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Conheça o ator aracatiense EMILIANO QUEIROZ

Emiliano Queiroz (Aracati, 28 de setembro de 1938) é um ator brasileiro. Trabalhou em inúmeras telenovelas e filmes.


No cinema, atuou em Independência ou morte (1972), dirigido por Carlos Coimbra; O grande mentecapto (1989) e Tiradentes, o filme (1999), no papel do poeta Cláudio Manuel da Costa, ambos dirigidos por Oswaldo Caldeira; O Xangô de Baker Street (2001), dirigido por Miguel Faria Júnior; Madame Satã (2002), dirigido por Karim Aïnouz; Casa de areia (2005), dirigido por Andrucha Waddington, entre outros.
Na televisão foi um dos pioneiros que inaugurou a TV Ceará, depois passou pela TV Cultura e TV Paulista, até chegar a Rede Globo. Entre as inúmeras novelas das quais participou, destacam-se: Senhora do destino (2004); As filhas da mãe (2001); Cambalacho (1986); O Bem-Amado (novela) (1973) e série (1980); Pai herói (1979), entre outras.
No teatro criou personagens antológicos, como Veludo em A Navalha na Carne e Geni em A Ópera do Malandro.

(Fonte:Wikipédia)

TRAJETÓRIA

Emiliano Queiroz praticamente pulou do berço para a ribalta. Ainda miúdo, “ficava fazendo teatro” para os adultos na sua Aracati natal, cidadezinha do litoral do Ceará. Quando tinha 4 anos, seu pai o levou para assistir a O Mártir do Gólgota, peça de Henrique Perez Escrich, despertando definitivamente a sua vocação: “No outro dia, eu já fazia O Mártir do Gólgota para lá e para cá, e os professores começaram a valorizar essa facilidade que eu tinha”, conta o ator, que, a partir daí, começou a fazer parte do grupo de teatro de sua escola. Quando tinha 10 anos, sua família se mudou para Fortaleza. Decidido a seguir a carreira artística, entrou para o Teatro Experimental de Arte, uma importante companhia cearense, aos 14 anos. Pouco depois, começou a trabalhar na Ceará Rádio Clube. “Fiz um concurso, fui aprovado e me tornei um profissional aos 16 anos”. Ao todo, trabalhou em mais de 60 filmes, mais 60 peças e cerca de 70 novelas, minisséries e especiais na TV.
Emiliano de Guimarães Queiroz nasceu no dia 1º de janeiro de 1938, filho de um ourives e uma professora primária. Aos 17 anos, pegou carona num caminhão e foi para São Paulo, onde chegou a fazer pequenos papéis em peças como O Pagador de Promessas, de Dias Gomes, no Teatro Brasileiro de Comédia (TBC). Três anos mais tarde, voltou para Fortaleza, onde trabalhou por dois anos como ator, humorista, apresentador de programas, produtor, cenógrafo e contrarregra na TV Ceará.

No início dos anos 1960, retornou a São Paulo, onde foi convidado para participar da novela Eu Amo Esse Homem, de Ênia Petri, produzida pela TV Paulista em 1964. Também nesse ano, estreou no cinema em O Lamparina, de Glauco Mirko Laurelli, em que contracenou com Mazzaropi. Quando a TV Paulista foi comprada pela Globo, mudou-se para o Rio de Janeiro e atuou na primeira telenovela da emissora, Ilusões Perdidas (1965), também de Ênia Petri. Em Eu Compro Esta Mulher, de 1966, escrita por Glória Magadan, começou a cair nas graças do público. “Eu fazia o papel de um menino meio doidinho”, lembra. Naquele ano, chegou a apanhar na rua por causa do vilão nazista Hans Stauben de O Sheik de Agadir (1966), da mesma autora. “O povo passou a me odiar. Eu havia assassinado o personagem do Cláudio Marzo no capítulo da noite anterior, e a coisa já começava a ficar braba na rua. Os caras passavam de táxi ou de ônibus e gritavam: ‘Assassino!’. Na manhã seguinte, uma mulher deu com a sombrinha na minha cabeça”, conta.

No ano seguinte, assumiu a tarefa de escrever Anastácia, a Mulher sem Destino, a convite da novelista. “Glória gostava muito do meu trabalho de ator e cismou que escrever aquela novela seria uma coisa boa para mim”. Por falta de experiência, acabou tendo problemas para dar conta do número excessivo de personagens. “Eu finalmente disse: 'Não vai dar. Mas conheço uma grande novelista da TV Tupi chamada Janete Clair. Ela pode resolver isso na hora'. E Janete ficou na Globo, onde escreveu grandes personagens para mim”. O primeiro deles foi o Juca Cipó, de Irmãos Coragem, (1970). “Eu vinha fazendo uma série de vilões, e o Juca era mais um vilão, então resolvi torcer o personagem. Ela me deu força e o tornei muito engraçado, apesar de ele ser mau. E o personagem ganhou muita popularidade com as crianças”.

