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Independência e crise econômica marcam eleições antecipadas na Catalunha

Nacionalistas defendem a realização de uma consulta popular sobre a independência da comunidade autônoma

A Catalunha, região mais rica da Espanha, vai às urnas neste domingo (25/11) para decidir quem será o seu novo presidente. Apesar de ser uma das comunidades autônomas mais afetadas pela crise econômica atual, o debate eleitoral foi marcado pela polarização em torno da independência. O atual presidente e candidato à reeleição Artur Mas CiU (Convegência e União) colocou o tema no centro ao antecipar as eleições em mais de dois anos e defender abertamente a realização de uma consulta popular sobre a independência da Catalunha.

Efe (24/11/2012)
Artur Mas (segundo da direta à esquerda) durante encerramento da campanha às eleições regionais da Catalunha
Durante toda a campanha, Mas afirmou que o Estado central espanhol é o principal culpado pela crise catalã. O posicionamento adotado pelo líder do CiU deu início à uma troca de acusações e de críticas entre os políticos governistas catalães e os líderes do PP (Partido Popular), incluindo o presidente da Espanha, Mariano Rajoy.
“Espero que eu seja o último presidente da Generalitat da Catalunha (nome oficial do governo catalão), a quem o Estado espanhol tente destruir. Porque o próximo já não poderá tentar, porque já não dependerá do Estado espanhol”, afirmou Mas em tom confiante durante um comício em Barcelona.

Rajoy participou ativamente da campanha em uma tentativa de ajudar a candidata do PP na Catalunha, Alícia Sánchez-Camacho. Segundo as pesquisas eleitorais, o partido conservador deve ganhar até cinco assentos no Parlamento em relação às eleições de 2010 e se transformar na segunda força política da região.
“Ninguém vai tirar os catalães da Espanha ou da Europa”, insistiu Rajoy em um comício também em Barcelona dias antes da eleição. Apesar de ser abertamente contra a separação, o PP busca concentrar as críticas mais pesadas às ideias de Mas e não no movimento independentista, com medo de perder os votos dos catalães que não são a favor da secessão, mas que querem mais liberdades, principalmente financeira.
“O Governo regional está conseguindo um êxito extraordinário”, afirmou a Opera Mundi o cientista político Joan Botella, da Universidade Autônoma de Barcelona. Para ele, “apesar dos cortes sociais e econômicos muito importantes que aplicou nos últimos anos, provavelmente voltará a ganhar as eleições”.
Queda socialista
Segundo todas as pesquisas divulgadas durante a campanha eleitoral, o maior perdedor do pleito deste domingo deve ser o PSC (Partido Socialista da Catalunha). Historicamente, os socialistas sempre foram a segunda força política da região, chegando a governar a Catalunha após as eleições de 2003. Entretanto, segundos os institutos, a sigla deve perder entre 5 e 8 cadeiras no Parlamento em relação a 2010. Caso o resultado se confirme, este seria o terceiro pleito regional em 2012 com grande perda de votos para os socialistas, que obtiveram derrotas no País Basco e na Galícia.
“[PSC] aparece como um partido que está no meio do caminho em todas as questões políticas”, disse Botella. “Em termos econômicos e sociais, não estão a favor das políticas de cortes, mas também não podem se colocar completamente ao lado da greve geral. E em termos nacionalistas, não defendem nem o centralismo nem o independentismo. Esta posição intermediária é hoje um ponto fraco para o partido”, concluiu.
Outra prova da importância e da polarização da questão da independência é o avanço dos partidos menores que defendem com mais firmeza tanto a independência quanto a permanência da Catalunha no Estado espanhol. O ERC (Esquerda Republicana Catalã) pode chegar a encostar nos socialistas em número de votos e o Ciutadans (cidadãos, em catalão) deve dobrar o número de deputados.
Relatório fantasma
Além das discussões sobre nacionalismo, outro tema aqueceu a campanha eleitoral. O jornal El Mundo publicou em 16 de novembro um suposto informe policial que alegava a existência de contas na Suíça em nome do atual presidente catalão Artur Mas e do ex-presidente da região Jordi Puyol. Ainda segundo o diário, as contas estavam relacionadas ao desvio de dinheiro de um dos principais casos de corrupção envolvendo membros do CiU.
O líder do partido catalão negou seu envolvimento no caso de corrupção e acusou o PP de estar envolvido na denúncia. "O presidente do governo espanhol não é alheio a tudo o que está passando, todos estão envolvidos em tentar mudar a vontade do povo catalão. É a estratégia do PP”, afirmou o atual presidente da Catalunha.
O Ministério do Interior abriu uma investigação interna para descobrir a veracidade das informações e quem havia vazado o documento para o jornal. Entretanto, após o procedimento, o Ministério informou que não pode localizar o relatório e que por isso não poderia comprovar se o conteúdo publicado pelo El Mundo era verdadeiro.
Mais de 5 milhões de eleitores devem ir às urnas. Um total de 5.413.769 catalães, dos quais 156.517 residem no exterior, têm direito a voto nestas eleições regionais, quando serão escolhidos os 135 deputados que formam o Parlamento. Os eleitores poderão escolher entre 62 candidaturas em quatro círculos eleitorais, que são as províncias de Barcelona, Gerona, Lérida e Tarragona.

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