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Chegou a hora da verdade para Eduardo Cunha

Por Ricardo Noblat

Se Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente da Câmara dos Deputados, imagina ganhar no grito a confusão em que se viu metido deste ontem, esqueça.

A Justiça não o teme. O governo não gostaria de tê-lo como um adversário acuado e aparentemente disposto a ir para o tudo ou nada, mas nada pode fazer.

Os delatores da Operação Lava Jato temem Eduardo, sim, como pelo menos dois confessaram. Mas cabe à Justiça e à Polícia Federal protege-los, e aos seus familiares.

O melhor retrato de Eduardo, até ontem à noite pelo menos, pôde ser batido por quem o acompanhou desde cedo. Foi um Eduardo arrogante, como de sempre, que chegou à Câmara bem cedo.

Havia marcado para 8h30 a entrevista que concederia como uma espécie de balanço do desempenho da Câmara no primeiro semestre deste ano. Os jornalistas pareciam insones – ele, não.

Eduardo disse o que quis e no tom afirmativo de costume. Criticou o governo. Acusou-o de não contar mais com maioria no Congresso. Admitiu a deposição de Dilma. E defendeu o parlamentarismo.

Não foi tão claro como só é entre amigos. Eduardo sonha com o afastamento de Dilma e do vice Michel Temer para que assuma a presidência por 90 dias e convoque novas eleições.

Quem sabe, assim, talvez tivesse condições para empurrar o parlamentarismo goela abaixo do Congresso? Para ele seria meio caminho andado para virar primeiro-ministro.

Depois da entrevista em seu gabinete, Eduardo concedeu outra no Salão Verde da Câmara. Começou a murchar quando soube que fora delatado por ter recebido propina de um consultor de empreiteira.

Aí, por mais desnorteado que estivesse, não conseguia esconder a tensão e o nervosismo. E foi um Eduardo bastante assustado que voltou a falar com jornalistas – desta vez para ler uma nota.

Logo ele que, raramente, se pronuncia por escrito. Sente-se mais forte falando de improviso.

Aos poucos confidentes que tem, repetiu que romperá com o governo e que não cairá sozinho se não lhe restar outra opção. Acha que tem muitos trunfos na manga para manter-se vivo.

Talvez não seja bem assim. O que fará se o Procurador Geral da República o denunciar ao Supremo Tribunal Federal? Tentará ficar na presidência da Câmara mesmo assim?

E se o Supremo aceitar a denúncia? Os mais de 200 deputados que Eduardo comanda entre os 513 se manterão ao seu lado para o que mais der e vier?

Ninguém irá para o inferno com ele.

http://noblat.oglobo.globo.com/meus-textos/noticia/2015/07/chegou-hora-da-verdade-para-eduardo-cunha.html

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