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O novo "transamba" de Caetano

Muito se fala do quanto a banda Cê renovou musicalmente a carreira de Caetano Veloso. Possível ver de outra forma: Caetano lançando mão de três jovens músicos, de influências igualmente frescas e diversas, para soar renovado - ele o grão-senhor desse processo.

A banda só fez de Caetano ainda mais Caetano: provocador, viçoso, irônico, confessional, compositor de letras a talhe.

Abraçaço, seu 49º disco, é o terceiro e último do que ele já chamou de “transambas” e “transrocks”, série aberta em Cê e Zii e Zie, um marco na discografia do cantor. E é, dos três, o mais falho (longe de ser ruim).

Abre com uma porrada: “A Bossa Nova é Foda”. Em pouco mais de 30 versos, ele refunda o país a partir de João Gilberto, “o bruxo de Juazeiro”, cita Bob Dylan e faz ponte entre a bossa nova e os lutadores de MMA, expoentes globais de um país que cresce aos trancos.

Segue firme por “Um Abraçaço”, de letra delicada, envolta numa linha de baixo impregnante e solo sujo de guitarra. É uma das pepitas do repertório, como “Estou Triste”. Aliás, não é de memória recente uma composição dele tão doída como esta. O ouvinte se vê puxado para o “lugar mais frio do Rio”, o seu quarto.

Adiante, “Império da Lei”, um saboroso afoxé-rock-maracatu que tem guitarra com pezinho no carimbó e versos econômicos. Trágica no tema, a morte, e graciosa na forma.

“Quero Ser Justo” é para se juntar a “Deusa Urbana” na recente coleção de canções românticas e autorreferentes.

A partir daí, é quando o disco fraqueja. A elegia a Carlos Mariguella (“Um Comunista”) é longa e melodicamente restrita, embora politicamente relevante. “Vinco” e “Quando o Galo Cantou” não se acham entre “Funk Melódico” e “Parabéns”. “Gayana”, de Rogério Duarte, é bonita e anódina.

Quer dizer, é na primeira metade que está o ouro de Abraçaço, um disco que flagra o esgotamento sonoro da parceria entre o baiano e os cariocas da banda, a um passo da repetição exaustiva.

O fim da trilogia força a pergunta: O que vem após essa fase tão vigorosa? Que Deus o guarde dos excessos orquestrais de Jaques Morelenbaum, como em parte dos seus discos dos anos 1990.(Rodrigo Levino, da Folhapress)

SERVIÇO

Abraçaço

Artista: Caetano Veloso

Gravadora: Universal

Quanto: R$ 29,90

http://www.opovo.com.br/app/opovo/vidaearte/2012/12/03/noticiasjornalvidaearte,2964355/2012-031212va0510-x.shtml

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