Da autora, participou em seguida de O Homem que Deve Morrer, em 1971, e Selva de Pedra, em 1972. No ano seguinte, interpretou o seu mais famoso papel: o Dirceu Borboleta de O Bem-Amado, escrita por Dias Gomes. O personagem entrou para a antologia da televisão brasileira com seu jeito nervoso de mexer as mãos e sua gagueira compulsiva. “Quando começou a novela, ele não tinha nada, era um cara feliz no trabalho. Até que começaram as pressões, e ele foi ficando apoplético”. Dirceu Borboleta acompanhou o ator para além da exibição da novela: entre 1980 e 1984, ele retomou o personagem no seriado O Bem-Amado e, em 1994, no humorístico Escolinha do Professor Raimundo. “O seriado, eu não queria fazer. Fui gravar muito tenso. Mas depois Dias escreveu histórias maravilhosas. Em um episódio, eu virei punk, ganhei uma moto e um brinco. Depois, fiquei como a Linda Blair em O Exorcista, possuído, porque baixou o Odorico em mim. E o seriado ficou tão chique que gravamos episódios em Nova York, Washington, Paris, Itália e Portugal”, diz.

Ainda nos anos 1970, Emiliano Queiroz participou de novelas de sucesso como  Pecado Capital (1975), de Janete Clair; Estúpido Cupido (1976), de Mario Prata; Maria, Maria (1978), de Manoel Carlos; e Pai Herói (1979), de Janete Clair. Em Cambalacho (1986), ganhou de Silvio de Abreu mais um personagem inesquecível: o Tio Biju dos sobrinhos Athos (Flávio Galvão), Porthos (Maurício Mattar) e Aramis (Paulo César Grande). “O personagem era engraçadíssimo, ele tratava aqueles sobrinhos feito uma galinha, cobrindo-os e defendendo-os, apesar de eles aprontarem muito. Quando fiz o Tio Biju, todo lugar que eu ia, alguém tinha um tio parecido com o Tio Biju, porque ele era meio pai, meio mãe, assumia os sobrinhos”.

Na década de 1990, esteve presente em Barriga de Aluguel (1990), Deus nos Acuda (1992) e Era Uma Vez... (1998), entre outras. Em Alma Gêmea (2005), de Walcyr Carrasco, foi o Tio Bernardo. “Outra novela deliciosa. Foi aí que me encontrei com a Fernanda Souza e o Emílio Orciollo Netto, e fizemos aquela família que era uma delícia. Era um núcleo caipira, coisa que o Walcyr sempre usa”, diz. Dois anos depois, viveu o Padre Agnaldo de Eterna Magia, de Elizabeth Jhin. “Ela começou com a história daquele agente que teria vindo da Irlanda para Minas Gerais trazendo costumes celtas. Então, o padre era inimigo feroz dessa coisa: xingava as crianças que brincavam de Halloween, falava que elas estavam com o demônio no corpo”. Em outra novela de Silvio de Abreu, Passione (2010), interpretou Nonno Benedetto, que disputava o amor de Cleyde Yáconis com Leonardo Villar. “E ainda reencontrei o Léo e a Cleyde, com quem tinha feito O Pagador de Promessas no TBC”. Também interpretou o Deodato de Morde & Assopra (2011), de Walcyr Carrasco e o Tabelião, no remake de Guerra dos Sexos (2012), se Silvio de Abreu. Em 2014, Emiliano Queiroz interpretou o Padre Santo, em Meu Pedacinho de Chão, de Luiz Fernando Carvalho.

O ator teve também significativas participações em minisséries como Tenda dos Milagres (1985), de Aguinaldo Silva e Regina Braga, baseada na obra de Jorge Amado; Abolição (1988), de Wilson Aguiar Filho e Walter Avancini; Tereza Batista (1992), de Vicente Sesso, a partir do romance de Jorge Amado; Um Só Coração (2004), de Maria Adelaide Amaral e Alcides Nogueira; e Hoje é Dia de Maria (2005), de Luís Alberto de Abreu, como o diabo Asmodeu. Em Cinquentinha (2009) e sua série derivada, Lara com Z (2011), ambas de Aguinaldo Silva, interpretou o mordomo Sebastião Batista. “No meio do seriado, o Aguinaldo achou que o personagem estava muito comportado para mim e começou a colocá-lo tomando uns porres atrás da moita”, conta. Em 2014, o ator fez o Alfredinho no seriado Doce de Mãe.

No cinema, ganhou o Kikito de Ouro de Melhor Ator Coadjuvante no Festival de Gramado por uma participação de três minutos no filme Stelinha (1990), de Miguel Faria Jr. Também atuou em A Extorsão (1975), de Flávio Tambellini; O Xangô de Baker Street (2001), de Miguel Faria Jr. (2001); Madame Satã (2002), de Karim Aïnouz; e Casa de Areia (2005), de Andrucha Waddington, entre outros. No teatro, destacam-se personagens como o Veludo da peça Navalha na Carne (1969), de Plínio Marcos; o Tonho de Dois Perdidos Numa Noite Suja (1971), também de Plínio Marcos; e sua antológica composição de Geni na Ópera do Malandro (1978), de Chico Buarque.

http://memoriaglobo.globo.com/perfis/talentos/emiliano-queiroz/trajetoria.htm

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