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A escandalização da notícia e o caso UFRJ

Não deixe de ler a coluna de hoje no site de Luis Nassif que mostra como a mídia explora a escandalização da notícia, que acaba virando um produto de marketing.  Ele dá como exemplo uma reportagem do programaFantástico, da TV Globo, no último domingo.

Na semana retrasada, o programa anunciou uma matéria bombástica contra a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) envolvendo desvio de dinheiro e enriquecimento ilícito. As redes sociais reagiram e matéria foi adiada para o domingo passado, com mais cuidado jornalístico. Mesmo assim, o que foi levado ao ar foi claramente exagerado. Nassif diz que houve a confusão intencional entre problemas administrativos e desvio de recursos. Pequenas infrações foram superdimensionadas, como se toda a universidade estivesse envolvida em ações contra a ordem pública.

Foi muita retórica para poucos fatos. O que havia de concreto é que a UFRJ firmou convênio com o Banco do Brasil entre 2005 e 2009. O Ministério Público diz que deveria haver licitação. Mas era um banco público e uma instituição pública, lembra Nassif. A reportagem ainda disse que o dinheiro foi repassado para uma fundação, e não para o orçamento da universidade, mas o próprio Fantástico reconhece que isso é prática usual.

Foram identificadas cinco supostas irregularidades envolvendo pagamentos de R$ 10 mil a R$ 264 mil. O problema é que o Fantástico recebeu o inquérito antes dos indiciados. Nassif avalia que, com isso, ficou com o poder de julgar e condenar sete pessoas perante dezenas de milhões de telespectadores. “As ressalvas às denúncias só foram entendidas por um diminuto número de espectadores, que sabem diferenciar problemas administrativos de malversação graúda de dinheiro. Mesmo com os cuidados da reportagem, perante a opinião pública estão todos condenados”, diz Nassif.

É nesse ponto que Nassif faz um alerta crucial sobre a proposta de se criar no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) uma comissão permanente para resguardar a grande imprensa de ações propostas pelas vítimas. Haverá integrantes do Judiciário e da mídia. Mas nenhum representante das vítimas de pequenos e grandes crimes. É o cidadão desprotegido mais uma vez.

 

http://correiodobrasil.com.br/a-escandalizacao-da-noticia-e-o-caso-ufrj/547439/#.UKt84ofO2y0

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