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BICA DAS ANDRÉAS EM PACATUBA (CE) - Balneário sofre com abandono e escassez de água

Com quase 30 anos de existência, ponto turístico famoso na Serra da Aratanha vive um cenário de descuido
Inaugurado no dia 28 de julho de 1984, o Balneário Bica das Andréas, em Pacatuba, já foi responsável por atrair inúmeros visitantes nos fins de semana, feriados prolongados e meses das férias escolares. Quase 30 anos depois de sua construção, pouco foi feito pelas administrações municipais para manter a infraestrutura do parque, famoso pelas trilhas ecológicas, cascatas e piscinas naturais. Hoje, quem vai ao ponto turístico vê um cenário de descuido que vem afastando o público.
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O descaso na conservação do equipamento e a insegurança têm diminuído a frequência das visitas e consequentemente o número de pessoas interessadas em desfrutar das belezas naturais na Serra da Aratanha FOTO: NATASHA MOTA
Aos poucos, a beleza do lugar, situado na crista da Serra Aratanha, vai sendo substituída pelo lixo. A sujeira (copos descartáveis, garrafas pet, latinhas de metal, embalagens, etc) está espalhada por todos os cantos, inclusive, dentro das piscinas naturais. A maioria está vazia devido à falta de chuvas. Há também uma piscina artificial subutilizada, que só é cheia no Carnaval e na Semana Santa.
Semanalmente, para que o parque não fique sem água, é pago ao proprietário de uma fazenda próxima ao logradouro o valor de R$ 500 para ele abrir as comportas do Açude Boaçu e encher as piscinas naturais. Segundo permissionários do balneário, 50% da quantia é paga por eles e o restante pela Fundação de Turismo, Esporte e Cultura (Funtec), órgão da Prefeitura de Pacatuba. Dizem que o pagamento é um absurdo e torcem para que o inverno volte logo, pois, como há poucos visitantes, gastam dinheiro quase em vão.
A reforma que começou a ser realizada no logradouro, no primeiro semestre deste ano, foi interrompida antes das eleições municipais. Até mesmo os materiais de construção foram retirados pela empresa responsável pela intervenção, que engloba reparos na infraestrutura, a construção de banheiros e quiosques. Os equipamentos foram feitos pela metade e, enquanto a obra não sai do papel, os permissionários vendem os alimentos debaixo de tendas, situação que os incomoda bastante.
"A situação é crítica. A gente espera que a nova administração olhe para o parque. Antigamente, eu até apurava um bom dinheiro aqui. Hoje, tiro um salário mínimo com sacrifício", reclama o vendedor Gildo Cândido da Luz, 40, que trabalha no balneário há cerca de 15 anos. Alguns permissionários preferem não falar sobre a falta de manutenção porque temem represálias por parte da Prefeitura, o que já teria acontecido.
Insegurança
A insegurança é outro problema do parque. Fazer a trilha sem um guia é pedir para ser assaltado. Muitas vezes, o perigo é tão grande que policiais precisam acompanhar os visitantes. A maioria dos roubos, informam os trabalhadores, é de aparelhos eletrônicos, como celulares e câmeras digitais. O garçom Marcos Antônio Andrade Amora, 50, trabalha no balneário desde 1986 e lembra que o lugar era bem frequentado, chegando a receber mais de 15 ônibus lotados nos fins de semana, além de inúmeras pessoas que vinham de outras cidades em veículos particulares. "O movimento caiu muito nos últimos anos. O parque precisa de zelo. Neste ano, a seca também está sendo responsável por afastar o público", diz.
O comerciante Natal Pereira, 40, é de Maracanaú, município localizado a 13 quilômetros de Pacatuba. Depois de alguns anos, resolveu ir ao parque com a família. No entanto, passou pouco mais de duas horas, pois estranhou as condições e o vazio do balneário. "Está abandonado, nem água tem. É uma pena. A gente fica sem uma opção de lazer que era muito boa. O novo prefeito deve colocar a reforma do parque como prioridade", declara decepcionado.
Para o vendedor Wellington Machado de Oliveira o parque necessita de muitas melhorias. "Falta infraestrutura e um bom atendimento ao público. Nesta época do ano, o movimento sempre era intenso. Ninguém vê mais isso aqui, a não ser nos fins de semana, que tem um número maior de pessoas". Já para o operador de máquina Ney Anderson Rodrigues, apesar dos problemas, o parque não deixa de ser uma opção. "Como meu filho está de férias, decidi trazer ele ao parque com o primo e o amigo. Não deixa de ser uma opção de lazer em Pacatuba. Mas todo mundo fala que o lugar não está sendo bem cuidado. Tudo isso é devido à brigas políticas".
De acordo com o secretário de Turismo e Cultura de Pacatuba, Emanuel Monteiro, a reforma do Balneário Bica das Andréas está parada porque a empresa Newbras, responsável pela construção, aguardava pelo recebimento da primeira medição, o que já ocorreu recentemente, garante Monteiro.
O gestor afirma que a demora no pagamento se deu porque o Ministério do Turismo atrasou o repasse dos recursos devido ao período eleitoral.
A reforma custa em torno de R$ 268 mil. A Prefeitura aguarda o reinício dos serviços na próxima semana, pois a Newbras já foi acionada e o valor já está pago. A reforma do Balneário Bica das Andréas, em Pacatuba, é um convênio que foi celebrado entre o município metropolitano e o Governo Federal.
"Os recursos estão garantidos e a obra será concluída, mesmo após o fim da atual gestão", diz Emanuel Monteiro. O balneário abre todos os dias, das 8 às 16 horas, e fica na Rua Carlos da Costa Carmo, sem número. O ingresso custa R$ 4, sendo R$ 2 para estudantes.
Custo
500 reais semanais é o que os permissionários do Balneário Bica das Andréas gastam para obter água de outro açude para encher as piscinas naturais do parque
RAONE SARAIVA – REPÓRTER

http://diariodonordeste.globo.com/materia.asp?codigo=1213885

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