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Futebol nordestino oscila e têm dificuldades de permanecer na elite do Brasileirão

As Séries A e B do Brasileirão 2012 acabaram e o futebol nordestino segue com grandes dificuldades para se manter ou ascender à elite do campeonato nacional.

Infográfico mostra a instabilidade dos clubes nordestinos nas quatro divisões do Campeonato Brasileiro (Arte: Felipe Belarmino)

As três equipes da região que disputaram a última edição da Primeira Divisão, Náutico (PE), Bahia e Sport (PE) lutaram contra o rebaixamento até as rodadas finais, sobrando para o Rubro-Negro Pernambucano a amargura de mais um descenso nordestino. Já o o único clube da região que subiu da Série B para a Série A, o Vitória (BA), quase perdeu a vaga para o São Caetano (SP) na reta final.

Além deles, o CRB (AL) caiu da B para a C. Na Terceirona, uma equipe nordestina venceu e outra perdeu (Icasa e Fortaleza, respectivamente), na disputa pelo acesso com equipes do Sudeste. Além disso, duas foram rebaixadas: Salgueiro (PE) e Guarany de Sobral.

Já na Série D, a região teve seu melhor desempenho este ano e conseguiu classificar duas equipes entre as quatro melhores do certame: Sampaio Côrrea (MA) e Baraúnas (RN).

Rivais cearense lutam para voltar à elite

No futebol cearense, a sina não tem sido muito diferente. Os dois maiores clubes do estado frequentaram a Série A nos últimos doze anos, mas tem tido dificuldade em permanecer por lá em mais que duas edições consecutivas.

O primeiro acesso do período foi o do Fortaleza que subiu após o vice-campeonato da Série B em 2002. O Tricolor de Aço disputou o primeiro Brasileirão da era de pontos corridos, no ano seguinte, mas terminou na penúltima colocação e voltou para a Segundona.

Numa verdadeira gangorra, o Leão do Pici foi novamente vice da B em 2004 e regressou para a Série A em 2005, onde permaneceu até 2006. Depois disputou a Segunda Divisão entre 2007 (quando quase volta para a A) e 2009 (quando caiu para a C). De 2010 até pelo menos o próximo ano, o clube amarga a Terceirona.

Para o presidente do Fortaleza, Osmar Baquit, "os clubes nordestinos que disputam com mais frequências as Séries B e C e quando chegam a Série A já começam com uma grande diferença de patrocínio. Enquanto um clube do Sul-Sudeste recebe R$ 50 milhões, um clube do Nordeste recebe R$ 2 ou R$ milhões. Isso faz grande diferença".

Baquit observa também que "um clube da Série A-2 do Paulistão recebe até R$ 4 milhões da FPF e consegue pagar a jogadores que aqui receberiam no máximo R$ 20 mil,  até R$ 40 mil. Enquanto aqui a gente já se dá por feliz de que uma empresa forneça uniforme pelo ano inteiro, uma Adidas paga milhões para um clube como o Flamengo, por exemplo".

Já o Ceará, que ficou na parte do meio da tabela da Série B este ano, em décimo primeiro lugar, esteve na elite entre 2010 (quando chegou a se classificar para a Copa Sul-Americana) e 2011. Nas nove edições anteriores, foi a equipe nordestina que permaneceu mais tempo na Segundona, até fazer sua melhor participação na competição e ficar com o terceiro lugar.

O presidente do Ceará, Evandro Leitão, questiona se "todos os clubes nordestinos são incompetentes em permanecer na Série A? Eu acho que não. As diferenças de estrutura financeira e até física dos clubes nordestinos é que se refletem dentro de campo. Quem tem um dificilmente vai ganhar de quem tem dez, no longo prazo".

O dirigente acrescenta ainda que "as condições são melhores para as equipes do Sudeste em quase tudo, até na questão do deslocamento. Enquanto nós viajamos, às vezes com 45 horas de antecedência para uma partida, eles podem viajar com 45 minutos. Além disso, até uma equipe da Terceirona paulista consegue patrocínio com mais facilidade que as nossas equipes".

Icasa quer chegar à elite pela primeira vez em 2014

Nos últimos doze anos, o Icasa não chegou a disputar nenhuma edição da Série A e não participou de nenhuma divisão entre 2001 e 2004.

Mas a partir de 2005 fez campanhas razoáveis na C, até conseguir o acesso para a B em 2009,onde permaneceu pelos dois anos seguintes. Em 2012, na Terceirona, o Verdão do Cariri teve novo acesso e disputou o título contra o Oeste, quando acabou ficando com o vice-campeonato.

E embora tenha chances reduzidas a equipe juazeirense vai brigar pela terceira vez no século XXI para chegar à elite, quem sabe em 2014.

Gangorra de divisões

Pegando só os resultados dos oito clubes nordestinos que disputaram pelo menos uma edição da Série A, no século XXI, o que se percebe é uma grande oscilação, uma espécie de gangorra de divisões.

Mesmo o Vitória, que disputou sete edições da divisão de elite do Brasileiro nesse período, chegou a ser rebaixado para a C em 2005, conseguindo retornar para a B no ano seguinte.  Para o vice-presidente do Leão baiano, Carlos Sérgio Falcão, "o futebol hoje, pelo nível de profissionalismo, está muito relacionado ao orçamento. Para se ter uma ideia, a folha de pagamento dos atletas do Fluminense gira em torno de R$ 8 milhões por mês, mais do que o orçamento de muitos clubes nordestinos".

Falcão avalia ainda que "as cotas de TV para os clubes do Nordeste são menores, os patrocínios são menores. Enquanto os maiores orçamentos nordestinos que são do Sport, do Vitória e do Bahia giram em torno de R$ 50 milhões, no Sul-Sudeste já estão beirando os R$ 300 milhões e, por isso, mesmo quando um clube nordestino ascende fica difícil permanecer".

Já o rival Bahia, que disputou cinco edições da Primeira Divisão neste século e vai deixar a elite nacional em 2013, sofreu ainda mais no período e amargou dois anos na C, 2006 e 2007. Em 2012, o Tricolor Baiano sofreu concorrência direta de outro nordestino: o Sport, que levou a melhor. O Bahia pelo menos ainda pode se orgulhar de ter disputado o maior número de Brasileirões (contando apenas de 1971 em diante) na história, entre as equipes do Nordeste: 33 participações.

O Leão pernambucano também disputou cinco vezes a Série A e sete a Série B de 2001 para cá. Já o Timbu, um pouco menos no sufoco, se livrou da ameaça a uma rodada do fim do campeonato. Outra equipe pernambucana que também visitou a Série A no século XXI foi o Santa Cruz, que disputou a Primeirona em 2001 e 2006, mas chegou a descer ao inferno da Série D, onde permaneceu de 2009 a 2011. Em 2012, não conseguiu avançar sequer às quartas-de-final da Série C.

Já o América de Natal, que subiu em 2011 da Terceirona para Segundona, e que esse ano fez apenas uma campanha mediana na B, participou da elite do futebol brasileiro apenas em 2007 e chegou a disputar duas vezes a Série C

Seu arquirrival potiguar, o ABC, que também permanecerá na 2ª divisão do Brasileirão, tem desempenho ainda pior e não disputa a Série A desde 1985, chegando a não disputar divisão alguma em 2004 e 2006.

http://diariodonordeste.globo.com/noticia.asp?codigo=350150&modulo=970

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