agosto”.

Quanto ao tucano Jutahy Júnior, ele teria enviado duas mensagens em 2014 ao empreiteiro, acusado na Operação Lava-Jato, abordando o tema das doações eleitorais. “A primeira é um pedido, em 29 de setembro: ‘Caso seja possível gostaria da sua ajuda para Varjão [funcionário da OAS] completasse o combinado. Desde já agradeço a grande ajuda que vocês deram para minha campanha. Do amigo Jutahy’. Antes dessa solicitação, em 14 de setembro um funcionário de Léo Pinheiro lhe informou que naquele dia o empreiteiro falaria com Jutahy Júnior. A segunda mensagem do deputado tucano, um agradecimento, em 3 de novembro daquele ano: ‘Entreguei hoje minha prestação de contas da minha campanha sem débitos. Mais uma vez obrigado pela grande ajuda de vocês. Abraço amigo do Jutahy’”.

A capa furada contra Lula

Nenhum destes casos, porém, virou capa da ‘Veja’. A revista preferiu dar destaque às bravatas do procurador Cassio Conserino, uma figura que já cometeu inúmeras atrocidades e é motivo de chacota nos próprios meios jurídicos. Sua afirmação terrorista, de que “Lula e Dona Marisa serão denunciados” pela aquisição de um apartamento tríplex no Guarujá, no litoral paulista, acabou resultando em mais um mico da famiglia Civita. O Instituto Lula informou que denunciaria o procurador e, rapidamente, o valentão enfiou o rabo entre as pernas. Neste sábado (23), em entrevista à Folha, o falastrão afirmou que os dados que dispõem apontam apenas para a “possibilidade da denúncia”. Ou seja: ele recuou covardemente!

A capa da ‘Veja’ virou detrito em menos de 24 horas. A revista preferiu blindar o “chato” Aécio Neves e se deu mal novamente! Leia abaixo a nota do Instituto Lula que desmoralizou o promotor charlatão e a desgastou ainda mais a credibilidade da revista do esgoto:

*****

Violência contra Lula: promotor anuncia denúncia sem ouvir defesa

23/01/2016 

Os advogados do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva examinam as medidas que serão tomadas diante da conduta irregular e arbitrária do promotor Cássio Conserino, do Ministério Público de São Paulo. O promotor violou a lei e até o bom senso ao anunciar, pela imprensa, que apresentará denúncia contra o ex-presidente Lula e sua esposa, Marisa Letícia, antes mesmo de ouvi-los. E já antecipou que irá chamá-los a depor apenas para cumprir uma formalidade.

Ao contrário do que acusa o promotor – sem apresentar provas e sem ouvir o contraditório – o ex-presidente Lula e sua esposa jamais ocultaram que esta possui cota de um empreendimento em Guarujá, adquirida da extinta Bancoop e que foi declarada à Receita Federal.

O capital investido nesta cota pode ser restituído ao comprador ou usado como parte na aquisição de um imóvel no empreendimento. Nem Lula nem dona Marisa têm relação direta ou indireta com a transferência dos projetos da extinta Bancoop para empresas incorporadoras (que são várias, e não apenas a OAS).

Não há, portanto, crime de ocultação de patrimônio, muito menos de lavagem de dinheiro. Há apenas mais uma acusação leviana contra Lula e sua família.

A atitude do promotor é incompatível com o estado democrático de direito e com o procedimento imparcial que se espera de um defensor da lei, além de comprometer o prestígio e a dignidade da instituição Ministério Público.

Quanto à revista Veja, que utilizou a entrevista do promotor para mais uma vez ofender e difamar o ex-presidente Lula, será objeto de nova ação judicial por seus repetidos crimes.

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